Todos os dias uma nova reflexão sobre a vida para que você pense, evolua e se desenvolva como ser humano

REFLEXÃO DO DIA

Eu tenho um livro aqui dentro de mim. E você também. Todos nós temos, Na verdade, não só um livro, mas várias enciclopédias cravadas em nossos cérebros, que representam todas as nossas vivências e experiências de vida vividas desde o exato segundo em que começamos a respirar neste pequeno planeta. Então, o que nos impede de botar para fora tudo o que temos aqui dentro?

Acredito que, primeiramente, nossa falta de crença. Pensar que podemos escrever uma enciclopédia é algo completamente assustador e intimidador. Dá medo. Dá preguiça, e sempre queremos procrastinar, para preservar a nossa energia. Inclusive, alguns minutos atrás, antes de eu começar a escrever este texto, eu estava procrastinando. Eu estava pensando “Caramba, que saco, tenho que escrever…”.

É só o meu cérebro tentando economizar energia, é ele me puxando para o sofá, para que eu fique deitada lendo o meu livro, Antifrágil. É muito confortável ficar deitada lendo, porque sinto que estou produzindo, e isso me deixa literalmente na zona de conforto. Por isso, sei que preciso, conscientemente, me forçar a sair dela. É só assim que vou crescer.

É só assim que nós crescemos. Então estou aqui, no meu Laptop, vomitando palavras no Word. Porque a partir de hoje, inclusive a partir de agora mesmo – porque meu cérebro acabou de tomar essa decisão (ou já tinha tomado alguns milissegundos atrás) eu vou começar a escrever todos os dias. Despejar algumas palavras, frases, linhas, parágrafos, pensamentos, ideias e tudo mais o que eu quiser. Sobre o quê? Sobre o que eu quiser e sobre o que der na telha. Porque, dane-se, pois, a zona de conforto não vai mais me vencer. Eu sou extremamente produtiva, mas ultimamente vivo um ciclo de procrastinação muito grande. Estou procrastinando a escrita que eu preciso fazer.

Minha meta é escrever pelo menos um artigo por dia para o meu site e eu estou falhando miseravelmente nesta tarefa, que não é fácil, mas extremamente possível porque eu já consegui fazer isso. Então chegou a hora de dar um basta. E este é o pontapé inicial. Eu estar aqui agora falando com você foi a chave da decisão. Saí da inércia. Saí do comodismo e do vitimíssimo.

Eu amo escrever sempre fiz e faço inúmeros rabiscos manuscritos. Por isso, eu preciso fazer da escrita um hábito. É o que estou fazendo agora. E sei que sou e já estou repetitiva, mas simplesmente, como eu também já falei, estou vomitando palavras, soltando tudo o que surge na minha mente. Isso acabou de surgir na minha mente. Eu sinto que ainda não quero parar de escrever, mesmo sem um rumo definido, traçado e planejado, como eu sempre faço.

Quero ficar aqui vomitando palavras até que não saia mais nada, o que é muito difícil, afinal, como eu falei, temos várias enciclopédias dentro dos nossos cérebros, precisamos apenas exercer a nossa capacidade de colocar em palavras os bilhões de informações que temos armazenados em nossa caixa craniana. Meu pulso está até doendo agora, de tão rápido que estou digitando. Mas dane-se. Esse é o caminho. Fazer com dor, fazer sem vontade, fazer com sangue nos olhos, querendo ou não querendo, com vontade ou sem vontade.

Dane-se, Faça, Faça, Faça… E não pare. Começar alguma coisa, qualquer coisa, inclusive a escrita, exige um grande esforço inicial, como em um lançamento de foguete. Mas depois que saímos da inércia e damos o primeiro passo, através da aceleração necessária. O foguete, quando já está em movimento, avança constantemente e para de gastar tanta energia.

Por isso, você, se quiser também, fazer alguma coisa e mudar a sua vida, use toda a sua força de vontade para sair da inércia e dar a ignição – porque aí, com certeza, as coisas vão fluir no piloto “quase” automático. Eu acabei de reler todo o texto que acabei de escrever, e gostei do que li. Acredito que ficou coerente e bem escrito modéstia parte. Passou uma boa mensagem e foi relativamente fácil de entender. Então vamos continuar. Porque o show não pode parar, o show da vida real.

A vida difícil que todos, sem exceção, vivemos, sejam Ricos, pobres, negros, brancos, pardos, não importa. Todos vivem dificuldades, tristezas, alegrias e muitas outras emoções. E todos, sem exceção, tem seus próprios problemas, independentemente de qualquer coisa. Eu ia parar por aqui e, aliás, já tinha parado. Mas voltei porque, ao escrever este texto, acabei tendo uma grande ideia. Vou criar um quadro no meu chamado ‘Reflexão do Dia’ e todo dia postarei um texto como esse, apenas vomitando palavras.

Sem pauta de conteúdo, sem pesquisas de palavra-chave, sem cobrança nenhuma, sem tamanho exato de texto. Às vezes pode ser um grande texto, outras vezes pode ser um textinho. Apenas o que eu quero falar. No estilo, (que foca mais em marketing). Eu vou falar sobre a vida. Sobre o que eu estiver afim de falar.  Reflexões sobre a vida.

Uma parada que você pode fazer no seu dia para pensar na vida junto comigo. Imagine como a será minha (nossa) evolução ao longo dos meses, dos anos e das décadas. Será algo monstruoso, e você poderá presenciar (e viver) tudo isso. Sinto que este se tornou agora mesmo um grande ponto de inflexão na minha vida. Esse é só o começo de uma nova era. Vamos juntos?

 

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