ELEIÇÕES 2022
Encontro entre os dois candidatos está marcado para o dia 30 de outubro, último domingo deste mês.

A eleição presidencial será decidida em um segundo turno entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), de acordo com dados do TSE. Com 96,42% das urnas apuradas até 21h21, Lula havia recebido 54,3 milhões de votos válidos, ou 47,8% do total contabilizado pela Justiça Eleitoral até aquele momento. O presidente e candidato à reeleição havia recebido 49,8 milhões de votos, ou 43,74% do total.
O segundo turno ocorre quando um candidato não consegue atingir a maioria da soma total dos votos computados, ou seja, 50% mais um.
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O encontro entre os dois principais rivais está marcado para o dia 30 de outubro, último domingo deste mês. A realização da segunda etapa do pleito frustra principalmente a campanha do petista, que, na reta final do primeiro turno, investiu na defesa pelo voto útil na intenção de encerrar a disputa neste domingo, 2.
A eleição presidencial será decidida em um segundo turno entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), de acordo com dados do TSE. Com 96,42% das urnas apuradas até 21h21, Lula havia recebido 54,3 milhões de votos válidos, ou 47,8% do total contabilizado pela Justiça Eleitoral até aquele momento. O presidente e candidato à reeleição havia recebido 49,8 milhões de votos, ou 43,74% do total.
O segundo turno ocorre quando um candidato não consegue atingir a maioria da soma total dos votos computados, ou seja, 50% mais um.
A eleição presidencial será decidida em um segundo turno entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), de acordo com dados do TSE. Com 96,42% das urnas apuradas até 21h21, Lula havia recebido 54,3 milhões de votos válidos, ou 47,8% do total contabilizado pela Justiça Eleitoral até aquele momento. O presidente e candidato à reeleição havia recebido 49,8 milhões de votos, ou 43,74% do total.
O segundo turno ocorre quando um candidato não consegue atingir a maioria da soma total dos votos computados, ou seja, 50% mais um.
“Há quatro anos atrás eu não pude votar porque eu tinha sido vítima de uma mentira neste país e eu estava detido na Polícia Federal exatamente no dia da eleição”, disse Lula ao votar em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. “Tentei fazer com que a urna fosse até a cela para eu votar, não levaram. E quatro anos depois eu estou aqui, votando com reconhecimento da minha total liberdade e com a possibilidade de voltar a ser presidente da República deste País”, afirmou o petista, que se disse “muito feliz”.
Já Bolsonaro se mostrou confiante neste domingo e voltou a dizer que seria reeleito ao apelar a uma narrativa baseada na dúvida das informações. “Tenho certeza de que, em uma eleição limpa, ganharemos com no mínimo 60% dos votos”, afirmou o presidente ao votar no Rio. Ele também afirmou que a eleição representa uma “luta do bem contra o mal” e disse que, “com eleições limpas, tudo bem, que vença o melhor”.
Nesse contexto, a radicalização – de ambos os lados – foi a marca desta eleição presidencial, com violência, agressões e mortes. Além do clima tenso nas ruas e nas redes sociais, os embates assumiram o protagonismo, o que colocou de lado os projetos de País dos candidatos. Lula, por exemplo, não apresentou versão final do programa de governo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a justificativa de não criar desconforto com aliados.
Fonte: Estadão conteúdo