Dezenas de ciclistas do grupo do Pedal Diário, cansados de esperar a “boa vontade” do Governo do Estado, resolveram roçar por conta própria, o mato dos pontos mais críticos das margens, do trecho da rodovia PE-275, entre as cidades de São José do Egito e Tuparetama.
O ato concreto de protesto aconteceu na manhã deste domingo (25), e além do serviço para aumentar a segurança dos próprios ciclistas, pedestres e motoristas que precisam passar pela rodovia, também serve para chamar atenção das autoridades, no caso, o Governo do Estado de Pernambuco, que sequer o serviço de roço nas estradas está fazendo.
Essa não é a primeira vez, que os ciclistas fizeram esse serviço, em julho de 2020, eles já tinham feito a mesma coisa, naquele tempo, assim como agora, o ato ganhou grande repercussão, mais de lá pra cá o DER, órgão responsável pela manutenção das rodovias estaduais não roçou uma única vez as margens, nem da PE-275, ou de nenhuma outra rodovia que corta o Pajeú.
Em 2023, a Prefeitura de São José do Egito promoveu o roço de alguns quilômetros da rodovia que liga Riacho do Meio a Santa Terezinha, fazendo o que não é de sua competência. *Por Blog do Erbi.
Agência Estadual de Meio Ambiente atestou que as condições da operação eram aceitáveis, apesar dos impactos ambientais. Oposição alega manobra política entre o governo Márcia e a CPRH para continuar postergando uma solução para o lixão.
Foto/Reprodução
O caso grave de crime ambiental praticado pelo município de Serra Talhada ao descartar resíduos sólidos em um lixão a céu aberto às margens da BR-232 já é considerado um dos maiores entraves do governo da prefeita Márcia Conrado (PT).
A gravidade da situação foi atestada pelo Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), que homologou uma cautelar com o prazo até 31 de dezembro para o município recolher todo o lixo do terreno, localizado nas proximidades do Distrito Industrial e do Aeroporto Santa Magalhães.
Diante do caso, o blog apurou que a situação inaceitável já era de conhecimento da CPRH – Agência Estadual de Meio Ambiente, que realizou uma diligência no local no último dia 28 de junho, flagrou as irregularidades praticadas pelo município e mesmo assim afirmou após uma vistoria in loco que as “condições de operação da unidade estavam aceitáveis, dentro das limitações existentes de momento”, conforme Nota Técnica Nº. 006/2023, emitida em 25/08/2023.
É inconcebível que a Agência Estadual de Meio Ambiente permita a continuidade de um crime ambiental nitidamente comprovado in loco, oportunizando que a Prefeitura de Serra Talhada postergasse ainda mais a obrigação de regularizar a Estação Pública de Transbordo de Resíduos Sólidos Urbanos, transformando o que deveria ser um local de transbordo em um imenso lixão a céu aberto, com pilhas de oito metros de altura de resíduos acumulados, como constatou a auditoria do TCE-PE nesta terça-feira (26).
O conteúdo da Nota Técnica relativizando a presença de um lixão no terreno onde deveria funcionar apenas uma estação legalizada de transbordo, foi enviada pela CPRH à 3ª Promotoria de
Justiça de Serra Talhada, servindo, inclusive, como embasamento para o poder judiciário não ter determinado o fechamento do lixão ao ser provocado recentemente pelo Ministério Público de Pernambuco. A 3ª Promotoria de Justiça ajuizou Ação Civil Pública na 2ª Vara Cível e Regional da Infância e Juventude da Comarca de Serra Talhada solicitando tutela de urgência por dano ambiental, mas o juiz do caso entendeu que as condições de operação do local eram aceitáveis, tendo como base a Nota Técnica da CPRH.
O mais grave é que a própria CPRH informou que já havia notificado o município anteriormente para que realizasse a adequação do local, mas nada havia sido feito, e mesmo assim a CPHR não tomou providências para coibir o crime ambiental em curso, deixando o município acumular cada vez mais lixo no terreno, poluindo o solo, um açude da comunidade e o lençol freático.
“Em diligência realizada no município de Serra Talhada no dia 28/06/2023, vistoriamos a unidade de transbordo de resíduos sólidos urbanos (domiciliares) existente. Nesta ocasião reiteramos com nova notificação o que já havíamos deixado em intimação anterior, ou seja, realizar uma adequação mínima necessária ao funcionamento daquela unidade, conforme orientação passada ao município pela própria CPRH, sob pena de envio dos resíduos direto da coleta para o destino final, sem passar mais pelo transbordo”, informou a CPRH ao Ministério Público.
“No momento da vistoria as condições de operação da unidade estavam aceitáveis, dentro das limitações existentes de momento. Não obstante a importância econômica que uma unidade de transbordo desta trás para o município, não será admitida uma má operação mesmo que em caráter provisório ate que os ajustes sejam feitos, conforme dito acima e já informado à prefeitura na intimação n° 00550/2023, entregue na data da vistoria em 28/06/2023”, continua a CPRH.
A CPRH informou ainda que concedeu ao município a Licença de Instalação da unidade de transbordo em 15 de setembro de 2023, com prazo de 60 dias para início dos serviços de adequação da unidade, prazo estipulado pelo próprio município e que não foi cumprido, uma vez que o TCE-PE constatou a ilegalidade do lixão em 26 de dezembro de 2023, ou seja, o município permaneceu operando o lixão por mais três messes até ser flagrado pelos auditores do TCE-PE, mediante denúncias do vereador Vandinho da Saúde.
Foto/Reprodução
“Informamos que recebemos em nosso sistema de licenciamento ambiental o protocolo de regularização da referida unidade, em 02/08/2023, sob o n° 008977/2023. Já estamos trabalhando em cima do mesmo para liberação da licença ambiental, que deverá sair dentro de 15 (quinze) dias. Quanto à perspectiva de início dos serviços de melhoria da unidade, este se dará tão logo a gestão municipal concluir o processo de licitação para contratação de empresa para execução destes serviços, que ocorrerá em cerca de 60 (sessenta) dias segundo informações da própria gestão. Estaremos acompanhando o desenrolar deste processo”, informou a CPRH. *As informações são de juliana Lima.
Falta água nas torneiras e a Compesa se cala diante do grave problema vivido pela população – Foto/Divulgação
Em razão da interrupção recorrente no fornecimento de água nos municípios de Ouricuri, Santa Cruz e Santa Filomena, o Ministério Público do Estado de Pernambuco (MPPE), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania de Ouricuri, recomendou à Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) o fornecimento subsidiário de água à população das áreas afetadas, nas Zonas Urbana e Rural, por meio de carros-pipa diariamente, até que se concluam as obras necessárias à implantação de sistemas regulares da rede de abastecimento.
Inclusive, o MPPE recomendou a suspensão imediata da cobrança pelo consumo de fornecimento nos dias em que o serviço não foi efetivamente prestado, com a devolução e/ou compensação na fatura posterior dos valores eventualmente pagos pelos moradores das áreas afetadas, bem como a apresentação da documentação comprobatória dos acordos relativos às medidas emergenciais para solucionar o problema do abastecimento de água no município.
As recomendações são resultado de um procedimento administrativo de acompanhamento de políticas públicas, instaurado após denúncias relacionadas à constante interrupção no fornecimento de água. O Promotor de Justiça Manoel Dias da Purificação Neto, autor das recomendações, destacou a importância da cooperação entre a instituição e a Compesa para garantir o cumprimento das medidas e a continuidade do abastecimento de água à população dos municípios e regiões circunvizinhas.
Além disso, enfatizou a necessidade de assegurar a dignidade humana e a saúde pública, especialmente em uma região com altas temperaturas, onde o acesso à água potável é essencial para a qualidade de vida da comunidade, bem como o compromisso das autoridades em cumprir suas obrigações legais no que se refere ao fornecimento de água como serviço público essencial.
Segundo os documentos, no dia 15 de setembro de 2023, em reunião, a Compesa , por meio da Gerência Regional e do Gerente de Produção, acordou que a ausência de abastecimento durante o período de 30 dias ou mais, sendo comprovada, seria isentada do valor cobrado na conta do mês de referência, bem como ratificou que o termo contratual expressamente prevê que a outorga da concessão dos serviços de água é dentro de todo município de Ouricuri e não de determinadas áreas do território
As recomendações destacam ainda que a Compesa teria informado, na referida reunião, que a única alternativa para minimizar os transtornos provocados pelo desabastecimento, será a implantação da nova Estação de Tratamento de Água (ETA), que está em construção com previsão de conclusão para o primeiro semestre de 2024. Por fim, a Companhia de Saneamento ficou de apresentar o cronograma de término da obra à 1ª Promotoria de Justiça de Ouricuri.
O não cumprimento das normas estabelecidas nas recomendações, publicadas nas edições do Diário Oficial Eletrônico do MPPE dos dias 30 e 31 de outubro de 2023, implicará nas medidas legais cabíveis.
Um dos lojistas alegou que alguns dos moradores de ruas estão praticando furtos e cobrando pelos papelões que ficam em cima das motos estacionadas. O lojista também revelou que um dos rapazes anda armado com uma faca e que amedronta pedestres e vendedores.
“Se não pagar [pelos papelões] eles ficam intimidando. Tem que algum órgão tomar de conta dessa praça. A gente pede segurança. Todos os comerciantes da praça estão desprotegidos com isso que está acontecendo. Eu trabalho aqui há mais de 20 anos e eu nunca vi isso que está acontecendo agora no nosso cartão postal. Aí, a gente pergunta: e a Assistência Social está servindo de quê? A gente quer pedir as autoridades competentes que tomem providencia senão daqui uns dias vai virar a ‘cracolândia’”, desabafou um vendedor.
O Farol publicou recentemente uma matéria onde serra-talhadenses que residem próximo a Concha Acústica também estão insatisfeitos com a quantidade de pessoas desabrigadas que estão vivendo na praça. *Com Informações do Farol de Notícias.
Os Agentes Comunitários de Saúde e de Endemias de Afogados da Ingazeira, estão na bronca com o fotógrafo Ricardo Marques, a história começa com a formatura do Curso técnico dos profissionais, que aconteceu no início do mês de setembro mais precisamente no dia 06/09. Onde o mesmo foi contratado para confeccionar as réplicas, como também a sessão de fotos no dia da formatura, inclusive com toda a proposta de valores e de entregas desses materiais, assinado em contrato pelo mesmo para a conclusão dos trabalhos.
Só que, desde o momento da entrega das réplicas que os Agentes de saúde e de Endemias encontraram falhas absurdas de português e até de fotos sem qualidade, deixando os rostos até deformados de alguns agentes. Outro fato relatado por todos foi a fala do fotógrafo em dizer que ” não deve mais nada a ninguém”, com relação a entrega das fotos reveladas que foi prometida pelo fotógrafo ao término do trabalho.
O blogueiro Alysson Thiago disse que que também se sente prejudicado, foi procurado pela maioria dos Agentes para relatar esta triste realidade, e que já procuraram todas as medidas cabíveis para denunciar o fotógrafo. Como por exemplo procurar: Procon, Rádio Pajeú e a advogados, e os blogs da região para denunciar o descaso sofrido pelo fotógrafo Ricardo Marques o mesmo tem seu estúdio ao lado da Igreja matriz de Afogados da Ingazeira.
Vale ressaltar que o Blog do Alysson Tiago divulga apenas os fatos que são relatados de forma contundente por todos os agentes de saúde e de endemias, e que se coloca que qualquer para um para os esclarecimentos necessários e verdadeiros, para a conclusão dos fatos.
O Presidente do SINDRACS Rogério Jesuíno disse: ” Que vai entrar nesta briga para buscar todos os meios legais para resolver o problema”, concluiu Alysson Tiago.
Uma polêmica envolvendo mais uma vez o uso indevido de um veículo locado pelo município de Tabira veio à tona hoje, quando imagens registraram o automóvel sendo utilizado para carregar e descarregar materiais em garagem do ex-prefeito Dinca Brandino, também conhecido como “Casinhas de Dinca”. O veículo em questão, que foi locado pelo município a empresa Fênix, causou indignação na comunidade local.
As imagens, que circularam amplamente nas redes sociais, mostram claramente funcionários contratados pelo município realizando tarefas de carga e descarga de materiais nas proximidades do Cemitério de Tabira, em propriedades associadas a Dinca Brandino, esposo da atual prefeita Nicinha Melo. O veículo, cujo aluguel custa aos cofres públicos a quantia de R$ 4.180,50 mensais, foi visto sendo usado em atividades que parecem estar dissociadas de sua finalidade original.
Este não é um caso isolado de mau uso de recursos públicos em Tabira. Recentemente, no último domingo, o diretor de transportes do município, Neurandi Veras, foi flagrado em uma situação semelhante, quando foi visto consumindo bebidas alcoólicas em um veículo oficial da Secretaria de Saúde, um Fiat Palio branco, com a placa PCZ-1044.
Outro exemplo citado pela comunidade é o uso da Meriva, com placa KGO-1241, pertencente à Secretaria de Obras, que tem sido frequentemente utilizado pelo secretário de Obras José Batista para atividades particulares, como buscar seus netos na escola e ir à igreja. Inclusive, o carro “dorme” na porta do secretário. Recentemente, o veículo esteve envolvido em um acidente com uma motocicleta enquanto o secretário de Obras estava indo para a igreja a bordo do veículo oficial da Prefeitura.* As informações são de Alberes Xavier.
Um dos veículos adquiridos com recursos do Governo Federal para atender à Estratégia da Saúde da Família no município de Tabira, por meio de emenda do Senador Humberto Costa, está sendo desviado de sua função original.
Segundo imagens e denúncia ao blog, o veículo tem sido utilizado indevidamente pelo Diretor de Transportes do Município de Tabira, Neurandi Véras, não apenas em serviço público, mas também para uso particular.
O veículo, um Pálio branco de placa PCZ-1044, pertencente à Secretaria de Saúde de Tabira, tem sido avistado em diversas ocasiões fora de sua rota oficial.
A denúncia aponta que o diretor Neurandi Véras utiliza o veículo para se deslocar até sua propriedade na comunidade da Borborema, mesmo quando não está em horário de trabalho.
Além disso, o veículo tem sido visto em uso nos finais de semana e até mesmo em situações envolvendo consumo de álcool.
A situação mais recente relatada pela comunidade ocorreu neste domingo (17), quando o veículo da Secretaria de Saúde foi encontrado estacionado em um bar na saída para Água Branca. Imagens mostram o diretor no local. *As informações são do Nill Jr.
O drama continua para as pessoas que precisam marcar uma consulta ou requisitar um simples exame, em Tabira.
Nesta terça-feira (29), o comunicador Júnior Alves usou as redes sociais para denunciar a situação. Em uma publicação, ele postou uma foto onde aparecem pessoas dormindo no chão em frente à UBS.
Pacientes da Unidade Básica de Saúde (UBS) Fátima I, em Tabira, no Sertão de Pernambuco, denunciam o descaso com o atendimento na unidade. Segundo relatos, pessoas chegam a dormir na calçada da UBS para conseguir marcar uma consulta.
“Fui uma delas para pegar essa fila, cheguei ontem no posto 3:00h da tarde e já tinha gente aguardando, ou eu ficava ou não conseguia marcar hoje ,o descaso é muito grande”, Comentou um dos pacientes.
isso é um absurdo, é uma humilhação para o ser humano 4:00 da tarde minha filha tava lá já não tinha mais vaga de ontem isso é uma humilhação triste. Comentou outro paciente, entre outros pacientes que comentarm.
“Pacientes precisam dormir nas calçadas dos postos para ter acesso ao serviço. Até quando a prefeita Nicinha Melo vai tratar o povo dessa forma?”, questionou o comunicador.
Ouvintes da Rádio Pajeú tem cobrado a Auto Escola Pajeú, em Afogados da Ingazeira, para que cumpra o cronograma das aulas para habilitação, dentre outros procedimentos. Há pessoas há anos esperando concluir o processo.
Outro problema grave é que, segundo clientes, enquanto protela o cronograma, a Auto Escola cobra taxas extras.
“É revoltante essa Auto Escola Pajeú! Três anos que paguei minha carteira de habilitação e ficam me enrolando pra concluir as aulas que ainda restam”, reclama Ediene Michele.
“Me mandaram horário à noite e agora não está mais disponível. Me mandam horário pra novembro e me cobraram R$ 1.000, sendo que paguei R$ 1.000 a vista e parcelei em 4 prestações”, reclama.
“Dezembro faz um ano que dei entrada no Detran. Paguei R$ 2 mil na Auto Escola Pajeú. Irei fazer um Boletim de ocorrência. Nem as aulas terminei”, diz outra ouvinte. “Estão lesando todos os clientes congelando aulas que já eram pra ter sido feitas, esperando novos instrutores entrarem”, diz Amanda Gonçalves.
São várias mensagens com o mesmo teor. A Rádio Pajeú e o blog procuraram a Auto Escola Pajeú desde o dia 21 de agosto e até hoje, não obteve resposta. Também está buscando Ciretran Afogados e Detran Pernambuco para um posicionamento. O texto será atualizado tão logo haja uma manifestação. Inf. Nill Jr.
Uma denúncia veiculada na Coluna do Domingão, publicada por Nill Junior, trouxe à tona uma polêmica envolvendo o ex-prefeito de Tabira, Dinca Brandino, que é marido da atual prefeita, Nicinha Melo. Segundo a denúncia, desde 2021, a prefeitura de Tabira teria desativado um poço catavento na comunidade de Várzea, próximo à divisa com Ingazeira.
O morador local, Joás Ferreira, afirmou à Coluna que a prefeitura realizou ações drásticas no poço, que incluíram a quebra da base, corte do ferro que levava à fonte e a remoção de uma caixa d’água de 15 mil litros. A comunidade, por sua vez, garante que o poço possui uma boa vazão.
A denúncia aponta que o Secretário Joel Mariano teria sido o responsável por autorizar a chamada “operação trava catavento”, supostamente a pedido de Dinca Brandino, como retaliação contra uma família que não teria apoiado o casal nas eleições de 2020. No entanto, o Secretário Joel nega ter conhecimento do ocorrido, mas não respondeu à queixa enviada por Joás Ferreira em 27 de junho.
A situação gerou controvérsia na cidade e colocou em destaque a questão da utilização política de recursos e serviços essenciais, como o abastecimento de água. A comunidade de Várzea espera por esclarecimentos e providências das autoridades competentes diante das graves acusações. A denúncia também levanta questionamentos sobre a conduta dos gestores públicos e a necessidade de transparência e prestação de contas à população. *Por André Luis.
Um homem que teve as pernas amputadas foi abandonado por profissionais de saúde na porta do hospital municipal em que estava internado em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio (RJ), nessa segunda-feira (10/7). Ainda usando uma sonda, o paciente não identificado foi deixado sozinho na calçada, sob o sol e sem qualquer assistência.
Ele foi encontrado pela professora Tatiana Cristina de Almeida Borges, de 44 anos, após ter sido deixado na porta do Hospital Municipal Pedro II pelos próprios maquineiros da unidade. Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que os dois funcionários foram demitidos.
“Nós o encontramos um pouco mais longe da porta do hospital. Os lojistas que estavam lá contaram que os maqueiros falaram que iam deixar em um lugar mais distante para não dar problema para eles. Acontece que a gente que levou ele para a porta. Ele estava de fralda, de sonda, sem condições de resolver nada. Deixaram ele ali podendo pegar uma infecção generalizada, sem amparo”, declarou a professora.
Ainda de acordo com Tatiana Cristina, o homem contou que foi deixado na rua após a assistente social do hospital afirmar que “não poderia fazer mais nada por ele”. A professora alega que ele também diz que ele preferiu não passar o contato de familiares.
“Eu fiquei indignada com aquilo tudo, então procurei a coordenação do hospital. Eles me falaram que ele não queria ligar para a família e foi uma escolha dele ir embora”, contou.
“Porém, o homem me contou que a assistente social disse que não poderia fazer mais nada por ele e que ele estava ocupando o leito de uma pessoa que precisava. Sendo assim, ele só falou que poderiam tirá-lo dali. Acontece que ele claramente não poderia ser deixado daquele jeito no meio da rua, jogaram feito um lixo”, prosseguiu.
Segundo a coordenação do hospital, o paciente era conhecido da unidade de saúde, e supostamente tinha um “quadro de rebeldia”. O homem teria sido abandonado após deixar um abrigo em Búzios. Além de Tatiana, outras pessoas que passaram pelo local se comoveram com a situação e prestaram auxílio.
“Ele estava em um abrigo em Búzios, sendo cuidado por um pastor, que depois não estava mais conseguindo arcar com os custos e o largou no hospital. Ele não recebe dinheiro nenhum, nada do governo. O próprio hospital acionou o Ministério Público, fizeram esse papel certinho, mas erraram ao deixá-lo nessas condições. Duas pessoas viram aquela cena e começaram a chorar, compraram comida para ajudar”, explica a professora.
A mulher tentou obter mais informações sobre o paciente para fazer o acompanhamento dele, mas o hospital negou o pedido. Depois da intervenção, segundo Tatiana, o homem foi levado novamente para um leito da unidade.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde afirmou que “há um processo de apuração dos fatos em andamento, e os dois funcionários que levaram o homem para fora do hospital foram demitidos”.
Também à reportagem, o Hospital Municipal Pedro II informou que “tentava articulação com uma instituição de acolhimento para recebê-lo, quando outros funcionários atenderam ao pedido do usuário para ser levado para fora, pois ele se negava a permanecer no hospital, informando que teria alguém para buscá-lo”.
Veja o comunicado na íntegra:
A direção do Hospital Municipal Pedro II informa que o homem foi deixado no hospital por um abrigo de Búzios, sem qualquer indicação de atendimento médico no momento. O Serviço Social tentava articulação com uma instituição de acolhimento para recebê-lo, quando outros funcionários atenderam ao pedido do usuário para ser levado para fora, pois ele se negava a permanecer no hospital, informando que teria alguém para buscá-lo. Ao ser observado que não havia ninguém para buscá-lo, mesmo contra a vontade do usuário, a unidade o mantém sob guarda, até que o Serviço Social consiga encaminhá-lo para uma instituição de acolhimento, uma vez que não tem familiares próximos para recebê-lo. As informações são do jornal O Globo.
Moradora enviou foto segurando apenas uma antena que recebeu
Populares contemplados na entrega dos Kits da TV Digital em Serra Talhada, denunciaram irregularidades dos kits que estão vindo incompletos, apenas com uma antena e sem o conversor digital e outros componentes, e isso tem causado revolta.
Os kits foram entregues às famílias que fazem parte do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), do Governo Federal, pela Prefeitura de Serra Talhada, e serão utilizados na substituição das antenas parabólicas convencionais (TVRO).
“Eu fui buscar meu kit de antena e entregaram incompleto. Disseram que só podia entregar o receptor da antena se acaso sobrasse. Me entregaram só a antena, sem receptor, de que adianta?”, reclamou uma moradora, pedindo anonimato.
As pessoas alegam também que cadastram para receber o material para dois tipos de TV e só recebem o equipamento para um tipo apenas.
“Sobre as entregas das antenas e conversor digital, a pessoa se cadastra, coloca a opção para dois tipos de TV: plana e tubo. Eu coloquei duas opções no site e quando chegou estava só para receber a antena sem o receptor. Desse jeito é complicado, a pessoa coloca uma coisa, fica outra; recebe só uma e não kit completo. Não sei o intuito deles de darem só antena e ficar com o receptor “, afirmou outra serra-talhadense, revoltada. O kit deve conter diversos equipamentos além da antena e do conversor.
Confira abaixo
1 conversor digital;
1 corpo da antena;
1 fonte de alimentação;
Cabo RCA;
Varetas e suporte com mastro;
Parafusos, porcas e arruelas para instalação;
8 metros de cabo coaxial;
Controle remoto com pilhas.
A Secretária de Desenvolvimento Social, Núbia Sampaio, informou que a entrega está sendo acompanhada pela Secretaria de Planejamento. A secretária desta pasta, Joana Bezerra, por sua vez, explicou que a informação sobre o caso seria enviada pela Secretaria de Comunicação.
Resposta Prefeitura
“Os kits disponibilizados pelo Programa Digitaliza Brasil que teve seu início de entrega hoje em Serra Talhada tem toda a sua logística definida e realizada pelo Ministério das Comunicações e a Empresa Governamental Seja Digital.
Desse modo, os beneficiários receberam as cartas diretamente do Governo Federal, as quais cientificava-os de que deveriam realizar agendamento por um telefone 0800 ou por meio do site.
Na realização do agendamento o beneficiário realizou a declaração de qual tipo de televisor possuía.
De acordo com o tipo de televisor o próprio sistema determina qual o equipamento o beneficiário tem direito, se o kit completo ou apenas a antena.
Ou seja, o que determina o que o beneficiário irá receber no ato de entrega é aquilo que ele declarou quando do agendamento.
Percebemos, que alguns beneficiários podem ter cometido erro quando na informação, então fizemos contato com o suporte da Empresa Seja digital, que nos informou que as pessoas que tenha cometido erro podem fazer contato com o telefone 0800 000 1620, o mesmo utilizado para fazer o agendamento, informando o erro, sendo então encaminhados a uma fila de espera para recebimento do conversor digital”. Inf. (Farol de Notícias).
O abastecimento de água no Sertão Pernambucano é problema antigo, e sabido por todos, mas mesmo a Transposição do Velho Chico, ainda assim muitos municípios de Pernambuco sofrem com a escassez de água. Sendo necessário voltar no tempo e de maneira arcaica abastecer localidades com carros-pipa. Para piorar a situação, esses carros-pipa podem parar também, pois a Compesa não está cumprindo com os pagamentos desde outubro de 2022, segundo relatos de pipeiros ao Blog do Pereira. Um desses pipeiros que prestam serviço à Compesa relata que, muitos colegas já pararam de trabalhar e muitos outros já cogitam tomar essa medida.
Para piorar a situação, esses carros-pipa podem parar a qualquer momento. Segundo informações dos próprios pipeiros, a Compesa não está cumprindo com os pagamentos desde outubro de 2022, segundo relatos.
Um desses pipeiros que prestam serviço à Compesa relatou que, muitos colegas já pararam de trabalhar e muitos outros já cogitam tomar essa mesma medida. “Gostaria de falar sobre os pagamentos dos carros-pipa que coloca água pra Compesa, pagamento esse que desde outubro do ano 2022 está sem sair. A maioria dos pipeiros, que estão sem recursos, já pararam de trabalhar, e os que ainda estão rodando, também já falaram que vão parar por falta de pagamento”, disse.
“Gostaria de falar sobre os pagamentos dos carros-pipa que coloca água pra Compesa, pagamento esse que desde outubro do ano 2022 está sem sair. A maioria dos pipeiros, que estão sem recursos, já pararam de trabalhar, e os que ainda estão rodando, também já falaram que vão parar por falta de pagamento.”
“Do jeito que a Compesa tá levando a situação, tem deixando a gente sem ter condições de trabalhar. São pipeiros de Dormentes, Afrânio, Petrolina e Rajada, todos na mesma situação. Importante destacar que a gente coloca água, onde a Compesa não chega.” – finaliza o Pipeiro.
A vereadora Socorro Veras, do PT, solicitou à Secretária de Saúde da gestão Nicinha Melo, Genedi Brito providências com relação à UBS da Caixa D’agua, localizada no bairro Juliana Dantas, conhecido como Bairro Vermelho.
“Na última sexta (24), realizei visita a unidade e me deparei com uma unidade com instalações que são impróprias para os usuários e servidores daquele estabelecimento”, disse.
“Visitei todas as instalações da UBS e observei muita salina na estrutura física, a sala de vacina, do médico e da enfermeira estão inadequadas. A farmácia e sala de procedimento são improvisadas. A área externa que é destinada para reunião e refeição da equipe é improvisada com cadeiras e cortina. A única rampa de acessibilidade na unidade dá acesso ao consultório odontológico. Saliento que a unidade está localizada em uma casa que tem batentes altos para ter acesso a recepção e demais salas”.
E concluiu: “espero que a secretária olhe com carinho para a UBS da Caixa ďagua e atenda o requerimento, para que a população tenha um bom atendimento e os profissionais estejam acomodados de maneira adequada para manter a qualidade do serviço”. As informações são de Marcelo Patriota.
Regina Duarte (Crédito: Palacio do Planalto/Isac Nóbrega/PR)
Regina Duarte, atriz e ex-secretária do governo Bolsonaro, causou revolta ao fazer uma postagem sobre a situação do povo Yanomami. Ela colocou em dúvida o fato dos indígenas estarem passando fome.
“A infância desamparada dos Yanonamis, uma gente criada à base de mandioca, feijão, verduras e peixe”, escreveu ela no Instagram.
A população da terra indígena localizada em Roraima vive uma crise humanitária sem precedentes, resultado do garimpo ilegal que se instalou na região, causando contaminação dos rios e outras consequências que afetam diretamente aos que vivem por ali. As imagens de crianças, adultos e idosos em estado de desnutrição têm ganhado os noticiários nas últimas semanas, gerando comoção e revolta.
Na publicação, ex-colegas de profissão da artista repudiaram a atitude dela.
“Sua postagem é cruel. Onde foi morar a Regina amorosa que conhecíamos? Que postagem é essa?”, indagou a atriz Elisa Lucinda.
Paulo Betti, que já havia repudiado Regina em outra declaração polêmica, pediu respeito aos indígenas. “Regina sua atitude é inexplicável! Você é mãe e avó! Respeite a inteligência de quem lê suas postagens e te seguem! Respeite o povo Yanomami!”, comentou.
Ainda no âmbito das redes sociais, o público criticou a ex-ministra de Bolsonaro. Em um tuíte, um internauta questionou o título de “namoradinha do Brasil”, apelido que ganhou no auge da carreira como atriz, dizendo que o Brasil saiu de um relacionamento tóxico. ISTOÉ gente.
‘Viraram as costas para mim’, diz líder Yanomami. Foto/Reprodução
A crise de saúde na Terra Yanomami, em Roraima, a maior do país, começou no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que passou quatro anos ignorando os pedidos de ajuda das comunidades indígenas da região. A denúncia foi feita pelo líder indígena Junior Hekurari, presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami.
Em entrevista ao “Estúdio i”, da GloboNews, Hekurari afirma que foram enviados mais de 60 pedidos de auxílio ao governo Bolsonaro e todos foram ignorados.
“O povo passou quatro anos sofrendo. O governo atual reconheceu essa tragédia que dura quatro anos. Muita gente, muitas crianças, morreram de malária e de desnutrição”, afirmou.
“Eu denunciei, pedi apoio ao Ministério da Saúde para ações de intervenção na saúde indígena em Roraima. A gente não recebia resposta do governo.”
Hekurari afirma ter documentos pedindo socorro ao governo, ao Ministério da Saúde e até a Bolsonaro quando era presidente. Segundo o líder indígena, ele obteve poucas respostas e, das respostas que recebeu, o governo disse que a situação era normal.
Ele conta que 120 comunidades ficaram sem atendimento de saúde nos quatro anos do governo Bolsonaro.
“Pedimos que ele visitasse a Terra Yanomami para ver a realidade. Ele simplesmente não atendeu as lideranças. Ele foi visitar área de garimpo e conversou com garimpeiros. Ficamos chateados com isso e denunciamos”, disse.
“O governo Bolsonaro nunca ajudou os Yanomami e incentivou o garimpo ilegal na nossa terra. Estávamos morrendo enquanto ele ia a Boa Vista para conversar com garimpeiros.”
O líder conta que o governo mandava equipes de profissionais e que ele mesmo os encaminhou aos locais dentro da Terra Yanomami. Segundo ele, os profissionais viam a situação, não faziam nada e iam embora.
“Por isso, foi um governo omisso. A morte é a marca do governo Bolsonaro. Pedimos punição, pois crianças morreram. Cobramos a responsabilidade das pessoas que fizeram isso.”
Água contaminada
Outra denúncia de Hekurari é que os indígenas estão bebendo água suja e contaminada por conta das atividades de garimpo ilegal.
Durante o governo Bolsonaro, ele afirma que o garimpo avançou na terra indígena e que, além de contaminarem a água, os garimpeiros mataram mulheres e queimaram uma das seis unidades de saúde existentes.
Essas unidades prestam atendimento aos Yanomami, principalmente aos que ficam em regiões mais isoladas, de difícil acesso. “Muitas vezes pedimos socorro e não fomos atendidos pelo governo Bolsonaro”, disse Hekurari.
“Hoje, precisamos de tudo. Precisa chegar ajuda de saúde, ainda mais onde não tem saúde. Pedimos também a retirada dos garimpeiros da Terra Yanomami. A presença deles está descontrolada. Não temos água limpa. Precisamos do apoio de todos, da Funai, da Segurança Pública.
“Sei que vai demorar muito porque o impacto é muito grande. Precisamos de uma força-tarefa para acabar com esse sofrimento do povo”, afirmou.
O líder diz que uma força-tarefa chegou há três dias com médicos, Exército e alimentação. Eles estão indo até as comunidades que não têm assistência. Há locais onde só se chega com helicóptero para levar os recursos.
Saúde dos Yanomami
Maior reserva indígena do Brasil, a Terra Yanomami registra nos últimos anos agravamento na saúde dos indígenas, com casos graves de crianças e adultos com desnutrição severa, verminose e malária, em meio ao avanço do garimpo ilegal.
Só em 2022, segundo o governo federal, 99 crianças Yanomami morreram – a maioria por desnutrição, pneumonia e diarreia, que são doenças evitáveis. A estimativa é que, ao todo no território, 570 crianças morreram nos últimos quatro anos, na gestão de Jair Bolsonaro.
Em 2021, o g1 e o Fantástico já tinham registrado cenas inéditas e exclusivas de crianças extremamente magras, com quadros aparentes de desnutrição e de verminose, além de dezenas de indígenas doentes com sintomas de malária em comunidades Yanomami.
Em novembro de 2022, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) realizaram uma operação contra uma fraude na compra de remédios destinados ao Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Y).
De acordo com as investigações, o esquema criminoso deixou pelo menos 10 mil crianças indígenas sem medicamentos. Os alvos da operação são empresários e servidores do Dsei-Y – órgão do Ministério da Saúde responsável pela saúde indígena Yanomami.
Com a visita de Lula a Roraima para tratar sobre a crise sanitária, a dramática situação do povo Yanomami se tornou um dos assuntos mais comentados do país no Twitter. Muitas pessoas, ao verem as imagens das vítimas, chamaram de “barbárie” e “descaso”. Fonte: g1.
Padres da Caminhada publicam nota de indignação diante do descaso para com o povo Yanomami – TC Online
O grupo Padres da Caminhada e Padres contra o Fascismo, que busca viver o Evangelho a partir da realidade à qual estão inseridos, à luz do Vaticano II, publicou nota de indignação diante do descaso para com o povo Yanomami, que vive uma situação de total desassistência provocada pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Leia abaixo a íntegra da nota:
“Jesus viu a multidão e sentiu compaixão porque estavam como ovelhas sem pastor”. (Mc 6,34)
Estando no deserto, depois de ter curado inúmeros enfermos e anunciado a Boa-nova do Reino de Deus, Jesus está diante de seus discípulos que não sabem o que fazer para alimentar uma grande multidão com apenas cinco pães e dois peixes: “Dai-lhes vós mesmos de comer” (Mt 14,16) é seu mandamento a eles.
Hoje, as discípulas e os discípulos de Jesus não se encontram na vastidão do deserto, tampouco diante de uma numerosa multidão; estamos na exuberância amazônica e diante do povo Yanomami. A situação é semelhante: falta pão, falta saúde, falta cuidado! No entanto, as razões são bem outras: o descaso das autoridades, especialmente daquelas que até há pouco governaram o país, e a ganância daqueles que defendem uma “economia que mata” e devoram os recursos da Casa Comum.
Não há como não nos indignarmos com o descuido para com a população Yanomami que sofre com a fome, com a desnutrição e com a fragilização da saúde – até o momento, mais de 570 crianças Yanomamis morreram por contaminação de mercúrio, fome e desnutrição devido ao impacto da atividade garimpeira. Já não bastasse o massacre e a invasão de suas terras, sob os quais esse povo originário do Brasil e tantos outros têm padecido desde a chegada dos europeus, os Yanomamis sofrem com o desprezo das autoridades e estão à mercê de interesses econômicos.
O descaso para com o povo Yanomami é crime, é genocídio!
Ao manifestar nossa indignação perante tal situação, sustentamos a defesa integral da vida em todos os seus estágios, incluindo a vida abandonada e desprezada pelos poderosos do mundo. Não podemos nos calar neste momento! Com a Igreja Particular de Roraima, que há mais de 300 anos vem denunciando o descaso para com os povos originários, condenamos o descuido para com a população Yanomami e cobramos das autoridades competentes a devida punição dos criminosos genocidas, além de ações imediatas para que as invasões de terras indígenas, a fome, a desnutrição e o falta de cuidado com a saúde cessem.
Concluímos esta nota, que expressa nossa consternação, citando mais uma vez ao próprio Jesus: “Afastai-vos de mim, malditos! […] Porque estava com fome e não me destes de comer, estava com sede e não me destes de beber. […] Estava doente e na prisão e não fostes me visitar. […] Eu vos garanto: todas as vezes que não fizestes isso a um desses pequeninos, foi a mim que não o fizestes” (Mt 25,41-43.45).
Padres da Caminhada e Padres contra o Fascismo. Fonte: TConline,