A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), proferiu, na manhã desta segunda-feira (2), um trecho de discurso na abertura do ano letivo municipal que chamou atenção – interpretado como um recado em meio às pressões da educação relacionadas a direitos e reivindicações sindicais, sobre os precatórios do Fundef.
Dizer sim nem sempre é possível, mas podem ter certeza de que eu nunca me curvei e não vou me curvar a nenhum obstáculo. A gente para, conversa com vocês, conversa com o time e arranja uma solução.
Nos últimos dias, assembleia do SINTEST e reuniões com a Secretaria Municipal de Educação vêm discutindo a situação dos precatórios, a necessidade de avanço no PCCR – além de demandas históricas, como progressões congeladas.
Embora a prefeita não tenha citado diretamente nenhuma dessas pautas durante o discurso, a fala ganha repercussão justamente por acontecer no mesmo período em que a categoria cobra posicionamentos – principais relacionados aos precatórios.
Na prática, a Prefeitura de Serra Talhada, comandada pela prefeita Márcia Conrado (PT), tenta convencer sistematicamente, a Justiça a permitir que os juros de mora do precatório, valores milionários gerados pelo atraso no pagamento, sejam depositados em conta separada e sem vinculação com a educação, podendo ser utilizados livremente pelo Executivo municipal.
Sacerdote divulgou nota se negando a realizar ritos católicos para bonecos realistas
Famoso nas redes sociais, padre Chrystian Shankar divulgou uma nota oficial que pegou de surpresa os, autointitulados, pais e mães de bebês reborn. No texto compartilhado com seus mais de 3 milhões de seguidores no Instagram, o pároco diz que se recusa a batizar os bonecos que simulam recém-nascidos.
O sacerdote também informa que não realizará missas de Primeira Comunhão para crianças reborn, e aconselhou os proprietários do brinquedo a buscarem ajuda psiquiátrica.
“Não estou realizando batizados para bonecas reborn ‘recém-nascidas’. Nem atendendo ‘mães’ de boneca que buscam por catequese. Nem celebrando missa de Primeira Comunhão para crianças reborn. Nem oração de libertação para bebê possuído por um espírito reborn. E, por fim, nem missa de sétimo dia para reborn que arriou a bateria. Essas situações devem ser encaminhadas ao psicólogo, psiquiatra ou, em último caso, ao fabricante da boneca”, ressaltou padre Chrystian em nota de esclarecimento.
As reações dos internautas à publicação de padre Chrystian foram diversas, a maioria levou com bom humor a provocação do religioso. “Padre, pare! Rebornfobia não pode”, brincou uma seguidora.
“Mas padre Chrystian o senhor está estudando para ser exorcista. Me desculpe, mas esse caso é com o senhor também”, respondeu outra fã com emojis de sorrisos. “Eu te apoio, padre! Esse povo precisa de psiquiatra mesmo”, completou outro. “Padre, o senhor não passa frio pois está sempre coberto de razão”, pontuou mais um.
Apocalipse
O amor de mãe é a supremacia do segundo mandamento de Jesus Cristo (e é biológico e nato)…bebês reborn é a deturpação do segundo mandamento de Jesus Cristo, naquilo que é natureza feminina…e isso, certamente é diabólico. Quando o reborn deixa de ser arte e vira filho, deixa de ser objeto e vira vínculo, a linha da sanidade foi cruzada. Essa pessoa não está mais buscando consolo — está buscando um mundo alternativo. Um mundo onde a dor não entra, mas a verdade também não. E viver sem verdade, ainda que envolto em doçura e fraldas, é viver morto.
Guga de Paula sobe ao palco em evento no RJ e xinga eleitores – Foto: reprodução/vídeo X
Prefeito de Cantagalo disse que subiu ao palco de evento para prestigiar o cantor
O prefeito de Cantagalo (RJ), Guga de Paula (PP) subiu ao palco em show ao ar livre no sábado passado (11), e mandou os eleitores irem “à merda”. Além disso, ele pediu que não votem mais nele. O ocorrido, no distrito de Euclidelândia, que faz parte do município, foi gravado e compartilhado nas redes sociais.
O evento era uma cavalgada na cidade da Região Serrana do Rio de Janeiro, no qual cantor Pedro Garcia iria se apresentar. No vídeo, Guga de Paula alegava ser amigo do músico e ir ao local para prestigiá-lo. Após subir ao palco e pegar o microfone, ele fala:
“Não quero que vocês votem em mim nunca mais, que eu não sou candidato, vocês votem em quem vocês quiserem. Eu vou mandar tudo mundo à merda. Sabe por quê? Eu vim aqui como prefeito para respeitar o meu amigo Pedro Garcia. Me respeite. Não quero voto de ninguém. E vocês, vão todo mundo à merda. E quem não quiser votar em mim, vai todo mundo à merda”.
No vídeo, o prefeito aparece com sinais de embriaguez, apresentando voz arrastada e atropelando as palavras. Ao se dirigir a fala ao público, Guga é vaiado. Após isso, ele passa o microfone a Garcia que fala brevemente, sugere cantar uma música, mas perde o microfone para Guga de Paula novamente, que acrescenta: “Só falo para vocês… Segurança, esse cara me desacatou. Prende ele, prende ele!”.
Garcia tenta falar mais uma vez, mas o político finaliza: “Eu quero agradecer aos organizadores da festa, parabéns para vocês. Parabéns, parabéns. Vocês não precisam votar mais em mim, que não quero mais voto de ninguém.
A reportagem procurou o gabinete do prefeito para manifestar o posicionamento do corrido, mas não houve retorno.
Pedido de impeachment
Essa não foi a primeira vez que Guga de Paula causou polêmica em sua vida política. Em dezembro de 2023, o prefeito de Cantagalo apareceu em uma gravação de câmera de segurança em um bar perseguindo um homem com uma arma. Ele foi preso por porte ilegal, porém foi solto após pagar fiança no valor de R$ 4.000.
Na ocasião, a Câmara de Vereadores pediu impeachment do político, porém houve apenas quatro votos favoráveis, sendo necessários oito. A solicitação foi, então, arquivada. *PorEstadão Conteúdo
O policial militar ajoelhou e fez o pedido para a adolescente. Os dois foram aplaudidos – (crédito: TikTok/Reprodução)
Policial militar pede adolescente em casamento na porta de escola em Toritama
No vídeo, o homem aparece, fardado, em um colégio do ensino fundamental e faz um pedido de compromisso a uma adolescente, que usa uniforme do 9º ano.
Uma surpresa feita por um policial do Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (Bepi) da Polícia Militar de Toritama, agreste de Pernambuco, repercutiu negativamente nas redes sociais entre este sábado e domingo (7 e 8/10). Nas imagens, o homem aparece, fardado, na frente de um colégio do ensino fundamental e faz um pedido de compromisso a uma adolescente.
No uniforme que a menina usa é possível ler a frase “concluintes do 9º ano”. A série é a última do ensino fundamental.
A menina aceita e beija o policial, além de trocar alianças. É possível ver que outros policiais estão presentes e filmam o momento.
Nas redes sociais, o pedido repercutiu negativamente. A maior reclamação é a diferença de idade, mesmo sem a confirmação de quantos anos tem a adolescente. “Eu assisti pensando que era um pai que não via a filha a muito tempo.”, diz um usuário.
Rapaz, isso tá certo?”, pergunta outro. “Esse cara precisa ser PRESO PRA ONTEM. Que bagulho absurdo isso daqui.”, diz outro homem. “Pediu em casamento com 15, provavelmente se relacionava com ela bem antes disso. Tá tudo errado pqp”, acrescentou outro.
No Brasil, é considerado crime o envolvimento sexual ou ato libidinoso praticado por adulto com criança ou adolescente menor de 14 anos.
A assessoria de imprensa da Polícia Militar declarou que “o comandante do Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (BEPI), o qual o policial militar é lotado, abriu um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD), afim de apurar as circunstâncias do fato”. *As informações são do Correio Brasiliense.
João Azevêdo: “União dos estados do Norte e Nordeste não representa guerra contra os demais” – Foto: Divulgação Facebook
Em nota, grupo procura desfazer quaisquer tentativas de se considerar que a união dos estados nordestinos em consórcio seja um combate aos outros.
O Consórcio Nordeste reagiu, neste domingo (6), às falas do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que defendeu maior protagonismo econômico e político dos estados do Sul e Sudeste, numa entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, no último sábado (5). Zema também defende uma frente das siglas de direita do Sul e Sudeste para aprovação de pautas no Congresso, e sobretudo, para a próxima disputa eleitoral em 2026.
O consórcio, presidido pelo governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), em nota, afirma que a fala de Zema representa “um movimento de tensionamento com o Norte e o Nordeste” e destaca que esses estados vêm sendo “penalizadas ao longo das últimas décadas” nos projetos nacionais de desenvolvimento.
Diz, ainda, que o Consórcio Nordeste nega “qualquer tipo de lampejo separatista” e que isso, inclusive, está explícito no próprio slogan do grupo: O Brasil que cresce unido. “Já passou da hora de o Brasil enxergar o Nordeste como uma região capaz de ser parte ativa do alavancamento do crescimento econômico do país e, assim, contribuir ativamente com a redução das desigualdades regionais, econômicas e sociais”, prossegue a nota.
O grupo procura desfazer quaisquer tentativas de se considerar que a união dos estados em consórcio seja um combate aos outros. “É importante reafirmar que a união regional dos estados Nordeste e, também, os do Norte, não representa uma guerra contra os demais estados da federação, mas uma maneira de compensar, pela organização regional, as desigualdades históricas de oportunidades de desenvolvimento”, esclarece a nota.
As declarações de Zema, recebidas como xenófobas, racistas e separatistas, não geraram indignação só do Consórcio Nordeste. Elas desagradaram políticos e figuras públicas da direita liberal à esquerda. Até o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) criticou a postura do governador. Em nota, Neves afirmou que a fala de Zema estabelece “alvos” e discrimina regiões do país. “Minas nunca foi antagônico às regiões mais pobres do país, até porque fazemos parte delas, muito menos imaginou liderar esse antagonismo”, acrescentou o parlamentar.
As falas de Zema foram recebidas como uma afronta ao tratar da reforma tributária, já que o governador mineiro defende que o Sudeste e o Sul precisam ir além do protagonismo econômico e garantir também o protagonismo político sobre o restante do país, desrespeitando, inclusive, o federalismo.
O governador de Minas Gerais chegou a comparar o Nordeste, o Centro-Oeste e o Norte com “vaquinhas que produzem pouco”, mas recebem “tratamento bom”. Já o Sul e o Sudeste, segundo ele, são as que “produzem muito” e não teriam o mesmo tratamento.
Como de costume, Zema não trouxe qualquer dado científico para embasar as ideias dele, nem o básico sobre a pobreza e fome no Brasil, do relatório do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra que o cenário é mais alarmante nas regiões Norte e Nordeste. “A incidência da pobreza nessas regiões atingiu mais de 40% de suas populações em 2021”, aponta o relatório.
Veja a íntegra da nota:
“O governador de Minas Gerais, em entrevista publicada no jornal O Estado de São Paulo em 05 de agosto, demonstra uma leitura preocupante do Brasil. Ao defender o protagonismo do Sul e Sudeste, indica um movimento de tensionamento com o Norte e o Nordeste, sabidamente regiões que vem sendo penalizadas ao longo das últimas décadas dos projetos nacionais de desenvolvimento.
O Consórcio Nordeste, assim como o da Amazônia Legal, valendo-se da profunda identidade regional, cultural e histórica, foram criados com o objetivo de fortalecer essas regiões, unindo os estados em torno da cooperação e compartilhamento de melhores práticas e soluções de problemas comuns, buscando contribuir com o desenvolvimento sustentável e a mitigação de nossas desigualdades regionais.
Negando qualquer tipo de lampejo separatista, o Consórcio Nordeste imediatamente anuncia em seu slogan que é uma expressão de “O Brasil que cresce unido”.
Já passou da hora do Brasil enxergar o Nordeste como uma região capaz de ser parte ativa do alavancamento do crescimento econômico do país e, assim, contribuir ativamente com a redução das desigualdades regionais, econômicas e sociais.
É importante reafirmar que a união regional dos estados Nordeste e, também, os do Norte, não representa uma guerra contra os demais estados da federação, mas uma maneira de compensar, pela organização regional, as desigualdades históricas de oportunidades de desenvolvimento.
Nesse contexto, indicar uma guerra entre regiões significa não apenas não compreender as desigualdades de um país de proporções continentais, mas, ao mesmo tempo, sugere querer mantê-las, mantendo, com isso, a mesma forma de governança que caracterizou essas desigualdades.
A união dos estados do Sul e Sudeste num Consórcio interfederativo pode representar um avanço na consolidação de um novo arranjo federativo no país. Esse avanço, porém, só vai se dar na medida em que todos apostarmos num Brasil que combate suas desigualdades, respeita as diversidades, aposta na sustentabilidade e acredita no seu povo.
Assim, nós, governadoras e governadores da Região Nordeste, além de defendermos um Brasil cada vez mais forte e próspero, apelamos pela união nacional em torno da reconstituição de áreas estratégicas para o nosso país, a exemplo da economia, segurança pública, educação, saúde e infraestrutura.”
O amor de mãe é a supremacia do segundo mandamento de Jesus Cristo (e é biológico e nato)…bebês reborn é a deturpação do segundo mandamento de Jesus Cristo, naquilo que é natureza feminina…e isso, certamente é diabólico. Quando o reborn deixa de ser arte e vira filho, deixa de ser objeto e vira vínculo, a linha da sanidade foi cruzada. Essa pessoa não está mais buscando consolo — está buscando um mundo alternativo. Um mundo onde a dor não entra, mas a verdade também não. E viver sem verdade, ainda que envolto em doçura e fraldas, é viver morto.