Lula e Bolsonaro disputarão 2º turno na corrida presidencial

ELEIÇÕES 2022

Encontro entre os dois candidatos está marcado para o dia 30 de outubro, último domingo deste mês.

Encontro entre os dois principais rivais está marcado para o dia 30 de outubro, último domingo deste mês. Foto/Reprodução.
A eleição presidencial será decidida em um segundo turno entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), de acordo com dados do TSE. Com 96,42% das urnas apuradas até 21h21, Lula havia recebido 54,3 milhões de votos válidos, ou 47,8% do total contabilizado pela Justiça Eleitoral até aquele momento. O presidente e candidato à reeleição havia recebido 49,8 milhões de votos, ou 43,74% do total.
O segundo turno ocorre quando um candidato não consegue atingir a maioria da soma total dos votos computados, ou seja, 50% mais um.
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O encontro entre os dois principais rivais está marcado para o dia 30 de outubro, último domingo deste mês. A realização da segunda etapa do pleito frustra principalmente a campanha do petista, que, na reta final do primeiro turno, investiu na defesa pelo voto útil na intenção de encerrar a disputa neste domingo, 2.
A eleição presidencial será decidida em um segundo turno entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), de acordo com dados do TSE. Com 96,42% das urnas apuradas até 21h21, Lula havia recebido 54,3 milhões de votos válidos, ou 47,8% do total contabilizado pela Justiça Eleitoral até aquele momento. O presidente e candidato à reeleição havia recebido 49,8 milhões de votos, ou 43,74% do total.
O segundo turno ocorre quando um candidato não consegue atingir a maioria da soma total dos votos computados, ou seja, 50% mais um.
A eleição presidencial será decidida em um segundo turno entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), de acordo com dados do TSE. Com 96,42% das urnas apuradas até 21h21, Lula havia recebido 54,3 milhões de votos válidos, ou 47,8% do total contabilizado pela Justiça Eleitoral até aquele momento. O presidente e candidato à reeleição havia recebido 49,8 milhões de votos, ou 43,74% do total.
O segundo turno ocorre quando um candidato não consegue atingir a maioria da soma total dos votos computados, ou seja, 50% mais um.
“Há quatro anos atrás eu não pude votar porque eu tinha sido vítima de uma mentira neste país e eu estava detido na Polícia Federal exatamente no dia da eleição”, disse Lula ao votar em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. “Tentei fazer com que a urna fosse até a cela para eu votar, não levaram. E quatro anos depois eu estou aqui, votando com reconhecimento da minha total liberdade e com a possibilidade de voltar a ser presidente da República deste País”, afirmou o petista, que se disse “muito feliz”.
Já Bolsonaro se mostrou confiante neste domingo e voltou a dizer que seria reeleito ao apelar a uma narrativa baseada na dúvida das informações. “Tenho certeza de que, em uma eleição limpa, ganharemos com no mínimo 60% dos votos”, afirmou o presidente ao votar no Rio. Ele também afirmou que a eleição representa uma “luta do bem contra o mal” e disse que, “com eleições limpas, tudo bem, que vença o melhor”.
Nesse contexto, a radicalização – de ambos os lados – foi a marca desta eleição presidencial, com violência, agressões e mortes. Além do clima tenso nas ruas e nas redes sociais, os embates assumiram o protagonismo, o que colocou de lado os projetos de País dos candidatos. Lula, por exemplo, não apresentou versão final do programa de governo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a justificativa de não criar desconforto com aliados.
Fonte: Estadão conteúdo

Brasileiros vão às urnas sob clima inédito de medo e violência política

ELEIÇÕES 2022

Especialistas avaliam que disputa nacional reproduziu cenário agressivo de eleições municipais.

Foto/Divulgação

Brasileiros vão às urnas neste domingo (2) sob clima inédito de medo e violência em eleições presidenciais. De assassinatos de eleitores a ameaças a candidatos, a disputa reproduziu um cenário que costumava ser visto em pleitos municipais e sinalizou que a polarização política chegou a outro patamar.

“Nunca chegamos a uma eleição desse jeito. Em geral se vê mais violência em eleições municipais, candidatos a vereador. Além de violência contra postulantes, a novidade é essa onda de violência gratuita e de intolerância à divergência”, diz a diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo.

Antes mesmo do início oficial da campanha, casos de agressão já se acumulavam. Em julho, um policial bolsonarista invadiu uma festa de aniversário e matou a tiros um militante petista em Foz do Iguaçu (PR).

No mesmo mês, uma caminhada com Marcelo Freixo (PSB), candidato ao Governo do RJ, foi encerrada após apoiadores armados do deputado estadual bolsonarista Rodrigo Amorim (PTB) fazerem ameaças.

O receio de violência levou a Polícia Federal a montar o maior esquema de segurança da história para a proteção dos candidatos à Presidência. A campanha de Lula chegou a cancelar viagens, rever a estrutura de comícios e a traçar um plano para evitar que apoiadores deixem de votar por medo de agressão.

“Houve casos em Foz do Iguaçu, Mato Grosso, Ceará, Santa Catarina. São pessoas que não estavam no centro do debate político”, afirma o sociólogo David Marques, coordenador de projetos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. “As pessoas agora estão com medo de sair na rua com camiseta, de colar adesivo no carro, colocar broche na mochila. Elas temem sofrer ameaças ou se envolver em algum conflito.”

No início de setembro, um apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL) confessou ter matado a facadas um colega de trabalho em Mato Grosso após uma discussão política em que a vítima defendeu Lula.

Em setembro, um simpatizante do PT matou em Santa Catarina, também a facadas, um homem que vestia uma camisa com menção a Bolsonaro. A polícia investiga se houve motivação política.

Na última quinta-feira (29), o carro e a casa da ex-mulher de Bolsonaro, a candidata a deputada distrital Ana Cristina Valle (PP-DF), foram alvos de vandalismo em Brasília. Ela e o filho, Jair Renan Bolsonaro, publicaram vídeos curtos nas redes sociais sobre o ocorrido e sugeriram motivos políticos pelo ataque.

folha/Uol

O que é voto válido? Abstenção conta? Veja ponto que pode definir 1º turno

ELEIÇÕES 2022

Últimas pesquisas apontam possível vitória de Lula sobre Bolsonaro já no 1º turno, por conta dos votos válidos - Ricardo Stuckert e Isac Nóbrega/PR
Últimas pesquisas apontam possível vitória de Lula sobre Bolsonaro já no 1º turno, por conta dos votos válidos Imagem: Ricardo Stuckert e Isac Nóbrega/PR

O processo eleitoral é cheio de termos com definições bem específicas e que devem ser conhecidas pelos eleitores que irão às urnas neste domingo (2) escolher os novos deputados federais e estaduais, senadores, governadores e o presidente da República. Um deles é o voto válido. Para entender melhor como ele funciona, o UOL consultou o promotor de justiça José Edvaldo Sales, que coordena o Núcleo Eleitoral do Ministério Público do Pará.

O que é voto válido?

Esse tipo de voto é aquele em que o eleitor atribui seu voto a um candidato nas eleições majoritárias (presidente, governadores e senadores) ou a um candidato ou partido nas eleições proporcionais (deputados federais e estaduais). “É importante lembrar que o eleitor que anula, vota em branco ou deixa de votar, esses casos não são computados para fins de votos válidos”, reforça o promotor de justiça José Edvaldo Sales, que coordena o Núcleo Eleitoral do Ministério Público do Pará. Há três situações que não podem ser consideradas como votos válidos para cálculo dos eleitos. São elas: Votos brancos: Aquele em que o eleitor comparece à seção eleitoral aperta no aperta no botão branco da urna e confirma.

Nulos: Quando ele digita um número inexistente e confirma.

Abstenção:  Quando o eleitor não comparece no dia da votação.

O voto válido é calculado a partir do universo de eleitores que de fato vão votar e escolhem alguém. Ou seja, para definir o eleito em 1º turno (50% dos votos válidos + 1) é considerado somente o número de eleitores que deram de fato um voto para um candidato na urna. Ainda segundo o coordenador do Núcleo Eleitoral do Ministério Público do Pará nas duas primeiras situações não há escolha de nenhum candidato ou partido, por isso esses votos não podem ser direcionados a nenhum candidato ou legenda. “É importante ressaltar que essas manifestações dos eleitores (votos brancos e nulos) não são direcionadas a nenhum candidato, coligação ou federação e por isso não podem ser canalizadas. para nenhum deles. Existe muita informação falsa sobre isso, mas votos brancos e nulos não são votos válidos”, explica.

Como eles são calculados?

Com o sistema eletrônico, a contagem dos votos é mais simples. O eleitor vota no número do candidato, no caso das eleições majoritárias e, no número do candidato ou partido, (voto de legenda), no caso das proporcionais.

Nas eleições majoritárias, o eleitor vota no número para presidente, governador e senador. No caso das proporcionais, tem a opção de votar no número do deputado estadual ou federal ou no número do partido, o chamado voto de legenda. Nesse último caso, os votos são válidos tanto se forem para os candidatos, como para as legendas.

Até que ponto o voto válido pode definir a eleição?

O promotor de justiça explica que os votos válidos podem ajudar a definir as eleições, tanto para senadores, governadores e presidente, como para deputados estaduais e federais.

“Nas eleições proporcionais, os votos nominais ou votos de legenda (partido) entram no cálculo de quociente eleitoral e partidário que vai determinar a lista de eleitos de cada partido. No caso das majoritárias, vale a regra que só é considerado eleito o que tiver a maioria dos votos válidos, que é o primeiro número inteiro depois da metade. Esse cálculo pode determinar se haverá ou não segundo turno para presidente e governadores”, explica.

O promotor ressalta a importância de não votar em branco, anular e de não se abster de comparecer à seção eleitoral no dia da votação.

“Esses comportamentos não contribuem para o processo de escolha dos candidatos, que serão escolhidos de qualquer forma. É preciso analisar propostas e programas para fazer uma escolha, pois essa postura não contribui com o processo eleitoral”.

Uol

Luan Santana terminou romance com namorada e deixou país desacreditado com desabafo: “Queria falar”

MUNDO DOS FAMOSOS

Luan Santana comentou sobre fim de romance com Jade após 12 anos.

O cantor Luan Santana e Jade Magalhães - Foto: Reprodução
O cantor Luan Santana e Jade Magalhães – Foto: Reprodução.

Um dos términos mais chocantes foi quando Luan Santana e Jade Magalhães anunciaram o fim do namoro após 12 anos juntos e um noivado. Hoje, o cantor já está em outro relacionamento, mas guarda com carinho os anos com a ex-amada.

Em conversa com a Pure People, ele disse que acompanha a ex, mas os dois não têm contato. “Eu não falo com ela, mas queria falar. Mas é que tem esse receio mesmo, principalmente da parte dela”, explicou Luan Santana. Em uma entrevista a Leo Dias, o sertanejo o sertanejo explicou porque continuou seguindo a ex mesmo após o término.

“Eu sigo ela no Instagram, acompanho o que ela faz. Eu não falo com ela, mas queria falar. Eu não teria problema nenhum em em encontrar, conversar. Mas é que tem esse receio mesmo, principalmente da parte dela. Mas o momento que ela está agora tem me tem me deixado muito sossegado”, disse ele.

Para quem não sabe, Luan Santana conheceu Jade quando tinha apenas 16 anos. “Você imagina o carinho que eu tenho por ela que fez que fez tudo isso pra mim. E a gente viveu coisas lindas, experiências maravilhosas, fomos para lugares maravilhosos. Aquele texto que eu postei quando a gente terminou foi muito real porque a gente viveu uma história rica. E eu tenho certeza que ela tem um carinho muito grande por tudo isso também”, comentou ele.

FIM DOLORIDO

Quando eles tiveram a conversa definitiva para terminar o namoro, Luan Santana disse que declarou seu amor pela ex em meio às lágrimas. “Foi um momento muito difícil, muito complicado, mas se você me perguntar o motivo eu não sei dizer porque as coisas se se apagaram diante de tantas coisas boas que a gente viveu”, disse. Hoje, Jade vive um pouco mais longe dos holofotes e o cantor segue ativo nas redes sociais.

Tv Foco

Marido de Raquel Lyra, candidata ao governo de PE, morre no dia da eleição.

LUTO

A informação foi confirmada pelo pai de Raquel e sogro de Fernando, o ex-governador João Lyra Neto.

Foto/Divulgação

O marido da candidata ao Governo do Estado Raquel Lyra (PSDB), Fernando Lucena, de 44 anos, morreu vítima de um mal súbito na manhã deste domingo (02). Ele se sentiu mal na residência do casal em Caruaru, no Agreste do Estado, e chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas não resistiu. A informação foi confirmada pelo pai de Raquel e sogro de Fernando, o ex-governador João Lyra Neto. Lucena deixa Raquel e dois filhos do casamento com a tucana, João e Fernando.

A candidata a vice-governadora pela chapa PSDB e Cidadania, Priscilla Krause, está na residência de Raquel Lyra, ao lado da equipe, familiares e amigos da tucana.

Ainda não há definição sobre como será a agenda da candidata  neste domingo, que tem pela frente o dia de votação da campanha. A tucana iria votar às 8h45, no Colégio Diocesano, em Caruaru. Em seguida, às 11h45, Raquel acompanharia a votação da candidata a vice-governadora, Priscila Krause (Cidadania), no Colégio José Vilela, no Parnamirim, no Recife. De noite, a candidata retornaria para sua terra natal para acompanhar a apuração do primeiro turno em Caruaru.

Nota de pesar

A família de Raquel Lyra informa, com profunda dor, que, na manhã deste domingo, 02, o empresário Fernando Lucena, marido de Raquel e pai de João e Fernando, faleceu, vítima de um mal súbito. 

Raquel Lyra e sua família agradecem as manifestações de solidariedade que vêm recebendo e contam com a compreensão de todos neste momento tão difícil.

João Lyra Neto

Folha/PE

Opinião: Marília 34,1%, Raquel 14,9%, Miguel 13,5%, Anderson 13%, Danilo 9,3%

 

PESQUISA OPINIÃO 

Na última pesquisa de intenção de voto para o Governo de Pernambuco do Instituto Opinião, de Campina Grande (PB), no primeiro turno, exclusiva para este blog, o candidato do União Brasil, Miguel Coelho, emparelhou, numericamente, com a tucana Raquel Lyra, deixando em aberto a indefinição de quem será o adversário da candidata do Solidariedade, Marília Arraes, no segundo turno. Miguel saiu de 10,4% para 13,5%, enquanto Raquel, que estava com 14,7%, agora aparece com 14,9%.

Abaixo de Miguel aparece Anderson Ferreira, candidato do PL, com 13%. Já o candidato do PSB, Danilo Cabral, que na anterior estava com 7,2%, subiu apenas dois pontos, estando agora com 9,3%. Os demais candidatos aparecem situados abaixo de 1%, na seguinte ordem: Pastor Wellington (PT) 0,7%, Jadilson Bombeiro (PMB) 0,3%, Cláudia Ribeiro (PSTU) 0,2%, João Arnaldo (Psol) 0,2% e Jones Manoel (PCB) 0,1%. Brancos e nulos, que eram 7,8%, agora somam 6,3% e indecisos caíram de 10,3% para 7,4%.

Na espontânea, modelo pelo qual o entrevistado é obrigado a lembrar o nome do candidato preferencial sem o auxílio do disquete com a lista de todos os candidatos, Marília aparece com 23,5%, Raquel 10,7%, Anderson 10,4%, Miguel 10,3% e Danilo 7,3%. Neste cenário, brancos e nulos representam 5,8% e indecisos sobem para 31,5%. Quanto à rejeição, os números permanecem praticamente iguais ao levantamento de dez dias atrás.

Entre os entrevistados, 16,9% disseram que não votariam de jeito nenhum em Marília Arraes, enquanto Danilo vem em segundo, com 10,2% dos entrevistados que afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum. Anderson Ferreira vem em seguida, com 8,8% e depois Raquel, com 4,5%. Dos candidatos competitivos, Miguel é o que detém a menor rejeição: 3%.

A pesquisa foi a campo entre os dias 26 a 28 de setembro, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios de todas as regiões do Estado. O intervalo de confiança estimado é de 95,0% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. O registro na justiça eleitoral é o de número PE-04785/2022.

Na estratificação do levantamento, Marília tem seus maiores indicadores de voto entre os eleitores com grau de instrução até a nona série (41,6%), entre os eleitores na faixa etária de 45 a 59 anos (37,6%), e entre os eleitores com renda familiar até dois salários (38,2%). Por sexo, 34,3% dos seus eleitores são mulheres e 33,7% dos seus eleitores são homens.

Já Raquel está melhor situada entre o eleitorado jovem, na faixa de 16 a 24 anos (18%), entre os eleitores com renda familiar entre dois a cinco salários (18,5%) e entre os eleitores com grau de instrução no ensino médio (16,1%). Por sexo, 15,2% dos seus eleitores são mulheres e 14,5% são homens. Já Miguel tem suas maiores taxas entre os eleitores com renda familiar entre cinco a dez salários (18,6%), entre os eleitores com grau de instrução superior (18%) e entre os eleitores jovens (16,7%). Por sexo, 13,7% dos seus eleitores são homens e 13,1% mulheres.

Anderson, por sua vez, tem suas indicações mais destacadas entre os eleitores com renda familiar entre cinco a dez salários (18,6%), entre os eleitores com grau de instrução superior (18%) e entre os eleitores na faixa etária com mais de 60 anos (16%). Por sexo, 15,1% são homens e 11,1% mulheres. Danilo, enfim, se destaca entre os eleitores na faixa etária de 45 a 59 anos (11%), entre os eleitores com grau de instrução superior (10,8%) e entre os eleitores com renda familiar entre dois a cinco salários (10,1%). Por sexo, 9,8% dos seus eleitores são mulheres e 8,6% são homens.

ESTRATIFICAÇÃO POR REGIÃO

O Instituto Opinião também aferiu o sentimento do eleitor nas diversas regiões do Estado. Marília aparece assim: Metropolitana (33,3%), Zona da Mata (40,6%), Agreste (30,6%), Sertão (48,9%) e São Francisco (11,5%). Raquel: Metropolitana (13,1%), Zona da Mata (14,4%), Agreste (24,4%), Sertão (8,4%) e São Francisco (2,3%).

Miguel: Metropolitana (9,2%), Zona da Mata (8,4%), Agreste (8,9%), Sertão (15%) e São Francisco (67,2%). Anderson: Metropolitana (16,3%), Zona da Mata (16,4%), Agreste (10,3%), Sertão (5,3%) e São Francisco (6,9%). Danilo: Metropolitana (9,8%), Zona da Mata (5,7%), Agreste (9,5%), Sertão (13,2%) e São Francisco (6,1%).

SEGUNDO TURNO

Quanto aos cenários de segundo turno, Marília desbanca todos os seus adversários. Frente a Anderson, teria 56,5% dos votos contra 26,6%. Diante de Danilo, 52,5% a 22,4%. Já com Miguel Coelho, 50,3% a 31,2% e, por fim, diante de Raquel 49,7% a 34,4%.

Fonte Magno Martins

APPTA celebra sucesso da 35ª Missa do Poeta

TABIRA

A Associação de Poetas e Prosadores de Tabira (APPTA) concluiu, com êxito, mais uma edição da tradicional Missa do Poeta.

A edição de 2022 foi ainda mais especial por celebrar a 35ª edição da Missa em homenagem ao Poeta Zé Marcolino, comemorada anualmente, no terceiro final de semana de setembro na cidade de Tabira, no sertão do Pajeú pernambucano.

Além da edição especial realizada em março deste ano, a edição comemorativa mais aguardada iniciou no último dia 15 de setembro com a Noite de Autógrafos e a inclusão do Projeto Sarau das Tradições. A farta programação contou com recital de Poetas da APPTA, o lançamento do livro “Memórias de Um Motorista de Turnês”, do produtor musical Paulo André Pires e com as apresentações da Banda de Pífano Frei Damião, do Sertão Biocultural e do grande sanfoneiro Luizinho de Serra.

O dia 16 levou ao público à maior Mesa de Glosas da história da Missa. Uma plateia atenta e numerosa, composta por pessoas de várias regiões do Brasil, lotou o auditório da Escola Arnaldo Alves Cavalcanti para assistir ao improviso de 16 poetas e poetisas que representaram doze das dezessete cidades do Pajeú.

Adelmo Aguiar, Adeval Soares, Anderson Brito, Dayane Rocha, Elenilda Amaral, Francisca Araújo, Genildo Almeida, Genildo Santana, George Alves, Gislândio Araújo, Igor Alves, Lenelson Piancó, Milene Augusto, Nilson Gonçalves, Thaynnara Queiroz e Zezé Neto.

A Associação escolheu os(as) glosadores(as) por meio de sorteio e convidou o poeta Wellington Rocha para apresentar as mesas. E, como sempre faz a cada ano, trouxe uma inovação à modalidade ao permitir que o(a) vate que estivesse com a estrofe pronta pudesse levantar e fazer a declamação sem, necessariamente, obedecer a ordem da cadeira. As duas mesas de glosas também foram montadas simultaneamente e a noite agradou público e participantes que teceram altos elogios pela organização e pelo alto nível poético dos improvisos.

O terceiro dia do evento iniciou com a celebração da Missa na igreja Matriz da Cidade, tendo o Pe. Cícero como celebrante do rito religioso que reuniu fiéis, apologistas e ativistas culturais para acompanhar à Missa especial, cheia de signos da arte e da cultura nordestina.

Em seguida, em praça pública, houve a culminância da 35ª edição com os shows de Bira Marcolino, que também foi homenageado dessa edição ao lado da irmã Fátima Marcolino, ambos filhos do grande Zé Marcolino. Bira entregou uma apresentação feliz e à altura do evento.

O segundo show foi do grupo As Severinas que surpreenderam até os fãs mais antigos com um repertório inédito mesclando músicas autorais e “Marcolinadas”, além de outras regravações do autêntico forró, regadas com muita poesia. O trio Monique D’Angelo, Marília Correia e Isabelly Moreira voltaram ao palco da Missa com o mesmo profissionalismo e respeito que demostram ter à arte que fazem e orgulharam os conterrâneos pajeuzeiros.

O encerramento das festividades ficou por conta do já consagrado Petrúcio Amorim que igualmente honrou à praça cheia de gente ávida de forró, fazendo um show com seus clássicos que foram cantados em coro pelos presentes.

A Presidente da APPTA atesta o sucesso dos 35 da Missa do Poeta que, embora já encerrado, ainda repercute positivamente:  ‘“Conseguimos alcançar o nosso objetivo de entregar uma programação repleta de artistas que têm uma identidade com a obra de Marcolino. Superamos intolerância, preconceito e muitas injustiça destinados a quem faz arte independente no Brasil. Mas, como falei, superamos! Porque, afinal a força da arte é sempre maior quando se feita com seriedade e respeito. Sou muito feliz em poder contribuir com a produção cultural no Pajeú e na história da APPTA.”

Inf.: Nivaldo A. Jr.

Michel Teló confirma separação, expõe chifre e entrega detalhes de fim: “Achava que fosse para sempre”

MUNDO DOS FAMOSOS 

Foto/Divulgação

Michel Teló e Thaís Fersoza formam um dos casais mais fofos do mundo dos famosos. Inclusive, ambos acumulam milhares de seguidores e fãs nas redes sociais.

Mas vale lembrar como foi o início de tudo entre os famosos. O casal que hoje é pai de Melinda e Theodoro, respectivamente com 5 e 4 anos, se conheceu durante um carnaval no Rio de Janeiro. Foi nesse momento que a paixão veio à tona.

“Deus me deu esse presente, eu cruzei com o Michel em uma cena de novela. Sabe aquele esbarrão? Ele estava vindo e estava indo”, confessa Thaís.

Porém, nem tudo é tão lindo assim. Antes de Thais Fersoza, o cantor foi casado por três anos com a dentista Ana Carolina, com quem pôs um fim a união em 2012. O término veio em meio a muitos rumores de traição. De acordo com o colunista do Metrópoles, Leo Dias, que na época trabalhava par O Dia, Ana Carolina teria traído Michel Teló com um ex-namorado e a noticia pegou todos de surpresa.

Michel Teló emite nota após separação 

Na época, o problema ainda tentou ser contornado por Michel Teló e o casal voltou, mas a tentativa não deu muito certo. O cantor chegou até mesmo a publicar um comunicado, revelando que, quando e casou, acho que “fosse para sempre, mas infelizmente, as coisas não aconteceram da nossa maneira. Minha vida é entregue a Deus e ele propósitos em nossas vidas.”

Em seguida, ainda completou, desejando felicidades para a ex e mais: “Este será meu único comentário sobre o assunto, espero que respeitem este momento doloroso tanto para mim, como para a Carol”,.
Tv Foco