No Twitter, Flávio foi o primeiro integrante do núcleo familiar que evolve Bolsonaro e os filhos a falar abertamente sobre a derrota do pai
Como senador, Flávio Bolsonaro recebe salário bruto de R$ 33,7 mil, que cai para R$ 24,9 mil após os descontos – FOTO: Jane de Araújo/Agência Senado
Após 19h de silêncio do presidente Jair Bolsonaro (PL), após derrota para o presidente Lula (PT) nas urnas, um dos filhos do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL), veio a público nas redes sociais falar sobre o resultado das eleições 2022.
“Obrigado a cada um que nos ajudou a resgatar o patriotismo, que orou, rezou, foi para as ruas, deu seu suor pelo país que está dando certo e deu a Bolsonaro a maior votação de sua vida! Vamos erguer a cabeça e não vamos desistir do nosso Brasil! Deus no comando!”, afirmou Flávio Bolsonaro.
“Obrigado a cada um que nos ajudou a resgatar o patriotismo, que orou, rezou, foi para as ruas, deu seu suor pelo país que está dando certo e deu a Bolsonaro a maior votação de sua vida! Vamos erguer a cabeça e não vamos desistir do nosso Brasil”! Deus no comando! escreveu.
A Prefeitura de Quixaba por meio da Secretaria de Assistência Social e em parceria com a JC Flores, realizou no período de 24 a 28 de outubro, o curso de flores e aplique, contemplando 70 mulheres da zona urbana e rural atendidas pelos programas socioassistenciais (Auxilio Brasil, Alimenta Brasil, Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e Programa de Apoio Integral as Famílias – PAIF).
O curso foi finalizado com a entrega dos certificados e exposição dos trabalhos realizados.
O momento contou com a presença do prefeito José Pereira, o popular Zé Pretinho, que falou sobre a importância da geração de renda e realizou a entrega de ferramentas para a continuação das produções de flores e apliques para as participantes. A ação por parte do gestor garante os objetivos do curso, que é proporcionar oportunidades de geração de renda para mulheres em situação de vulnerabilidade social, bem como fortalecer a convivência comunitária e o empoderamento feminino.
As mulheres agradeceram a ação do governo municipal.
O ex-vereador, empresário e radialista serra-talhadense, Marcos Oliveira, comemorou a vitória de Raquel Lyra ao governo de Pernambuco. O empresário iniciou sua caminhada para deputado federal e não obteve êxito, porém, a vitória de Raquel Lyra abrilhanta, não só a prefeita Marcia Conrado, mas também a Marcos Oliveira o seu prestígio junto a futura governante.
Foto: Divulgaçõ
“Marcos Oliveira era visto em todo Sertão do Pajeú com bandeiras levantadas acenando para a governadora eleita, uma campanha muito bem organizada, Marcos defendeu com garra o nome de Raquel Lyra por onde passou. Parabéns, o fruto de uma disputa é a vitória”, disse em seu site o blogueiro Evandro Lyra.
“Com raízes no Sertão do Estado e com história política e também profissional, na área da comunicação, Marcos conhece de perto os problemas de sua região, as dores e esperanças da sua gente e chega para fortalecer a nossa chapa como representante do Sertão do nosso Estado”, frisou Raquel Lyra quando anunciou Marcos Oliveira como candidato a deputado federal no início da campanha.
Coordenador da campanha do presidente eleito Lula, Edinho Silva diz ter conversado com o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, a pedido do próprio integrante da atual gestão, para tratar da mudança de comando do país
(crédito: Ricardo Stuckert/Divulgação)
Eleito presidente da República com 50,9% dos votos, Luiz Inácio Lula da Silva vira a página da disputa eleitoral e começa a planejar o governo que herdará a partir de janeiro. Sai a equipe de campanha, entra o time da transição. O presidente Jair Bolsonaro se mantém em silêncio desde o fim da apuração dos votos, no domingo, mas o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), recebeu, ontem, um telefonema de um dos coordenadores da campanha petista, o prefeito de Araraquara, Edinho Silva (PT-SP), para uma primeira conversa sobre a transição. Em nota, Edinho Silva informou que ligou para Nogueira “a pedido do próprio” e que ele se dispôs a conduzir o processo de diálogo do governo Bolsonaro com a equipe de Lula.
“De imediato, repassei a informação para a deputada federal Gleisi Hoffmann, nossa coordenadora da campanha Lula presidente, para que os encaminhamentos necessários fossem combinados. Ressalto aqui a postura republicana e democrática do ministro Ciro Nogueira”, declarou o prefeito. A expectativa é de que da conversa entre Hoffmann e Nogueira saiam os nomes que atuarão no gabinete da transição.
A passagem de bastão de um governo para outro está prevista em lei de 2002, regulamentada por um decreto presidencial de 2010, que elenca as regras para que o time do presidente eleito possa ter acesso a informações do governo que se despede e as condições de trabalho para funcionar, como espaços físicos, cargos e estrutura de comunicação.
Paralelamente, Lula já está escalando interlocutores para conversar com lideranças no Congresso, a começar pelos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), visando a construção de uma pauta mínima de consenso que possa ser aprovada com rapidez nas primeiras semanas da nova legislatura, cuja prioridade é a adequação do Orçamento do ano que vem às demandas do governo eleito.
O nome mais cotado para pilotar o governo de transição é o do vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, um político experiente, com ótimo trânsito entre as forças políticas de centro que se aliaram à campanha de Lula no decorrer do processo eleitoral. O coordenador do programa de governo petista, o ex-ministro Aloísio Mercadante, também terá papel de comando no gabinete provisório.
Para o coordenador da campanha de Lula no Distrito Federal, o ex-deputado Geraldo Magela, a transição se dará por duas vias: a técnica, que cuidará da análise e do diagnóstico das contas e políticas públicas do atual governo, e a política, responsável pela formação da equipe ministerial e da interlocução com o Legislativo.
“É preciso que o governo Bolsonaro abra suas portas para permitir que a transição seja feita tecnicamente, que todos os dados sejam liberados e, politicamente, Lula vai cuidar de como compôr o governo e como restabelecer as pontes com os segmentos que ficaram, neste momento, conflitados”, declarou Magela em entrevista ao CB.Poder.
Livre acesso
Conforme a lei, a equipe de transição “tem por objetivo inteirar-se do funcionamento dos órgãos e entidades que compõem a Administração Pública federal e preparar os atos de iniciativa do novo presidente da República, a serem editados imediatamente após a posse”, entre outras prerrogativas. O livre acesso aos dados do governo, incluindo os considerados sensíveis, estratégicos e sigilosos, também está assegurado na lei, com obrigação de “manter sigilo dos dados e informações confidenciais a que tiverem acesso, sob pena de responsabilização”.
Pelo lado do Palácio do Planalto, o processo deve ser coordenado pela Casa Civil, ocupada por Ciro Nogueira (PP-PI), um dos líderes do Centrão e responsável pela articulação política de Bolsonaro. A primeira medida administrativa será a criação de 50 cargos comissionados para abrigar a equipe do futuro governo. Esses cargos serão extintos em até 10 dias após a posse de Lula. Para o governo que sai, um dos objetivos desse diálogo é listar as políticas públicas que estão em andamento para evitar solução de continuidade a partir de janeiro.
O histórico das mudanças de comando no Brasil pós-redemocratização não tem registro de problemas na relação entre o governo que entra e o que sai. O primeiro gabinete formal de transição foi criado após a vitória de Lula nas eleições presidenciais de 2002, quando o petista derrotou o candidato do PSDB José Serra. O então presidente Fernando Henrique Cardoso não só sancionou a legislação que rege o processo como facilitou o acesso a informações do governo e trabalhou para minimizar a desconfiança internacional que pairava sobre o país após a vitória do candidato de esquerda.
Com a eleição de Dilma Rousseff, em 2010, a transição foi interna, quase uma continuidade da estrutura montada nos oito anos em que Lula ocupou o Palácio do Planalto. Com o impeachment da presidente, em 2016, o cargo passou para o vice, Michel Temer (MDB-SP), que também patrocinou uma troca de bastão tranquila para o vencedor das eleições de 2018: Bolsonaro.
Desta vez, poucos apostam, porém, em uma troca de guarda serena. Até agora, Bolsonaro não deu sinais sobre a instalação formal do gabinete provisório nem quem pretende escalar para fazer a interlocução com a equipe de Lula. Como o processo é regido por lei, há a possibilidade de o Judiciário ser acionado para assegurar acesso aos dados de governo.
… E Bolsonaro mantém silêncio
O presidente Jair Bolsonaro (PL) manteve silêncio, ontem, sobre o resultados das eleições, nas quais perdeu para o agora presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nem protestos de caminhoneiros, que fecharam rodovias pelo país desde o fim das apurações, fizeram com que o chefe do Executivo se pronunciasse.
No Palácio da Alvorada, ontem pela manhã, Bolsonaro recebeu aliados, como o vice de sua chapa, Braga Netto, além do filho 01, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ); o ajudante de ordens, Major Cid, e outros assessores. Depois, cumpriu expediente no Planalto, onde se reuniu com o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR); os ministros das Comunicações, Fábio Faria, e da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira; e a ex-ministra da Secretaria de Governo Flávia Arruda.
Ao retornar à residência oficial, Bolsonaro recepcionou os presidentes do PL, Valdemar Costa Neto, e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A expectativa é de que o pronunciamento do presidente ocorra hoje.
Enquanto Bolsonaro mantém silêncio, o vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos), eleito senador pelo Rio Grande do Sul, conversou ontem por telefone com o vice de Lula, Geraldo Alckmin (PSB), para se colocar à disposição da equipe de transição.
A primeira-dama Michelle Bolsonaro foi a primeira da família a comentar o resultado das urnas. Ela compartilhou um trecho bíblico sobre a “verdade”. “Salmos 117: Louvai ao senhor todas as nações, louvai-o todos os povos. Porque a sua benignidade é grande para conosco, e a verdade do Senhor dura para sempre. Louvai ao Senhor”, escreveu nos stories.
Já Flávio Bolsonaro agradeceu aos eleitores pela “maior votação” da vida do chefe do Executivo, com 58.206.354 milhões de votos, e pediu que os apoiadores “erguessem a cabeça” e “não desistissem do Brasil”.
“Obrigado a cada um que nos ajudou a resgatar o patriotismo, que orou, rezou, foi para as ruas, deu seu suor pelo país que está dando certo e deu a Bolsonaro a maior votação de sua vida! Vamos erguer a cabeça e não vamos desistir do nosso Brasil! Deus no comando!”, escreveu.
Minutos depois, Flavio escreveu uma mensagem direcionada ao presidente. “Pai, estou contigo pro que der e vier”, pontuou.
Bolsonaro é o presidente que mais demorou a reconhecer o resultado das urnas e o primeiro no comando do país a não ser reeleito. A expectativa no QG bolsonarista, no entanto, é que o presidente não conteste o pleito. Assessores disseram que ele passou o dia redigindo o pronunciamento e ouvindo conselhos da base aliada e de ministros.
No dia 30, data do segundo turno, Bolsonaro preferiu se recolher e não recebeu aliados nem conversou com simpatizantes.
Os bloqueios das rodovias federais que passam pelo estado de Pernambuco comprometeram o transporte coletivo de ônibus do Grande Recife nesta terça-feira (1º)
Caminhoneiros interditam a BR-101 em Igarassu, Grande Recife. – FOTO: Welington Lima / TV Jornal
Os bloqueios das rodovias federais que passam pelo estado de Pernambuco comprometeram o transporte coletivo de ônibus do Grande Recife nesta terça-feira (1º).
Segundo a empresa de ônibus Conorte, a operação do Terminal de Igarassu está suspensa devido a obstrução da via na BR-101 Norte. No trecho, manifestantes usaram pneus e madeira na pista para impedir o tráfego.
Ainda de acordo com a Conorte, a situação compromete o atendimento às cidades de Igarassu, Itapissuma, Itamaracá e Araçoiaba.
Em Pernambuco, trechos começaram a ser obstruídos na tarde dessa segunda-feira (1º).
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), no início da manhã aconteciam no Estado interdições parciais nas cidades de Recife, Igarassu, Palmares, Bezerros e Gravatá. Pontos de interdição total acontecem em Taquaritinga do Norte e Toritama.
Dados oficiais com localização pelo km e quantas equipes da PRF estão atendendo as operações de obstrução ainda não foram divulgados pela organização.
O governador Paulo Câmara recebeu, nesta segunda-feira (31.10), a manifestação de interesse da empresa Levu Transporte Aéreo e Logística de Cargas em investir no Estado. A empresa, baseada em Campinas (SP), pretende aportar R$ 55 milhões na implantação de sua unidade no Complexo Industrial Portuário de Suape, que realizará operações logísticas de valor agregado com foco em produtos da indústria de healthcare – medicamentos, insumos, equipamentos hospitalares, entre outros. No início da operação, serão gerados 50 novos postos de trabalho.
Foto: Hélia Scheppa/SEI
A empresa formalizou seu interesse em uma área de 10 mil m² e aguarda a conclusão do processo licitatório de arrendamento, seguida dos processos junto aos órgãos reguladores. “Com a chegada da Levu, Pernambuco amplia um importante cluster de fármacos químicos com gigantes do setor, como o Aché Laboratórios Farmacêuticos, a Hebron e as futuras instalações da Blau Farmacêutica, anunciadas no último dia 26 de outubro. Até o fim deste ano, queremos anunciar mais investimentos que fortaleçam nosso Plano Retomada, com mais desenvolvimento e emprego para os pernambucanos”, afirmou o governador Paulo Câmara, que esteve reunido com o CEO da Levu Transporte Aéreo e Logística de Cargas, Rodrigo Pacheco, nesta tarde.
A Levu tem operação focada na cadeia fria (coldchain) para atendimento da rede fármaco-química (operações lifescience) que trabalha com produtos de alto grau de complexidade, decorrente dos rigorosos padrões de qualidade e rígidos controles de temperatura, com variações entre 15ºC a -65ºC, produtos esses classificados como de alto valor agregado.
A unidade atuará na logística de cargas tanto aéreas quanto marítimas em terminal alfandegado. Para tal, também aguarda autorização da Aena, operadora do Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes, e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar uma área própria no aeroporto.
De acordo com o diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), Roberto de Abreu e Lima, a empresa dará ainda mais robustez ao polo estadual. “Ter uma empresa de logística totalmente dedicada ao transporte adequado dos produtos produzidos em Pernambuco nos dá um diferencial em relação aos demais estados e mostra o quanto estamos à frente no potencial competitivo nacional”, destacou.
Também estiveram presentes no encontro desta tarde o presidente do Complexo de Suape, Roberto Gusmão, e integrantes da Levu Transporte Aéreo e Logística de Cargas, do Complexo de Suape e da Adepe.
Ministros do STF votaram sobre decisão monocrática do TSE assinada por Alexandre Moraes que determinou fim imediato de bloqueios de rodovias
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Em sessão extraordinária virtual, o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria (seis votos), nas primeiras horas desta terça-feira (1º/11), para referendar a decisão do ministro Alexandre de Moraes sobre bloqueios em rodovias pelo país.
Moraes determinou, na noite dessa segunda-feira (31/10), que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) adote “todas as medidas necessárias e suficientes” para desobstruir as rodovias bloqueadas.
Os integrantes do STF têm até as 23h59 desta terça para divulgar o voto. Até a 0h30, os ministros Roberto Barroso, Edson Fachin, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Rosa Weber acompanharam o voto do relator, Alexandre de Moraes.
Decisão do TSE
Em sua decisão, Moraes citou que a PRF foi “omissa” e “inerte” e determinou que o Diretor-Geral da Polícia Rodoviária Federal adote todas as medidas necessárias para a desobstrução de vias sob pena de R$ 100 mil de multa por hora. A decisão ainda sugere que, caso não sejam cumpridas as determinações, há possibilidade de afastamento do Diretor-Geral das funções e prisão em flagrante de crime desobediência.
“No caso vertente, entendo demonstrado o abuso no exercício do direito de reunião direcionado, ilícita e criminosamente, para propagar o descumprimento e desrespeito ao resultado do pleito eleitoral para Presidente e vice-Presidente da República”, diz a decisão de Moraes.
Governadores que fizeram campanha para Bolsonaro fazem acenos a Lula
Governador: Ibaneis Rocha (DF), Wilson Lima (AM) e Romeu Zema (MG) Foto: Arte
Após terem trabalhado no segundo turno pela reeleição de Jair Bolsonaro (PL) e integrarem campo político oposto ao de Lula, ao menos 11 governadores eleitos já adotaram discurso de cooperação e trabalho conjunto com o próximo governo federal. Todos refutam qualquer tipo questionamento ao resultado eleitoral e, em alguns casos, telefonaram para dar parabéns ao petista, contra quem trabalharam em seus estados.
Entre todos os 14 governadores eleitos que apoiaram Bolsonaro nas eleições, até a noite de ontem apenas Cláudio Castro (RJ), Marcos Rocha (RO) e Jorginho Mello (SC) não haviam feito ainda um aceno a Lula. O governador do Rio, porém, fez diversas vezes durante a campanha acenos a Lula, de olho numa relação amistosa se os dois saíssem vencedores.
Mesmo os que tinham mais proximidade com Jair Bolsonaro, tendo integrado seu governo, ou que assumiram postos-chave no segundo turno da disputa presidencial já abriram portas a Lula. Historicamente, governadores e prefeitos buscam manter boa relação com o Palácio do Planalto porque seus governos são dependenter do repasse de recursos federais
Governador reeleito em Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que coordenou a campanha de Bolsonaro no estado, se manifestou no Twitter desejando sucesso ao presidente eleito. Ele também se disse “aberto ao diálogo” com Lula. Ex-ministro da Infraestrutura de Bolsonaro, Tarcísio de Freitas (Republicanos) falou em “alinhamento” com o governo federal após ter sido eleito em São Paulo. No Paraná, Ratinho Jr. (PSD) era um dos governadores mais próximo ao presidente. No Twitter, ele se posicionou logo após o resultado. “Hoje o povo brasileiro se manifestou. Agora é hora de continuar trabalhando juntos por um Brasil unido e em paz. Pra frente, Paraná. Pra frente, Brasil”, postou ele. Ratinho Jr. trabalhou pela reeleição de Jair Bolsonaro, reuniu prefeitos e foi votar com a camisa da seleção brasileira.
Governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União) parabenizou Lula pela vitória e disse que “venceu o desejo soberano do povo”. Gladson Cameli (PP), que venceu a disputa no Acre, foi na mesma linha e emitiu uma nota na qual diz estar pronto para trabalhar em “harmonia”.
Aliado de primeira hora de Bolsonaro, o governador do Amazonas, Wilson Lima (União), disse que vai continuar apoiando o candidato derrotado por Lula, mas que pretende conversar com o novo presidente.
— Eu sigo aliado do presidente Jair Bolsonaro, mas fui eleito governador do estado do Amazonas. Para defender o estado do Amazonas eu não tenho dificuldade de conversar com quem quer que seja. Todo mundo sabe que eu sou governador do diálogo, principalmente se tratando dos interesses do povo do Amazonas — garantiu.
Pronunciamentos similares fizeram os vencedores no Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), e no Mato Grosso, Mauro Mendes (União). Vencedor em Roraima, Antonio Denarium (PP) desejou “paz e sabedoria” a Lula. Na mesma linha foi Wanderlei Barbosa (Republicanos), eleito pelo Tocantins. Reeleito pelo Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), que se alinhou a Bolsonaro no segundo turno, também recorreu às redes sociais para reconhecer a vitória de Lula. “Fim das disputas político-partidárias. Desejo sorte, ao mesmo tempo em que me coloco à disposição para trabalhar ao lado do Lula”
“A sessão terá início no dia 1º.11.2022 (à 00h00), com término previsto para o mesmo dia 1º.11.2022 (às 23h59), podendo os advogados e procuradores apresentar sustentações orais até as 23h59 do dia 31.10.2022”, escreveu Weber.
Na noite desta segunda-feira (31/10), Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e as Polícias Militares estaduais desobstruam imediatamente todas as vias públicas que estejam com o trânsito interrompido pelos caminhoneiros. Na decisão, o magistrado cita omissão por parte da PRF e fixa multa diária de R$ 100 mil se ocorrer descumprimento. Também está autorizado o afastamento e prisão do diretor-geral da corporação, Silvinei Vasques, caso ele desobedeça a ordem.
“Em face da apontada omissão e inércia da PRF, o Diretor-Geral da Polícia Rodoviária Federal adote, imediatamente, todas as medidas necessárias para a desobstrução de vias e lugares antes referidos sob jurisdição federal, sob pena de multa horária, de caráter pessoal, de R$ 100.000,00, a contar da meia-noite do dia 1º de novembro de 2022, bem assim, se for o caso, de afastamento do Diretor-Geral das funções e prisão em flagrante de crime desobediência”, escreveu Moraes.
No entorno do DF, paralisaram no km 19 em Luziânia. Na cidade de Valparaíso (GO), dois trechos foram fechados: o km 20 e o km 40. Os apoiadores ainda realizaram bloqueios na altura do Café Sem Troco, de Cristalina e de Formosa. Em Brasília, a Polícia Militar fechou a Esplanada dos Ministérios para evitar uma eventual chegada em massa de caminhões.