FINANÇAS
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A implementação da nova funcionalidade, prevista 2025, ainda deve passar por algumas etapas
O Banco Central (BC) atualizou nesta quinta-feira as normas do Open Finance e a previsão é que a funcionalidade de pagamento por aproximação com o Pix esteja disponível no dia 28 de fevereiro de 2025.
A implementação da nova funcionalidade ainda deve passar por algumas fases. O objetivo é que a experiência do cliente fique melhor, com menos etapas para finalizar o pagamento. Entenda melhor a novidade:
Como vai funcionar o Pix por aproximação?
O Pix por aproximação funcionará via carteiras digitais, também conhecidas como “wallets”. O cliente que tem uma conta em certa instituição que provê Pix faz um cadastro em uma carteira digital de sua preferência. Assim, ele vai poder usar a conta do Pix já cadastrada para fazer pagamentos.
A funcionalidade é a mesma do pagamento com cartão de crédito, por exemplo, via carteiras digitais. No início de junho, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, já havia dito que a instituição trabalhava nisso e citou Google Pay e Apple Pay como exemplos de ferramentas em que a tecnologia poderia funcionar.
O que muda?
Atualmente, soluções como essa já podem ser ofertadas, mas um contrato bilateral entre duas instituições é necessário. Com a nova norma do Banco Central, há possibilidade de uma oferta ampla do serviço.
Qual o calendário?
Depois da regulamentação publicada nesta quinta-feira, o BC prevê a divulgação de uma regulamentação específica para a Jornada de Pagamentos sem Redirecionamento (JSR) para 31 de julho deste ano. A JSR é a mudança que vai permitir o pagamento por aproximação com Pix.
Depois dessa publicação, a previsão é que os testes em produção comecem dia 14 de novembro com o lançamento do produto em 28 de fevereiro de 2025.
O que mais será possível?
Com a JSR, o cliente vai precisar passar por menos etapas na jornada de pagamento. Por exemplo, em um pagamento em comércio eletrônico, ele não vai mais precisar fazer a compra, sair do ambiente do site para autorizar o Pix na sua instituição financeira e depois voltar.
A ideia é que com uma pré-autorização, a conta já fique vinculada e ele consiga fazer o pagamento direto na página do comércio eletrônico. Fonte: Valor Econômico.