Chuvas em Pernambuco: Veja previsão do tempo para abril, maio e junho no estado

PREVISÃO DO TEMPO 

De acordo com a Apac, acumulado de chuva será normal a abaixo da média no Agreste, Zona da Mata e RMR – Alexandre Gondim/JC

Confira a previsão feita pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) para os próximos três meses no Grande Recife e em outras regiões

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), divulgou, nesta quarta-feira (26), a previsão climática para os próximos três meses no Estado.

O período de abril a junho de 2025 marca o início da estação chuvosa no setor leste de Pernambuco, que abrange as regiões do Agreste, Zona da Mata e Região Metropolitana do Recife (RMR), e o final da estação chuvosa no Sertão.

De acordo com a Apac, os resultados das análises climáticas apontam que o acumulado de chuva no período será de normal a abaixo da média no Agreste, Zona da Mata e RMR, e abaixo da média no Sertão. Em Fernando de Noronha, o acumulado de chuva é acima da média.

Podem ocorrer pancadas de chuvas isoladas de intensidade moderada a forte concentradas em poucos dias, seguidos de períodos com dias secos em todo o Estado. Além disso, junho deve ser o mês mais chuvoso no litoral e o menos chuvoso no Sertão.

Análises 

O prognóstico foi resultado de um consenso da Reunião de Análise e Previsão Climática para o Nordeste do Brasil, coordenado pela Apac e com participação dos Centros Estaduais de Meteorologia do Nordeste e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Foram analisados dados como a temperatura dos oceanos Pacífico Equatorial e Atlântico Tropical, assim como a atmosfera global.

Os modelos climáticos indicam aquecimento na região equatorial do Oceano Pacífico e, no Atlântico Tropical, aquecimento na região equatorial e resfriamento ao norte.

“No Agreste do Estado, na Zona da Mata e na Região Metropolitana, nós temos situações que podem gerar riscos porque temos a possibilidade de ocorrência de eventos com intensidade de chuvas de moderada a forte. Esses eventos concentrados podem trazer riscos geológicos, geotécnicos e hidrológicos, com a possibilidade de transbordamento de rios e deslizamentos, dependendo da ocorrência e da sequência de eventos“, explica Suzana Montenegro, presidente da Apac.

Por Laís Nascimento/JC

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