BRASIL
VEJA VÍDEOS:
Presidente Lula editou o decreto em meio aos atos de vandalismo praticados no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e no STF
Intervenção no DF e convocação do Congresso para autorizar o ato foram anunciadas no domingo (8/1), durante atos antidemocráticos.
O decreto anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pela intervenção no Distrito Federal na área de segurança pública, e a convocação do Congresso Nacional para a aprovação dessa ação foram publicados no Diário Oficial da União desta segunda-feira (9/1). A decisão pela intervenção veio depois que criminosos invadiram o Congresso, o Palácio do Planalto e o Superior Tribunal Federal (STF) no domingo (8/1).
Desde ontem, o interventor nomeado, Ricardo Capelli, secretário-executivo do Ministério da Justiça, compareceu à sede da Secretaria de Segurança do DF. Em post publicado durante a madrugada, Capelli afirmou que a “situação no DF está controlada”.
O decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), neste domingo (8/1), institui intervenção federal por meio da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no Distrito Federal. A decisão pretende frear os atos criminosos de depredação do patrimônio público feitos por manifestantes bolsonaristas nos prédios dos Três Poderes.
Rodrigo Pacheco, presidente do Senado Federal, assina a publicação em que “faz saber que o Congresso Nacional é convocado extraordinariamente, sem pagamento de ajuda de custo, durante o prazo necessário para apreciar o Decreto nº 11.377, de 08 de janeiro de 2023, que ‘decreta intervenção federal no Distrito Federal com o objetivo de pôr termo ao grave comprometimento da ordem pública, nos termos que específica’”.
O despacho com a mensagem de Lula sobre a intervenção também foi publicado para conhecimento do Senado.
Com a medida, as Forças Armadas poderão atuar para a retomada da ordem pública. “Quem tem que fazer a segurança do DF é a polícia do DF, que não fez. Por incompetência e má-fé das pessoas que cuidam da segurança do DF”, disse Lula ao anunciar a intervenção.
Um militar do Exército Brasileiro informou a extremistas acampados em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, que eles têm 1h para deixar o local.

“Na parte de trás, existem alguns ônibus para onde todos deverão se encaminhar para lá. Não queremos confronto. Não é de interesse do Exército Brasileiro e da Polícia Militar que haja confronto. Estamos dando prazo de 1h, que é um prazo bastante razoável, para que todos entrem nos ônibus e saiam em paz”,
Os bolsonaristas começaram a deixar o local na manhã desta segunda-feira (9/1), após atos terroristas registrados na Esplanada dos Ministérios. Os criminosos invadiram e depredaram o Congresso, Supremo Tribunal Federal (STF) e Palácio do Planalto.
Ônibus do transporte coletivo do Distrito Federal foram colocados no QG do Exército para retirar os bolsonaristas do local.
Os bolsonaristas começaram a deixar o local na manhã desta segunda-feira (9/1), após atos terroristas registrados na Esplanada dos Ministérios. Os criminosos invadiram e depredaram o Congresso, Supremo Tribunal Federal (STF) e Palácio do Planalto.
Ônibus do transporte coletivo do Distrito Federal foram colocados no QG do Exército para retirar os bolsonaristas do local.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou, na madrugada desta segunda-feira (9/1), que ocorra a “desocupação e dissolução total”, em até 24 horas, de acampamentos bolsonaristas montados em áreas militares de todo o país. A decisão diz, ainda, que todos os participantes sejam presos em flagrante por diversos crimes.
Comboio com 50 ônibus deixa QG do Exército com extremistas

Os radicais que estavam acampados em frente ao Quartel-General do Exército foram retirados do local de ônibus, na manhã desta segunda-feira (9/1).