Padre Júlio Lancellotti recebe bilhete com ameaça: ‘seu dia de reinado aqui vai acabar’

AMEAÇA

Padre Júlio Lancellotti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua de São Paulo, recebeu bilhete com ameaça deixado na porta da paróquia. — Foto: Reprodução/EPTV e Instagram
Padre Júlio Lancellotti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua de São Paulo, recebeu bilhete com ameaça deixado na porta da paróquia. — Foto: Reprodução/EPTV e Instagram

O coordenador da Pastoral do Povo da Rua de São Paulo disse que acionou a Secretaria de Segurança Pública e vai fornecer imagens de câmera de segurança à polícia para identificar suspeito.

O Padre Júlio Lancellotti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua de São Paulo, recebeu neste sábado (26) um bilhete com ameaças (veja imagem acima).

A mensagem, deixada na porta da Paróquia São Miguel Arcanjo, na Zona Leste da capital, diz que “seu dia de reinado aqui vai acabar”. O religioso também é xingado e chamado de “defensor dos direitos de bandidos”.

O Padre Júlio afirmou que entrou em contato com o secretário-executivo da Secretaria de Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, para informar sobre o caso.

Segundo Lancellotti, câmeras de segurança registraram o momento em que o suspeito deixa o bilhete no final da tarde de sábado. Ele diz que não conseguiu identificar a pessoa, mas as imagens serão entregues à polícia.

Júlio Lancellotti é conhecido por seu trabalho de assistência a pessoas em situação de rua. Em suas redes sociais, ele denuncia com frequência casos de violência policial e de construções com arquitetura hostil, que restringem o uso do espaço público.

Esta não é a primeira vez que o padre é ameaçado. Em 2018, entidades de diretos humanos entraram com uma representação no Ministério Público após o coordenador da pastoral receber ameaças de morte. *As informações são do g1.

Arcoverde: Mulher que denunciou padre Airton diz estar recebendo ameaças: “Minha cabeça na praça de Arcoverde”

AMEAÇAS

Sílvia Tavares, em visita à redação da Folha de Pernambuco, para detalhar denúncia contra o religioso
Sílvia Tavares, em visita à redação da Folha de Pernambuco, para detalhar denúncia contra o religioso – Foto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco

Mulher que denunciou padre Airton diz estar recebendo ameaças: “Minha cabeça na praça de Arcoverde”.

Primeira vítima a denunciar o padre Airton Freire, criador da Fundação Terra, por crime sexual, Sílvia Tavares revelou estar sendo alvo de ameaças atualmente. Fiéis e pessoas ligadas ao religioso, segundo ela, são os responsáveis.

“O mais chocante para mim foi quando disseram que, se ele morresse, seria nós dois, porque cortariam a minha cabeça e botariam na praça de Arcoverde”, disse a mulher, que mora no Recife.

Essa, no entanto, foi apenas uma das ameaças que vem sofrendo. Nas ruas é onde mais acontece. “Estou sofrendo ameaças, principalmente nas ruas. O meu telefone está bloqueado e ninguém ia se atrever a passar mensagem ou ligações, mas, na rua, as pessoas me agridem e me chamam de todos os nomes possíveis”, afirmou.

Sílvia também disse que pessoas da Fundação Terra foram até a sua residência e conversaram com uma vizinha. “Hoje sofro muito, porque algumas pessoas da Fundação Terra, quando eu não estava em casa, procuraram a minha vizinha que viajou comigo para falar mal de mim e me difamar”, salientou.

Ela contou também que ocorreram ameaças no tom de destruir bens materiais dela, como o carro e a residência. “No grupo de Arcoverde, uma pessoa me procurou dizendo que iam invadir o meu edifício, quebrar o meu carro, derrubar minha porta e quebrar tudo dentro da minha casa”, relembrou, contando que chegou a acionar a polícia para relatar o ocorrido.

“Eu fiquei desesperada e liguei para a polícia. Eu também dei ordem para que ninguém entrasse no meu prédio e afirmei que estaria viajando para todos que viessem me procurar. Na academia, uma mulher falou que, se ele fosse preso, eu não sobreviveria. Minha vida virou um verdadeiro inferno”, revelou.

A lista de ameaças se estende também a lugares comuns do dia a dia, que agora passaram a ser evitados por ela, como supermercados, onde conta que chegou a ser agredida.

“Também tive problemas em supermercados, com pessoas me agredindo, mas, mesmo assim, eu revidei, que eu não ia ficar apanhada. Já aconteceu também de estar em Boa Viagem e um carro me trancar, com um homem pedindo para eu descer do carro porque ele queria me bater”, ressaltou.

O medo também acontece a distância. “Evito sair de casa, e a varanda da minha casa agora está sempre fechada. Algumas pessoas, que eu também não sei a razão, botam máscara e óculos escuros para tirar foto do meu primeiro andar. Eu tô tendo o máximo de cuidado possível”, garantiu. Com Informações da Folha de Pernambuco.

Tabira: Dinca Brandino ameaça e sugere que o povo deveria dar pisa ou agredir radialista

AMEAÇA

Dinca Brandino e e o radialista Fabricio Ferreira – Foto/Reprodução

“Qualquer dia a gente se encontra com ele. Qualquer hora tu vai te dar mal”, ameaçou

Dinca Brandino voltou a atacar um radialista em sua live. O alvo foi o radialista Fabrício Ferreira, por uma crítica na Cidade FM.

Dinca chegou a chamá-lo de forasteiro, palhaço, vagabundo e ameaçou. “Já passou de receber aquilo que eu já lhe disse que iriam fazer com ele”, indicando subliminarmente que o profissional deveria levar uma pisa ou outra forma de agressão, pelo que é de conhecimento geral. “A qualquer hora tu vai te dar mal”.

O radialista criticou a ida da folha para a Caixa Econômica, dizendo que esse era o presente da prefeita para o aniversário da cidade, dificultando muito o comércio e muitos que teriam que se deslocar a Afogados da Ingazeira. “Quando fiz esse comentário, pessoas com funções gratificadas e cargos comissionados na prefeitura começaram a ligar pra rádio. Eu disse que não daria atenção a baba ovo e puxa saco”, explicou Fabrício ao blog. Ele não informou se prestará queixa.

Dinca antecipa venda da folha: Dinca sinalizou que já tomou a decisão de vender a folha da prefeitura, tema que domina a cidade.  “Tá tendo umas tratativas, tá conversando. Se der certo ela bate o martelo. Se ela vender, vai mostrar que recursos serão alocados em uma obra estruturadora. Será que em algum tempo eles tentaram, vender a folha? Tentaram por várias vezes. E disse, ocupando o papel da prefeita, que a Caixa procurou a gestão. As informações são de Nill Jr.