Petrobras anuncia aumento da gasolina e do diesel para distribuidoras

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Foto mostra frentista segurando bomba de combustível em posto de gasolina - Metrópoles
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Preço médio da gasolina para distribuidoras subirá R$ 0,41 por litro, para R$ 2,93. Para o diesel, o aumento será de R$ 0,78 por litro.

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (15/8) que vai reajustar os preços da gasolina e do diesel para as distribuidoras. Os novos valores passarão a valer a partir de quarta-feira (16/8).

De acordo com a companhia, o preço médio da gasolina subirá R$ 0,41 por litro para as distribuidoras, passando a ser de R$ 2,93 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, de R$ 2,14 a cada litro vendido na bomba.

Para o diesel, o aumento será de R$ 0,78 por litro, para R$ 3,80 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, de R$ 3,34 a cada litro vendido na bomba.

Em nota, a Petrobras afirma que “o valor efetivamente cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda”.

Importante esclarecer que a implementação da estratégia comercial, em substituição à política de preços anterior, incorporou parâmetros que refletem as melhores condições de refino e logística da Petrobras na sua precificação”, diz a Petrobras. “Em um primeiro momento, isso permitiu que a empresa reduzisse seus preços de gasolina e diesel e, nas últimas semanas, mitigasse os efeitos da volatilidade e da alta abrupta dos preços externos, propiciando período de estabilidade de preços aos seus clientes.”

No comunicado, a empresa diz ainda que “a consolidação dos preços de petróleo em outro patamar, e estando a Petrobras no limite da sua otimização operacional, incluindo a realização de importações complementares, torna necessário realizar ajustes de preços para ambos os combustíveis, dentro dos parâmetros da estratégia comercial, visando reequilíbrio com o mercado e com os valores marginais para a Petrobras”.

“Ciente da importância de seus produtos para a sociedade brasileira, a companhia reitera que na formação de seus preços busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente”, conclui a Petrobras. Fonte: Metrópoles.

 

ANP questiona Petrobras, distribuidoras e importadoras sobre risco de desabastecimento de diesel

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Conclusão é de que não há risco de desabastecimento
Conclusão é de que não há risco de desabastecimento – Foto Francis Mascarenhas

Distribuidoras e importadoras menores estão sendo afetadas porque não conseguem competir com os preços adotados pela estatal.

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) entrou em contato com distribuidoras, redes de postos e com a própria Petrobras para questionar sobre o risco de desabastecimento de óleo diesel no país por causa da defasagem nos preços dos combustíveis em relação ao mercado internacional.

A conclusão, conforme relatos feitos por participantes das conversas, é de que não há risco de desabastecimento.

No entanto, distribuidoras e importadoras menores — principalmente no Nordeste e aquelas que fornecem para os postos de “bandeira branca” — estão sendo duramente afetadas porque não conseguem competir com os preços adotados pela Petrobras.

Algumas empresas, segundo essas fontes, correm risco até mesmo de sobrevivência. No caso das maiores, o prejuízo imediato estaria sendo absorvido dentro das demais operações.

A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) atribuiu a falta do diesel S-10, que é fundamental no transporte rodoviário, à política de preços da estatal.

Levantamento da Abicom mostra diferenças entre a cotação do mercado local e do mercado internacional que superam 20% há mais de 80 dias, o que inviabiliza as importações de outros players além da estatal.

Hoje, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) soltou uma nota atribuindo as eventuais falhas no abastecimento a um “ataque especulativo” das distribuidoras menores.

Segundo a FUP, as distribuidoras estariam formando estoques e segurando o produto para vender mais caro quando eventualmente a Petrobras subir os preços.

A FUP tem proximidade com o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

O conselho de administração da Petrobras se reúne amanhã e existe uma expectativa de algum posicionamento da estatal sobre os preços do diesel e da gasolina — eventualmente até um reajuste nos valores praticados internamente.

Em nota sobre o risco de desabastecimento, a Petrobras informou que “não reduziu sua oferta de diesel e que está cumprindo todos os seus contratos com as distribuidoras”. * Publicado por Amanda Sampaio, da (CNN).

Durou pouco: gasolina deve subir nas bombas mesmo após redução da Petrobras

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Durou pouco: gasolina deve aumentar mesmo após redução da Petrobras
Foto/Divulgação

A Petrobras anunciou uma nova redução no dia 30, mas a gasolina deve aumentar em todo o país. Entenda o caso!

Apesar das recentes reduções de preço anunciadas pela Petrobras, a gasolina deve aumentar nas bombas de combustível do país, impactando diretamente o bolso dos consumidores.

Antes de entender essa conta complexa, vamos às reduções mais recentes. No último dia 30 de junho, a estatal reduziu o valor para as distribuidoras em R$ 0,14 por litro, totalizando uma redução de 5,3% em relação ao preço anterior. Antes disso, o combustível já contava com uma redução de R$ 0,13 centavos do dia 16 de junho.

No entanto, existem algumas questões que indicam um aumento próximo, incluindo o fato de que os postos de gasolina têm a liberdade de definir o preço final, considerando sua margem de lucro.

Por que a gasolina deve aumentar mesmo com as reduções da Petrobras?

Além da margem de lucro dos postos, o fator de maior peso é o retorno dos impostos federais Pis/Cofins. Esses impostos representam um acréscimo de até R$ 0,34 por litro de gasolina.

Dessa forma, os descontos proporcionados pela Petrobras apenas compensam parte desse valor de imposto, resultando em um menor aumento de preço, e não em uma redução efetiva.

É importante ressaltar que as reduções de preço da Petrobras se somam a outras medidas adotadas para controlar o preço dos combustíveis no país, como o fim do PPI (Preço de Paridade de Importação) e a fixação da alíquota do ICMS.

Considerando a não integralidade do repasse das reduções de preço pelos postos de gasolina, estima-se que apenas R$ 0,10 dos R$ 0,14 de redução cheguem às bombas. Com isso, o aumento percebido será de 24 centavos, e não dos 34 centavos inicialmente esperados. O valor médio da gasolina no Brasil, portanto, deve ficar em torno de R$ 5,60, em comparação aos R$ 5,36 anteriores.

É importante ressaltar que essas informações são uma estimativa e o preço da gasolina pode variar. Devido à demora na implementação das reduções de preço, é recomendado se preparar para pagar mais antes que os preços voltem a cair. *Inf. (Edital Concursos Brasil).

 

 

Preços dos combustíveis devem aumentar com retorno de impostos

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Posto de combustível gasolina diesel
Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

Os preços dos combustíveis nos postos devem ficar mais caros. Isso ocorre devido ao término da validade da Medida Provisória (MP) 1163/2023, que prorrogava a redução das alíquotas de PIS/Cofins e Cide na gasolina comum, no etanol e no Gás Natural Veicular (GNV). O prazo do decreto se encerrou nesta quarta-feira (28) e, como o governo federal não prorrogou a medida, espera-se que os tributos voltem a ser cobrados no valor da bomba a partir desta quinta-feira (29).

Em março, a reoneração dos tributos ocorreu de forma parcial. Agora, a parcela restante também será incluída.

A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) confirmou que haverá um aumento nos preços dos combustíveis a partir desta quinta (29). A volta dos tributos resultará em um acréscimo de R$ 0,33 por litro na gasolina, R$ 0,22 no etanol hidratado e um aumento de 9,25% no valor do GNV devido ao retorno do PIS/Cofins. No entanto, é importante ressaltar que os estabelecimentos têm autonomia para determinar os preços de venda dos produtos.

Haddad diz que impostos do diesel voltarão a ser cobrados a partir de setembro

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Reoneração antecipada de 11 centavos sobre diesel irá bancar programa de desconto para carros e caminhões novos
Reoneração antecipada de 11 centavos sobre diesel irá bancar programa de desconto para carros e caminhões novos – Foto/Divulgação

Dos R$ 0,35 que foram desonerados do combustível, R$ 0,11 serão recompostos neste ano e, o restante, em janeiro de 2024.

O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que o diesel voltará a ser reonerado, de maneira gradual, a partir de setembro deste ano.

Dos R$ 0,35 em impostos federais de que o combustível ficou isento durante a pandemia, R$ 0,11 serão recompostos em setembro.

O restante deve voltar a ser cobrado em janeiro, o que gerará receita que poderá ser usada pelo governo apenas em 2024.

A antecipação de uma parcela para setembro, de acordo com Haddad, foi a solução encontrada pela Fazenda para levantar os R$ 1,5 bilhão que serão necessários para bancar o novo programa de incentivo fiscal do governo para baratear carros, ônibus e caminhões.

A recomposição gradual dos impostos, afirmou Haddad, também é uma forma de controlar o impacto do aumento no preço do diesel sobre a inflação e deve ajudar o Banco Central (BC) na tarefa de baixar os juros.

“A reoneração dos R$ 0,35 por litro do diesel era prevista para janeiro [de 2024]. Vamos trazer R$ 0,11 para daqui a 90 dias (setembro)”, disse Haddad em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (05).

“Isso vai colaborar para tirar pressão inflacionária de 2024, o que é bom para a autoridade monetária, que tem horizonte mais longo [para eventual redução de juros]”.

Haddad e Geraldo Alckmin (PSB), que é vice-presidente e ministro do Desenvolvimento e Indústria, anunciaram juntos na coletiva o programa que irá dar descontos de até R$ 8.000 para carros, ônibus e caminhões que cumprirem requisitos ambientais. Inf. (ESTADÃO CONTEÚDO).

Preço da gasolina deve voltar a subir com novo ICMS

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Novo modelo de cobrança do ICMS foi aprovado pelo Congresso em março de 2022
Novo modelo de cobrança do ICMS foi aprovado pelo Congresso em março de 2022 Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) único de R$ 1,22 sobre a gasolina começa a ser cobrado em todo o Brasil na próxima quinta-feira, 1º. Essa mudança vai aumentar o preço do litro da gasolina em 22 Estados e no Distrito Federal.

Desde o corte nas refinarias, anunciado no dia 16 de maio, o preço médio do combustível caiu R$ 0,23 por litro, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). A nova alíquota de R$ 1,22 por litro é R$ 0,20 superior à média cobrada atualmente e isso fará o preço subir.

Segundo a Folha de S. Paulo, o Estado com maior expectativa de alta é Mato Grosso do Sul (R$ 0,30 por litro). Em outros dez Estados, a alta esperada é superior à média nacional, situando-se entre R$ 0,25 e R$ 0,29 por litro.

Em São Paulo, a nova alíquota é R$ 0,26 por litro superior à cobrada atualmente. No Rio de Janeiro, a diferença é de R$ 0,11 por litro. Nos Estados que praticavam alíquota maior do que os R$ 1,22 por litro, deve se observar queda no preço do combustível.

Novo modelo

O novo modelo de cobrança do ICMS foi aprovado pelo Congresso em março de 2022, com apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do setor de combustíveis, que via margem para fraudes no modelo anterior, em que cada Estado praticava sua própria alíquota.

Além de estabelecer um valor único em todo o País, o imposto passa a ser cobrado apenas de produtores e importadores, e não mais de toda a cadeia, incluindo distribuidores e revendedores. Inf. (Terra).

Consumidores ainda não encontraram nas bombas a redução no combustíveis

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 (crédito: Raphael Pati/CB/D.A Press)
Foto/Divulgação

Após a Petrobras anunciar, na última terça-feira, mudanças na política de preços e cortes nos valores dos combustíveis entregues às refinarias, consumidores reclamaram que ainda não houve alteração significativa nos valores das bombas.

Após a Petrobras anunciar, na última terça-feira, mudanças na política de preços e cortes nos valores dos combustíveis entregues às refinarias, consumidores reclamaram que ainda não houve alteração significativa nos valores das bombas. A expectativa era de uma redução de R$ 0,29 na gasolina e de R$ 0,39 no diesel. No entanto, para quem foi abastecer o veículo na tarde de ontem, a percepção é de que a mudança ainda não causou impacto para o consumidor final.

De acordo com a Petrobras, o preço médio da gasolina comum no país deve cair de R$ 5,49 para R$ 5,20. Ontem, conforme apurou o Correio, em 27 postos de combustível do Distrito Federal o preço médio da gasolina ficou em torno de R$ 5,49 — mesmo valor médio praticado antes da redução. Além disso, alguns consumidores observaram que postos do DF aumentaram os preços para, depois, reduzir, conforme o que foi definido pela Petrobras.

O motorista de aplicativo Dário Pereira, de 29 anos, foi abastecer na terça-feira, logo após o anúncio da mudança na política de preços, em um posto no Riacho Fundo I, e percebeu que o estabelecimento havia elevado o custo da gasolina comum para R$ 5,79, ainda pela manhã. Durante a tarde, o mesmo posto reduziu o valor em 30 centavos, para o preço médio nacional, de R$ 5,49. “É brincadeira”, lamentou o motorista.

Uma situação semelhante foi vivenciada pelo professor Glaudson Cordeiro, de 45 anos. Ele foi encher o tanque em um posto no Recanto das Emas, no mesmo dia. O docente afirma ter percebido que o estabelecimento aumentou o preço do produto ainda pela manhã e, durante a tarde, já havia adequado o valor para o preço anterior. “Eu acredito que o governo tem que ter uma capacidade de fiscalização muito forte. Eles (os postos) acreditam que a fiscalização não será tão efetiva e, por isso, estão fazendo isso”, avalia o professor.

Mudança gradativa

Sobre a indignação dos consumidores, o presidente do Sindicombustíveis-DF, Paulo Tavares, explicou que os preços ainda devem cair aos poucos, no prazo máximo de cinco dias. “Obviamente, nós precisamos aguardar as distribuidoras repassarem os novos preços. Primeiro que elas não repassaram tudo hoje (ontem). Na minha distribuidora, por exemplo, caiu R$ 0,20, e eu repassei os R$ 0,20. Então precisa esperar que as distribuidoras repassem tudo”, afirmou.

Tavares também esclareceu que os postos de combustível têm autonomia para definir os preços de venda do produto e, por isso, não há como explicar o motivo do aumento repentino ocorrido em alguns postos.

A redução nos preços da gasolina e do diesel foi anunciada junto com a decisão da Petrobras de extinguir o sistema de Preços de Paridade de Importação (PPI) como critério para definir o valor dos combustíveis. Segundo o diretor de Logística, Comercialização e Mercados da companhia, Claudio Schlosser, o novo modelo deve manter o alinhamento aos preços competitivos por polos de venda.

“Nosso modelo vai considerar a participação da Petrobras e o preço competitivo em cada mercado e região, a otimização dos nossos ativos de refino e a rentabilidade de maneira sustentável”, declarou. Inf. (Correio Brasiliense).

Combustíveis: consumidor se depara com aumentos superiores ao anunciado

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 (crédito: Ed Alves/CB/DA.Press)
Foto: Ed Alves/CB/DA. Press)

Consumidor se depara com aumentos muito superiores ao anunciado pelo governo após o fim da isenção de tributos federais. Sindicato dos revendedores do DF responsabiliza distribuidoras pela alta, considerada abusiva.

Consumidores que foram abastecer o carro ontem, um dia após o anúncio do aumento de tributos sobre os combustíveis se assustaram com os novos preços, que ficaram bem acima do projetado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo o ministro, considerando a reoneração de R$ 0,47 e a redução dos preços da gasolina vendida pela Petrobras nas refinarias, o litro do produto teria uma alta por volta de R$ 0,34. No entanto, na maioria dos postos, a elevação foi bem maior. A média de aumento em todo o país foi de R$ 0,50 a R$ 0,70, segundo o presidente do Sindicato dos Postos de Combustíveis do Distrito Federal (Sindicombustíveis-DF), Paulo Tavares.

No Distrito Federal, o litro da gasolina chegou a R$ 6,19 em um posto da Ceilândia para quem optasse em pagar no cartão de crédito. Num revendedor de bandeira Petrobras, na 215 Norte, o preço anunciado era de R$ 5,95. Outro posto com a mesma bandeira, no Setor Hoteleiro Norte oferecia gasolina por R$ 5,89. Motoristas ouvidos pelo Correio foram praticamente unânimes ao reclamar do que consideraram preços abusivos.

O motorista de aplicativo Emerson Pereira Alves, de 53 anos, afirmou que o aumento acima do esperado trará um grande impacto para quem trabalha com essa modalidade de transporte. “A gente perde muitos dos nossos lucros, que já não são tão altos assim, porque os próprios aplicativos tiram bastante. Esse aumento da gasolina vai trazer para nos um impacto de, no mínimo, uns mil e poucos reais, que vão deixar de entrar”, calculou.

Alves disse que a única alternativa dos motoristas é procurar postos que vendem mais barato. “Eu vou a vários postos e pechincho para saber onde está mais em conta. A gente passa a abastecer naquele posto e já indica no grupo do Whatsapp”, revelou.

Para a personal trainer Alessandra Oliveira, 52, o preço atual é um abuso. “A gente tem que abastecer os carros e acho que o governo tem que ter um olhar mais minucioso e atento em relação a isso, porque, realmente, (o preço) está muito abusivo”, afirmou.

Denúncia

O representante dos postos no DF responsabiliza as distribuidoras de combustíveis pelos aumentos elevados. Paulo Tavares afirmou que vai entrar com uma denúncia no Ministério Público do DF (MPDFT) contra as distribuidoras, que ainda não se pronunciaram sobre o aumento acima do esperado. Segundo o líder do sindicato, o aumento chegou a ser superior ao triplo do que deveria, de fato, ser implementado.

Ao fazer um cálculo, levando em consideração a mistura obrigatória de 73% de gasolina A com 27% de etanol anidro, o Sindicombustíveis chegou ao valor de reajuste de R$ 0,34 para a gasolina vendida ao consumidor. No entanto, com a diminuição de R$ 0,13 do preço do combustível pela Petrobras, a alta deveria ser de R$ 0,25. Um valor bem abaixo do que foi praticado pelas distribuidoras. “Pegando o total de impostos, menos o que a Petrobras fez, é o que devia ter aumentado hoje nas distribuidoras. O aumento que nós deveríamos receber hoje (ontem), era de R$ 0,25. Porém, houve uma alta de mais de R$ 0,70 nas distribuidoras”, disse Tavares.

O economista e professor da Universidade de Brasília (UnB) César Bergo afirma que o consumidor precisa ficar atento à diferença de preço entre os postos de gasolina, o que vai exigir muita pesquisa. “Cabe ao consumidor também denunciar caso haja abuso por parte do posto de gasolina. Porque a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e as entidades de direito e defesa ao consumidor estão de olho nesse aspecto”, aconselhou o professor.

Além disso, antes de abastecer, o cliente também deve observar se é mais vantajoso completar o tanque com gasolina ou com etanol. Se o preço do álcool estiver inferior a 70% do valor da gasolina, vale a pena, tanto por motivos de economia, bem como pela contribuição para uma poluição menor do meio ambiente. A título de exemplo, um posto na 206 norte, vendia etanol a 66% o preço da gasolina na tarde de ontem.

O professor de economia do Ibmec-DF William Baghdassarian também revela outro aspecto que pode causar um aumento maior nos preços da gasolina nos postos, que é a demanda cativa. Se o posto possui um público fiel, a tendência é que os preços permaneçam altos, pois não há tendência de queda na demanda.

“Então, o grande conselho para as pessoas é tentarem, na medida do possível, e dentro do seu padrão de consumo, pesquisar onde está sendo vendida a gasolina pelo preço mais adequado. É lógico que a pessoa não vai andar 200 km para encher um tanque. Mas dentro de uma certa razoabilidade, de um raio de 10 a 15 quilômetros, talvez valha a pena você fazer isso”, considerou o professor. Inf. Raphael Pati (CB).

Gasolina fica mais barata nas distribuidoras e mais cara nos postos; entenda

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Impacto da reoneração da gasolina será de R$ 0,47
Impacto da reoneração da gasolina será de R$ 0,47 – Foto – Reprodução

Ao mesmo tempo que o combustível terá redução de R$ 0,13, impostos federais voltam a vigorar em R$ 0,47.

Enquanto a gasolina fica R$ 0,13 mais barata nas distribuidoras a partir desta quarta-feira (1º), os impostos federais (PIS/Confins) voltam a vigorar sobre o combustível em R$ 0,47. Com isso, o preço do litro nos postos deve aumentar cerca de R$ 0,25, segundo cálculo da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis).

Como a Petrobras anunciou a redução do valor do combustível em 3,9%, o saldo líquido do aumento ficou em R$ 0,34 por litro nas refinarias. Uma vez que a gasolina do tipo A representa 73% da mistura (os outros 23% são etanol anidro), o aumento nas bombas é menor, de R$ 0,25 por litro, explica o presidente da Abicom, Sergio Araújo.

No entanto, a cadeia de distribuição tem liberdade para definir os preços que serão cobrados nos estabelecimentos. Por isso, o valor ao consumidor final poderá variar. No último levantamento da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis),  entre 19 e 25 de fevereiro, o preço médio da gasolina nos postos era de R$ 5,08 por litro.

Fim da desoneração

A gasolina e o etanol terão a volta da combrança de alíquotas de PIS e Cofins a partir desta quarta-feira (1º). O governo federal anunciou a reoneração de R$ 0,47, na gasolina, e de R$ 0,02, no etanol. Já o diesel e o gás de cozinha continuam com os tributos zerados até dezembro deste ano.

Em 1º de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) editou uma MP para prorrogar a desoneração. A medida foi adotada inicialmente por seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), em 2022, na tentativa de conter a escalada de preços nas bombas em ano eleitoral.

O fim da desoneração sobre gasolina e etanol ameniza o impacto sobre as contas públicas, recuperando a arrecadação do governo em R$ 28,9 bilhões neste ano, segundo cálculos do governo.

“Essa reoneração é inevitável, não tem outro jeito”, avalia Sergio Araújo, da Abicom. “Lembrando que a origem de todo esse problema foi a desoneração feita no ano passado, num período eleitoral, que impactou muito na receita do governo.”

Araújo acredita que o impacto para o consumidor não será muito grande, porque a Petrobras tinha uma defasagem e conseguiu fazer a redução dentro da sua política de preço, sem interferência governamental. Com isso, ele espera que o aumento na bomba seja de R$ 0,25 ou no máximo de R$ 0,26.

“Acho que o governo foi feliz de encontrar uma solução e não repassar 100% do PIS e Cofins que era cobrado antes. Com isso, mantém o estímulo previsto para a transição energética, favorecendo o biocombustível em relação ao combustível fóssil. Acho que isso foi uma medida possível”, acrescenta.

Recuo nas distribuidoras

A partir de hoje, o preço médio de venda de gasolina A da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,31 para R$ 3,18 por litro. Já para o diesel A, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,10 para R$ 4,02 por litro, uma redução de R$ 0,08 por litro, ou 1,9%.

“Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,32 a cada litro vendido na bomba”, disse a companhia em nota.

Mas o impacto da redução do preço nas distribuidoras não é imediato nas bombas de gasolina. Para consumidor, o efeito costuma demorar cerca de duas semanas.

Contas públicas

Para Francisco Raeder, doutorando em economia da UFF (Universidade Federal Fluminense), o fim da desoneração dos combustíveis, no curto prazo, deve contribuir com o aumento da inflação. No entanto, será positivo para as contas do governo.

“No curto prazo, então, o efeito pode ser negativo por conta do impacto na inflação. No entanto, no médio prazo, o fim da desoneração pode ser benéfico para as contas públicas, já que aumenta a arrecadação. Essa melhoria nas contas públicas pode, inclusive, provocar reduções na taxa de juros da economia, o que é benéfico. Então embora seja negativo no curto prazo, o fim da desoneração pode ser positivo no longo prazo”, avalia Raeder.

Segundo o economista Bruno Imaizumi, da LCA Consultores, a volta dos impostos, principalmente na gasolina, vai gerar um impacto de aproximadamente R$ 13 bilhões nos próximos dez meses.

“A medida é correta, em linha com o que o mercado financeiro esperava. O principal problema do país hoje são as expectativas fiscais. A gente precisa corrigir a questão de receitas dos governos. E essa reoneração dos tributos federais, sobretudo da gasolina, vai gerar um impacto de aproximadamente R$ 13 bilhões nos próximos dez meses. É uma medida bastante positiva”, afirma Imaizumi.

Ele também destaca o efeito positivo em relação ao meio ambiente, por causa do etanol . “Essa medida vai em linha não só do ponto de vista econômico, mas também no ponto de vista do meio ambiente”, conclui o economista. Inf. (R7).

Gasolina será reonerada em R$ 0,47 e etanol, em R$ 0,02, anuncia Haddad

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Gasolina será reonerada em R$ 0,47 e etanol, em R$ 0,02, diz Haddad | VEJA
Reoneração dos combustíveis foi vitória de Fernando Haddad sobre alas do PT. -Foto/Reprodução/Veja

O Ministério da Fazenda detalhou como vai ser a volta da cobrança de impostos federais sobre os combustíveis. E a Petrobras reduziu o preço da gasolina e do diesel para as distribuidoras a partir desta quarta feira dia 1º.

Por um lado, a Petrobras reduziu em 3,9% o preço da gasolina. De outro, voltou a onerar o combustível com a cobrança de impostos. Juntas, as duas decisões deverão reduzir o impacto da reoneração dos combustíveis sobre o bolso do consumidor. Os impostos que voltarão a incidir sobre a gasolina representarão R$ 0,47 por litro. E no caso do etanol, o valor será de R$ 0,2. Pela decisão que tinha sido tomada no início do ano, o diesel continuará desonerado até o final de 2023.

Na decisão em que, por um lado, a Petrobras reduziu o preço dos combustíveis a partir das refinarias e, por outro, retoma a incidência de impostos, Haddad entende que o governo cumpre diversos “compromissos” da campanha de Lula. Foi uma resposta a Gleisi Hoffmann, que afirmara que a desoneração era uma quebra de compromisso. “Primeiro, reafirmamos o compromisso ambiental, ao privilegiar o combustível não fóssil”, diz Haddad, quanto ao valor menor para o etanol. “Depois, o compromisso social”, a partir do fato de ter havido a decisão de reduzir o valor a partir das refinarias. “E, finalmente, a responsabilidade fiscal e tributária”, concluiu, defendendo a reoneração. “Trabalha-se, assim, na retomada de um ambiente favorável à retomada econômica”.

Haddad afirmou que o retorno do esforço tributária é uma resposta para combater a política de juros do Banco Central, e permitir que eles venham a ser reduzidos. “A taxa de juros está produzindo um efeito perverso sobre setor produtivo. Estamos dando uma resposta”, disse.

Fica criado ainda, por quatro meses, um imposto sobre a exportação de petróleo. Com essas medidas, o governo espera obter uma arrecadação total de impostos no valor de R$ 28,9 bilhões este ano.

A decisão representa uma vitória do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que defendia a reoneração e vinha sofrendo pressão contrária vinda do próprio PT, seu partido e partido presidente Lula. A própria presidente do PT, Gleisi Hoffmann, defendia a manutenção da desoneração, que foi determinada no ano passado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

Na avaliação de Haddad, na entrevista coletiva que concedeu na tarde desta terça-feira (28), a desoneração dos impostos sobre os combustíveis teria sido uma “medida demagógica” de Bolsonaro para tentar reverter um quadro que lhe era desfavorável.

O ministro afirmou que, no início do ano, quando se decidiu manter a desoneração até o dia 28 de fevereiro, havia uma avaliação de risco democrático, diante da ameaça de um golpe de Estado. Um risco que se verificou real nos atos golpistas do dia 8 de janeiro. Um aumento no preço dos combustíveis poderia gerar insatisfações de caminhoneiros, um grupo bolsonarista importante. Além disso, o governo achava que tal decisão deveria ser tomada após a escolha do novo presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, que só assumiu após o fim do seu mandato como senador no início deste mês de fevereiro.

Finalmente, o ministro afirmou que o anúncio da decisão sobre a incidência dos impostos só foi feita nesta terça-feira porque era necessário esperar que fosse feito antes o anúncio da Petrobras sobre a redução no preço dos combustíveis. Inf. (Congresso em Foco).

Governo deve reduzir preço nas refinarias para amenizar impacto

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Combustíveis: Preços já começam a subir nos postos após novo reajuste | Exame
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Produtos terão alíquotas diferentes e governo estuda reduzir preço nas refinarias para amenizar impacto ao consumidor.

O governo bateu o martelo e decidiu acabar com a isenção do PIS/Cofins (Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) e Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre a gasolina e o etanol. A decisão foi resultado de uma extensa discussão entre as alas política e econômica, que adotaram posições opostas com relação ao retorno dos tributos. Os novos valores podem valer já a partir desta quarta-feira.

Segundo comunicado do Ministério da Fazenda à imprensa, a volta da cobrança sobre os combustíveis se dará com alíquotas diferentes. A intenção do governo é promover uma tributação maior sobre combustíveis fósseis, como a gasolina, e mais baixa em relação a combustíveis renováveis, como o etanol. Segundo o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), a reoneração poderá ser feita de maneira gradual. No caso do diesel e do gás de cozinha, os impostos federais seguirão zerados até 31 de dezembro.

Ainda não foram definidas quais serão as novas alíquotas, que devem ser anunciadas após reunião de ministros, na manhã de hoje, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão foi deixada para a última hora, com o fim do prazo da medida provisória (MP) que prorrogou a desoneração de tributos federais, estratégia adotada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para tentar conter a alta dos combustíveis no primeiro semestre de 2022, que tem validade até esta terça-feira. Logo, o governo precisa divulgar até o final do dia o novo modelo de tributação.

A expectativa é de que a reoneração total tenha impacto de R$ 0,69 por litro de gasolina e R$ 0,49 por litro de etanol. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ainda trabalha com a diretoria da Petrobras em uma estratégia para impedir que os impostos resultem em aumento muito grande no preço dos combustíveis. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Gabriel Galípolo, e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, foram ontem ao Rio de Janeiro encontrar o presidente da petroleira, Jean Paul Prates, para tratar do assunto.

“Colchão” da Petrobras

A estratégia pode incluir a compensação da alíquota da gasolina e etanol com uma redução dos preços dos produtos nas refinarias. “A atual política de preços da Petrobras tem um colchão que permite aumentar ou diminuir o preço dos combustíveis e ele pode ser utilizado”, afirmou Haddad, ontem à noite, ao ser questionado se haveria alguma medida para evitar que o preço aumente para o consumidor.

A atual política de preços da Petrobras estabelece o preço dos combustíveis seguindo os preços do petróleo no mercado internacional. O mecanismo tem o objetivo de evitar que o preço no país fique defasado em relação ao resto do mundo, o que poderia, no limite, desestimular a importação de combustível e levar ao desabastecimento.

De acordo com a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), atualmente, os combustíveis estão acima dos preços de paridade internacional: 8% no caso da gasolina e 7% no diesel. Esse seria o “colchão” que a estatal poderia usar. A diferença poderia sustentar uma queda de R$ 0,23 por litro, no caso da gasolina, e de R$ 0,25, no diesel, de acordo com a entidade, amenizando o impacto dos tributos.

Divergências

A princípio, o presidente Lula (PT) havia decidido não estender o benefício, mas recuou depois de ouvir de aliados que isso prejudicaria a popularidade do governo logo nos primeiros meses de mandato. A medida, porém, comprometeu a capacidade de arrecadação da União, além de enfraquecer a indústria de etanol, que depende da diferenciação tributária para competir com a gasolina.

De acordo com a Fazenda, a ideia é manter a arrecadação de R$ 28,9 bilhões previstos no pacote de medidas anunciado em 12 de janeiro, o que está sendo considerado uma vitória para Haddad. Por outro lado, a reoneração dos combustíveis vai provocar aumento para os motoristas nas bombas. A volta integral dos impostos federais representaria um impacto que poderia elevar a inflação em 1% no mês, de acordo com analistas.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, defensora da manutenção da desoneração dos tributos, disse que, antes de suspender a medida, é preciso definir uma nova política de preços para a Petrobras. A deputada afirmou que a política de preços atual foi implantada “pelo golpe”, o que faz o povo pagar em dólares por gasolina e diesel que são produzidos no Brasil em reais.

Não somos contra taxar combustíveis, mas fazer isso agora é penalizar o consumidor, gerar mais inflação e descumprir compromisso de campanha“, escreveu Gleisi em seu perfil no Twitter. Inf. (Correio Brasiliense).

Petrobras reduz preço da gasolina em 6,1% e do diesel em 8,2%

COMBUSTÍVEIS

Medida é válida a partir desta quarta-feira (7/12). Preço médio da gasolina nas refinarias passará de R$ 3,28 para R$ 3,08 por litro. No caso do diesel A, preço de venda do litro passará de R$ 4,89 para R$ 4,49

 (crédito: ASHRAF SHAZLY)

A Petrobras anunciou, nesta terça-feira (6/12), nova redução de preços dos combustíveis vendidos nas refinarias. A partir de amanhã, o preço da gasolina sofrerá redução de 6,1%, passando de R$ 3,28 para R$ 3,08 por litro, redução de R$ 0,20 por litro. No caso do diesel A, o preço médio da venda do litro passará de R$ 4,89 para R$ 4,49, uma redução de R$ 0,40 por litro, ou 8,2%.

A última redução do preço da gasolina ocorreu em 2 de setembro deste ano. Agora, deverá haver pressão internacional ocasionada pela decisão da União Europeia de impor um limite de preço de US$ 60 por barril para o petróleo russo. Além disso, há oferta limitada no mercado, uma vez que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e seus aliados, incluindo a Rússia, estão mantendo suas cotas de produção de petróleo inalteradas.

Preço ao consumidor

Assim, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,25 a cada litro vendido na bomba. Para o diesel, a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel faz com que a parcela da Petrobras no preço ao consumidor seja, em média, R$ 4,04 a cada litro vendido na bomba.

Por meio de nota, a estatal informa que “essas reduções acompanham a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”.

Correio Braziliense