Segundo o instituto, o atual presidente continua como o mais rejeitado por 49,3% do eleitorado, mas Lula aparece bem perto, com 45,4%.
Foto: Fábio Vieira e Igo Estrela
De acordo com o levantamento do instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta quinta-feira (13/10), o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 51,9% das intenções de voto no segundo turno, em um cenário estimulado (quando os nomes são apresentados aos entrevistados). Já o presidente Jair Bolsonaro (PL) vem com 48,1%. Nesse caso, não são considerados os brancos e nulos.
Quando os brancos e nulos aparecem, Lula é apontado por 47,6% dos entrevistados, enquanto Bolsonaro surge com 44,1%. Já em uma versão espontânea (em que os nomes não são mostrados aos eleitores), em que brancos e nulos são contados, Lula aparece com 42,6%, enquanto Bolsonaro apresenta 39,2%.
O Paraná Pesquisas também avaliou que o presidente da República é rejeitado por 49,3% do eleitorado, enquanto Lula detém 45,4% desse índice.
Levantamento foi feito com 2.020 entrevistados, por face a face, entre os dias 8 e 12 de outubro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
A Frente Popular de Afogados da Ingazeira reafirma o seu compromisso inegociável com a eleição do Presidente Lula, única alternativa para o Brasil retomar o caminho da paz, do bem-estar social e do Estado Democrático de direito.
Patriota fecha com Marília e Sandrinho com Raquel. Foto: Divulgação
Informamos que as duas principais lideranças da Frente Popular em Afogados, o Deputado Estadual eleito, José Patriota, e o Prefeito Alessandro Palmeira, não ficarão omissos, optando, depois de muito diálogo interno, por caminhos momentaneamente distintos.
O Prefeito Sandrinho Palmeira seguirá apoiando incondicionalmente a eleição do Presidente Luís Inácio Lula da Silva, e para o Governo de Pernambuco em Raquel Lyra, por enxergar nela melhores condições técnicas e gerenciais para administrar o Estado.
O Deputado Estadual eleito, José Patriota, apoiará a candidatura defendida por Lula ao governo do estado, Marília Arraes.
5.Por fim, reafirmamos a unidade política de Patriota e Sandrinho, e a sua luta conjunta por políticas que tragam obras e ações para Afogados, impulsionando ainda mais o seu já pujante desenvolvimento.
Reunido com um grande número de pessoas, o prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, anunciou na noite desta quarta-feira (12), o seu apoio à candidatura de Raquel Lyra para o governo de Pernambuco, reforçando o palanque da tucana no Pajeú.
Foto: Divulgação
Durante o anúncio, Sávio esteve acompanhado do vice-prefeito, Diógenes Patriota, do presidente da Câmara de Vereadores, Arlã Markson e dos vereadores, Valmir Tunu, Luciana Paulino, Vandinha da Saúde, Tanta Sales e lideranças políticas.
“Estamos alinhados com o sentimento de esperança que move Pernambuco neste momento, por isso, seguimos juntos com Raquel Lyra e Priscilla Krause, pois sabemos da sua capacidade para guiar o futuro do nosso estado. Ela foi prefeita de Caruaru, deputada estadual, secretária de estado e delegada da Polícia Federal, comprovando sua experiência em gestão pública. Com Raquel governadora, Tuparetama será prioridade no desenvolvimento do interior.”, destacou Sávio.
No 1° turno das eleições, Torres apoiou Miguel Coelho para governador, que foi majoritário no município.
Jair Bolsonaro (PL) participou de missa na Basílica Nossa Senhora Aparecida e eleitores causaram alvoroço ao acompanhar a passagem do presidente pelo Santuário.
Bolsonaro participa de missa em homenagem ao Dia de Nossa Senhora aparecida, realizada no Santuário Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo. – (crédito: AFP)
Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) causaram tumulto ao acompanharem a passagem do candidato à reeleição pelo Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo, na tarde desta quarta-feira (12/10). Eleitores do presidenciável agrediram jornalistas e vaiaram o padre que celebrava a missa em celebração ao Dia de Nossa Senhora Aparecida.
Equipes da TV Vanguarda, afiliada da TV Globo, e da TV Aparecida, emissora da Igreja Católica, foram hostilizadas no pátio da Basílica. Durante a cobertura do evento religioso, os apoiadores gritaram com os funcionários da TV Aparecida, ao mesmo tempo que colocavam o dedo no rosto do jornalista e cinegrafista. Enquanto alguns bolsonaristas hostilizavam a imprensa, outros entoavam o coro “É Bolsonaro!”.
De acordo com a repórter Daniela Lopes, da TV Vanguarda, ouvida pelo UOL, os bolsonaristas tentaram agredir fisicamente a imprensa, que ficou acuada em meio ao grupo de pessoas vestindo verde e amarelo e carregando a bandeira do Brasil. A tentativa de agressão foi impedida por um segurança que acompanhava os jornalistas.
A confusão se estendeu para dentro do Santuário, onde o padre Eduardo Ribeiro celebrava a missa das 14h. Seguidores do presidente interromperam o momento com vaias, palavras de ordem e tentaram puxar o coro de “mito”, que não teve adesão. O padre pediu silêncio e rogou aos fiéis que preparassem o “coração, viemos aqui para rezar”.
Arcebispo vaiado ao falar sobre fome e direito ao voto
Durante a homilia na principal missa celebrada no Santuário de Aparecida nesta quarta-feira (12), pela manhã, o arcebispo da Arquidiocese, Dom Orlando Brandes, falou no sermão que o Brasil precisa “vencer muitos dragões”. “Temos o dragão do ódio, que faz tanto mal. E o dragão da mentira, e a mentira não é de Deus, é do malígno. O dragão do desemprego, o dragão da fome. O dragão da incredulidade”, declarou.
O arcebispo defendeu o direito ao voto e disse aos cristãos que é “necessário exercer esse direito e poder do povo”. Logo em seguida, o católico voltou a falar sobre a fome e ressaltou que o Brasil precisa de “paz e fraternidade”. “Escutar Deus, mas escutar também o clamor do povo. Porque ela escutou muito bem no Evangelho. Eles não têm mais vinho. No nosso caso, faltando pão, faltando paz, faltando fraternidade. Esses são os vinhos que todos nós precisamos nos dias de hoje”, aconselhou.
Nas redes sociais, internautas afirmam que os apoiadores do presidente vaiaram o arcebispo por suas falas sobre a fome. Usuários do Twitter também registraram que os causadores dos alvoroços estavam com canecas de bebida alcoólica dentro do templo. “O mais absurdo foi ver os apoiadores do B [Bolsonaro] com canecas de chopp na mão, em frente à igreja, xingando padre e tentando agredir repórter da TV Aparecida, a Tv da basílica”, escreveu Pastor Fellipe na rede.
O padre também alertou sobre a devoção e disse que, neste dia, as palmas devem ser a Nossa Senhora. “É a ela as nossas palmas, é a ela a nossa clamação, é a ela o nosso ‘viva’, porque só temos segurança nas mãos de Deus e no colo de Maria”, ressaltou.
Na fala, o religioso aproveitou para chamar atenção sobre a ida de Bolsonaro à Basílica como compromisso da agenda de campanha. “Hoje não é dia de pedir voto, hoje é dia de pedir benção”, exclamou o padre, que foi aplaudido pelos fiéis.
A ida de Bolsonaro ao Santuário estava prevista dentro do cronograma eleitoral dele, que vem priorizando eventos em busca do voto dos religiosos. O presidente, que se declara católico, foi à missa acompanhado do candidato ao Governo de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos), do senador eleito por SP, Marcos Pontes, do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e da deputada federal Bia Kicis (PL-DF). A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que é evangélica, não esteve presente.
Mesmo se dizendo católico, Bolsonaro não cumpriu os protocolos da religião durante a missa. Como apontou o portal UOL, o presidenciável não comungou, ao contrário dos políticos que o acompanhavam, não rezou o Pai Nosso e permaneceu calado a maior parte da cerimônia religiosa, sem completar as orações.
Em suas redes sociais, a Rainha dos Baixinhos veicula um abaixo-assinado que reúne mais de 13 mil assinaturas contra a ex-ministra.
Deborah Hana Cardoso/Metrópoles
A apresentadora Xuxa Meneghel pediu a cassação “antes da posse” de Damares Alves, recém-eleita senadora do Distrito Federal pelo Republicanos e ex-ministra do governo de Jair Bolsonaro. O abaixo-assinado endossado pela Rainha dos Baixinhos, até esta manhã, reunia 13.910 assinaturas de 15 mil consideradas necessárias pela petição no site change.org.
O link dos stories de Xuxa dá acesso ao documento que explica o motivo do abaixo-assinado. “Damares Alves disse no dia 8/10, ao lado da primeira-dama Michelle Bolsonaro, na Assembleia de Deus Ministério Fama, em Goiânia, que Jair Bolsonaro ordenou ações de resgates de crianças, que teriam sido traficadas com fins sexuais para outros países através da Ilha do Marajó, Pará”, diz o texto.
“Portanto, ou ela prevaricou como ministra de Direitos Humanos ou está mentindo aos eleitores, ambos fatos gravíssimos que merece cassação imediata”, conclui o pedido.
Deputados do PSol também pedem investigação de Damares após relato chocante
Foto: Isadora Teixeira
Damares revelou, em igreja evangélica, que crianças são traficadas por meio da Ilha do Marajó e passam por situações desumanas.
Os deputados distrital Fábio Felix (PSol-DF) e federal Henrique Vieira (PSol-RJ) pediram ao Ministério Público Eleitoral que investigue a senadora eleita Damares Alves (Republicanos-DF) por um discurso chocante em igreja evangélica durante campanha à reeleição de Jair Bolsonaro (PL).
Os parlamentares do PSol e um grupo de advogados apontam que Damares teria cometido crime eleitoral, violência política e prevaricação ao revelar crimes graves contra crianças e indicar Bolsonaro como a única opção para salvar as vítimas
Pesquisa foi feita entre sábado (8) e segunda-feira (10) e tem margem de erro de dois pontos para mais ou para menos. Se a eleição fosse hoje, Lula teria 55% dos votos válidos, e Bolsonaro, 45%. De acordo com o instituto, o cenário de 2º turno segue estável.
O ex-presidente Lula e o presidente Jair Bolsonaro — Foto: Fábio Barros/Agência F8/Estadão Conteúdo e Ueslei Marcelino/Reuters
Pesquisa do Ipec divulgada nesta segunda-feira (10), encomendada pela Globo, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lulada Silva (PT) tem 51% de intenção de votos no segundo turno e que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 42%. Este é o segundo levantamento do instituto após o primeiro turno das eleições. As entrevistas foram feitas entre sábado (8) e segunda-feira (10). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
De acordo com o Ipec, o cenário de segundo turno continua estável. Se a eleição fosse hoje, Lula teria 55% dos votos válidos, e Bolsonaro, 45%.
Já na sondagem espontânea, os entrevistadores não apresentam previamente o nome de nenhum dos dois candidatos. Nesse cenário, Lula aparece com 49%, e Bolsonaro, com 42%. Brancos e nulos somaram 5% – e 4% dos entrevistados disseram que não sabem ou preferem não opinar.
Estamos em um período muito importante para a manutenção da democracia brasileira: as eleições. Após uma disputa acirrada, e um e um Brasil dividido entre esquerda e direita, passaram para o segundo turno das Eleições 2022 os candidatos Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A classe artística, por sua vez, acredita ser importante sair de cima do muro e se posicionar quanto ao futuro do país. Mas alguns deles escancararam suas opções de voto, deixando o Brasil chocado com as escolhas.
Três famosos artistas declararam apoio ao ex-presidente Lula em mensagem subliminar, fazendo seu símbolo, o “L”, sem dizer mais na nada. Estamos falando de Cleo, Alexandre Nero e Vera Fischer.
Alexandre Nero Alexandre Nero, por exemplo, manifestou seu voto para Lula antes mesmo do primeiro turno e ainda disse que gostaria que o ex-presidente tivesse ganho logo, sem precisar de segundo turno.
Alexandre Nero declara voto em Lula (Foto: Reprodução/Instagram).
Vera Fischer também declarou seu apoio à Lula em seu perfil no Instagram, através de um vídeo. “Vamos votar na democracia”, escreveu a famosa na legenda da publicação.
Vera Fischer é eleitora de Lula (Foto: Reprodução/Instagram)
Cleo por sua vez, além de votar em Lula, ainda convenceu seu marido, Leandro D’Lucca, a votar no candidato do PT. O marido da beldade era eleitor bolsonarista antes do relacionamento. o
Cleo e o marido, Leandro D’Lucca, votaram em Lula no primeiro turno (Foto: Reprodução)
Apoios de líderes de diversos partidos mostram que candidatura une estado.
Foto: Arquivo/Divulgação
Nos primeiros dias depois do primeiro turno das eleições, lideranças de diversos partidos já começaram a declarar apoio à candidatura de Raquel Lyra (PSDB) ao Governo de Pernambuco para o segundo turno.
São, até agora, 28 nomes que incluem deputados, prefeitos, vereadores e outros de peso do cenário político local, com ou sem mandato. Dentre os apoiadores de Raquel estão os prefeitos Nicinha Melo (MDB), de Tabira; Gilvandro Estrela (União Brasil), de Belo Jardim; Zé Maria (União Brasil), de Cupira; Marcelo de Alberto (PSD), de Inajá; e Keko do Armazém (PL), do Cabo de Santo Agostinho.
Todos dizem não ter dúvidas que a mudança está representada por Raquel, por sua capacidade de liderança, experiência, propostas e resultados já apresentados como gestora pública. Dentre os apoiadores à candidatura da tucana, cinco são prefeitos do PSB de municípios do interior do Estado: Ruben Lima Barbosa, de Panelas; Orlando José, de Altinho, Josué Mendes, de Agrestina; Gustavo Adolfo, de Bonito; eAnchieta Patriota, de Carnaíba.
Danilo Cabral disse que ligou para Lula. Confira:“O PSB nunca teve vocação para a neutralidade”, ressaltou. Ele também conta que conversou com Lula na última segunda-feira (3) pelo telefone: “Lula está animado! Vamos ampliar os votos, ampliando a vitória em Pernambuco”, afirma. O candidato do União Brasil no primeiro turno, Miguel Coelho, que definiu seu apoio logo a Raquel logo depois do resultado do pleito, no último domingo, vem trabalhando para concretizar que todos os seus apoiadores sigam nessa mesma linha. Na terça-feira ele informou, por exemplo, que a oposição no município de Tupanatinga, liderada por Diego Minervino e a vereadora Gilsa Teixeira, aderiu à campanha da candidata tucana. O apoio, segundo ele, representa um palanque importante na cidade, já que o grupo foi decisivo para garantir que Miguel fosse o candidato mais votado no primeiro turno em Tupanatinga, com 34% dos votos.
Abaixo, alguns nome que já declararam publicamente o apoio a Raquel e Priscila:
Keko do Armazém (PL) – Cabo de Santo Agostinho
Pel Lages (Cidadania) – Prefeito de São Jose da Coroa Grande
Diogo Lima (MDB) – Prefeito de Barra de Guabiraba
Ruben Lima Barbosa (PSB) – Prefeito de Panelas
Cassiano (Republicanos) – Prefeito de Condado
Erivaldo Chagas (Republicanos) – Prefeito de Lajedo
Carlinhos da Pedreira (PP) – Prefeito de Barreiros
Orlando José (PSB) – Prefeito de Altinho
Josué Mendes (PSB) – Prefeito de Agrestina
Nicinha Melo (MDB) – Prefeita de Tabira
Gustavo Adolfo (PSB) – Prefeito de Bonito
Orlando José (PSB) – Prefeito de Altinho
Anchieta Patriota (PSB) – Prefeito de Carnaíba
Zé Maria (União Brasil) – Prefeito de Cupira
Marcelo de Alberto (PSD) – Prefeito de Inajá
Jeferson Timóteo (PP) – Deputado eleito
Gercinho Filho (PTB) – Vereador de Garanhuns
Gilvandro Estrela (União Brasil) – Prefeito de Belo Jardim
Pesquisa foi feita entre segunda-feira (3) e quarta-feira (5) e tem margem de erro de dois pontos para mais ou para menos. Nos votos válidos, o resultado foi 55% para Lula e 45% para Bolsonaro.
A primeira pesquisa do Ipec (ex-Ibope) para o segundo turno da eleição presidencial mostra o ex-mandatário Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 51% das intenções de voto, contra 43% do candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL).
Ainda de acordo com o levantamento, contratado pela TV Globo e divulgado nesta quarta-feira, 4% os entrevistados declararam a intenção de votar em branco ou nulo. Outros 2% não souberam responder.
Na véspera do primeiro turno, no dia 1° de outubro, simulação do Ipec para uma disputa entre Lula e Bolsonaro indicava placar de 52% a 37% favorável ao petista.
Institutos de pesquisas foram alvos de contestações depois de divergirem dos resultados indicados pelas urnas no primeiro turno, especialmente em relação à votação de Bolsonaro. O ministro da Justiça do atual governo, Anderson Torres, determinou na terça-feira que a Polícia Federal abra investigação para apurar a conduta dos institutos. A medida foi repudiada pela associação que representa a maioria das empresas do setor.
Lula e Bolsonaro buscaram fortalecer suas candidaturas com alianças políticas antes de retomar as campanhas nas ruas para o segundo turno. Nome mais votado no último domingo, com 48,43%, Lula ganhou o apoio da senadora Simone Tebet (MDB), que teve 4,16% dos votos e ficou em terceiro na disputa presidencial, e também de Ciro Gomes (PDT), o quarto colocado (3,04% dos votos).
Já o candidato à reeleição, que teve 43,20% nas urnas, ganhou declarações de apoio dos governadores reeleitos no primeiro turno em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal: Romeu Zema (Novo), Cláudio Castro (PL) e Ibaneis Rocha (MDB), respectivamente. O atual governador de São Paulo e que foi o terceiro colocado na disputa paulista, Rodrigo Garcia (PSDB), também manifestou endosso ao nome de Bolsonaro.
O Ipec entrevistou presencialmente 2.000 eleitores de 16 anos ou mais em todo o país entre os dias 3 e 5 de outubro. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral com o número de identificação BR-02736/2022. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos, para um nível de confiança de 95%.
Jair Bolsonaro (PL) em conversa com apoiadores no cercadinho do Palácio da Alvorada Imagem: Reprodução/Facebook
Quando, ontem à noite, o presidente Jair Bolsonaro (PL) cedeu aos apelos do ex-secretário Fabio Wajngarten para falar aos jornalistas na entrada do Palácio da Alvorada, já tinha conhecimento de que seu partido, o PL, havia feito a maior bancada da Câmara (99 deputados), eleito nada menos do que 15 senadores, incluindo porta-estandartes do bolsonarismo-raiz, como Damares Silva (DF) e Marcos Pontes (SP), e ficado atrás do petista Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por uma diferença três vezes menor do que haviam apontado institutos de pesquisa.
Ainda assim, Bolsonaro estava contrariado. “Ele acreditava de fato que iria passar Lula no primeiro turno”, afirma um aliado.
A reação do presidente ao resultado das urnas dá a dimensão da sua dificuldade em lidar com dados da realidade — mesmo quando a realidade lhe é favorável.
E o que a realidade mostrou ontem é que depois de quatro anos de governo Bolsonaro, o bolsonarismo não arrefeceu.
Para 51 milhões de brasileiros, não importa a forma como Bolsonaro fala ou se comporta, sua misoginia e a desfaçatez com que premiou a fisiologia no Congresso, usurpou ou tentou usurpar as instituições e tratou as quase 700 mil mortes na pandemia.
“Como é possível?”, repetem, chocados e consternados, os homens de bem.
É possível porque Bolsonaro fala a língua de milhões de brasileiros que não encontram seus valores religiosos, familiares e comportamentais refletidos nas pautas da esquerda. Que não enxergam na defesa da democracia o apelo de uma guerra santa, que são contrários à liberação do aborto e das drogas e que, assumidos ou envergonhados, veem no histrionismo do ex-capitão a redenção pela franqueza, e nas suas ideias fixas e impermeáveis à realidade as características do líder resoluto.
Como isso é possível?
“O bolsonarismo não é uma franja”, diz o cientista social Lucas de Aragão. “Mas um pedaço muito relevante da população que viu em Bolsonaro o primeiro político capaz de organizar um conservadorismo que sempre esteve latente nela”.
Bolsonaro está cinco milhões de votos atrás de Lula e tudo leva a crer que perderá as eleições.
O bolsonarismo, no entanto, como mostrou a eleição do domingo (02), sobreviverá para bem além de outubro. E não adianta só repetir que “não é possível”.
O prefeito de Quixaba agradece à todos os amigos pelos votos e confiança depositadas nas urnas.
“Meus amigos e minhas amigas, venho aqui agradecer a todos vocês pelo voto depositado em nossos candidatos nesta campanha. Agradeço a Deus e a toda equipe que esteve trabalhando conosco.
Os nossos candidatos tiveram uma larga vantagem em relação aos demais candidatos, e isso muito nos motiva e nos alegra, pois mais uma vez o nosso povo reconheceu quem trabalha por Quixaba. Foi eleito o deputado federal Waldemar Oliveira, infelizmente os amigos Edson Vieira, André e Miguel Coelho não foram eleitos, mas nosso povo fez bonito e nós agradecemos a parceria deles com nossa Quixaba. Agora vem o segundo turno, onde vamos votar em Lula mais uma vez, e em outro momento eu volto aqui para falar sobre o segundo turno no estado.
Meu muito obrigado e que Deus nos abençoe.” expressou!
O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, comemorou a vitória política que obteve nas urnas neste domingo, conseguindo fazer todos os seus candidatos majoritários em Afogados.
“Fomos majoritários em todos os níveis, e conseguimos juntos uma expressiva votação ao nosso querido José Patriota, com quase doze mil votos, e reconquistar legitimamente uma vaga para Afogados e para o Pajeú na Assembleia Legislativa,” afirmou.
Segundo Sandrinho, o resultado mostra a força da Frente Popular, e o reconhecimento dos serviços prestados a Afogados, com inúmeras obras e ações que transformam a vida do povo.
Além de Patriota, que obteve 11.994 votos, também foram majoritários os candidatos a Deputado Federal, Pedro Campos (5.549 votos), senadora Tereza Leitão (10.612 votos), Danilo Governador (7.408 votos), além dos esmagadores 16.466 votos obtidos por Lula para presidência.
Ela ocupa a vaga deixada por Fernando Bezerra Coelho (MDB), que não tentou se reeleger.
Teresa Leitão (PT) foi eleita senadora de Pernambuco, neste domingo (2). Ela é a primeira mulher da história a ocupar esse cargo pelo estado.
A senadora eleita vai substituir, no Congresso, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), eleito em 2014, quando era do PSB. Ele não tentou se reeleger nas eleições deste ano.
Teresa Leitão tem 70 anos e, desde 2000, é filiada ao PT, único partido de sua carreira política. Está no quinto mandato de deputada estadual na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), tendo sido eleita pela primeira vez em 2002.
No sábado (1º), durante uma caminhada de campanha em Paulista, no Grande Recife, a candidata sofreu um acidente, fraturou o fêmur e passou por uma cirurgia. Neste domingo (2), deixou o hospital para votar.
Antes de entrar na política, era professora da rede estadual de ensino, formada em pedagogia em 1975, pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). Atualmente, está aposentada do cargo.
Desde 1984, Teresa Leitão atua em movimentos sindicais. Já foi presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), que ajudou a fundar, e diretora da Associação dos Orientadores Educacionais de Pernambuco.
Cada estado tem direito a três cadeiras no Senado Federal, totalizando 81 parlamentares na casa. Neste ano, cada estado elege um candidato.
Os outros dois senadores de Pernambuco em exercício foram eleitos em 2018: Humberto Costa (PT) e Jarbas Vasconcelos (MDB). Os mandatos são de oito anos.
O primeiro suplente de Teresa Leitão é o ex-deputado federal Silvio Costa (Republicanos). O segundo suplente é Francisco Alexandre (PT).
Em 2002, além Teresa, outras três mulheres disputaram o Senado Federal: Dayse Medeiros (PSTU), Eugênia Lima (PSOL) e Roberta Rita (PCB).
A informação é do G1
O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, nesta quinta-feira (8), ter avisado irmãos e parentes sobre uma eventual busca e apreensão em imóveis da família. A declaração ocorreu durante transmissão por meio das redes sociais, em referência a compra de imóveis em dinheiro vivo apontados pela reportagem do Uol.
“O pessoal fala: “Por que você não entra na Justiça?” Até as eleições vai dar tempo de ver alguma coisa? Já liguei para os meus irmãos, meus parentes. “Cuidado que vão fazer uma busca e apreensão na casa de vocês. Estou avisando. Vão fazer busca e apreensão na casa de vocês daqui a poucos dias para ter aquele escândalo na mídia”. Pegar a minha irmã com 50 e poucos anos de idade, a outra lá com 60 anos, uma busca e apreensão para ver se tem indício da grana que o presidente mandou para vocês para comprar 67 imóveis ao longo de 32 anos. Trabalho sujo, como sempre da Folha e do Uol”, criticou.
“Não é questão de temer. É praxe. Fizeram isso para desgastar e agora vão pegar um pobre de um irmão meu, um ex-cunhado, uma irmã minha e fazer um escândalo, uma busca e apreensão em cima deles [para dizer] ‘Tá vendo?’ É isso. Estou falando abertamente, ninguém… não sei se eles estão sendo investigados, mas o que é natural acontecer é isso. Fazer um escândalo às vésperas das eleições.”
No último dia 6, Bolsonaro caracterizou como “uma covardia” a matéria investigativa. E alegou que no contrato de compra da maioria dos imóveis está escrito “moeda corrente”, o que não significaria “dinheiro vivo”.
Segundo a matéria do UOL, quase metade do patrimônio em imóveis de Bolsonaro e de seus familiares mais próximos foi construída nas últimas três décadas com uso de dinheiro em espécie. Desde os anos 1990 até os dias atuais, o presidente, irmãos e filhos negociaram 107 imóveis, dos quais pelo menos 51 foram adquiridos total ou parcialmente com uso de dinheiro vivo, segundo declaração dos próprios familiares entrevistados. As compras foram registradas nos cartórios com o modo de pagamento ‘em moeda corrente nacional’, expressão padronizada para repasses em espécie, totalizaram R$ 13,5 milhões.