TABIRA
Aterro Pajeú assegura que fez proposta bem menor, mas gestão não quis nem discutir

O contrato da gestão Nicinha Brandino para tratamento de resíduos sólidos de Tabira com a empresa Enlurpe, de Princesa Isabel, Paraíba.
De acordo com o contrato de serviço público 035/2021, anualmente a gestão gasta R$ 1.018.458,46 (um milhão, dezoito mil, quatrocentos e cinquenta e oito reais e quarenta e seis centavos) para “transporte, recebimento e destinação final dos resíduos sólidos urbanos em aterro ou atividade correlata, licenciado pelo órgão ambiental competente, etcetera”.
Pelo recebimento dos resíduos, a prefeitura tem custo anual de R$ 679.890,00. E pelo transporte, R$ 338.568,48.
Segundo a empresa Aterro Pajeú, instalada em Afogados da Ingazeira, a apenas 12 quilômetros de Tabira , a proposta apresentada para o mesmo serviço foi de R$ 35 mil mensais, ou R$ 420 mil. A conta nem considera o consumo médio que a prefeitura tem com combustível, na casa de R$ 15 mil mês.
Só na diferença de propostas, e economia seria de cerca de R$ 600 mil ano. Com esse valor , dava pra adquirir novecentas cestas básicas com base no cálculo do Dieese. Esse valor alimentaria cem famílias por nove meses. Atenderia também o princípio da economicidade.