POLÍTICA

Ministério Público Eleitoral acusa Gilson Machado de propaganda eleitoral irregular por atos com Bolsonaro no Recife
O Blog do Jamildo recebeu com exclusividade a informação de um pedido do MP Eleitoral solicitando o impedimento de novos atos eleitorais de Bolsonaro e Gilson Machado no Recife.
A petição apresentada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) na 5ª Zona Eleitoral (ZE) do Recife relaciona suposta propaganda eleitoral irregular ao candidato Gilson Machado (PL), realizada na capital pernambucana.
O Ministério Público Eleitoral (MPE), solicitou o impedimento de novos atos eleitorais do ex-presidente Jair Bolsonaro e Gilson Machado no Recife. A petição apresentada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) na 5ª Zona Eleitoral (ZE) do Recife relaciona suposta propaganda eleitoral irregular ao candidato Gilson Machado (PL), realizada na capital pernambucana.
O MPE solicita que a representação seja recebida e registrada formalmente, incluindo todos os documentos anexados. Também pede que os representados (os acusados de fazer a propaganda irregular) sejam notificados para que, se desejarem, apresentem sua defesa no prazo legal.
“Ao se instalarem nas proximidades do Sinagoga do Recife, tanto o ex-presidente Jair Bolsonaro quanto Gilson Machado realizaram diversos atos típicos de campanha eleitoral, em clara violação à legislação eleitoral vigente, que só permite tais ações a partir do dia 15 de agosto, configurando, sem dúvida, propaganda eleitoral antecipada”.
Visita de Bolsonaro ao Recife
A agenda do ex-presidente está apenas começando. Na manhã desta quinta-feira (8), Bolsonaro participou de culto em uma igreja evangélica em Jaboatão dos Guararapes e seguiu para Gravatá, onde terá encontro com apoiadores.
Outro ato no Recife está previsto para acontecer no sábado (10), encerrando sua agenda pelo estado. Se acatado o pedido do MP-PE, a carreata que terá concentração na zona sul da cidade até o Clube Português não poderá acontecer.
Baseando-se no artigo 36, da Lei 9.504/1997, que regula a propaganda eleitoral no Brasil, o documento pede aplicação da sanção prevista na lei contra os representados. Isso significa que os responsáveis pelos atos de e, possivelmente, os beneficiários, devem ser penalizados com uma multa.
*Por Jamildo Melo.