Rodrigo Vianna defende prisão de Bolsonaro por incitar terrorismo em Brasília

PROTESTOS

Terroristas bolsonaristas incendiaram ônibus e depredaram patrimônio público na capital federal

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(Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | ABr)

 

O jornalista Rodrigo Vianna, âncora da TV 247, defendeu que Jair Bolsonaro seja preso por incitar atos terroristas em Brasília, como os que aconteceram na noite de ontem, quando terroristas bolsonaristas incendiaram ônibus, depredaram patrimônio público e tentaram invadir a sede da Polícia Federal.

Silêncio de Bolsonaro

Em meio às cenas de violência e vandalismo na capital federal, o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem feito poucas declarações públicas desde o fim das eleições. Na semana passada, o atual mandatário fez um discurso dúbio a apoiadores após mais de um mês em silêncio. O chefe do Executivo ainda não reconheceu abertamente a derrota nas urnas.

“Hoje, estamos vivendo um momento crucial, uma encruzilhada. Quem decide o meu futuro são vocês; quem decide para onde vão as Forças Armadas são vocês; quem decide para onde vai a Câmara e o Senado são vocês”, disse Bolsonaro a apoiadores no Palácio da Alvorada.

Sem dar detalhes, o mandatário acrescentou que está assistindo a “absurdos acontecendo” e que, “diferente de outras pessoas, vamos vencer”. Ele continuou: “Tudo dará certo no momento oportuno”. Mais cedo, após a diplomação de Lula e Alckmin, o presidente se reuniu com milhares de apoiadores em frente ao Alvorada./ COLABORAÇÃO/METRÓPOLES

 Manifestantes que apoiam o presidente Jair Bolsonaro tentaram invadir a sede da Polícia Federal em Brasília após a prisão do indígena José Acácio Serere Xavante, decretada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, e iniciaram um protesto que, por volta das 22h de segunda-feira (12), resultou no fechamento do Setor Hoteleiro Norte e de parte do Eixo Monumental, segundo informou a assessoria de imprensa da Polícia Militar.

Segundo a PM, os manifestantes colocaram fogo em carros e ônibus. Inicialmente a tentativa de invasão na PF foi controlada por unidades da Polícia Militar que estavam no local, mas o protesto cresceu e ainda não terminou. A assessoria informou que, além das unidades locais, foram acionadas as equipes táticas, o Batalhão de Choque e a equipe de operações especiais para controlar a situação.

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva não esteve em risco em nenhum momento em função das manifestações, informou o  futuro ministro da Justiça, Flávio Dino, em uma coletiva noite desta segunda-feira.

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF) informou, por meio de nota, que as forças de segurança reforçaram a atuação em toda área central de Brasília “para controle de distúrbios civis, do trânsito e  de eventuais incêndios. As ações começaram em frente ao edifício-sede da Polícia Federal (PF), em decorrência do cumprimento de mandado de prisão, e se estenderam para outros locais da região central.”

Segundo a nota, o trânsito de veículos na Esplanada dos Ministérios, na Praça dos Três Poderes e outras vias da região central está restrito, como medida preventiva. A recomendação é que os motoristas evitem o centro da cidade.

“Destacamos, por fim, que as imediações do hotel em que o presidente da república eleito está hospedado tem vigilância reforçada por equipes táticas e pela tropa de choque da Polícia Militar do Distrito Federal”, informou a secretaria.

Silêncio de Bolsonaro

Em meio às cenas de violência e vandalismo na capital federal, o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem feito poucas declarações públicas desde o fim das eleições. Na semana passada, o atual mandatário fez um discurso dúbio a apoiadores após mais de um mês em silêncio. O chefe do Executivo ainda não reconheceu abertamente a derrota nas urnas.

“Hoje, estamos vivendo um momento crucial, uma encruzilhada. Quem decide o meu futuro são vocês; quem decide para onde vão as Forças Armadas são vocês; quem decide para onde vai a Câmara e o Senado são vocês”, disse Bolsonaro a apoiadores no Palácio da Alvorada.

Sem dar detalhes, o mandatário acrescentou que está assistindo a “absurdos acontecendo” e que, “diferente de outras pessoas, vamos vencer”. Ele continuou: “Tudo dará certo no momento oportuno”. Mais cedo, após a diplomação de Lula e Alckmin, o presidente se reuniu com milhares de apoiadores em frente ao Alvorada.

CONFIRA VÍDEO DO DISCURSO DE PRESIDENTE DO TSE ALEXANDRE DE MORAIS

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