INTERIOR DE PERNAMBUCO

O vereador líder da oposição na Câmara Municipal de Serra Talhada, Vandinho da Saúde, revelou que vai entrar com um pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para que a Casa Legislativa possa esclarecer e investigar graves denúncias envolvendo a gestão Márcia Conrado.
“Estou entrando com um processo na Câmara Municipal de Serra Talhada e não sei qual vai ser a posição dos vereadores”, afirmou o vereador em entrevista ‘bomba’ ao Programa do Farol no último sábado (10).
Vandinho detalhou três dos pedidos. Um deles, é o caso que ficou conhecido como o ‘escândalo dos combustíveis’, o outro será sobre o desvio de finalidade de R$ 9 milhões do Fundeb e o terceiro sobre a denúncia de superfaturamento envolvendo o projeto praças da ciência.
“É para abrirmos um processo de investigação contra todas essas denúncias que foram feitas ao governo Márcia Conrado, pedindo abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos combustíveis, que isso é um absurdo, eu fiz essa denúncia em sete órgãos fiscalizadores de R$ 24 milhões, gastos em 2023. Esse ano de 2024, vai passar no final da gestão Márcia Conrado, vai passar de R$ 31 milhões para gasto com combustível”.
“Uma CPI que abranja também as pracinhas da ciência, que essa está bem avançada, já foram ouvidas uma porrada de gente, entre eu, proprietários da empresa, algumas pessoas que fazem parte da gestão já foram notificadas, esse processo já tem mais de 1.500 páginas, com Polícia Federal, Procuradoria Geral da República está investigando um superfaturamento, não é Vandinho quem está dizendo, está lá”, afirmou o vereador.
“Diz lá que encontraram indícios de superfaturamento nessa obra, com direcionamento licitatório, então foi encontrado isso lá, não é Vandinho quem está dizendo, foi encontrado esse indício de privilégio para uma empresa. E sobre os R$ 9 milhões [de desvio de finalidade do Fundeb], vou pedir a investigação sobre quatro processos que estão correndo a passos largos no Ministério Público Federal, na Polícia Federal e na Procuradoria Geral da República”.
(Farol de Notícias)