Com apoio do presidente da Alepe, Marília diz que pré-candidatura ao Senado é irreversível

POLÍTICA

Foto; Divulgação

Segundo a ex-parlamentar, a decisão é respaldada pelo seu desempenho nas pesquisas

Por Blog da Folha

A ex-deputada federal Marília Arraes (Solidariedade) reafirma sua decisão de disputar uma vaga para o Senado. Segundo ela, a decisão é respaldada pelo seu desempenho nas pesquisas de intenção de voto realizadas desde o ano passado.

“Eu não tenho direito de fazer isso com mais de 40% da população de Pernambuco, que quer que a gente esteja no Senado”, ressaltoi Marília Arraes.

A declaração foi dada neste sábado, quando Marília Arraes participou, ao lado do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto, de uma série de agendas no município de Canhotinho.

Também estiveram presentes no evento o prefeito de Lajedo, Erivaldo Chagas; o prefeito de São Caetano e presidente estadual do PRD, Josafá Almeida; e os ex-prefeitos de Capoeiras, Nenê e Neide Reino.

Álvaro Porto defendeu o nome de Marília Arraes para compor a chapa majoritária encabeçada por João Campos na disputa ao Governo do Estado.

Para o parlamentar, a presença de Marília como candidata ao Senado fortalece o projeto político e amplia o diálogo com diferentes regiões de Pernambuco.

“Estamos tratando de um projeto coletivo, que precisa reunir forças e construir convergência. Pernambuco precisa de união e de nomes que agreguem experiência, representatividade e capacidade de diálogo. Marília reúne essas credenciais e pode contribuir muito numa chapa majoritária forte e competitiva”, afirmou Álvaro Porto.

Marília destacou a importância da construção conjunta. “Nosso compromisso é com Pernambuco. Sempre defendi a política como instrumento de união e trabalho. Fico honrada em ter meu nome lembrado como parte de um projeto maior, que dialogue com o sentimento da população e fortaleça o estado”, declarou.

Pré-candidato a deputado federal, Gabriel Porto também ressaltou o potencial da composição.

“Marília demonstra forte conexão com o eleitorado e capacidade de agregar. Uma chapa unida e equilibrada é fundamental para ampliar a base e consolidar um projeto vencedor”, afirmou.

Mutirão do TRE-PE soma quase 9,1 mil atendimentos em dois dias

TRE-PE

Sede do TRE-PE -
Sede do TRE-PE – – Junior Soares/Folha de Pernambuco

Por Blog da Folha*

Na última sexta-feira (27), segundo dia do mutirão de cadastramento biométrico do  Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), 4.737 eleitores e eleitoras procuraram os cartórios, postos e centrais de atendimento no estado para a emissão do 1º título e registro das digitais, entre outros serviços. Entre quinta e sexta-feiras, 9.198 eleitores procuraram o TRE-PE.

Os postos instalados nos shoppings RioMar, Guararapes e Patteo, no Recife, Jaboatão dos Guararapes e Olinda, respectivamente, tiveram uma boa procura. Foram 1.244 atendimentos. Em Jaboatão dos Guararapes, segundo maior colégio eleitoral de Pernambuco,  os dois primeiros dias de mutirão resultaram em 2.006 atendimentos em todas as unidades de atendimento.

Embora o foco do mutirão seja a coleta biométrica e o primeiro título, todos os serviços eleitorais serão ofertados. A ação integra a campanha Atualize, do TRE-PE, de incentivo ao cadastramento biométrico. Os dados revelam que os eleitores estão respondendo à convocação da Justiça Eleitoral. De novembro de 2025 a janeiro, nos três primeiros mutirões, 49.076 foram atendimentos, dos quais 16.191 foram registrados na última semana de janeiro.

O atendimento continua neste sábado, das 8h às 16h, em todo o estado. Para participar da ação, o eleitor ou a eleitora deve agendar previamente um atendimento no site do TRE-PE.

As unidades recebem eleitores de qualquer cidade do estado, independente de onde votam. Em caso de dúvidas ou dificuldades, é possível entrar em contato com a atendente virtual Júlia ou ligar para o Disque Eleitor, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h, pelo telefone (81) 3194-9400.

Com informações do site do TRE-PE*

Especialista afirma que Raquel Lyra deve pensar no futuro político se tiver apoio do bolsonarismo

POLÍTICA

O cientista político e sociólogo Rudá Ricci
O cientista político e sociólogo Rudá Ricci – Arquivo pessoal

Para o sociólogo Rudá Ricci, direita seria penalizada caso a governadora opte por apoiar Lula 

Por Alex Fonseca

O cientista político e sociólogo Rudá Ricci afirmou, em entrevista à Rádio Folha 96.7 FM, na última sexta-feira (27), que a governadora Raquel Lyra (PSD) terá uma missão difícil nas eleições deste ano. Para ele, a chefe do Executivo estadual deve pensar no futuro político caso não vença a reeleição tendo o apoio de políticos bolsonaristas.

“Se ela ganhar, o futuro está dado. (…) (Mas) ela não pode perder se jogando num bloco que duvida dela, que é o bloco bolsonarista”, disse.

“Problemaço”
O especialista também apontou que a governadora tem sinalizado que poderá apoiar a reeleição do presidente Lula (PT). Segundo o professor, isso seria um “problemaço” para a direita no estado, que não teria um candidato eleitoralmente viável para apresentar nas eleições. Por outro lado, Raquel também teria dificuldades de conquistar esse eleitorado.

“Esse é um problemaço para uma eleição nacional, para o PL ou para o bolsonarismo”, disse.

Estratégia
Rudá Ricci também analisou os movimentos políticos do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil), que tem buscado se viabilizar como candidato ao Senado pela chapa do provável candidato ao governo e prefeito do Recife, João Campos (PSB). Coelho também se aproximou do presidente Lula, com quem chegou a tirar uma foto no Carnaval.

“Em Pernambuco, é uma loucura não estar com João e com Lula. É uma loucura total, quer dizer, isso daí coloca em risco o futuro político da pessoa”, opinou.

Direita sem ideias
O especialista afirmou que a direita, representada atualmente pelo bolsonarismo, não tem ideias. Ao analisar a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL), Rudá Ricci apontou que essa vertente política não tem feito propostas claras sobre políticas públicas e citou, como exemplo, o caso da segurança pública, um dos temas mais abordados pelos bolsonaristas.

“A extrema direita não tem projeto de política em lugar nenhum. O que eles têm são ideias e força. Uma ideia sobre segurança, mas não tem política nenhuma. Nunca tiveram. Eles não têm centros de elaboração de políticas públicas. São muito novatos ainda. Tiveram uma ascensão muito grande por causa do ressentimento social que existe no Brasil”, analisou.

Veja a entrevista na íntegra:

Após encontro de Raquel Lyra com presidente nacional do MDB, Raul reafirma apoio a João Campos

POLÍTICA

Raul Henry
Raul Henry – arquivo

Declaração foi dada após reunião da executiva estadual do MDB de Pernambuco

Por Alex Fonseca

Após reunião entre o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, e a governadora Raquel Lyra (PSD), o presidente da legenda em Pernambuco, Raul Henry, reafirmou, na sexta-feira (27), que o partido apoiará o prefeito do Recife, João Campos (PSB), na disputa pelo governo do estado.

O encontro entre Baleia e Raquel foi realizado na quarta (25), em Brasília, e tratou sobre possíveis alianças. A reunião entre os dois foi confirmada na quinta-feira (26) pelo secretário da Casa Civil do governo, Túlio Vilaça.

“Afirmamos a nossa posição de defender a aliança com o PSB, uma aliança que foi construída no passado por Jarbas (Vasconcelos) e Eduardo Campos, uma aliança que deu ao MDB espaço administrativo e espaços nas chapas majoritárias”, declarou

Ele ressaltou que essa decisão foi a vencedora na convenção em que foi reconduzido como presidente, em maio do ano passado. “Nós defendemos isso (a aliança com João e o PSB) e essa linha política foi vitoriosa na convenção”, ressaltou.

A reunião da sexta ocorreu na sede do partido, no Bairro do Recife, e debateu a formação das chapas federal e estadual. Também ficou decidida a criação de uma comissão provisória para formar um diretório municipal da legenda no Recife.

Ausentes
O senador Fernando Dueire e o deputado estadual Jarbas Filho não estiveram presentes no encontro. Raul Henry minimizou as ausências e disse que havia sido uma escolha deles.

“Foi uma escolha deles. Eles foram convidados e avisados da reunião. Nós temos que respeitar (a decisão de não vir)”, disse.

Afogados: aulas na zona rural estão suspensas em decorrência das chuvas

AFOGADOS DA INGAZEIRA 

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que devido ao grande acumulado de chuvas das últimas 24 horas, estão suspensas, por razões de segurança, as aulas das escolas da zona rural nesta segunda (02). A retomada das aulas nessas escolas na terça será reavaliada amanhã.

Equipes das secretarias de infraestrutura, agricultura, além da defesa civil e bombeiros civis estão de prontidão para atender as ocorrências. A estrada da Serra vermelha foi interditada, nas imediações do IFPE, em decorrência do grande volume de água acumulado.

Estão sendo realizados serviços para melhor escoamento das águas no local. O trabalho continuará nesta segunda (02). O número da defesa civil de afogados é (87) 9.9970-0013.