Oscar 2026: Lula comemora indicações de ‘O Agente Secreto’, Wagner Moura e Adolpho Veloso

CINEMA

Sessão de
Sessão de “O Agente Secreto” no Palácio da Alvorada contou com frevo da Orquestra Popular do Recife e dança do grupo Guerreiros do Passo. (Ricardo Stuckert//PR

Por Gabriela Caputo/Estadão Conteúdo

‘Estar entre os melhores do mundo já é uma vitória da nossa cultura’, celebrou o presidente brasileiro nas redes sociais

O ator Wagner Moura e o diretor Kleber Mendonça Filho foram recebidos no Palácio do Planalto por Lula e Janja para uma exibição especial do filme 'O Agente Secreto'
O ator Wagner Moura e o diretor Kleber Mendonça Filho foram recebidos no Palácio do Planalto por Lula e Janja para uma exibição especial do filme ‘O Agente Secreto’ Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou as quatro indicações de “O Agente Secreto” ao Oscar. O filme de Kleber Mendonça Filho recebeu quatro indicações, de melhor elenco, melhor filme internacional, melhor filme e melhor ator.

Em várias publicações no Instagram, o presidente enalteceu as indicações. Disse que estar entre os indicados para o melhor elenco “reconhece a força de quem constrói essa história junto”. “Quando o trabalho é coletivo e o talento é valorizado, o Brasil brilha para o mundo”, afirmou.

Sobre a indicação do longa como melhor filme internacional, categoria que premiou “Ainda Estou Aqui” no ano passado, Lula disse ser “motivo de celebração para todo o país”. “Parabenizo o diretor Kleber Mendonça Filho e todo o elenco, que levaram a criatividade, a sensibilidade e a força da nossa história para o mundo. Quando a cultura brasileira é valorizada, o Brasil volta a ser protagonista no cenário internacional”, declarou.

Sobre a indicação a melhor filme, o presidente disse que “estar entre os melhores do mundo já é uma vitória da nossa cultura, do nosso talento e da nossa capacidade de contar histórias que atravessam fronteira”.

O presidente destacou a valorização da cultura brasileira e o reconhecimento internacional resultante disso, parabenizando Kleber Mendonça Filho e todo o elenco.

“Estar entre os melhores do mundo já é uma vitória da nossa cultura, do nosso talento e da nossa capacidade de contar histórias que atravessam fronteiras“, afirmou Lula, em referência à indicação de Melhor Filme, principal e mais importante categoria do Oscar. A produção também concorre – e é favorita – ao prêmio de Melhor Filme Internacional.

O presidente também fez uma publicação em homenagem à indicação do brasileiro Adolpho Veloso na categoria de melhor fotografia pelo filme Sonhos de trem, dirigido pelo norte-americano Clint Bentley e disponível na Netflix. A equipe do presidente, no entanto, não demonstrou o mesmo entusiasmo que teve com as indicações de O Agente Secreto, limitando-se a colocar uma bandeira do Brasil na publicação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou as indicações brasileiras ao Oscar 2026 nesta quinta-feira, 22. Em uma sequência de postagens no perfil oficial do Instagram, Lula exaltou as quatro nomeações de O Agente Secreto ao prêmioincluindo na categoria de Melhor Ator com Wagner Moura, e também mencionou Adolpho Veloso, que concorre em Melhor Fotografia com Sonhos de Trem.

Confira as publicações:

‘O Agente Secreto’ recebe quatro indicações ao Oscar 2026

CINEMA

Wagner Moura em cena de O Agente Secreto/Reprodução
Wagner Moura em cena de O Agente Secreto (Reprodução)

Por Diario de Pernambuco

Indicações de ‘O Agente Secreto’ incluem uma nomeação na principal categoria do Oscar, Melhor Filme

O filme brasileiro ‘O Agente Secreto’ recebeu quatro indicações ao Oscar 2026, incluindo à principal categoria da premiação, Melhor Filme. Os indicados foram revelados nesta quarta-feira (22).

Dirigido por Kleber Mendonça Filho, ‘O Agente Secreto’ também foi indicado nas categorias Melhor Direção de Elenco e Melhor Filme Internacional. Além disso, Wagner Moura se tornou o primeiro ator brasileiro indicado à categoria de Melhor Ator por seu papel no longa-metragem.

Com uma narrativa que combina suspense político e drama, o longa acompanha um Brasil atravessado por disputas de poder, vigilância e tensão social, marca recorrente na filmografia de Kleber Mendonça Filho. O filme vinha sendo apontado como um dos destaques da temporada internacional após acumular prêmios e elogios da crítica, incluindo o Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Não-inglesa.

As indicações ocorrem um ano após um marco histórico para o país: em 2025, Ainda Estou Aqui tornou-se o primeiro filme brasileiro a disputar Melhor Filme, além de render a Fernanda Torres uma indicação de Melhor Atriz e conquistar o Oscar de Melhor Filme Internacional.

Agora, O Agente Secreto dá continuidade a esse momento singular do cinema nacional, ampliando seu alcance e reconhecimento junto à Academia.

A cerimônia de entrega do Oscar 2026 será realizada em 15 de março, no Dolby Theatre, em Los Angeles.

Histórico! ‘”Ainda Estou Aqui” vence Oscar 2025 de Melhor Filme Internacional e garante primeira estatueta do Brasil

CINEMA

Cena do filme ''Ainda Estou Aqui'', que concorre em três categorias no Oscar 2025
Cena do filme ”Ainda Estou Aqui”, que concorre em três categorias no Oscar 2025 – Foto: Alile Dara Onawale/Sony Picutres
Imagem de Walter Salles segurando Oscar de Melhor Filme Internacional por 'Ainda Estou Aqui'
Imagem de Walter Salles segurando Oscar de Melhor Filme Internacional por ‘Ainda Estou Aqui’ – MIKE COPPOLA/AFP

Longa de Walter Salles venceu na categoria de Melhor Filme Internacional, desbancando “Emilia Pérez”.

O filme brasileiro “Ainda Estou Aqui” venceu o Oscar de Melhor neste domingo (02), o Filme Internacional na premiação em 2025. O troféu é histórico, visto que é a primeira vez na história que uma produção brasileira vence um troféu na premiação mais famosa do mundo.

Disputavam com ele “Emilia Pérez”, “A Semente do Fruto Sagrado”, “Flow” e “A Garota na Agulha”. O primeiro, o longa francês, era outro mais cotado para vencer na categoria – em especial pelas 13 indicações que teve ao Oscar deste ano. Entretanto, a produção sofreu com muitas polêmicas, entre elas a de mensagens antigas xenofóbicas e racistas da protagonista Karla Sofía Gascón.

O Brasil venceu seu primeiro prêmio na categoria em sua quinta indicação. Os anteriores que disputaram foram: “O Pagador de Promessas”, “O Quatrilho”, “O que é isso, companheiro?” e “Central do Brasil”.

Além disso, o país teve diversas outras indicações ao longo dos anos em outras categorias, como em Melhor Documentário, Melhor Atriz, Melhor Animação, entre outros. No entanto, em nenhuma delas houve uma vitória – relembre todas as aqui.

Baseado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, “Ainda Estou Aqui” conta a história real de Eunice Paiva, interpretada por Fernanda Montenegro. No início da década de 1970, em plena ditadura militar, ela precisou assumir a liderança da sua família de cinco filhos e lidar com a dor do desaparecimento do marido.

A produção estreou nos cinemas brasileiros em novembro e já levou mais de 5 milhões de espectadores até as salas de cinema, em uma arrecadação que passou de R$100 milhões.

Mundialmente, o longa está próximo dos US$ 30 milhões (cerca de R$ 176 milhões) de arrecadação mundialmente. Nos Estados Unido, são mais de US$ 5 milhões (por volta de R$ 30 milhões). A produção brasileira é a primeira a ser indicada e Melhor Filme no Oscar e a quinta nacional na categoria de filmes não falados em inglês.

“Obrigado, em primeiro lugar, em nome do cinema brasileiro, por estar em um grupo tão extraordinário de cineastas”, disse Walter Salles, ao receber o Oscar.

“Eu dedico esse prêmio à mulher que, durante um período em um regime totalitário, decidiu não se curvar e resistir. Esse prêmio é dedicado a ela. O nome dela é Eunice Paiva. E eu dedico esse prêmio a duas mulheres extraordinárias que deram vida a ela: Fernanda Torres e Fernanda Montenegro”, completou.

“Ainda Estou Aqui” foi amplamente aclamado pela crítica mundial com uma média de 85 de 100 no Metascore, que reúne textos críticos do mundo inteiro.

Por Cláudio Gabriel/CBN

Cine Teatro São José paralisa atividades para instalação de cadeiras, tela e revisão

AFOGADOS DA INGAZEIRA

Foto/Divulgação

Chegaram essa semana as novas cadeiras e a tela do Cine São José, fruto de recursos da Lei Paulo Gustavo.

As cadeiras foram adquiridas a uma empresa especializada do Paraná,  após articulação e negociação de Bruna Tavares e William Tenório,  da Pajeú Filmes.

A nova tela, que substituirá a atual,  também chegou e está aguardando instalação.

O espaço recebeu R$ 300 mil para a troca de cadeiras e tela, modernizando a sala e garantindo sua continuidade como um importante centro cultural da região.

A reabertura deve ocorrer na primeira quinzena de março. Além do projeto,  a gestão Sandrinho Palmeira assina convênio para apoio na manutenção do patrimônio cultural da região.

Ainda está no radar a montagem da luz cênica e uma revisão técnica, sob coordenação de Alexandre Barros, da empresa que vendeu o equipamento de projeção.  A SP Eletrônica, de Paulo André de Souza,  também está plenamente envolvida no projeto. As informações são de Marcelo patriota.

Vídeo: “Ainda estou aqui” conquista prêmio Goya na Espanha

CINEMA

"Ainda estou aqui" levou o prêmio Goya
“Ainda estou aqui” levou o prêmio Goya – Foto/Divulgação

Por AFP

O filme brasileiro “Ainda estou aqui”, do diretor Walter Salles, conquistou, no sábado (8), o prêmio Goya de melhor filme ibero-americano, somando a premiação espanhola a uma trajetória notável que já lhe rendeu três indicações ao Oscar.

O longa estrelado por Fernanda Torres e ambientado durante ditadura militar (1964-1985) era o claro favorito para levar o prêmio na cerimônia realizada na cidade de Granada, no sul da Espanha.

Salles dedicou o prêmio ao “cinema brasileiro” através do cantor uruguaio Jorge Drexler, que recebeu a estatueta, já que o diretor brasileiro não esteve presente na cerimônia.

Na categoria, “Ainda estou aqui” concorria com o longa uruguaio “Agarre-me Forte”, o argentino “El Jockey”, o chileno “No Lugar da Outra” e o costarriquenho “Memorias de un cuerpo que arde”.

Com enorme reconhecimento internacional, o longa de Walter Salles seduziu o público e a crítica internacionais com seu retrato do desaparecimento do deputado Rubens Paiva durante o regime militar no Brasil.

O filme narra a luta de sua esposa, Eunice Paiva, interpretada por Fernanda Torres, e de seus cinco filhos após o sequestro de seu marido por agentes da repressão do Estado em 1971. Seu corpo nunca foi encontrado.

O Brasil jamais julgou os crimes da ditadura, que, segundo números oficiais, deixou 202 mortos, 232 desaparecidos e milhares de vítimas de tortura e detenções ilegais.

A lei de anistia aprovada em 1979 pelo regime militar impediu que os culpados respondessem pelos crimes.

“É um filme sobre o presente. Tivemos um presidente [Jair Bolsonaro] que elogiou um torturador da ditadura e que acha que os militares ‘salvaram’ o Brasil do comunismo. ‘Ainda Estou Aqui’ traz uma reflexão importante, enquanto vemos que os porões da ditadura hoje continuam abertos”, explicou Fernanda Torres em entrevista à AFP em janeiro.

Grande parte dos elogios ao filme são precisamente sobre a interpretação de Fernanda como Eunice Paiva, que lhe rendeu o Globo de Ouro à melhor atriz dramática e a indicação ao Oscar como melhor protagonista.

Fernanda Torres é filha de Fernanda Montenegro, que há 26 anos também foi indicada ao Oscar de melhor atriz por outro filme de Salles, “Central do Brasil”.

Além do prêmio de melhor atriz, na cerimônia de 2 de março, em Los Angeles, “Ainda estou aqui” competirá nas categorias melhor filme – o primeiro longa brasileiro a receber essa indicação – e melhor filme internacional.

Anúncio de indicados ao Oscar 2025 será adiado por conta dos incêndios na Califórnia

CINEMA

Fernanda Torres conquistou o Globo de Ouro
Fernanda Torres conquistou o Globo de Ouro – Foto: Robyn Beck/AFP

Com o avanço dos incêndios na cidade de Los Angeles, a Academia optou por adiar o anúncio dos indicados ao Oscar 2025 para o dia 19 de janeiro.

Os incêndios seguem fortes na cidade de Los Angeles, Califórnia, levando ao cancelamento ou adiamento de diversos eventos de Hollywood, inclusive, o Oscar. A Academia de Ciência e Artes Cinematográficas de Hollywood decidiu mudar a data do anúncio dos indicados ao prêmio em 2025, passando do dia 17 para o dia 19 de janeiro.

Nesta quarta-feira, 8, teve início a votação final para as categorias, se estendendo até o dia 15 de janeiro. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 2 de março às 21h.

Incêndios em Los Angeles atinge artistas

Os fortes ventos de Santa Ana se tornaram um dos fatores principais para o fogo se alastrar tão rápido, causando destruição por onde passa e deixando mais de 30 mil pessoas, inclusive de diversas celebridades, longe de suas residências. Além disso, é confirmado que cinco pessoas morreram devido aos incêndios.

O casal de atores Adam Brody, de “The O.C.” e “Nobody Wants This”, e Leighton Meester, a famosa Blair de “Gossip Girl”, tiveram sua mansão em Pacific Palisades, avaliada em US$ 6,5 milhões, destruída pelas chamas.

Outros eventos cancelados

A 30.ª edição do Critics Choice Awards precisou ser adiada em decorrência dos incêndios de Los Angeles. A premiação, que aconteceria neste domingo, dia 12, ganhou uma nova data, agora no dia 26 de janeiro. O local do evento, no Barker Hangar, fica em Santa Mônica, próximo ao bairro de Pacific Palisades, um dos principais focos de incêndio.

O evento começa às 21h e será transmitido ao vivo pelo canal pago TNT e pela Max, no streaming.

Ainda Estou Aqui, filme brasileiro que rendeu o Globo de Ouro para Fernanda Torres, foi indicado ao prêmio de melhor filme internacional no Critics Choice Awards. Com mais de 600 membros, a maior associação de críticos de cinema e televisão dos Estados Unidos e Canadá é a responsável pela entrega do prêmio.

No mesmo dia 26 de janeiro, tanto o filme quanto a atriz Fernanda Torres estarão concorrendo também ao Satellite Awards, organizado pela IPA (International Press Academy), associação de jornalistas de entretenimento.

festival de cinema de triunfo celebra 15ª edição com diversidades e ancestralidade

INTERIOR DE PERNAMBUCO

 (Foto: Felipe Souto Maior)
(Foto: Felipe Souto Maior)

Por: Diario de Pernambuco

O evento será realizado entre os dias 9 e 14 de dezembro, com mostras de curtas, médias e longas-metragens, assim como oficinas e outras atividades especiais

Entre os dias 9 e 14 de dezembro, o Festival de Cinema de Triunfo realiza sua 15ª edição, com o centenário Theatro Cinema Guarany abrindo as portas para mostras de curtas e longas, além de atividades formativas, debates e uma série de outras ações que farão a cidade respirar cinema durante uma semana.

O festival é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com a Prefeitura Municipal de Triunfo, do Sesc e da Associação Comercial de Triunfo.

A programação deste ano segue abraçando a pluralidade, descentralização e inventividade, com curtas, médias e longas oriundos de todos os cantos do estado, do Nordeste e do Brasil presentes e com a tela do Theatro Cinema Guarany recebendo narrativas e imagens que estimulam debates sobre a diversidade da cultura brasileira. A curadoria buscou equilibrar diferentes gêneros e formatos, como ficção, documentário, cinema experimental e videodança, além de uma programação especial para o público infanto-juvenil e a Mostra Judith Quinto, realizada pelo Sesc.

“O Festival de Cinema de Triunfo é um momento muito importante do calendário do audiovisual tanto do estado, como do Nordeste e do Brasil. Ele chega em sua 15ª edição consolidado como um espaço de encontros e trocas para a cadeia produtiva, mostrando que a força do cinema no nosso estado não se concentra apenas na capital, mas abrange toda sua extensão territorial”, afirma a Secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.

A abertura oficial do festival será realizada às 18h, no Theatro Cinema Guarany, iniciando também a mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais, seguida do primeiro longa do festival, o paraibano Cervejas no Escuro, de Tiago A. Neves. Também compõe a mostra de longa os títulos Tijolo por Tijolo (Victória Álvares e Quentin Delaroche, PE), Citrotoxic (Júlia Zakia, SP), Sekhdese (Graciela Guarani e Alice Gouveia) e Légua Tirana (Diogo Fontes Ek’derô e Marcos Carvalho Xôlaka, PE)

“A nossa programação busca incentivar a participação do público nos debates, fortalecendo o diálogo entre realizadores e espectadores. Além de buscar criar um espaço de troca e reflexão crítica sobre os temas abordados nos filmes, com uma seleção de obras que exploram questões como ancestralidade, identidade de gênero, territorialidade, cultura popular e tradições regionais”, explica a Coordenadora de Audiovisual da Secult-PE, Maria Samara.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

SEGUNDA-FEIRA (09/12/2024)
18h | Cerimônia de abertura
19h | Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais
Kruarã – Território ancestral (Outro, 6 min, 2024, Triunfo-PE, Livre), de Zinid
Acessibilidade: Legendagem para surdos e Ensurdecidos
Dinho (Ficção, 20 min, 2023, Recife-PE, 10 anos), de Leo Tabosa
Acessibilidade: Libras, audiodescrição e legendas para surdos e ensurdecidos
Ser trava no sertão trasngressora (Documentário, 45 min, 2021, Arcoverde-PE, Livre), de Luís Massilon da Silva Filho
Rheum (Experimental, 2 min, 2024, Salvador, BA, Livre), de Rayana França
20h30 | Mostra competitiva de longa-metragem Nacional
Cervejas no escuro (Experimental, 83 minutos, 2023, Princesa Isabel – PB, 12 anos), de Tiago A. Neves
TERÇA-FEIRA (10/12/2024)
18h | Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais
Navio (Ficção, 11 min, 2023, Natal-RN, Livre), de Alice Carvalho, Larinha R. Dantas e Vitória Real
Mestre Orlando do Couro: Ancestralidade viva na pele talhada (Documentário, 24 min, 2024, Poço Redondo – SE, Livre), de Bruno Marques.
Acessibilidade: Legendagem para surdos e Ensurdecidos
Socorro & Mazé (Documentário, 18 min, 2024, Surubim – PE, Livre), de João Marcelo
Carniceiros (Terror, 24 min, 2023, Petrolina -PE, 12 anos), de Geisla Fernandes e  Wllyssys Wolfgang Acessibilidade: Legendagem para surdos e ensurdecidos, libras e audiodescrição.
Miração (Experimental, 10 min, 2024, Ouricuri- PE, Livre), de Agamenon Porfírio
Sustenta a pisada! (Videodança, 7 min, 2024, Arcoverde-PE, Livre), de Jéssika Betânia
20h | Mostra competitiva de longa-metragem Nacional
Tijolo por tijolo (Documentário, 104 min, 2024, Recife-PE, Livre), de Victória Álvares e Quentin Delaroche
QUARTA-FEIRA (11/12/2024)
14h | Mostra especial: sessão questões de gênero
Questões de gênero (Documentário, 28 min, 2024, Serra Talhada – PE, Livre), de Marlom Meirelles
14h30 | Debate após sessão
18h | Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais
Solange não veio hoje (Ficção, 20 min, 2024, Salvador – BA, Livre), de Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenreiter
Samuel foi trabalhar (Ficção, 17 min, 2024, Maceió-AL, 10 anos), de Janderson Felipe e Lucas Litrento
Flor do coco (Documentário, 15 minutos, 2024, Toritama – PE, Livre), de Vinícius Tavares
Mulher maracatu (Documentário, 23 min, Nazaré da Mata- PE, 2023, Livre), de Carlota Pereira e Dani Cano
Moagem (Documentário, 16 min, 2024, Tabira – PE, Livre), de Odília Nunes
Acessibilidade: legendagem descritiva.
O bombeiro (Documentário, 3 minutos, 2022, Recife – PE, Livre), de Mozart Albuquerque
20h | Mostra competitiva de longa-metragem Nacional
Citrotoxic (Ficção, 84 min, 2023, Amparo- SP, Livre), de Julia Zakia
Acessibilidade: audiodescrição, libras e cc.
Debate após sessão
QUINTA-FEIRA (12/12/2024)
14h | Ritual sagrado com as crianças Angico Pankararu
14h30 | Sessão Cine Sesc apresenta Mostra competitiva de curta e média-metragem infanto-juvenil
Era uma noite de São João (Musical, 11 min, 2022, João Pessoa – PB, Livre), de Bruna Velden
Acessibilidade: Legendagem para surdos e ensurdecidos e audiodescrição.
Cósmica (Documentário, 7 min, 2022, João Pessoa – PB, Livre), de Ana Bárbara Ramos
Como chorar sem derreter (Ficção, 15 min, 2024, Rio de Janeiro – RJ, Livre), de Giulia Butler
Super-Herois (Aventura, 11 min, 2022, Brasília – DF, Livre), de Rafael de Andrade
Acessibilidade: Audiodescrição
Yadedwa seetô (Ficção, 13 min, 2024, Petrolândia – PE, Livre), do Coletivo Cinema no Interior – Comunidade Indígena Angico Pankararu.
Acessibilidade: Libras, audiodescrição e legenda descritiva.
Debate após sessão
18h | Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais
Emerenciana (Documentário, 12 min, 2023, Curitiba – PR, Livre), de Larissa Nepomuceno
Acessibilidade: Audiodescrição e legenda para surdos e ensurdecidos.
Mansos (Ficção, 20 min, 2024, Cuiabá – MT, 14 anos), de Juliana Segóvia
Uma irmã mais velha (Documentário, 25 min, 2024, Recife – PE, Livre), de Drica Mendes
Acessibilidade: Legenda para surdos e ensurdecidos.
De pés – Dom Santana (Musical, 8 min, 2024, Cabo de Santo Agostinho – PE, Livre), de Cora Fagundes
Acessibilidade: Legenda para surdos e ensurdecidos.
Carol (Ficção, 13 min, 2021, Afogados da Ingazeira – PE, Livre), de Bruna Tavares
Lilith (Documentário, 15 min, 2022, Afogados da Ingazeira – PE, 12 anos), de Nayane Nayse
Acessibilidade: Legenda para surdos e ensurdecidos, Libras e audiodescrição.
Búfala(Experimental, 9 min, 2021, Goiânia – GO, Livre), de Tothi Santos
Acessibilidade: Audiodescrição.
20h | Mostra competitiva de longa-metragem Nacional
Sekhdese (Documentário, 78 min, 2023, Recife -PE, Livre), de Graciela Guarani e Alice Gouveia
Debate após sessão
SEXTA-FEIRA (13/12/2024)
18h | Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais
Cinemas de rua de Guaxupé (Documentário, 20 min, 2024, Guaxupé – MG, Livre), de Eudaldo Monção Jr.
Acessibilidade: Libras
A edição do Nordeste (Documentário, 20 min, 2023, Natal – RN, 12 anos), de Pedro Fiuza
O som da pele (Documentário, 22 min, 2023, Recife – PE, Livre), de Marcos Santos Acessibilidade: Legendagem para surdos e ensurdecidos, libras e audiodescrição.
Sua majestade, o passinho (Documentário, 22 min, 2022, Recife – PE, 10 anos), de Carol Correia, Mannu Costa
Acessibilidade: Legendagem para surdos e ensurdecidos, libras e audiodescrição.
É cantando que eu me liberto (Documentário, 29 min, 2024, Triunfo – PE, Livre), de Tatá Farias
BucóliCALL (Experimental, 6 min, 2024, Peçanha – MG, Livre), de Fábio Narciso
Damião (Musical, 5 min, 2021, São Lourenço da Mata – PE, 16 ano), de Hórus
Acessibilidade: Legenda e Audiodescrição.
20h | Mostra competitiva de longa-metragem Nacional
Légua tirana (Ficção, 112 min, 2024, Exu – PE, Livre), de Diogo Fontes Ek’derô e Marcos Carvalho Xôlaka
Acessibilidade: Libras, Audiodescrição e Legenda Descritiva.
SÁBADO (14/12/2024)
10h às 11h | Visita guiada ao Theatro Cinema Guarany, com o Coletivo CineRuaPE
14h às 16h | Cinemas de Rua do Pajeú: retomada, funcionamento e perspectivas em debate
18h | Mostra Judith Quinto
19h | Sessão Outros Sertões e o Minuto
20h | Cerimônia de Premiação do 15º Festival de Cinema de Triunfo.

Parceria com o Sesc leva ao Festival de Cinema de Triunfo escolas e curtas-metragens do Pajeú

CINEMA

Enquanto a Mostra do CineSesc, conta com a participação de estudantes da região, a mostra Judith Quinto, apresentará obras produzídas por realizadores de Triunfo – Foto/Divulgação

Tendo como um dos grandes diferenciais sua programação formativa, com debates, seminários e oficinas, o 14º Festival de Cinema de Triunfo também atua na formação de público, com a presença de estudantes e de realizadores do Sertão do Pajeú em sessões especiais. Um dos parceiros neste sentido é o Sesc, que neste ano leva ao festival duas atividades: A Mostra CineSesc, realizada nesta terça-feira (29) e quarta-feira (30), às 14h, com a presença de dezenas de alunos da região; e a Mostra Judith Quinto, que acontecerá neste sábado (02), 18h30, com filmes produzidos por cineastas de Triunfo.

Nesta terça-feira (29), durante a Mostra CineSesc, participaram da sessão cerca de 80 estudantes da Escola Santa Cruz, de Baixa Verde; do projeto Protagonismo e Cidadania Infanto-juvenil, ligado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social; e da Escola Monsenhor Luiz Sampaio, de Triunfo.

Na ocasião foram exibidos os filmes Kikazaru, de Matheus Cabral (ES); Álbum de família, de Milena Rocha (PI); Desejo e necessidade, de Milso Roberto (PB); e Madá, de San Marcelo (PA). Já nesta quarta-feira (30), estão na programação Kikazaru, de Matheus Cabral (ES); Nem todas as manhãs são iguais, de Fabi Melo (PB); Meu quintal é maior que o mundo, de Ana Bárbara Ramos (PB); e Bielito e Canela em: O Adestrado, de Gabriel Coelho e Larry Machado (GO).

“Esta parceria com o Sesc é uma ação de formação muito importante do festival, e tem o objetivo de estimular que os jovens possam estar num cinema e conhecer a produção audiovisual local e nacional”, destacou Martin Palácios, coordenador do 14º Festival de Cinema de Triunfo.

Segundo Veruschka Greenhalgh, arte-educadora do Sesc Triunfo e curadora da Mostra CineSesc, este é um projeto nacional e que acontece em parceria com o Theatro Cinema Guarany a cada 15 dias. “Trazemos escolas e instituições de ensino a partir de agendamentos. Tanto tem sessão de manhã, para atender o público das escolas, e sessões à tarde, para outros públicos”, explica ela.

Nesta edição do Festival de Cinema de Triunfo, participam filmes que já foram licenciados ou fizeram parte de alguma das principais mostras do cinema do Sesc. “A curadoria apresenta obras que foram da 5ª Mostra Sesc de Cinema, realizada em 2022, com curtas-metragens de estados como Pará, Paraíba, Goiás e Piauí”, destaca Veruschka.

Quem esteve na sessão desta terça-feira (29) foi a professora Miriam Pereira, secretária Municipal de Educação de Triunfo e educadora da eletiva de Cinema da Escola de Santa Cruz da Baixa Verde, acompanhada de alunos da instituição de ensino.

O 14º Festival de Cinema de Triunfo é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secult-PE e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com apoio da Prefeitura de Triunfo, Secretaria de Turismo, Desenvolvimento e Lazer de Triunfo, Sesc, Fecomércio, Senac e Associação Comercial. Clique aqui e confira a programação completa. *As Informações são do Alberes Xavier.

Segunda Mostra da Diversidade chega a Afogados da Ingazeira com filmes e oficinas gratuitas

CINEMA

3ª Mostra Pajeú de Cinema abre inscrições em Afogados da Ingazeira | Caruaru e Região | G1
Foto: Reprodução/Facebook

Tem cinema de graça para o Sertão do Pajeú de 22 a 25 de agosto: a cidade de Afogados da Ingazeira receberá a segunda edição da Mostra da Diversidade Sexual no Sertão do Pajeú, evento que reúne filmes e oficinas formativas gratuitas para o público em geral. Com incentivo do Funcultura, Fundarpe e Governo do Estado de Pernambuco, a mostra é uma realização da Xerém Produções, em parceria com a Pajeú Filmes e apoio da Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira.

Na edição de 2023 foram inscritos 137 filmes, dos quais 15 serão exibidos nas noites de 23 (quarta) a 25 (sexta) de agosto (confira a programação no fim do texto). A curadoria ficou por conta das especialistas Dayanna Louise e Bruna Tavares. “Este projeto surgiu com objetivo de proporcionar maior visibilidade a todes trabalhadores LGBTQIA+ do audiovisual, porque cinema é ferramenta importante para expressar a potência e a diversidade desse movimento”, destaca Lúcio Vinícius, produtor executivo do evento.

Além dos filmes, a mostra ainda promoverá ações formativas: a oficina de Minidocumentário com Marlon Meireles e a oficina de Elaboração de Projetos com Bruna Tavares e William Tenorio. “É importante, para além dos projetos culturais que a Xerém Produções vem fazendo nos últimos tempos, incluir neles ações formativas para que outras pessoas aprendam a também fazer projetos e, assim, a cadeia de cultura e arte crescer ainda mais em nossa região”, reforça Lúcio.

O curso Mini Documentário é destinado a alunos da rede municipal, enquanto as inscrições para o curso de Elaboração de Projetos são abertas para todes e estão disponíveis até 14/8 no instagram da mostra:
https://www.instagram.com/mostradadiversidade

FILMES POR UMA SOCIEDADE SEM PRECONCEITO
A curadoria da mostra aponta que os filmes deste ano produzem “riscos, rasuras e rasgos em contratos tidos como inegociáveis, provocando descompasso no discurso neoconservador ao adotar formas outras de habitar, sentir e como(ver) o mundo”, na fala das curadoras. “Acreditamos, ainda, na importância de ter esses filmes exibidos em tela, difundindo produções que hasteiam e carregam essa bandeira marcada por orgulho, sensibilidade e muita luta que é o universo LGBTQUAP+”, finaliza Lúcio.

PARA ENTENDER
A sigla LGBTQIAP+ significa: Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais/Transgêneros/Travestis, Queer, Intersexual, Assexual, Pansexual.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA E GRATUITA
TERÇA – 22/07
14h – Oficina de Elaboração de Projetos com Bruna Tavares e William Tenorio – Auditório da secretaria de Assistência Social;

QUARTA – 23/07
13h – Oficina de Elaboração de minidocumentário com Marlom Meirelles – Escola Munº Profª Giselda Simões;
14h – Oficina de Elaboração de Projetos com Bruna Tavares e William Tenorio – Auditório da secretaria de Assistência Social;
19h- Abertura oficial – CINE SÃO JOSÉ – Afo. da Ingazeira-PE
Apresentação de Bennedita Arcoverde- Arcoverde/PE
mostra de curtas: mover-se para além da dor – 1h29
Tá fazendo sabão (BA, 2022, 6´) de Ianca Oliveira
Nunca estarei lá (SP, 2022, 24´) de Rodrigo Campos
Sethico (PE, 2021, 14´) de Wagner Montenegro
Justa causa (SP, 2023 , 22´) de Ubirajara Gonçalves Filho
No início do mundo (MG, 2023, 24´) de Gabriel Marcos
Após as sessões debate com mediação de: Dayanna Louyse e Lúcio Vinicius

QUINTA – 24/07
13h – Oficina de Elaboração de minidocumentário com Marlom Meirelles –
Escola Munº Profª Giselda Simões
14h – Oficina de Elaboração de Projetos com Bruna Tavares e William Tenorio – Auditório da secretaria de Assistência Social
19h- CINE SÃO JOSÉ – Afo. da Ingazeira-PE
Apresentação de Renna Costa- Buíque/PE
mostra de curtas: a vida é filme a morte é fotografia – 1h20
Céu (PB, 2022,15´) de Valtyennya Pires
São Marino (SP, 2022, 20´) de Leide Jacob
Eu nunca contei a ninguém (PE, 2022,10:30´)de Douglas Duan
Ave Maria (RJ, 2022, 15´) de Pê Moreira
Dance (PB, 2020, 19´) de Jorja Moura
Após as sessões debate com mediação de: Dayanna Louyse e Lúcio Vinicius

SEXTA – 25/07
13h – Oficina de Elaboração de minidocumentário com Marlom Meirelles – Escola Munº Profª Giselda Simões;
19h- CINE SÃO JOSÉ – Afo. da Ingazeira-PE
Apresentação de Palloma Sales – Afogados da Ingazeira/PE
mostra de curtas: fazer do tremor uma dança – 1h10
Quinze primaveras (CE, 2022,15:33´) de Leão Neto
No reflexo do meu nome (SC, 2023,17´) de Sillas H e Vini Poffo
Avôa (PB, 2022, 4´) de Lucas Mendes
Amor by nigth (PE, 2022, 19:10´) de Henrique Arruda
Nordeste futurista (PB, 2022, 18´) de Luana Flores
Após as sessões debate com mediação de: Dayanna Louyse e Lúcio Vinicius

SERVIÇO:
segunda edição da Mostra da Diversidade Sexual no Sertão do Pajeú
De 22 a 25 de agosto em Afogados da Ingazeira com oficinas e exibições de filmes gratuitos. Informações e inscrições:  Instagram da Mostra.

* Inf.: Diário de Pernambuco.