esembargador federal Macário Ramos Júdice Neto/Foto: Divulgação
(Estadão Conteúdo)
Desembargador Macário Judice Neto é suspeito de causar irregularidades na condução do processo envolvendo TH Joias
A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira, 16, o desembargador Macário Judice Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), que abrange o Rio de Janeiro, por suspeitas de irregularidades envolvendo a condução do processo do ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos, conhecido como TH Joias.
A defesa do desembargador ainda não foi localizada para comentar. O espaço está aberto para manifestação.
A operação Unha e Carne 2 foi deflagrada por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) e é um desdobramento da ação que havia prendido o presidente de Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar, por suspeitas de vazamento do caso. Ele é alvo de busca e apreensão.
O desembargador Macário atuou na Operação Zargun, deflagrada em setembro para investigar uma organização criminosa de tráfico internacional de drogas e armas e que resultou na prisão do então deputado TH Joias por vínculos com a organização criminosa.
Operação apura novas suspeitas de vazamento
A operação da PF desta terça-feira, 16, também apura novas suspeitas de vazamento nessa investigação, dessa vez envolvendo o próprio desembargador. De acordo com comunicado da PF, essa nova fase foi deflagrada “para investigar a atuação de agentes públicos no vazamento de informações sigilosas que culminou com a obstrução da investigação realizada no âmbito da Operação Zargun”.
Além da prisão do desembargador, também estão sendo cumpridos dez mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Espírito Santo.
Polícia Federal e CGU realizam investigação em conjunto – Foto: PF/Divulgação
Doze mandados de busca e apreensão em uma operação de combate à corrupção, crimes licitatórios, associação criminosa e lavagem de dinheiro
A Polícia Federal em Pernambuco, juntamente com a Controladoria Geral da União (CGU), cumpriu, nesta quinta-feira (11), 12 mandados de busca e apreensão em uma operação de combate à corrupção, crimes licitatórios, associação criminosa e lavagem de dinheiro no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE).
Expedidos pela 13ª Vara da Justiça Federal de Pernambuco, os mandados foram cumpridos simultaneamente nos campi da instituição que ficam nos municípios de Abreu e Lima, Barreiros, Bezerros, Escada, Paulista, Recife, São Lourenço da Mata e Vitória de Santo Antão.
A operação contou com a participação de aproximadamente 60 policiais federais.
De acordo com a PF, as investigações constataram vícios em processos licitatórios para aquisição de gêneros alimentícios promovidos pela entidade federal de ensino. Também foram encontrados indícios de contrafação de documentos, vínculos entre concorrentes, além de repasses de valores, mediante uso de conta da ‘laranja’, por parte de fornecedor em favor de servidores da autarquia federal.
“Eventuais desvios de valores destinados à alimentação escolar têm impacto direto na garantia de uma alimentação adequada e nutritiva dos estudantes, fundamental para o bem-estar, a permanência e o bom desempenho acadêmico dos alunos. Adicionalmente, irregularidades relacionadas a gêneros alimentícios destinados a atividades acadêmicas comprometem a qualidade do ensino ofertado aos estudantes”, disse a Polícia Federal em nota.
Diante dos resultados das diligências realizadas, estão sendo apuradas as práticas dos crimes de frustração ao caráter competitivo da licitação, fraude ao processo licitatório, corrupção ativa, corrupção passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
Em caso de condenação, as penas máximas somadas podem chegar a 50 anos de reclusão.
O que diz o IFPE
Em nota, o IFPE informou que já se colocou “à disposição dos órgãos competentes para fornecer todas as informações e documentos”. Confira o comunicado na íntegra:
“O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) informa que tomou conhecimento, na manhã desta quinta-feira (11/12), da Operação Cátedra. A investigação, realizada pela Polícia Federal em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), apura possíveis irregularidades envolvendo alguns campi da instituição em licitações de aquisição de alimentos entre 2021 e 2025.
O IFPE ratifica seu compromisso permanente com a transparência, a ética e a correta aplicação dos recursos públicos. Nesse sentido, a Instituição já se colocou à disposição dos órgãos competentes para fornecer todas as informações e documentos que se fizerem necessários para a investigação em curso.”
Operação Cátedra
Batizada de Operação Cátedra, o nome da operação tem origem no latim cathedra (“cadeira” ou “assento do professor”), que é uma referência à instituição de ensino, local onde os crimes foram praticados.
Flávio do Cartório (PSD), presidente da Câmara dos Vereadores de Ipojuca/Foto: Divulgação/Câmara Municipal de Ipojuca
O vereador é alvo da Operação Alvitre que investiga o desvio de recursos públicos em Ipojuca
O presidente da Câmara Municipal de Ipojuca, vereador Flávio do Cartório (PSD), é apontado como dono de uma associação que teria recebido, através de emendas parlamentares, R$ 12 milhões em três anos. Alvo da Operação Alvitre, que investiga o desvio de recursos públicos na cidade, ele foi preso em um mercado em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, nessa terça-feira (18).
A Polícia Civil e o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) detalharam a investigação em entrevista coletiva nesta quarta-feira (19).
Segundo o delegado Ney Luiz Rodrigues, responsável pelo inquérito, Flávio Henrique do Rego Souza, o Flávio do Cartório, seria proprietário do Instituto Filhos de Ipojuca.
A Filhos de Ipojuca, até 2023, executava projetos de escolinha de esporte, recebendo entre R$ 230 mil e R$ 250 mil, de acordo com a investigação.
“Em 2023, foi aprovada uma emenda impositiva destinando R$ 5 milhões para prestação de serviços na área de saúde”, explicou o delegado.
A associação, conforme a polícia, não teria capacidade técnica para oferecer os serviços na área da saúde, que eram o objetivo das emendas, e havia contratado outra entidade, que foi alvo da primeira fase da Operação Alvitre.
O presidente da Filhos de Ipojuca, que não teve o nome revelado, e um empresário de Bezerros foram presos na manhã desta quarta (19).
“O presidente dessa associação é uma pessoa muito próxima ao parlamentar. A gente verificou que já até trabalhou para ele. Têm uma amizade antiga. Ele teria sido colocado ali, na presidência, por ser pessoa de confiança”, afirmou o delegado. A investigação também apontou que membros da diretoria da associação eram familiares de Flávio do Cartório.
Flávio do Cartório já possuía um mandado de prisão preventiva em aberto pelo crime de peculato e estava sendo monitorado pela Polícia Civil. “Na primeira fase, alguns investigados fugiram em razão de terem tomado conhecimento da operação. Por isso, estávamos monitorando o parlamentar. Quando a equipe policial verificou uma situação possivelmente flagrancial, foi realizada a abordagem”, afirmou Ney Luiz.
O promotor Roberto Brayner, coordenador do Gaeco; Katarina Gouveia, promotora de Justiça; o delegado Ney Luiz Rodrigues; o diretor da Diretoria Integrada Metropolitana da Polícia Civil de Pernambuco, Paulo Gondim. (Foto: Aline Sales/AMCS)
Prisão
Flávio e o 1º vice-presidente da Casa, Professor Eduardo (PSD) foram presos em flagrante nessa terça-feira (18). Segundo a Polícia Civil, com eles, foram encontrados R$ 17 mil em espécie, além de anotações que indicam “controle mensal de possível esquema de rachadinha”.
O Diario de Pernambuco teve acesso a um despacho da Polícia Civil sobre o caso. O documento atribui a Flávio do Cartório anotações manuscritas que listam valores e nomes de servidores da Câmara. A soma chega a quantia de R$ 345.854,00.
O flagrante aconteceu após os policiais observarem uma movimentação entre Flávio do Cartório e Professor Eduardo. Em meio ao monitoramento policial, Flávio teria passado um objeto do seu carro para o veículo de Eduardo, usando as portas abertas como “obstáculo visual”.
Ao considerarem o tempo que os vereadores estiveram no local e a “situação suspeita”, o efetivo solicitou apoio a Delegacia de Boa Viagem, que realizou a abordagem e o cumprimento do mandado de prisão de Flávio.
Em nota, o PSD estadual afirmou que acompanha o caso e aguarda o desfecho das apurações para definir as medidas que deverão ser tomadas.
“O PSD de Pernambuco informa que vai acompanhar as investigações referentes à prisão do presidente da Câmara de Vereadores de Ipojuca, Flávio do Cartório, e do seu vice, Professor Eduardo, ambos filiados ao partido. Assim que o processo legal for concluído, adotaremos as medidas cabíveis.”
LL, e sua esposa, Marielle Silva Santos, foram presos nesta terça-feira (4), na Região Metropolitana de Fortaleza (CE) • Reprodução/PCBA
O casal, considerado alvo principal da operação, foi preso no Ceará; ação também resultou na prisão de outros integrantes do Comando Vermelho na Bahia
O líder do CV (Comando Vermelho) no bairro Liberdade, em Salvador (BA), Luís Lázaro Santana Alves, conhecido como LL, e sua esposa, Marielle Silva Santos, responsável pela lavagem de dinheiro da facção, foram presos nesta terça-feira (4),na cidade de Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará.
O casal, que era considerado alvo principal da Operação Freedom, havia fugido da Bahia e foi localizado pelas forças de segurança durante a ação deflagrada pela PCBA (Polícia Civil da Bahia). A informação foi confirmada pela SSP-BA (Secretaria de Segurança Pública da Bahia) à CNN Brasil.
A operação já resultou na prisão de 37 pessoas e no cumprimento de 46 mandados de busca e apreensão, dentro de um total de mais de 90 ordens judiciais.
Segundo a SSP-BA, os alvos são baianos ligados ao CV que atuam em Salvador e outras cidades do estado, assim como na região cearense.
Os mandados da Operação Freedom estão sendo cumpridos na Bahia e no Ceará, incluindo bairros de Salvador, como Liberdade, Uruguai, Pernambués, Narandiba e Areia Branca, além dos municípios baianos de Aratuípe e Ilhéus, e na cidade cearense de Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza.
Segundo o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, os resultados obtidos com a Operação Freedom devem contribuir para a elucidação de pelo menos 30 homicídios ocorridos em Salvador.
A ação conta com mais de 400 policiais civis e militares, envolvendo unidades especializadas da Polícia Civil, Polícia Militar e órgãos de inteligência estaduais e interestaduais.
Por Gabriela Bento, colaboração para a CNN Brasil, no Recife
A Polícia Civil de Pernambuco divulga nesta terça-feira (22) um balanço da 20ª Operação de Repressão Qualificada do ano denominada “Malta”, deflagrada na semana passada no Sertão do estado.
A investigação foi iniciada em fevereiro de 2023, com o objetivo de identificar e desarticular organização criminosa voltada à prática dos crimes de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e falsidade documental.
No total, foram cumpridos sete Mandados de Prisão e 22 Mandados de Busca e Apreensão Domiciliar, Sequestro de Bens e Bloqueio Judicial de Ativos Financeiros, todos expedidos pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Trindade. A operação apreendeu quatro armas de fogo, munições e mais de 20 veículos. Na execução foram empregados 100 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães.
As investigações foram assessoradas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco – DINTEL e pelo Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro – LAB/LD, contando ainda com o apoio operacional da Diretoria de Operações Estratégicas da Secretaria da Fazenda – DOE/SEFAZ-PE e da Polícia Civil do Estado do Piauí.
Operação da Polícia Civil prendeu pessoas que extorquiam vítimas usando informações postadas em redes sociais — Foto: PCPE/Divulgação
Por g1 Pernambuco
Criminosos priorizavam moradores de comunidades, que acusavam de serem informantes da polícia e eram ameaçados de morte. Quadrilha é investigada desde 2022.
A Polícia Civil de Pernambuco prendeu na manhã desta terça-feira (3) parte de uma quadrilha que usava informações postadas em redes sociais para chantagear e extorquir pessoas de todo o Brasil. Os alvos eram, na maioria, moradores de comunidades e favelas – que eram falsamente acusados pelos bandidos de serem informantes da polícia e por isso eram ameaçados de morte. A quadrilha extorquiu uma quantia estimada em R$ 1 milhão.
Segundo o delegado Adyr Martens, da Delegacia de Paulista, no Grande Recife, os bandidos exigiam transferência de dinheiro via PIX para contas bancárias que eram emprestadas por esposas de presidiários e outras pessoas que “alugavam” as contas para receber os valores.
“Eles escolhiam, de preferência, pessoas de comunidades e alegavam que eram X-9 (delatores) e por isso deveriam pagar para preservar a vida. Não se importavam se a pessoa vivia com pouca renda, ou se faria empréstimo para pagar o valor exigido”, explicou o delegado.
Segundo Adyr Martens, das 15 pessoas investigadas, seis foram presas nesta terça, inclusive um ex-presidiário de 33 anos, condenado por homicídio e que estava em liberdade desde 2023. Ele foi capturado em São Paulo e fazia parte de uma facção suspeita de homicídios.
Também foi presa uma mulher de 27 anos, que já foi acusada de tentar entrar num presídio com um celular, por tráfico de drogas e por maus tratos e cárcere privado contra idosos. Ela alegou inocência e disse que o ex-marido administrava sete contas bancárias dela para realizar os golpes.
De acordo com o delegado Adyr Martens, o que fazia as pessoas caírem no golpe era a quantidade de detalhes que os bandidos conseguiam sobre o cotidiano delas. Mas após observarem o que a quadrilha falava para as vítimas, a polícia percebeu que todas as informações foram coletadas em redes sociais.
“As pessoas colocavam informações pessoais demais nas redes sociais. Diziam detalhes da vida, onde os filhos estudavam, que lugares frequentavam, onde trabalhavam e moravam. Com uma breve leitura, eles sabiam muitos detalhes sobre a vida da pessoa. Por isso a gente orienta para não publicar detalhes da vida pessoal na internet. Quanto mais informações os bandidos conseguem arrecadar, mais veracidade eles conseguem dar ao golpe e isso gera uma repercussão nas vítimas, que acabam cedendo às chantagens”, alertou o delegado.
PRF apreende mais de 100 quilos de ‘supermaconha’ em Sertânia — Foto: Reprodução/PRF
Por g1 Caruaru
Motorista desobedeceu ordem de parada e realizou manobras perigosas até abandonar veículo
Na noite do domingo (1), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma carga de 112 quilos de skunk, droga considerada uma “supermaconha” devido os efeitos mais potentes. A ação aconteceu na BR 232 em Sertânia, no Sertão de Pernambuco, durante uma fiscalização.
Segundo a PRF, equipes realizavam uma fiscalização na rodovia federal quando deram ordem de parada a uma caminhonete. O motorista desobedeceu e acelerou o veículo, realizando manobras perigosas por alguns quilômetros, até sair da pista e acessar uma rodovia estadual.
Na PE-265, o condutor abandonou o veículo e fugiu. Quando os policiais chegaram, encontraram a droga na carroceria e na cabine do veículo, armazenada em vários pacotes.
A carga foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Arcoverde, que investiga o caso.
Operação Terra Livre elimina plantações em nove cidades e impede produção de 85 toneladas de drogas.
A Polícia Federal, por meio de sua delegacia em Salgueiro, intensificou a repressão ao cultivo de maconha no sertão pernambucano, culminando na destruição de 255 mil pés da planta entre os dias 4 e 14 de novembro. Esta foi a nona etapa da Operação Terra Livre em 2024, uma ação coordenada pela CGPRE (Coordenação-Geral de Repressão a Drogas, Armas, Crimes Contra o Patrimônio e Facções Criminosas).
Foto/Reprodução
Além dos pés de maconha erradicados, a operação destruiu 18 mil mudas e apreendeu 68 kg da droga já pronta para consumo. As intervenções ocorreram em ilhas do Rio São Francisco e áreas continentais de municípios como Orocó, Cabrobó, Ibimirim, Belém do São Francisco, Floresta, e Santa Maria da Boa Vista.
Caso o material tivesse sido colhido e prensado, cerca de 85 toneladas de maconha seriam disponibilizadas no mercado ilegal. A destruição desses cultivos representa um golpe significativo no tráfico de drogas, afetando também a escalada da violência associada a esse comércio.
O ano de 2024 já apresenta números expressivos no combate à maconha:
1,3 milhão de pés de maconha erradicados
455 toneladas de droga deixaram de ser produzidas
200 plantações destruídas
4,2 toneladas de maconha pronta apreendidas
Esses resultados são mais que o dobro das ações realizadas em 2023, evidenciando o reforço estratégico das operações.
Ação conjunta
A operação contou com a participação de equipes da Polícia Federal, civis, militares, penais e do Corpo de Bombeiros. Foram utilizadas embarcações infláveis, incursões terrestres e uma aeronave do GTA-SDS-PE, garantindo um cerco completo aos plantios.
Com operações frequentes, a Polícia Federal reafirma seu compromisso em desarticular o tráfico na região, garantindo maior segurança para Pernambuco e o Nordeste. Por Clebson Amsterdan.
Motorista preso com a carga disse não saber da ilicitude (Foto: Divulgação/PF)
Motorista, de 42 anos, foi preso por policiais federais em Águas Belas. No total, foram apreendidos 1.829 cigarros eletrônicos e 518 aparelhos celulares importados da China, todos sem nota fiscal que estavam misturados juntos com uma carga lícita de tecidos e rodas.
Por Aimé Kyrillos/DP
A Polícia Federal realizou a maior apreensão de cigarros eletrônicos de Pernambuco. Segundo a instituição, foram recolhidas 1.829 unidades em Águas Belas, no Agreste. Um motorista foi autuado em flagrante por contrabando e descaminho.
A apreensão aconteceu durante uma operação de rotina no município. O homem, de 42 anos, que não possuía antecedentes criminais, foi abordado enquanto descarregava mercadorias de um caminhão em local inapropriado na entrada da cidade.
Durante a fiscalização, os policiais federais encontraram 1.829 cigarros eletrônicos e 518 aparelhos celulares importados da China, das marcas Redmi e Poco, todos sem nota fiscal.
As mercadorias ilícitas estavam misturadas com uma carga regular de tecidos e rodas, que era transportada de São Paulo para Caruaru.
Além do motorista, havia outro homem no caminhão, de carona, mas ele não tinha envolvimento com os produtos contrabandeados.
Após a abordagem, o suspeito foi conduzido à Delegacia da Polícia Federal em Caruaru, onde foi autuado por contrabando e descaminho, crimes cujas penas podem variar de um a cinco anos de reclusão.
No interrogatório, o preso informou que é motorista há cerca de 25 anos e que recebeu uma proposta de um homem, sem dar detalhes, para transportar 17 caixas de celulares e cigarros eletrônicos do Brás, na capital paulista, para Caruaru. Ele ganharia de R$ 70 a R$ 100 por caixa.
“Por fim, disse que não tinha conhecimento da ilicitude das mercadorias e que fez o transporte para conseguir uma renda extra”, informou a PF, em nota.
Ele foi liberado em audiência de custódia e deve responder ao processo em liberdade. A Polícia Federal segue investigando o caso para identificar outros membros da organização criminosa responsável pelo contrabando.
Bruno Henrique comemora o segundo gol feito contra o Atlético-MG — Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
Por Correio Brasiliense
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em conjunto com a Polícia Federal (PF), deflagrou nesta terça-feira (5/11) uma operação que tem como um dos alvos o atacante Bruno Henrique, do Flamengo.
Entre os alvos da operação estão um jogador e apostadores. O atacante do Flamengo Bruno Henrique é investigado por ter forçado cartão amarelo para beneficiar amigos e parentes em apostas.
Mais de 50 agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (Gaeco-MPDFT) e da Coordenação de Repressão à Corrupção da Polícia Federal (PF) cumprem 12 mandados de busca e apreensão contra os envolvidos. Além do Ninho do Urubu, endereços em Lagoa Santa, Ribeirão das Neves e Vespasiano, em Belo Horizonte, Minas Gerais, também são alvos.A Polícia Federal (PF), com o apoio do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), realiza nesta terça-feira (5) a Operação Spot-fixing, para apurar possível manipulação do Campeonato Brasileiro de 2023. Um dos endereços era o Ninho do Urubu, centro de treinamento do Flamengo, em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, de acordo com o g1.
Segundo a CNN, além do atleta, também são alvos Wander Nunes Pinto Junior, irmão de Bruno Henrique; Ludymilla Araujo Lima, cunhada dele; Poliana Ester Nunes Cardoso, prima do jogador; o casal Claudinei Vitor Mosquete Bassan e Rafaela Cristina; e Elias Bassan, Henrique Mosquete do Nascimento, Andryl Sales Nascimento dos Reis, Douglas Ribeiro Pina Barcelos e Max Evangelista Amorim. Todos são residentes de Belo Horizonte, cidade natal de Bruno Henrique.
A investigação começou a partir de uma comunicação da Unidade de Integridade da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Relatórios da International Betting Integrity Association (IBIA) e da Sportradar, responsáveis pela análise de risco, levantaram suspeitas de manipulação no mercado de cartões durante uma partida do Campeonato Brasileiro.
No decorrer da apuração, dados obtidos junto às casas de apostas, através dos representantes legais designados pela Secretaria de Prêmios de Apostas do Ministério da Fazenda (SPA/MF), indicaram que as apostas foram feitas por parentes do jogador, além de um outro grupo que ainda está sob investigação.
Durante a partida, foi confirmado que o atleta recebeu um cartão. Essa situação, em tese, configura um crime contra a incerteza do resultado esportivo, tipificado na Lei Geral do Esporte, com penas que variam de dois a seis anos de reclusão.
A partida suspeita em que o jogador teria forçado cartão aconteceu em 1 de novembro de 2023, contra o Santos, que terminou em 2 a 1 para a equipe paulista.
Foram apreendidos telefones celulares, chips de telefonia, cartões de crédito, um computador e pen drives – (crédito: Divulgação/Polícia do Senado)
O prejuízo causado pelos golpistas é estimado em R$ 2 milhões. A organização criminosa fraudava os pontos ganhos pelos parlamentares em programa de milhagem
A Polícia do Senado Federal cumpriu, na quarta-feira (2/10), mandado de busca e apreensão em Curitiba, no Paraná, contra suspeitos de participar de organização criminosa que aplicou golpes em parlamentares, desviando milhas de passagens aéreas.
Segundo a Polícia Civil do Paraná, que participou da operação Hermes, o prejuízo causado pelos golpistas é estimado em R$ 2 milhões.
À Agência Senado, o policial legislativo Everaldo Bosco informou que a primeira reclamação que deu origem à investigação ocorreu em março deste ano, por parte do senador Dr. Hiran (PP-RR).
“Fomos pegar uma das pessoas que era o ‘cabeça’. Envolve vários, é uma organização criminosa, mas na operação de hoje, pegamos o principal, que gerenciava junto com outros”, disse Everaldo.
O policial afirmou que o suspeito foi interrogado, confessou participação, mas negou chefiar o esquema. Não houve prisões na operação, pois o mandado era apenas de busca e apreensão. Foram apreendidos telefones celulares, chips de telefonia, cartões de crédito, um computador e pen drives.
A organização criminosa fraudava os pontos ganhos pelos parlamentares em programa de milhagem e os transformava em bilhetes de passagens aéreas, que eram vendidos para terceiros. Por Correio Brasiliense.
Policiais realizaram operação nesta quinta (19) (Foto: Polícia Civil)
Ações Soplón e TV Pirata foram deflagradas, nesta quinta (19), pela Polícia Civil de Pernambuco. Presos seguiram para o Depatri
Organização criminosas são alvo de duas operações da Polícia Civil de Pernambuco, nesta quinta-feira (19), com 21 mandados expedidos. Ao menos três suspeitos de roubos foram levados, no início da manhã, para a sede do Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri), no bairro de Afogados, na Zona Oeste do Recife.
Uma das operações é a Soplón. A polícia investiga, desde abril deste ano, uma quadrilha envolvida em roubo, receptação qualificada e lavagem de dinheiro. Estão sendo cumpridos oito mandados de prisão e nove de busca e apreensão Domiciliar, todos expedidos pelo Juízo da Vara Criminal da Comarca de Ipojuca, no Grande Recife.
A operação é comandada pela delegacia de Porto de Galinhas e conta com 70 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães. As investigações foram assessoradas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco contando ainda com o apoio operacional do Comando de Operações e Recursos Especiais (CORE) e do Grupamento Tático Aéreo (GTA).
TV Pirata
A outra operação é a TV Pirata. Ela foi deflagrada pela Diretoria Integrada Especializada, sob a presidência do Delegado Eronides Meneses, Titular da Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Cibernéticos.
A investigação começou em maio deste ano e mira um quadrilha envolvida nos crimes de violação de direito autoral e lavagem de dinheiro.
São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão domiciliar e bloqueio judicial de ativos financeiros, todos expedidos pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Carnaíba, no Sertão do Pajeú.
Participam 20 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães.
As investigações foram assessoradas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco e pelo Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro, contando ainda com o apoio operacional da Polícia Científica do Estado. Por Diario de Pernambuco.
Deolane está presa em Buíque, no Agreste de Pernambuco – Foto/Rafael Vieira/DP
Documentos foram enviados ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE)
O inquérito da Operação Integration, que prendeu a influencer e advogada Deolane Bezerra, de 36 anos, a mãe dela, Solange Bezerra, 56, e outras 10 pessoas, foi concluído pela Polícia Civil pernambucana.
Nesta quarta (18), a corporação informou que enviou o documento ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE), mas não divulgou quantas pessoas foram indiciadas nem os nomes delas.
Em nota, o MPPE disse que o “inquérito está sendo analisado pela 25ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).”
Agora, o MPPE poderá acatar todo o conteúdo do inquérito, com os indiciamentos apontados pela polícia, para enviar ao Judiciário. Também é possível que o Ministério Público solicite novas apurações.
A operação para investigar suposto esquema de lavagem por meio de jogos de azar e apostas esportivas bloqueou cerca de R$ 2,27 bilhões de 53 alvos, incluindo empresas e pessoas físicas.
A ação aconteceu em seis estados, no dia 4 de setembro. Foram apreendidos jatinhos, helicópteros, carros de luxo, além de relógios e bolsas de grife.
O pivô do suposto esquema seria a empresa Esportes da Sorte, com sede no Recife, ligada ao empresário Darwin Henrique da Silva Filho. Ele se entregou à polícia.
Na decisão que determinou as prisões preventivas, a juíza Andréa Calado da Cruz, da 12ª Vara Criminal da Capital do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) disse que a investigação indicou “a existência de uma rede organizada de ocultação de recursos, que parece ter origem em atividades ilícitas. As transações analisadas revelam um padrão sofisticado de lavagem de dinheiro, que compromete gravemente a transparência e a rastreabilidade dos recursos envolvidos.”
“A análise detalhada dos fluxos financeiros aponta para a presença de uma organização criminosa, denominada ORCRIM, que está envolvida em diversas atividades ilegais. Entre essas atividades, destacam-se a lavagem de dinheiro, operações de jogo de azar, e a exploração tanto de jogos físicos quanto de jogos online. Essa rede criminosa utiliza métodos complexos e camuflados para disfarçar a origem ilícita dos fundos, mantendo um esquema que desafia os mecanismos convencionais de controle e fiscalização”, completou.
Habeas corpus negado
Nesta quarta-feira (18), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um novo pedido de habeas corpus para Deolane. O desembargador convocado Otávio de Almeida Toledo “observou que ainda está pendente na Corte de origem, Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), julgamento definitivo sobre o afastamento da medida cautelar imposta e, posteriormente, descumprida. Assim, o STJ não pode, neste momento processual, analisar a questão”, informou o tribunal, em nota.
Presa no dia 4 de setembro, Deolane foi liberada da Colônia Penal Feminina do Recife após cinco dias para cumprir prisão domiciliar, já que é mãe de uma menina de 8 anos. No entanto, menos de 24 horas depois, a influenciadora teve prisão preventiva decretada novamente porque descumpriu as medidas cautelares ao falar com a imprensa sobre o caso e se manifestar nas redes sociais. Ela está na Colônia Penal Feminina de Buíque, a cerca de 280 quilômetros do Recife. Por Diario de Pernambuco.
Cantor afirmou que “não tem nada a ver” com o avião apreendido durante a Operação Integration
O cantor Gusttavo Lima se pronunciou em suas redes sociais sobre a apreensão de um avião, que seria de sua propriedade, na mesma operação policial que resultou na prisão da influenciadora Deolane Bezerra.
No vídeo, Gusttavo afirma que não é mais proprietário da aeronave.
“Não tenho nada a ver com isso. Esse avião foi vendido ano passado. Honra e honestidade são as únicas coisas que eu tenho nessa vida, e isso não se negocia”.
A aeronave, um modelo Cessna 560XLS, comporta até 9 passageiros e foi apreendida pela polícia em Jundiaí (SP).
O advogado da empresa que representa Gusttavo Lima, a Balada Eventos, já havia divulgado uma nota, nesta quarta-feira (4), afirmando que o avião foi vendido “por meio contrato de compra e venda, devidamente registrado junto ao RAB-ANAC para a empresa J.M.J Participações”.
“O bebê não pode pegar uma semana de descanso! Estão dizendo aí que o meu avião foi preso, gente…Eu não tenho nada a ver com isso, me tira fora disso. Esse avião foi vendido no ano passado. Honra e honestidade foram as únicas coisas que sempre tive na minha vida, e isso não se negocia”, afirmou.
Gusttavo também aproveitou para agradecer as mensagens de carinho que recebeu dos fãs, já que completou 35 anos no dia 3 de setembro. O cantor está em Mykonos, ilha na Grécia, onde comemorou a data em um super iate de luxo, avaliado em quase R$ 1 bilhão.
Deolane Bezerra em foto de arquivo — Foto: Marcelo Brandt/g1
Prisão aconteceu nesta quarta-feira (4), no bairro de Boa Viagem. De acordo com a Polícia Civil de Pernambuco, outros dezoito mandados de prisão foram expedidos em vários estados.
A empresária, advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra foi presa em uma operação da Polícia Civil de Pernambuco contra uma organização criminosa voltada à prática de lavagem de dinheiro e jogos ilegais. A prisão aconteceu na manhã desta quarta-feira (4), no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.
A prisão foi confirmada à TV Globo pela Polícia Civil de Pernambuco. De acordo com a corporação, a empresária foi levada para o Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri), em Afogados, na Zona Oeste na cidade.
As investigações da operação “Integration” foram iniciadas em abril de 2023. Além da prisão da empresária, também foram expedidos outros 18 mandados de prisão e 24 mandados de busca e apreensão no Recife, Campina Grande (PB), Barueri (SP), Cascavel (PR), Curitiba e Goiania.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, também foi decretado o sequestro de bens como carros de luxo, imóveis, aeronaves e embarcações.
Além de bloqueios de ativos financeiros no valor de mais de R$ 2,1 bilhões, entrega de passaporte, suspensão do porte de arma de fogo e cancelamento do registro de arma de fogo.
As investigações contaram com a colaboração da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), e das polícias civis dos estados de São Paulo, Paraná, Paraíba e Goiás. Ao todo, 170 policiais estão envolvidos na operação.
Influenciadora já foi alvo de outra investigação
Deolane Bezerra nasceu em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata do estado, mas mora na capital paulista desde criança. A influenciadora está em Pernambuco e na última publicação nas redes sociais mostrou a casa dos avós, em Vitória de Santo Antão, onde foi criada.
Em 2022, Deolane foi alvo de busca e apreensão pela Polícia Civil de São Paulo por suspeita de ter relação com a Betzord, outra empresa de apostas esportivas na internet. Na época, a Betzord era investigada por “crime contra a economia popular e associação criminosa”.
Na época, sem citar a operação policial, Deolane Bezerra chegou a gravar um vídeo em sua rede social após a busca e apreensão na mansão, no qual dizia que haveria mais um “processo” e que nada de ilícito tinha sido encontrado em sua residência e que os agentes levaram computadores, celulares e dois veículos. Fonte: g1. * Esta reportagem está em atualização
Operação Escoamento é deflagrada pela Polícia Civil — Foto: Foto: Divulgação
Estão sendo cumpridos oito mandados de prisão e 23 de busca e apreensão domiciliar.
A Polícia Civil realizou nesta quinta-feira (23) a operação “Escoamento”. Ao todo, estão sendo cumpridos oito mandados de prisão e 23 mandados de busca e apreensão domiciliar nos estados de Pernambuco, Bahia, Pará, Roraima, Amazonas.
De acordo com a Polícia, as investigações foram iniciadas em fevereiro de 2021 com o objetivo de combater o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Em Pernambuco, os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Arcoverde, Ibimirim, Floresta , Petrolândia, Serra Talhada e Salgueiro, no Sertão do estado. *Por g1 Caruaru.
Oito trabalhadores foram resgatados de trabalho em situação análoga à escravidão, em operação conjunta realizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), Superintendência Regional do Trabalho (SRTb/PE) e Polícia Federal (PF). O resgate aconteceu na última quinta-feira (02), em Exú, município do Sertão de Pernambuco. Os trabalhadores resgatados atuavam na extração de madeira, para empresas da cadeia produtiva do Polo Gesseiro do estado, em condições degradantes, insalubres e inseguras.
A situação dos trabalhadores foi denunciada ao MPT pela PF, que teve conhecimento da atividade laboral em situação degradante no meio de área de mata por meio de imagens captadas por drone. O local onde os trabalhadores foram encontrados no meio da área de caatinga. No local foram encontrados alojamentos construídos pelos próprios trabalhadores, com lona e madeira, sem qualquer instalação sanitária ou proteção contra animais peçonhentos da região. Também não havia energia elétrica, nem água potável. A única fonte de água era um reservatório com anfíbios.
O grupo resgatado era composto por oito homens, incluindo idosos. Eles passavam, em média, cerca de 30 dias no local, alguns mais, e só receberiam após esse período, de acordo com a produção obtida.
Os trabalhadores ganhavam cerca de R$ 18 pela extração de um metro cúbico de madeira. *Fonte: Juliana Lima.
Uma operação conjunta das Forças de Segurança da Paraíba desarticulou um grupo criminoso na região.
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão, além de cinco prisões preventivas, todos expedidos pela Justiça da Comarca de Água Branca-PB.
Ele era responsável pelo tráfico de drogas e execuções de pessoas, que atuava nos municípios de Imaculada, Água Branca (PB), Santa Terezinha e Tabira. A ação aconteceu nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (30).
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão, além de cinco prisões preventivas, todos expedidos pela Justiça da Comarca de Água Branca. A Polícia da Paraíba contou também com o suporte do 23º Batalhão de Afogados de Ingazeira.
A suspeita era que o grupo já havia matado duas pessoas em Água Branca, tentado três homicídios na cidade de Imaculada, além alguns homicídios no município vizinho de Santa Terezinha.
Ao todo, 12 pessoas foram suspeitas de participarem do grupo criminoso. Todas as prisões, em território paraibano, aconteceram na cidade de Catolé do Rocha.