Na manhã desta terça 04 em Afogados da Ingazeira-PE, a Polícia Civil do Estado de Pernambuco, por meio da Delegacia de Polícia da 167ª Circunscrição – Afogados da Ingazeira, e com o apoio da Polícia Militar de Pernambuco, através do 23º BPM – Afogados da Ingazeira, deflagrou operação para o cumprimento de mandados de prisão preventiva e busca e apreensão.
As medidas foram expedidas pelo Juiz de Direito da Vara Criminal da Comarca de Afogados da Ingazeira, Dr. Osvaldo Teles Lobo Júnior, após parecer favorável do representante do Ministério Público, Dr. Romero Tadeu Borja de Melo Filho.
O alvo da operação foi Elder Santos Souza, investigado pelo homicídio ocorrido no dia 26/01/2025, que vitimou o jovem Pedro Gabriel Silva Gomes. A ação resultou na localização e prisão do investigado, que foi conduzido e se encontra à disposição da Justiça para responder pelo crime.
A Polícia Civil de Pernambuco reforça seu compromisso com o combate aos crimes contra a vida, buscando garantir a segurança da população de Afogados da Ingazeira e região.
Delegado pernambucano Josenildo Belarmino Moura Júnior foi morto a tiros em São Paulo – Foto: Redes Sociais/Reprodução
Por Portal Folha de Pernambuco
Suspeito foi localizado na região de Paraisópolis
Uma operação da Polícia Civil de São Paulo prendeu, na manhã desta terça-feira (28), o principal suspeito de roubar e matar o delegado pernambucano Josenildo Belarmino de Moura Júnior, de 32 anos.
O crime aconteceu no último dia 14 de janeiro, enquanto a vítima caminhava no bairro Chácara de Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo, e foi registrado por câmeras de segurança.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP), o suspeito, localizado na região de Paraisópolis, foi identificado após um trabalho de investigação que envolveu policiais dos 11° Distrito Policial, onde a vítima trabalhava, e outras seccionais do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap).
“Os investigadores levantaram provas sobre a autoria do crime e conseguiram, junto à Justiça, o mandado de prisão”, afirmou a SSP-SP, que não divulgou o nome do preso.
Participaram da operação desta terça policiais do Decap, com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope).
Relembre o caso
Uma câmera de segurança registrou o momento em que o delegado Josenildo Belarmino de Moura Júnior, natural de Chã Grande, na Mata Sul de Pernambuco, é abordado.
Nas imagens, é possível ver a vítima, que estava de folga, caminhando, usando camiseta, bermuda e chinelo.
Na sequência, o criminoso, que fingia ser um entregador, chega em uma moto, estaciona à frente de um trecho da calçada, perto de uma obra.
O ladrão, então, desce do veículo e aborda a vítima. De capacete e apontando a arma para Moura Júnior, ele revista o delegado, que estava armado.
Em seguida, o bandido atira contra a vítima, quatro vezes. Dois tiros atingiram as costas, um no braço e outro na garganta. O delegado cai ao lado de um carro, e o criminoso foge de moto. O caso foi registrado como latrocínio consumado.
Josenildo Belarmino tinha acabado de concluir o curso de formação da polícia e atuava no 11° Distrito Policial (Santo Amaro) há menos de um ano.
Ele estudou Direito na Faculdade Escritor Osman da Costa Lins, a Unifacol, em Vitória de Santo Antão, e prestou concurso para delegado de polícia de São Paulo, sendo convocado no final de 2023, no dia 8 de dezembro, conforme edição do Diário Oficial do Estado.
Criminosos usavam dispositivos para acessar sistemas de agências
Por Agência Brasil
Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, realizaram nesta quinta-feira (21), no Rio de Janeiro, uma operação contra uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias. O grupo teria causado prejuízo de mais de R$ 40 milhões ao Banco do Brasil (BB). Esta é a quarta fase da operação e o golpe foi detectado e comunicado à polícia.
Os agentes cumpriram 16 mandados de busca e apreensão contra 11 investigados nas zonas Norte e Oeste do Rio, além de Niterói e São Gonçalo, e apreenderam seis aparelhos de telefone celular; dois notebooks; 3 CPUs; seis cartões de memória; cinco pen drives; três HDs externos e 32 cartões magnéticos.
A investigação revelou que os criminosos utilizavam dispositivos eletrônicos clandestinos para acessar sistemas internos de agências bancárias e obter dados sigilosos de clientes, manipulando essas informações para cometer fraudes financeiras.
Os ataques foram identificados desde dezembro de 2023 em agências localizadas no Recreio dos Bandeirantes, Barra da Tijuca, Vila Isabel e Centro do Rio, além de unidades nos municípios de Niterói, Tanguá, Nilópolis e Duque de Caxias.
Em nota, o Banco do Brasil informou que esse é um desdobramento de uma operação iniciada em julho último e está em sua quarta fase. As investigações começaram a partir de apuração interna que detectou irregularidades que foram comunicadas à polícia.
O texto diz ainda que “o BB possui processos estabelecidos para monitoramento e apuração de fraudes contra a instituição, adotou todas as providências no seu âmbito de atuação e colabora com as investigações”.
Segundo o Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaeco/MPRJ), os alvos da operação Chave Mestra são investigados em inquérito que apura os crimes de organização criminosa e invasão de dispositivo de informática. As investigações começaram a partir de informações apuradas pela Unidade de Segurança Institucional do Banco do Brasil. Os nomes dos envolvidos ainda não foram divulgados.
Mandados são expedidos
A pedido do MPRJ, o Juízo da 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa da Capital expediu mandados de busca e apreensão.
Ainda de acordo com as investigações, em apenas oito meses os investigados invadiram o sistema de segurança de agências do Banco do Brasil situadas no Recreio dos Bandeirantes, Barra da Tijuca, Vila Isabel e Centro do Rio, além de unidades localizadas em Niterói, Tanguá, Nilópolis e Duque de Caxias.
A investigação também apontou que o grupo atuava de forma organizada, com divisão de tarefas específicas entre aliciadores, aliciados, instaladores, operadores financeiros e líderes.
Motorista alegou ter pego veículo com a droga em um posto de combustível
Um total de 156 Kg de maconha que eram transportados em uma caminhonete foram apreendidos, nesta terça-feira (17), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). O motorista do veículo foi detido na BR 232, em Sertânia, no Sertão de Pernambuco.
Policiais realizavam uma fiscalização no Km 278 da rodovia, quando abordaram uma caminhonete com placas do Mercosul. Durante a abordagem, a equipe sentiu um odor típico de maconha e constatou que eram transportados 10 sacos da droga no interior e no porta-malas do veículo.
O motorista disse que havia pego o veículo emprestado com um amigo no Sertão, onde a maconha foi colocada na caminhonete e deixada em um posto de combustível. Em seguida, ele levaria a droga até o Agreste do estado.
O homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Sertânia e poderá responder por tráfico de drogas. Por André Luis/Nill Jr.
Mensagens trocadas entre criança de 10 anos e homem de 41 anos no Pará — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Prisão aconteceu no Pará. Segundo a polícia, ele conseguiu vídeos da vítima sem roupa e pediu que ela enviasse fotos nuas para que não divulgasse as imagens obtidas antes.
Um homem de 41 anos foi preso, na segunda-feira (2), no Pará, após cometer crimes sexuais contra uma menina de 10 anos que mora no Recife. Segundo a Polícia Civil, o criminoso conseguiu vídeos da vítima sem roupa e pediu que ela enviasse fotos nuas para que ele não divulgasse as imagens obtidas anteriormente.
O caso foi denunciado pela mãe da criança na Delegacia de Água Fria, na Zona Norte da capital pernambucana, em abril deste ano. De acordo com a Polícia Civil, ela denunciou que um perfil nas redes sociais com nome de Rayane Silva e foto de uma mulher estava ameaçando a filha.
Após um trabalho de investigação cibernética, a Polícia Civil de Pernambuco identificou que a pessoa que conversava com a garota era, na verdade, um homem natural de Concórdia do Pará, cidade onde o mandado de prisão preventiva foi cumprido.
Nos prints divulgados pela Polícia Civil é possível ver que o homem, utilizando o perfil falso, convence a garota a criar uma conta em um aplicativo chamado “Zangi”. A conta com o nome de Rayane Silva, por várias vezes, chama a menina de amiga e pede que ela interaja lá para não se sentir sozinha.
A falsa usuária pede “vai lá, meu amor” e, sem respostas da vítima, ameaça: “se você não for aquele aplicativo, eu vou apostar (sic) todos os seus vídeos […] grupo de colégio, grupo de WhatsApp e no Face[book] e no Instagram e no Kwai”.
Já no aplicativo de mensagens, o criminoso pede dois vídeos da criança nua e ameaça novamente: “Se você me bloquear vai ser pior para você, eu tô te avisando […] você quer ser conhecida para todo o Brasil”.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, no decorrer da investigação, foi identificado que o homem preso tinha como vítimas meninas entre 10 e 12 anos e agia sempre da mesma forma. Ele tinha mais de 20 perfis falsos, todos eles com nome de meninas.
“Ele abordava pelo Kwai e Instagram, pedia para a menina baixar um aplicativo de mensagem privada e, a partir dali, ele jogava uma conversa e convencia a vítima a mandar algumas fotos íntimas. Depois ele persistia, dizia que ele ia divulgar essas fotos que ele já obtivera antes na escola, que ia divulgar para o Brasil todo, constrangendo e ameaçando para a vítima mandar mais”, disse o delegado Mário Melo, que investiga o caso.
O homem preso foi autuado pelos crimes de pornografia virtual infantil e “sextorsão”, que é a utilização de informações, fotos e vídeos de teor sexual para constranger a vítima a fazer algo mediante a ameaça de divulgação desse conteúdo.
Segundo o delegado, o homem preso confessou os crimes em depoimento. A Polícia Civil informou que identificou delitos sexuais em, ao menos, cinco outros locais do país: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará e Rio Grande do Sul.
“Em interrogatório, ele confessou o delito, a gente conseguiu elementos que comprovaram que era ele que estava por trás daqueles perfis. Ele disse que pegava esses vídeos por grupos de Telegram e que, de fato, procedeu assim com a vítima aqui do Recife”, declarou Mário Melo. Por g1 PE.
O salgadeiro Lucas Vieira, de 29 anos, preso por queimar fazendas em Goiás, próximo da fronteira com o Mato Grosso, foi solto um dia após a prisão, depois de afirmar que possuía problemas psiquiátricos.
Em audiência de custódia, a juíza Leila Cristina determinou a liberdade provisória de Lucas desde que ele siga uma série de medidas cautelares. Uma delas é o comparecimento ao CAPS para tratamento de esquizofrenia no prazo de 15 dias.
Lucas foi preso em flagrante na rodovia BR-158, entre as cidades de Piranhas (GO) e Bom Jardim (GO). Os policiais do Batalhão Rural faziam uma patrulha intensificada após denúncias de incêndios na região. Segundo a PM, cerca de 700 hectares foram queimados por causa da ação criminosa do salgadeiro.
Ele relatou em depoimento para a Polícia Civil que recebeu cerca de R$ 300 para provocar os incêndios na fazenda de um desafeto político. Além disso, apontou um suposto mandante do crime, um pedreiro de 33 anos, que nega qualquer relação com o caso.
“Que a motivação foi política, mas o interrogado não sabe detalhes sobre os fatos. Que o mandante do crime não disse o nome do proprietário da terra, afirmou apenas que era um desafeto político”, declarou Lucas no interrogatório.
O caso está sob investigação da Polícia Civil de Aragarças (GO). O delegado responsável, Fábio Marques, afirmou que, até o momento, a motivação política e o mandante do crime foram apenas noticiados de maneira informal, sem confirmação nos autos. Segundo ele, “o que se tem até agora é o dolo de provocar danos”.
Marques também solicitou uma vistoria para avaliar os estragos causados pelo incêndio, mas ainda não há clareza sobre a propriedade da fazenda destruída ser de um político. Durante a prisão do salgadeiro suspeito, a polícia apreendeu um celular e R$ 307 em espécie. Fonte: Metrópoles.