CNBB divulga nota sobre a utilização de vinho canônico nas celebrações das Santas Missas

RELIGIÃO

Foto/Reprodução/CNBB

Para os católicos, durante a missa o vinho representa o sangue de Jesus Cristo. Chamado de vinho santo, ele é preparado com base nas regras do Código de Direito Canônico, que dizem que o vinho precisa vir do fruto da uva, natural e sem adição de produtos químicos.

Com sede em Brasília, a CNBB é a instituição permanente que congrega os bispos da Igreja Católica no país.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta terça-feira, 28 de fevereiro, uma nota sobre o zelo pelo tipo de vinho utilizado nas celebrações das missas.

No texto, a CNBB expressa que “qualquer tipo de trabalho em condições que ferem o respeito pela dignidade humana não pode ser aprovado” e que “todas as denúncias devem ser investigadas nos termos da lei”.

A nota diz, ainda, que no Brasil existem diversas vinícolas que oferecem vinho canônico. Desse modo, a Conferência recomenda que “se busquem, para a celebração da missa, vinhos de proveniência sobre as quais não existam dúvidas a respeito dos critérios éticos na sua produção”.

Leia íntegra da nota da CNBB

A Igreja tem a responsabilidade de zelar pelo tipo de vinho utilizado nas celebrações das missas. A CNBB, por meio da Comissão Episcopal para a Liturgia, promoveu encontros com cerca de 15 vinícolas a respeito das caraterísticas de tal vinho.

Qualquer tipo de trabalho em condições que ferem o respeito pela dignidade humana não pode ser aprovado. Todas as denúncias devem ser investigadas nos termos da lei.

No Brasil existem diversas vinícolas que oferecem vinho canônico. Desse modo, é recomendável que se busquem, para a celebração da missa, vinhos de proveniência sobre as quais não existam dúvidas a respeito dos critérios éticos na sua produção.

Brasília, 28 de fevereiro de 2023

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-Geral da CNBB;

 

Quixaba: fiéis celebram Quarta-feira de Cinzas; Campanha da Fraternidade é lançada

RELIGIÃO

Padre, Antônio de Lisboa, da Paróquia local – Foto/ Divulgação

Na cidade de Quixaba, na noite desta quarta-feira (22/02) foi realizada na igreja matriz a missa de cinzas, que deu início a Quaresma para os católicos, período de 40 dias em que os fiéis se preparam para a Páscoa, que lembra a trajetória da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.

A missa foi celebrada pelo padre, Antônio de Lisboa, da Paróquia local. Na celebração, ele fez a imposição de cinzas sobre a cabeça dos católicos dos fiéis presentes.

Além disso, o religioso lançou, oficialmente, a Campanha da Fraternidade, que neste ano tem como tema “Fraternidade e Fome”.

Pela terceira vez, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) traz a fome como tema de reflexão. De acordo com a CNBB, “a emergência sobre o assunto” foi o que motivou a escolha.

Este ano, a Campanha tem o lema bíblico “Dai-lhe vós mesmo de comer!” – extraído de Mateus 14,16.

Com isso, a CNBB pretende fomentar ações para minimizar os impactos da fome da vida dos brasileiros.

A Campanha da Fraternidade surgiu em 1964 como uma proposta da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) à igreja Católica para celebrar a Quaresma. Além das orações e do jejum, o objetivo é “exercitar a caridade associada à reflexão e ação sobre um tema específico”. Fonte: Aryel Aquino.

QUIXABA: Zé Pretinho participa do encerramento das festividades religiosa

RELIGIÃO

O Prefeito Zé Pretinho e a primeira dama Socorro Salvador

A cidade de Quixaba-PE, celebrou as festividades religiosa do Padroeiro São Sebastião, e o Prefeito José pereira Nunes (Zé Pretinho) participou da celebração de encerramento nesta ultima semana. O Prefeito José Pereira Nunes e a Primeira Dama Socorro Salvador, estiveram participando na noite da ultima quinta feira 19, da noite dedicada à Prefeitura, e nesta sexta feira,  estiveram no encerramento da festa da fé na Paroquia de São Sebastião, de onde seguiram em procissão pelas ruas da cidade com a imagem do santo.
 

“Parabenizo o padre Antônio Lisboa, pela organização tão bonita, e estendo os parabéns aos devotos que com fé participaram. Que São Sebastião nos livre da peste, da fome, da guerra e todos os males. Amém. Que Deus nos abençoe”, disse Zé Pretinho.

Todos os dias uma nova reflexão sobre a vida para que você pense, evolua e se desenvolva como ser humano

REFLEXÃO DO DIA

Eu tenho um livro aqui dentro de mim. E você também. Todos nós temos, Na verdade, não só um livro, mas várias enciclopédias cravadas em nossos cérebros, que representam todas as nossas vivências e experiências de vida vividas desde o exato segundo em que começamos a respirar neste pequeno planeta. Então, o que nos impede de botar para fora tudo o que temos aqui dentro?

Acredito que, primeiramente, nossa falta de crença. Pensar que podemos escrever uma enciclopédia é algo completamente assustador e intimidador. Dá medo. Dá preguiça, e sempre queremos procrastinar, para preservar a nossa energia. Inclusive, alguns minutos atrás, antes de eu começar a escrever este texto, eu estava procrastinando. Eu estava pensando “Caramba, que saco, tenho que escrever…”.

É só o meu cérebro tentando economizar energia, é ele me puxando para o sofá, para que eu fique deitada lendo o meu livro, Antifrágil. É muito confortável ficar deitada lendo, porque sinto que estou produzindo, e isso me deixa literalmente na zona de conforto. Por isso, sei que preciso, conscientemente, me forçar a sair dela. É só assim que vou crescer.

É só assim que nós crescemos. Então estou aqui, no meu Laptop, vomitando palavras no Word. Porque a partir de hoje, inclusive a partir de agora mesmo – porque meu cérebro acabou de tomar essa decisão (ou já tinha tomado alguns milissegundos atrás) eu vou começar a escrever todos os dias. Despejar algumas palavras, frases, linhas, parágrafos, pensamentos, ideias e tudo mais o que eu quiser. Sobre o quê? Sobre o que eu quiser e sobre o que der na telha. Porque, dane-se, pois, a zona de conforto não vai mais me vencer. Eu sou extremamente produtiva, mas ultimamente vivo um ciclo de procrastinação muito grande. Estou procrastinando a escrita que eu preciso fazer.

Minha meta é escrever pelo menos um artigo por dia para o meu site e eu estou falhando miseravelmente nesta tarefa, que não é fácil, mas extremamente possível porque eu já consegui fazer isso. Então chegou a hora de dar um basta. E este é o pontapé inicial. Eu estar aqui agora falando com você foi a chave da decisão. Saí da inércia. Saí do comodismo e do vitimíssimo.

Eu amo escrever sempre fiz e faço inúmeros rabiscos manuscritos. Por isso, eu preciso fazer da escrita um hábito. É o que estou fazendo agora. E sei que sou e já estou repetitiva, mas simplesmente, como eu também já falei, estou vomitando palavras, soltando tudo o que surge na minha mente. Isso acabou de surgir na minha mente. Eu sinto que ainda não quero parar de escrever, mesmo sem um rumo definido, traçado e planejado, como eu sempre faço.

Quero ficar aqui vomitando palavras até que não saia mais nada, o que é muito difícil, afinal, como eu falei, temos várias enciclopédias dentro dos nossos cérebros, precisamos apenas exercer a nossa capacidade de colocar em palavras os bilhões de informações que temos armazenados em nossa caixa craniana. Meu pulso está até doendo agora, de tão rápido que estou digitando. Mas dane-se. Esse é o caminho. Fazer com dor, fazer sem vontade, fazer com sangue nos olhos, querendo ou não querendo, com vontade ou sem vontade.

Dane-se, Faça, Faça, Faça… E não pare. Começar alguma coisa, qualquer coisa, inclusive a escrita, exige um grande esforço inicial, como em um lançamento de foguete. Mas depois que saímos da inércia e damos o primeiro passo, através da aceleração necessária. O foguete, quando já está em movimento, avança constantemente e para de gastar tanta energia.

Por isso, você, se quiser também, fazer alguma coisa e mudar a sua vida, use toda a sua força de vontade para sair da inércia e dar a ignição – porque aí, com certeza, as coisas vão fluir no piloto “quase” automático. Eu acabei de reler todo o texto que acabei de escrever, e gostei do que li. Acredito que ficou coerente e bem escrito modéstia parte. Passou uma boa mensagem e foi relativamente fácil de entender. Então vamos continuar. Porque o show não pode parar, o show da vida real.

A vida difícil que todos, sem exceção, vivemos, sejam Ricos, pobres, negros, brancos, pardos, não importa. Todos vivem dificuldades, tristezas, alegrias e muitas outras emoções. E todos, sem exceção, tem seus próprios problemas, independentemente de qualquer coisa. Eu ia parar por aqui e, aliás, já tinha parado. Mas voltei porque, ao escrever este texto, acabei tendo uma grande ideia. Vou criar um quadro no meu chamado ‘Reflexão do Dia’ e todo dia postarei um texto como esse, apenas vomitando palavras.

Sem pauta de conteúdo, sem pesquisas de palavra-chave, sem cobrança nenhuma, sem tamanho exato de texto. Às vezes pode ser um grande texto, outras vezes pode ser um textinho. Apenas o que eu quero falar. No estilo, (que foca mais em marketing). Eu vou falar sobre a vida. Sobre o que eu estiver afim de falar.  Reflexões sobre a vida.

Uma parada que você pode fazer no seu dia para pensar na vida junto comigo. Imagine como a será minha (nossa) evolução ao longo dos meses, dos anos e das décadas. Será algo monstruoso, e você poderá presenciar (e viver) tudo isso. Sinto que este se tornou agora mesmo um grande ponto de inflexão na minha vida. Esse é só o começo de uma nova era. Vamos juntos?

 

Saiba como vai funcionar funeral do Papa emérito Bento XVI na Santa Sé

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Papa Bento XVI, antes de renunciar, faz oração no Vaticano no Natal
Papa Bento XVI, antes de renunciar, faz oração no Vaticano no Natal Foto: Tiziana Fabi/AFP

A tradição da Igreja Católica para funerais de papas é bem clara e antiga. Apesar disso, o fato de a morte de Bento XVI no último  sábado (31), que faleceu aos 95 anos, ter sido o primeiro pontífice a pedir a renúncia ao cargo em 600 anos deixou os preparativos mais incertos. Segundo as informações divulgadas pela Santa Sé, o corpo do alemão ficará exposto na Basílica de São Pedro, no Vaticano, a partir da manhã desta segunda-feira para os fiéis que quiserem se despedir.

Em nota, a Igreja disse que o corpo de Bento XVI permanecerá no mosteiro Mater Ecclesiae, onde ele vivia desde que renunciou ao trono de São Pedro em 2013, até esta segunda, quando será levado para a Basílica de São Pedro e poderá ser visitado por fiéis a partir das 9h (5h no Brasil). O espaço também ficará aberto das 7h às 19h, hora local, na terça e na quarta.

O funeral, afirmou a instituição, será na quinta-feira, com uma missa presidida pelo Papa Francisco na Praça de São Pedro. A cerimônia, marcada para começar às 9h30 (5h30 no Brasil), será a primeira vez na História milenar da Igreja católica que um Papa em exercício presidirá o funeral de um Pontífice emérito. De acordo com o porta-voz da Santa Sé, os rituais serão “solenes, mas sóbrios”, e terão a presença das delegações oficiais da Itália e da Alemanha, país natal de Bento.

Os procedimentos devem ser similar aos previstos para funerais papais tradicionais, mas ainda há uma série de incógnitas. Não se sabe se Bento, cujo nome de batismo é Joseph Ratzinger, usará as costumeiras vestes vermelhas papais e o pálio — colarinho de lã branca — ou se haverá os costumeiros nove dias de luto, conhecidos como Novendiales, por exemplo.

Uma das poucas certezas é que não haverá necessidade de convocar o tradicional conclave, já que não há um vácuo de poder. Logo, os cardeais não vão precisar se reunir no Vaticano para escolher um novo Pontífice, e a chaminé da Capela Sistina não emitirá a famosa fumaça branca anunciando que há um novo Papa.

— Sob o ponto de vista litúrgico, acho que, quando o funeral acontecer, essencialmente será o ritual tradicional seguido em rituais papais — disse à AFP o especialista litúrgico Claudio Magnoli. — A diferença substancial é que será presidido por um Papa, enquanto até agora quem o fazia era o decano dos cardeais ou um cardeal designado (para a tarefa).

As regras para funerais papais são estabelecidas em um guia de 400 páginas chamado “Ritos Funerais do Pontífice de Roma”. Por diretrizes nele estabelecidas em 1996, o enterro do chefe da Igreja Católica deve ocorrer entre quatro e seis dias após a sua morte — durante esse intervalo, será exposto para os fiéis em uma simples estrutura.

O corpo só será posto em um simples caixão cipreste horas antes do sepultamento, quando é abençoado com água benta, e o rosto do Pontífice é coberto com um véu branco. O artefato será envolto em outros dois caixões: o intermediário é de zinco, adornado com uma cruz, o nome do Papa, os anos de seu Papado e seu brasão, e o externo é feito de elmo ou nogueira e fechado com pregos de ouro.

Papas em exercício podem escolher onde serão enterrados: vários optaram por suas paróquias ou igrejas em Roma, mas os restos mortais de 148 dos 266 homens que já presidiram a Igreja Católica estão ou passaram pela Basílica de São Pedro. Bento se juntará a eles, disse o Vaticano, e será enterrado em uma cripta nas grutas que abrigam os restos mortais de outros Papas.

Relatos da imprensa em 2020 indicavam que Bento havia escolhido ser enterrado na antiga tumba de João Paulo II, no túmulo de São Pedro. No subterrâneo da Basílica, o local fica em uma área chamada Necrópole Vaticana, onde há diversas sepulturas e mausoléus, inclusive o que a Igreja diz serem relíquias do primeiro Papa, o apóstolo Pedro.

Tradicionalmente, quando um Papa morre, seu anel do pescador — um dos principais símbolos papais, feito especialmente para cada Pontífice e antigamente usado para selar documentos — é destruído, em outro rito da passagem de bastão. Quando Bento deixou o Pontificado em 2013, contudo, a parte de cima do seu anel foi marcada com um X para indicar que não tinha mais poder.

Os nove dias de luto são incertos, já que servem não apenas para os fiéis prestarem seus respeitos e cardeais celebrarem eucaristias em sua homenagem, mas também para que o conclave possa ser preparado. Segundo vaticanistas, contudo, parte dos procedimentos pode ter sido definido por Bento antes mesmo de sua morte — em 2020, seu biógrafo oficial, Peter Seewald, disse que ele deixaria um testamento. A palavra final, contudo, deverá ser de Francisco.

O último funeral papal ocorreu em 2005, quando morreu João Paulo II, cujo Papado havia começado em 1978. Seu corpo foi velado antes de uma missa de três horas na Praça de São Pedro, presidida pelo então cardeal Ratzinger. Acompanhada por uma multidão estimada de 1 milhão de pessoas, foi na época o funeral com maior participação da História.

Os restos mortais do popular religioso polonês, de quem Ratzinger era bastante próximo quando cardeal, foram levados para outra parte da basílica, o Altar de São Sebastião, quando ele foi beatificado em 2011. Em 2014, já no Papado de Francisco, foi declarado santo.

Bento, que por 25 anos chefiou o escritório de doutrinas da Igreja e foi um dos principais porta-vozes do conservadorismo no Vaticano, não era tão popular quanto seu antecessor, mas ainda assim seu velório deve atrair multidões de fiéis e curiosos. A popularidade do sisudo alemão também foi afetada por uma série de escândalos durante seu Papado, principalmente fiscais e de abuso sexual no Vaticano — muitos deles herdados da época de João Paulo II.

Assim que Bento deixou o cargo há nove anos havia temores de que a existência de dois Papas criasse um racha na Igreja, particularmente diante das divergências dogmáticas entre o alemão e o argentino. O latino-americano é mais moderado e vem fazendo uma série de reformas, não raramente recebidas com resistência, em uma das instituições mais antigas do planeta.

Salvo raras exceções, Bento XVI optou por manter-se em silêncio e evitar atritos com seu sucessor. Passou a última década vivendo praticamente em clausura no mosteiro Mater Ecclesiae, no Vaticano. inf. do Extra.

Celebrada missa em comemoração aos 69 anos de Emancipação de Carnaíba

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Pode ser uma imagem de 8 pessoas e área interna
Na manhã desta quinta-feira (29) aconteceu a missa de Emancipação Política, com celebração eucarística de gratidão pelos 69 anos do nosso município de Carnaíba na igreja São João Maria Vianney e de Santo Antônio.
 
A missa foi celebrada pelo padre Adelan Siqueira e contou com a presença do prefeito Anchieta Patriota e da primeira-dama Cecília Patriota.
 
Estiveram presentes também o vice-prefeito Júnior de Mocinha, os vereadores Cícero Batista, Calango e Zé Ivan além dos secretários Tiago Arruda, Jonas Rodrigues e Everaldo Patriota. Diretores, funcionários da prefeitura e fiéis em geral acompanharam a celebração. Também participaram da celebração, diretores, funcionários da prefeitura e fiéis em geral.
 
 
 
 
 

Papa Francisco pede orações para Bento XVI: “Está muito doente”

MUNDO

O papa emérito, de 94 anos, abandonou o cargo em 2013 e foi substituído pelo papa Francisco
O papa emérito, de 94 anos, abandonou o cargo em 2013 e foi substituído pelo papa Francisco. GettyImages

“Gostaria de pedir a todos uma oração especial pelo Papa Emérito Bento, que, no silêncio, está sustentando a Igreja”, disse Francisco.

O Papa Francisco pediu, nesta quarta-feira (28/12), orações para Bento XVI. Ele diz que o pontífice está “muito doente”.

“Gostaria de pedir a todos uma oração especial pelo Papa Emérito Bento, que, no silêncio, está sustentando a Igreja. Lembremo-nos dele. Ele está muito doente, pedindo ao Senhor que o console e sustente neste testemunho de amor à Igreja, até o fim”, disse Francisco.

Francisco fez o apelo surpresa ao final de sua audiência-geral e não deu mais detalhes sobre a doença que acomete seu antecessor.

Bento XVI tem 95 anos. Em 2013, ele renunciou como papa. Foi o primeiro a tomar tal decisão em 600 anos. Desde então, ele reside no Vaticano.

Joseph Ratzinger nasceu na Baviera, Alemanha, em 1927. Em 1951, tornou-se padre e foi ordenado bispo em 1977. No mesmo ano, o Papa Paulo VI o nomeou cardeal. Nunca deixou de escrever. Ele domina seis idiomas: alemão, italiano, francês, latim, inglês e castelhano, além de ter conhecimentos de português. as informações são do site Metrópoles.

 

Vinicius Veras é Ordenado Diácono em Carnaíba

RELIGIÃO

O bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, ordenou diácono na noite desta sexta (16) o estagiário Vinicius Veras Cavalcante Ribeiro. Vinicius é filho natural de Tabira.

A ordenação aconteceu na matriz de Santo Antônio e São João Maria Vianey, em Carnaíba.

Na homilia, dom Egidio disse ser gratificante participar de um momento tão marcante, em que a pessoa entrega a vida para o serviço.

É sempre gratificante participar de um momento em que alguém entrega a própria vida, se doa. Isso acontece por exemplo no Sacramento do Matrimônio ou na Profissão Religiosa: isso acontece também na Ordenação. Doar-se a outro, ou ao outro, é sempre uma escolha que torna a pessoa mais divina, isto é, mais parecida com Aquele que se doou a nós. Amo pensar que o diácono Vinicius será diácono para sempre, servo para sempre do Senhor e dos irmãos. É o que lhe desejo hoje, meu caríssimo Vinicius, antes de fazer aquele gesto tão sonhado e tão conversado entre nós, de impor as minhas mãos sobre sua cabeça e permitir que a força do Espírito atravessando meu ser preencha sua vida e faça de você um servo por amor, um Ministro do Amor”, finalizou o bispo.

 

Texto: Tito Barbosa

Padre Airton Freire passa mal em Arcoverde e é internado em hospital do Recife

RELIGIÃO

O padre Airton Freire, de 66 anos, criador da Fundação Terra, em Arcoverde, está internado no Hospital Português, no Recife. A informação foi passada pelo setor de Comunicação da Organização Religiosa dos Servos de Deus e também postada nas redes sociais do próprio padre. O hospital ainda não divulgou um boletim médico sobre o estado de saúde do religioso.

No último dia 28, padre Airton sentiu-se mal antes da celebração da Santa Missa, das 18h, na Comunidade de Vida da Malhada, e foi levado ao Hospital Memorial de Arcoverde, onde ficou internado na UTI.  Ontem, em suas redes sociais, o padre postou que teve alta do hospital em Arcoverde, no Sertão, e chegou a marcar uma missa para as 15h, mas logo em seguida foi feita uma nova postagem comunicando  que ele precisou ser trazido para o Recife para um check-up.

Ontem, o padre postou para os seus seguidores: “Esperando a dor passar, o médico passar, a chuva passar, o dia passar. Esperando, esperando, esperando. Nessa esperando, aliás, nem ando, esperando passar”.

Inf. Diario de Pernambuco.

Dom Egídio Bisol preside bênção da matriz de São Francisco de Assis

RELIGIÃO

Após dois anos de construção, que também contou com a colaborações de fieis, a Matriz de São Francisco da Assis, em Afogados da Ingazeira, recebeu a bênção na noite deste domingo (27), com missa presidida pelo bispo diocesano Dom Egidio Bisol e concelebrada pelo padre Luís Marques Ferreira (Pe. Luizinho),  e o Monsenhor Assis Rocha.

O pároco, Padre Luizinho falou na prestação de contas que já foi gasto na construção da nova igreja R$ 1.050.000,00 (Um milhão e cinquenta mil reais) e que o próximo passo agora vai ser adquirir novos bancos para acomodar melhor os fieis.

Ao final da missa, houve o descerramento da placa.

Dom Egídio Bisol anuncia mudanças na diocese de Afogados da Ingazeira

RELIGIÃO

O bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, anunciou mudanças (transferências) de padres que atuam em três paróquias.

Dom Egídio – Rádio Pajeú

O padre Ailton Costa da Silva, pároco da Paróquia Nossa Senhora das Dores, e o padre Claudivan Siqueira, pároco da Paróquia de São José, ambas em São José do Belmonte, irão assumir o serviço missionário na Diocese de Roraima.

Os padres Elton Wilson Ferreira e o padre Adenildo da Silva Santos, estão concluindo seu tempo de serviço junto à Igreja-irmã de Roraima e estão retornando ao Pajeú.

O padre Elton assumirá como pároco a Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, em Tuparetama, que estava vacante desde o falecimento do Monsenhor João Carlos. Já o padre Adenildo assumirá como administrador paroquial, a Paróquia de Nossa Senhora das Dores, em São José do Belmonte.

O padre Américo Leite de Sá, atualmente Vigário Paroquial na Paróquia de Nossa Senhora da Penha, assumirá a Paróquia de São José, em São José do Belmonte.

“Depois de consultar as respectivas comunidades irei comunicar a data de posse em cada paróquia. Desde já, rezemos pelos novos párocos, unidos na fraternidade e oração”, disse dom Egidio no comunicado.

 

Câmara aprova Lei Padre Júlio Lancellotti; texto vai à sanção de Bolsonaro

RELIGIÃO

Padre Júlio Lancellotti caminha entre pedras instalas pela Prefeitura de São Paulo sob o viaduto Dom Luciano Mendes de Almeida, no bairro do Tatuapé, Zona Leste da capital - Henrique de Campos
Padre Júlio Lancellotti caminha entre pedras instalas pela Prefeitura de São Paulo sob o viaduto Dom Luciano Mendes de Almeida, no bairro do Tatuapé, Zona Leste da capital Imagem: Henrique de Campos

A Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem o projeto de lei Padre Júlio Lancelotti, que proíbe o uso de materiais ou estruturas para afastar pessoas em situação de rua em locais públicos. Como o texto já passou pelo Senado, agora depende apenas da sanção do presidente Jair Bolsonaro (PL) para ser promulgada. Caso seja aprovada, a lei vai incluir no Estatuto da Cidade a “promoção de conforto, abrigo, descanso, bem-estar e acessibilidade”. A proposta é do senador Fabiano Contarato (PT-ES).

O padre Júlio Lancellotti, da Pastoral do Povo de Rua em São Paulo, dedica a vida toda ao acolhimento de vulneráveis. No ano passado, uma foto do pároco quebrando a marretadas as pedras colocadas pela prefeitura paulistana sob um viaduto para impedir o pernoite de pessoas de situação de rua viralizou nas redes sociais. “Indignação diante da opressão. Marretada nas pedras da injustiça”, escreveu ele no Twitter. A prefeitura removeu as pedras pouco depois da instalação, e disse ter exonerado o servidor responsável pela ação. Contarato comemorou a aprovação da lei. “Dedicamos esta conquista ao Padre Júlio Lancellotti, que tanto nos inspira. Precisamos fortalecer essa luta, tendo Precisamos fortalecer essa luta, tendo sensibilidade política e humana ao tratar os direitos das pessoas em situação de rua”, disse.

O projeto reuniu apoio até de partidos que fazem oposição ao PT. “Esse é um raro projeto com concordância de vários partidos para evitar o emprego dessa arquitetura hostil nas cidades. Um projeto muito humano”, afirmou a deputada Bia Kicis (PL-DF).

*Com informações da Agência Câmara

 

O “bispo vermelho” da ditadura de 64 está a um passo de virar beato

RELIGIÃO

“Quando dou comida aos pobres, me chamam de santo. Quando pergunto porque eles são pobres, chamam-me de comunista.”
Dom Hélder
Foto/Reprodução

“Prova de amor maior não há, do que dar a vida pelo irmão”, cantavam emocionadas centenas de pessoas que lotavam na noite do dia 27 de maio de 1969 a Matriz do Espinheiro, no Recife. No altar, 40 padres celebravam missa liderados por dom Hélder Câmara, arcebispo de Recife e Olinda. Um pouco abaixo do altar, dentro de um modesto caixão, jazia o corpo do padre Antonio Henrique Pereira Neto, 28 anos.

Na véspera, depois de sair por volta da meia-noite de reuniões em casas de duas famílias no bairro de Parnamirim, Henrique, assessor de dom Hélder e responsável pela Pastoral da Juventude da arquidiocese, foi sequestrado por quatro ou cinco homens que o levaram numa Rural Willis para uma área deserta a 30 quilômetros do centro da cidade. Ali, foi torturado e morto.

A perícia do corpo concluiu que Henrique, padre há três anos, fora amarrado com uma corda e arrastado. Uma faca ou algo parecido feriu seu rosto várias vezes. A violência sofrida por ele concentrou-se na cabeça. Ela foi chutada. A corda enlaçada em seu pescoço acabou por asfixiá-lo. Por último, deram-lhe três tiros na cabeça. Tamanha demonstração de ódio tinha um sujeito oculto.

O alvo indireto do crime, um dos mais bárbaros da ditadura militar de 1964, era dom Hélder, amigo pessoal do então Papa Paulo VI, e apontado pelos generais como um perigoso comunista. Eles o chamavam de “bispo vermelho” e seguiam todos os seus passos.

O Palácio dos Manguinhos, onde ele despachava, havia sido pichado com mensagens assinadas pelo Comando de Caça aos Comunistas. Ocorrera o mesmo com a parte dos fundos da Igreja das Fronteiras onde ele morava. Assim como com o Juvenato Dom Vital, local onde ele se reunia com seus pares nordestinos. Um homem arrependido já confessara a dom Hélder que fora contratado para matá-lo.

“Querem que eu me proteja”, pregou o arcebispo na missa que antecedeu a saída do cortejo que levaria a pé o corpo de Henrique para ser enterrado no cemitério da Várzea. “Querem que eu não ande só à noite, e que não durma só. Mas quem disse que eu ando só? Andam e dormem comigo o Pai, o Filho e o Espírito Santo”.

Entre oito mil e 10 mil pessoas seguiram o caixão. De vez em quando, policiais irrompiam no meio delas para fazer prisões. Vi prendere o ex-ministro da Agricultura do governo João Goulart, o deputado Oswaldo Lima Filho. E estudantes que carregavam uma faixa onde se lia: “Os militares mataram padre Henrique”.

O cemitério estava cercado por policiais. Depois do enterro, temendo o pior, dom Hélder pediu à multidão que fosse embora sem se manifestar. E se pôs, sozinho, diante da tropa, a acenar para as pessoas com um lenço branco. Foram longos minutos de silêncio e de medo até que todos se dispersaram. Censurada, a imprensa nada publicou sobre a morte e o enterro de Henrique. Por 9 anos, ela foi proibida de citar o nome de dom Hélder.

Em junho de 2012, a Comissão da Verdade, seção de Pernambuco, concluiu que a morte de Henrique foi um crime político. Participaram dele estudantes de direita e investigadores da polícia civil sob o comando de Bartolomeu Gibson, na época Chefe de Investigações da Secretaria de Segurança Pública de Pernambuco. Dos criminosos, dois ainda viviam. Mas a Lei da Anistia impedia que fossem punidos.

A Arquidiocese de Olinda e Recife informou na semana passada que o processo de beatificação de dom Hélder avançou mais uma etapa em Roma. A documentação enviada ao Vaticano foi aceita pelo Dicastério para a Causa dos Santos. Falta só mais uma etapa para que dom Hélder seja elevado à condição de beato pela Igreja Católica.

Metrópoles

Processo de beatificação de Dom Hélder Câmara avança no Vaticano

Processo de beatificação de Dom Hélder Câmara chega ao Vaticano — Foto: Divulgação

Próximo passo é a nomeação de um relator para a elaboração da “Positio”, volume que sintetiza as provas coletadas na Diocese de que o religioso fez milagres.

O processo de beatificação do cearense Dom Hélder Câmara avançou. O pedido para torná-lo beato passou da fase diocesana, realizada no Brasil, e chegou ao Vaticano. A próxima etapa é a nomeação de um relator para a elaborar a “Positio”, volume que resume as provas de que o religioso realizou milagres. Caso seja aprovada, o Papa Francisco poderá declarar Dom Hélder como “venerável”.

“Comunico que foi emitido hoje, em Roma, o decreto de Validade Jurídica de Dom Hélder Câmara, reconhecendo que todos os atos e toda a documentação feitos na Arquidiocese foram aprovados pelo Dicastério das Causas dos Santos”

“Doravante, solicitaremos a nomeação de um Relator e iniciaremos a elaboração da Positio, que será, posteriormente, analisada pelas comissões de historiadores, teólogos, bispos e cardeais, a fim de que deem os seus pareceres. Com a aprovação destas comissões, o Papa poderá declará-lo venerável”, diz o comunicado do Vaticano.

Segundo Dom Fernando, os presentes “vibraram, aplaudiram e ficaram felizes com esta grande notícia”.

“Uma grande alegria que encheu os corações e vamos rezar para que o quanto antes possamos ver este processo caminhar e termos no futuro a satisfação de ter Dom Hélder, este grande bispo da nossa Igreja, como um santo, alguém que mereceu o reconhecimento da Igreja pelas suas virtudes, pelos seus valores, sendo um modelo de vida para todos nós.”

g1

Papa Francisco: ‘Peço à Nossa Senhora Aparecida que livre o brasileiro do ódio’

RELIGIÃO

Declaração foi feita durante saudação a peregrinos de língua portuguesa na Praça São Pedro, no Vaticano, a quatro dias das eleições marcadas por ataques a religiosos

Chefe da Igreja Católica intercedeu pelo país na tradicional audiência geral na Praça de São Pedro, no Vaticano
Chefe da Igreja Católica intercedeu pelo país na tradicional audiência geral na Praça de São Pedro, no Vaticano – Foto: Divulgação / Vaticano

O Papa Francisco se dirigiu ao Brasil, nesta quarta-feira, durante a tradicional audiência geral que acontece na Praça São Pedro, no Vaticano. Ao final do compromisso semanal com os fiéis, o pontífice afirmou que pede à Nossa Senhora Aparecida que livre os brasileiros do ódio. A declaração foi dada pelo chefe da Igreja Católica durante a tradicional saudação que faz, em vários idiomas, a peregrinos presentes no encontro.

Ao fazer referência à padroeira brasileira, Francisco afirmou rezar para que a santa livre a população da violência e do sentimento de intolerância. Apesar de não fazer declaração direta ao processo eleitoral do país, a fala do líder argentino acontece a quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais, momento em que pelo menos dois ataques políticos são registrados por dia.

Durante a campanha eleitoral, lideranças católicas têm sido alvo de episódios violentos motivados por convicções políticas. Na semana passada, um padre foi hostilizado por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) enquanto celebrava a missa, no Paraná. Nas redes sociais, o cardeal Dom Odilo Pedro Scherer também foi atacado por bolsonaristas por usar uma veste sacerdotal de cor vermelha.

Em seu discurso, o papa citou ainda a beatificação de Benigna Cardoso da Silva, mais conhecida como menina Benigna. Ela foi reconhecida pela igreja, nesta segunda-feira, em uma cerimônia no município do Crato, interior do estado do Ceará. O pontífice saudou a jovem mártir nesta quarta, enfatizando que “o seu exemplo nos ajude a ser generosos”.

O título de beata já havia sido concedido pelo Vaticano à cearense em outubro de 2019, mas demorou a ser oficializado por conta da pandemia de Covid-19. Assassinada a golpes de facão em 1941, a adolescente foi morta depois de recusar um rapaz de 17 anos que tentou violentá-la.

Leia o discurso na íntegra:

Saúdo os peregrinos de língua portuguesa, em especial quantos vieram de São Salvador da Bahia, Anicuns, Taubaté e São Paulo. Queridos irmãos e irmãs, anteontem, em Crato, no Estado brasileiro do Ceará, foi beatificada Benigna Cardoso da Silva, uma jovem mártir que, seguindo a Palavra de Deus, manteve pura a sua vida, defendendo a sua dignidade. O seu exemplo nos ajude a ser generosos discípulos de Cristo. A vida do mundo depende do nosso testemunho coerente e alegre do Evangelho. Um aplauso à nova beata! Peço a Nossa Senhora Aparecida que proteja e cuide do povo brasileiro, que o livre do ódio, da intolerância e da violência.

Por Rayane Rocha/O Globo

Beatificação da menina Benigna: cerca de 60 mil fiéis são esperados na cerimônia

RELIGIÃO

Benigna virou símbolo da luta contra o feminicídio e crimes sexuais contra menores. A cearense foi morta há 80 anos, quando resistiu a um estupro na cidade de Santana do Cariri.

Menina Benigna é a primeira beata do Ceará. Na foto, um altar decorado para a beata - Metrópoles
Menina Benigna é a primeira beata do Ceará. foto: Diocese do Crato

A cidade de Crato, no Ceará, será palco de uma festa de fé católica a partir das 15h desta segunda-feira (24/10). Mas não é só sobre religiosidade. A beatificação de Benigna Cardoso da Silva, a Menina Benigna, é também o posicionamento contra o machismo e a violência contra as mulheres. Afinal, o dia 24 de outubro de 1941 é a data do martírio de Benigna, quando ela tinha 13 anos e foi morta a facadas, depois de rejeitar seu algoz.

A cerimônia começa às 15h, com um momento da misericórdia (o horário é comumente usado para os católicos rezarem no mundo inteiro pela misericórdia divina, por ser o suposto momento em que Jesus Cristo morreu), seguido por um musical, às 16h. E às 17h, a celebração em si. Ao todo, os responsáveis pelo evento esperam 60 mil pessoas no local, o Parque de Exposição Pedro Felício Cavalcanti, em Crato.

Cerca de 60 mil fiéis são esperados na oficialização do processo de beatificação de Benigna Cardoso da Silva, conhecida como menina Benigna, que ocorre na tarde desta segunda-feira (24), no Parque de Exposição Pedro Felício Cavalcante, no município do Crato, interior do Ceará.

A cerimônia será presidida pelo arcebispo Leonardo Ulrich Steiner, da diocese de Manaus, escolhido pela igreja católica. A beatificação de Benigna foi autorizada pelo Papa Francisco em 2019. O processo antecede a canonização, necessária para tornar Benigna uma santa para a Igreja Católica.

No local do evento já está tudo preparado para receber o público e os religiosos que vão acompanhar a cerimônia. Foi montado um palco de 33 metros de largura por 12 metros de profundidade, tamanho padrão usado nas cerimônias do Vaticano, que faz referência à idade de Cristo e aos 12 apóstolos.

Com a beatificação, a Menina Benigna se tornará a primeira beata cearense e a quarta mártir do Brasil.

g1/ Adc.: Metrópoles