Anatel vai ampliar uso do prefixo 0303 para reduzir ligações indesejadas

TELECOMUNICAÇÃO

telemarketing — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
telemarketing — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Nova regra da Anatel, permite que consumidor escolha atender ou não e facilita bloqueio de chamadas indesejadas

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estabeleceu que toda e qualquer empresa que realize mais de 10 mil chamadas telefônicas por dia estarão obrigadas a usar o prefixo 0303, o que até agora só valia para empresas de telemarketing.

A medida começa a valer em 5 de janeiro de 2025 e todas as empresas responsáveis por grandes volumes de ligações deverão adotar o prefixo, independentemente do motivo da chamada – aquelas que não se enquadrarem terão suas chamadas bloqueadas.

A justificativa da agência é a de permitir ao consumidor identificar o tipo de chamada já no visor do telefone para decidir se atende ou não, já que, muitas vezes, se trata de uma ligação indesejada.

A norma consta de um ato publicado pelo órgão federal no dia 4 deste mês. Um dos diferenciais da nova regra é que ela também enquadra chamadas originadas de telefones celulares e não apenas dos telefones fixos.

A medida estabelece que as empresas de telecomunicações deverão monitorar e identificar os responsáveis por originar 10 mil chamadas diárias ou mais. As empresas terão 60 dias para atualizar suas informações e incluir o prefixo. Quem não cumprir o prazo, terá o serviço bloqueado. A partir da regularização, a fiscalização por parte da agência será mensal.

O emprego do 0303 começou em 2022 e, desde então, mais de 3 mil empresas que fazem telemarketing ativo, caracterizado pela oferta de produtos e serviços, passaram a utilizar o prefixo. Segundo a agência, desde a adoção da medida, o número das chamadas indesejadas caiu drasticamente – o uso do prefixo barrou o imenso volume de ligações originadas por empresas que se valiam do anonimato para entrar em contato com as pessoas, afirma a Anatel.

Alternativa

O ato publicado pela Anatel prevê uma alternativa às empresas que não queiram usar o prefixo 0303. Ele consiste na adesão ao Origem Verificada. Ainda em testes, o sistema é capaz de identificar chamadas desconhecidas, exibindo na tela o nome e a logomarca de quem originou a ligação.

O objetivo é, entre outros, combater o chamado “golpe do 0800”, no qual criminosos se passam por falsas centrais de atendimento de bancos para extorquir vítimas.

Segundo a Anatel, essa funcionalidade vem conquistando adesão progressiva das empresas e fabricantes de aparelhos de telefone celular. Isso ocorre porque os aparelhos precisam ser adaptados para incluir essa função. Fonte ISTOÈ.

Celular Seguro já tem 680 mil cadastros; saiba como usar o app; confira vídeo com o passo a passo

TECNOLOGIA

Ferramenta do governo já recebeu 3.850 notificações sobre perda, roubo ou furto de celulares.

Golpes e fraudes
Usuários poderão indicar pessoas para efetuar bloqueios caso o titular tenha o celular roubado, furtado ou extraviado – Foto/reprodução

O projeto Celular Seguro, lançado em 19 de dezembro, já ultrapassou a marca de 680 mil brasileiros cadastrados. Até esta terça-feira (26), a plataforma já havia realizado 3.850 bloqueios.

Para usar a ferramenta Celular Seguro basta acessar o site ou o aplicativo (Android ou Apple) e fazer o login por meio da conta gov.br. O usuário cadastra o aparelho informando o número, marca e modelo. É possível registrar mais de um dispositivo, desde que a linha esteja cadastrada no mesmo CPF do usuário.

O bloqueio da linha telefônica, por meio do chip, só estará disponível no aplicativo Celular Seguro a partir de 9 de fevereiro. Até lá, o bloqueio da linha só é possível por meio da operadora de telefonia.

Leia o passo a passo para o usar o “Celular Seguro”:

Cadastro

  • baixe o aplicativo no celular pelo Play Store, para aparelhos Android, ou pela App Store, para iOS (iPhone);
  • o login é feito com a conta Gov.br. Quem não tiver cadastro, poderá fazê-lo;
  • leia o termo de uso e clique em “concordo”;
  • é possível cadastrar quantos aparelhos quiser, desde que eles estejam no seu CPF;
  • será solicitado o cadastro de celulares de pessoas de confiança. Se seu aparelho for roubado, uma dessas pessoas poderá solicitar o bloqueio.

Registro de ocorrência

O registro da ocorrência de perda, roubo ou furto poderá ser feito pelo app por uma das pessoas indicadas, ou pelo próprio dono do celular no site do programa.

Leia o procedimento:

  • acesse “meus telefones” ou “telefones de confiança”;
  • encontre o celular perdido na lista;
  • clique em “alerta”;
  • preencha as informações solicitadas;
  • será exibido um número de protocolo. Guarde-o;
  • depois de concluído o registro, as empresas participantes do programa são comunicadas e o telefone fica inutilizável;
  • importante – o registro da ocorrência não substitui a comunicação às autoridades policiais, operadores de telefonia e instituições financeiras.
*PODER360.

Cadastro no celular seguro será feito via IMEI. Saiba o que é este código e como conseguir; veja o passo a passo abaixo

TECNOLOGIA

Aplicativo estará disponível a partir de hoje. Cadastro também poderá ser feito pelo site gov.br

Plataforma do Celular Seguro estará disponível a partir de hoje
Plataforma do Celular Seguro estará disponível a partir de hoje — Foto: Pixabay

O governo lançou ontem ferramenta batizada de Celular Seguro, com a promessa de barrar de forma rápida o acesso de criminosos ao conteúdo dos aparelhos roubados. Enquanto o acordo com bancos e operadoras de telefonia já foi firmado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública também negocia o bloqueio dos aplicativos das redes sociais, como Facebook e Instagram, no aparelho.

A ferramenta vai funcionar como uma espécie de botão de segurança e a solicitação de bloqueio do aparelho será feito pelo IMEI, código de identificação do celular.

Não sabe o que é o IMEI? É um recurso de identificação internacional presente em todo smartphone. A sigla significa International Mobile Equipment Identity (Identificação Internacional de Equipamento Móvel em tradução livre) e é caracterizada por uma sequência de números e código de barra, úteis para identificar o celular em qualquer lugar do mundo.

Como identificar o IMEI
No caso de celulares com sistema Android, uma das opções é clicar em “Configurações” e em “Sobre o telefone”. Depois, abra a opção “Status”. No rodapé da tela, estará o número desejado. Caso não apareça, será preciso pressionar ainda “Informações do IMEI”.

Para aparelhos com sistema iOs, basta acessar “Ajustes” e tocar em “Geral”. Depois, abra a opção “Sobre” e busque “IMEI”.

Outra possibilidade válida para qualquer tipo de aparelho, independentemente do sistema operacional é digitar, no discador do aparelho, o código *#06#. O IMEI será exibido na tela.

Mas caso você não tenha o número do IMEI em mãos, é possível fazer isso com a sua conta do iCloud (para iPhones) ou do Google (para usuários de Android). Se tiver um iPhone, basta logar com a sua conta do iCloud neste site. Se o seu telefone for Android, acesse este site. Basta logar com a sua conta do Google, identificar o dispositivo e fazer o bloqueio.

Veja como vai funcionar

Celular Seguro — Foto: Criação O Globo
Celular Seguro — Foto: Criação O Globo

Tire suas outras dúvidas a seguir sobre como será possível usar a plataforma se tiver um celular roubado

  • A partir de hoje, já é possível baixar o aplicativo.

Haverá também um site?

  • Sim, já é possível cadastrar o aparelho e as pessoas de confiança. O site é celularseguro.mj.gov.br

Todo o celular será bloqueado?

  • Sim. O bloqueio será feito pelo código de identificação do aparelho, chamado de IMEI, que impossibilita o celular de realizar ligações e acessar dados móveis.

Registro e bloqueio no aplicativo Celular Seguro substitui boletim de ocorrência?

  • Não. O projeto não substitui o registro de boletim de ocorrência, em caso de roubo ou furto, mas facilita o processo de mitigação do dano ao consumidor, reduzindo o risco de perdas financeiras ou invasão de privacidade.

Quando os bloqueios irão começar?

  • A partir de hoje.

Devo informar o IMEI?

  • O IMEI pode ou não ser informado ao cadastrar o aparelho. O objetivo é exigir o mínimo possível de informações. Marca, modelo, telefone e operadora devem ser informados.

Haverá bloqueio além do aparelho?

  • O governo quer bloquear aplicativos bancários, SMS e e-mails.

Também serão bloqueados os aplicativos das redes sociais?

  • O governo está negociando para conseguir o bloqueio de redes sociais e plataformas de compras, mas ainda sem cronograma definido.

Quem poderá pedir o bloqueio?

  • A vítima do roubo, pelo site, ou uma pessoa de confiança.

O que a “pessoa de confiança” vê do seu celular?

  • Somente o nome e número de telefone da vítima.

Dá para mudar depois as pessoas de segurança?

  • Sim. A pasta diz que a mudança pode ser feita a qualquer momento.

Se a pessoa de segurança for assaltada, o criminoso pode sequestrar o meu celular remotamente?

  • A pessoa de confiança não tem acesso a dados sensíveis.

Será possível voltar atrás no bloqueio pelo aplicativo?

  • Sim. O usuário deverá se dirigir a sua operadora e aos bancos para pedir o cancelamento dos bloqueios.

Quando exatamente as plataformas vão aderir?

  • Já aderiram Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander, Itaú, Banco Inter, Sicoob, XP Investimentos, Banco Safra, Banco Pan, BTG Pactual e Sicredi.
  • A adesão de redes sociais, buscadores, apps de transporte e entregas ainda será detalhado, mas estão conversando com a pasta.

Aplicativos de contas em nuvem serão bloqueados?

  • O governo está negociando.

A pessoa precisa ser prata ou ouro no gov.br?

  • É necessário só ter a conta gov.br.

*Por Agência O Globo

Governo cria programa para ampliar cobertura e fiscalizar qualidade da internet no país

TELECOMUNICAÇÃO

O ‘ConectaBR’ estabelece medidas regulatórias para controle; Redes 5G devem transmitir 100 megabits por segundo

Anatel vai coordenar o projeto
Anatel vai coordenar o projeto MARCELLO CASAL JR/AGÊNCIA BRASIL

O governo federal criou um programa que visa ampliar a cobertura e o acesso à internet no país. O “ConectaBR” também estabelece índices mínimos de qualidade no oferecimento do serviço. Por exemplo, as redes 5G devem ter como referência a transmissão de 100 megabits por segundo. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ficará à frente do programa e da fiscalização dos serviços oferecidos no país. A portaria foi publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (23).

O principal objeto é ampliar o acesso à banda larga móvel com “qualidade e velocidade adequadas”. Além disso, a Anatel deve definir mecanismos para estimular e atualizar a tecnologia no país.

A agência também vai informar as regiões que precisam ser priorizadas para o ministério das Comunicações. Fora isso, a Anatel deverá produzir relatórios sobre o andamento do projeto e, em até seis meses, reavaliar o trabalho para identificar possíveis “deficiências”.

A Anatel vai definir um prazo para que as empresas possam se adaptar aos novos parâmetros.

Qualidade

A portaria também estabelece parâmetros que os serviços de 5G e 4G devem oferecer para os usuários. São eles:

Transmissão de dados
– 5G: 100 megabits por segundo
– 4G: 10 megabits por segundo

Além disso, a texto também ressalta que é esperado que “o alcance de tal patamar, preferencialmente, em 95% (noventa e cinco por centro) das medições realizadas”.

Selo

Outro ponto estabelecido é a criação do “Selo Qualidade em Banda Larga Móvel”, que vai reconhecer a melhor prestadora de serviços no âmbito municipal, estadual e nacional.
O Brasil ocupa a 49ª posição do Ranking de Qualidade de Vida Digital.

Os dados são da Surfshark, uma ferramenta de privacidade digital. Os estudos utilizam como base informações disponibilizadas pelo Banco Mundial, Nações Unidas, entre outros órgãos.

A lista analisa quesitos como acessibilidade, infraestrutura e segurança da banda larga em 121 países. O Brasil ficou atrás de três países da América do Sul: Uruguai, Argentina, Chile. *Fonte R7

Canais do WhatsApp: entenda como funciona o novo recurso do app

TECNOLOGIA

O novo campo promete ser uma espécie de comunidade turbinada, sem limite de participantes e com maior poder para o dono do canal.

O novo recurso possibilita aos donos dos canais enviarem mensagens para um
O novo recurso possibilita aos donos dos canais enviarem mensagens para um “grupo” no qual não há limites de participantes – (crédito: Divulgação/Whatsapp)

O WhatsApp anunciou, nesta quarta-feira (13/9), o lançamento global do recurso Canais, que funciona como um espaço de transmissão de informações em massa, algo semelhante ao que é oferecido no Telegram. O novo recurso possibilita aos usuários enviarem mensagens para uma espécie de “grupo” no qual não há limites de participantes.

Como ocorreu com atualizações anteriores do aplicativo, o recurso, que ainda não está disponível para todas as pessoas, poderá ser usado, em breve, por qualquer pessoa com uma conta no Whatsapp.

O novo campo fica separado das conversas, em uma aba chamada Atualizações. Nela, há a opção de canais, onde é ofertado canais diversos e os que o usuário segue — contatos não poderão ver qual canal é seguido pelo usuário. O Whatsapp assegura a proteção das informações pessoais de administradores e seguidores.

Até o momento, o Canais foi lançado em 150 países. Segundo o aplicativo, será possível usar as seguintes ações no novo recurso:

  • Possibilidade de encontrar canais para seguir (que são filtrados automaticamente embasado no país do usuário);
  • Reações nas mensagens, por meio de emojis, é possível também ver o total de reações. “Os seguidores não verão como você reagiu”, assegura o app;
  • Sempre que uma atualização é encaminhada para uma conversa ou um grupo, ela incluirá um link para o canal correspondente.

Famosos estão fazendo propaganda do novo recurso pelas sociais. Um deles é o apresentador Luciano Huck que publicou um vídeo convidando seus seguidores a participarem de sua linha de transmissão. *Com informações do Correio Brasiliense.

O município de Solidão agora conta com Sinal Digital de Televisão

INTERIOR-PE

Foto/Divulgação/ Crédito S1 Notícias

O município de Solidão, no Sertão de Pernambuco, em colaboração com o Ministério das Comunicações, celebra um importante marco tecnológico com a implementação do Programa Digitaliza Brasil no município.

Nesta semana, o aguardado Sinal Digital de Televisão foi oficialmente ativado no município, trazendo consigo um novo nível de qualidade e acessibilidade aos moradores. Essa conquista foi possível pela instalação de equipamentos de transmissão e pela distribuição estratégica de conversores e antenas para a população de baixa renda, uma iniciativa promovida através dos recursos do Programa Digitaliza Brasil, um esforço do Governo Federal em prol da modernização tecnológica.

O acesso ao sinal digital é fruto de uma colaboração bem-sucedida entre o Governo Federal e a administração municipal de Solidão, que contribuiu com a doação do terreno para a infraestrutura necessária. O prefeito Djalma Alves enfatizou a importância desta realização.

“Estamos entregando mais uma grande conquista para Solidão, proporcionando à nossa população acesso a diversos canais de televisão no formato digital. Comprometo-me a continuar buscando parcerias que tragam benefícios reais para nossa cidade e para a qualidade de vida de nossos cidadãos”, destacou o prefeito.

Anatel autoriza ativação de rede 5G em mais 100 municípios; veja lista

BRASIL

imagem colorida mostra pessoa segurando celular com tela escrita "5G" - Metrópoles
Foto/Divulgação

O Ministério das Comunicações (MCom) informou que a faixa de frequência de telecomunicações, que permite o uso da rede 5G, será liberada para instalação de novas estações em mais 100 municípios brasileiros. São 73 municípios do Rio Grande do Sul e outros 27 em Santa Catarina (veja lista abaixo).

A partir da próxima segunda-feira (28), as operadoras de telefonia que adquiriram lotes na faixa de 3,5 GHz (nos leilões do 5G, em 2022), nas 100 cidades brasileiras anunciadas, poderão solicitar à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) o licenciamento e ativação das estações de 5G.

O processo começou pelas capitais em junho de 2022 e, desde então, avança para outras cidades. Segundo o Ministério das Comunicações, a partir de segunda-feira (28) a tecnologia 5G permitirá que 122 milhões de cidadãos (quase 60% da população do país), moradores de 1.812 municípios, sejam atendidos pela rede.

De acordo com a Anatel, a liberação da faixa não significa que redes do 5G serão instaladas de imediato nas localidades. A instalação de estações de tecnologia de quinta geração (5G standalone) depende do planejamento individual de cada prestadora do serviço.

Para facilitar o acompanhamento dos municípios liberados, o grupo de acompanhamento de soluções para os problemas de interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz disponibiliza o painel de dados com os municípios em que a faixa de 3,5 GHz já se encontra liberada e, também, o planejamento aprovado de previsão das próximas liberações.

“A liberação da faixa do 5G é uma das primeiras etapas desse trabalho contínuo que o governo federal desenvolve, de norte a sul do país, para levar a quinta geração de dados móveis a todo brasileiro, a toda escola e unidade de saúde. Os compromissos das operadoras vencedoras do leilão do 5G vão até 2030, mas seguimos trabalhando para adiantar esse prazo”, disse o ministro das Comunicações, Juscelino Filho.

TV Digital

A tecnologia 5G opera na mesma faixa da radiofrequência que o sinal de TV transmitido para as parabólicas tradicionais, a Banda C.

A Anatel alerta que as antenas parabólicas tradicionais vão parar de funcionar e, por isso, os usuários que ainda não possuem TV Digital e ainda recebem as transmissões da TV aberta pela antena parabólica precisam adaptar o equipamento para evitar eventuais interferências ou a interrupção da transmissão.

O MCom e a Anatel esclarecem que as parabólicas devem ser substituídas pelas novas, do tipo digital.

Para as famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), o governo federal oferece kits gratuitos de instalação do modelo digital que garantem som e imagem de qualidade. Mas é preciso fazer o agendamento da instalação dos novos equipamentos.

Para os cidadãos que recebem sinal de TV pela antena do tipo chamado espinha de peixe ou por antena digital interna não precisam realizar a troca de equipamento.

Veja a lista de municípios contemplados:

Rio Grande do Sul:

  • Água Santa
  • Agudo
  • Almirante Tamandaré do Sul
  • Alpestre
  • Aratiba
  • Arroio do Tigre
  • Arroio Grande
  • Augusto Pestana
  • Barra do Rio Azul
  • Barracão
  • Boa Vista do Cadeado
  • Boa Vista do Incra
  • Bossoroca
  • Cacique Doble
  • Capão do Cipó
  • Cerrito
  • Charrua
  • Chuí
  • Coqueiros do Sul
  • Dona Francisca
  • Encruzilhada do Sul
  • Ernestina
  • Estrela Velha
  • Faxinal do Soturno
  • Floriano Peixoto
  • Fortaleza dos Valos
  • Herval
  • Hulha Negra
  • Ibarama
  • Ibiaçá
  • Ibirapuitã
  • Iraí
  • Itacurubi
  • Itatiba do Sul
  • Jacuizinho
  • Jacutinga
  • Jóia
  • Lagoa Bonita do Sul
  • Lavras do Sul
  • Maçambará
  • Manoel Viana
  • Marau
  • Não-Me-Toque
  • Nicolau Vergueiro
  • Nova Esperança do Sul
  • Nova Palma
  • Paim Filho
  • Paraíso do Sul
  • Pedro Osório
  • Pinhal Grande
  • Piratini
  • Pontão
  • Quaraí
  • Restinga Seca
  • Ronda Alta
  • Salto do Jacuí
  • Sananduva
  • Santa Cecília do Sul
  • Santa Margarida do Sul
  • Santa Vitória do Palmar
  • Santo Antônio do Planalto
  • Santo Expedito do Sul
  • São Francisco de Assis
  • São João da Urtiga
  • São João do Polêsine
  • São José do Ouro
  • São Miguel das Missões
  • Sobradinho
  • Tapejara
  • Tio Hugo
  • Tupanci do Sul
  • Victor Graeff
  • Vila Lângaro

Santa Catarina:

  • Cunha Porã
  • Cunhataí
  • Modelo
  • Palmitos
  • Abelardo Luz
  • Água Doce
  • Arabutã
  • Bom Jesus
  • Formosa do Sul
  • Ipuaçu
  • Ipumirim
  • Irani
  • Irati
  • Itá
  • Lindóia do Sul
  • Ouro Verde
  • Paial
  • Passos Maia
  • Ponte Serrada
  • Santiago do Sul
  • São Domingos
  • Seara
  • Calmon
  • Lebon Régis
  • Matos Costa
  • Ponte Alta do Norte
  • Santa Cecília
*Com informações da Agência Brasil.

TCE determina melhoria do serviço de internet nas escolas estaduais

TELECOMUNICAÇÃO

79,5% das escolas no Paraná não têm conexão de internet eficaz, aponta TCE
Foto/Divulgação

A Segunda Câmara do TCE determinou à Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco a disponibilização de serviço de internet em nível satisfatório em todas as unidades escolares da rede pública estadual, dentro do prazo de 12 meses.

A medida foi estabelecida após a apreciação da Prestação de Contas de Gestão do ex-secretário da Pasta, Frederico Amâncio, referente ao exercício financeiro de 2019.

Sob a relatoria da conselheira Teresa Duere, o processo (nº 20100375-2) foi julgado regular com ressalvas, na sessão da última quinta-feira (13), mas ensejou algumas determinações com o objetivo de solucionar problemas identificados em algumas escolas. A principal medida exigida pelo TCE diz respeito à ineficácia do Programa 0402, referente à oferta de internet na rede pública.

De acordo com o relatório de auditoria, o valor orçado na Lei Orçamentária Anual de 2019 para a estrutura de serviços de comunicação de dados, voz, imagem e videoconferência, a contemplar internet nas unidades da rede pública estadual, era de R$ 6.135.500,00. O total gasto pela Secretaria, no entanto, foi de apenas R$ 15.252,88.

Um questionário eletrônico enviado pelo Tribunal de Contas às escolas constatou, ainda, que 93,6% das escolas possuíam internet durante o exercício, mas apenas 11,9% delas consideravam bom o serviço disponibilizado pelo Governo. Além disso, 82,1% das escolas apontaram que a internet era insuficiente para o processo pedagógico e administrativo, enquanto que 87,2% responderam que a velocidade não era satisfatória.

“Já está bem difundida em artigos e estudos a grande importância da internet no processo pedagógico. No âmbito educacional, a utilização da rede de computadores tem sido um recurso mediador para uma aprendizagem dinâmica e vem assumindo, cada vez mais, uma importante função de apoio pedagógico”, diz o voto da conselheira Teresa Duere.

Segundo a relatora, o simples fato de haver o serviço não implica que atenda às necessidades para o uso pedagógico e administrativo das unidades escolares. “Ter internet rápida amplia o acesso ao conhecimento, permite que os alunos sejam protagonistas de seu aprendizado e reduz desigualdades entre estudantes de redes públicas e privadas”, defende.

A auditoria também apontou irregularidades estruturais nas escolas, a exemplo de salas de aula sem refrigeração, ausência de professores e de biblioteca, falta de acessibilidade, entre outras. Seguindo o parecer do Ministério Público de Contas, assinado pelo procurador Gilmar Lima, a  conselheira fez algumas determinações para sanar as falhas que persistem.

O atual gestor da Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco que, caso ainda não tenham sido providenciados, deve concluir os reparos necessários nas unidades dentro do prazo de 12 meses. A Diretoria de Controle Externo do TCE realizará o acompanhamento das medidas.

Participaram da sessão o presidente da Segunda Câmara, conselheiro Dirceu Rodolfo e o conselheiro Carlos Neves. O procurador Gilmar Lima representou o MPC-PE. Fonte: TCE/PE.

WhatsApp lança função de pagamentos a empresas pelo aplicativo

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WhatsApp
Na imagem, usuário realiza pagamento de um produto pelo próprio chat do WhatsApp – Foto/Divulgação

A ferramenta, lançada no Brasil nesta terça-feira (11), permite a transferência entre lojistas e clientes.

O WhatsApp lançou nesta terça-feira (11), a opção de pagamentos de pessoas para lojistas (P2M) por meio do aplicativo, um mês após receber a autorização do Banco Central (BC). A implementação será feita de forma escalonada e a ideia é concluir o processo em três meses. O mercado aposta na popularidade do aplicativo entre os pequenos negócios como forma de impulsionar não só a nova solução, mas também as operações entre pessoas físicas (P2P), que nunca decolaram diante da forte concorrência do Pix.

O BC autorizou as compras via WhatsApp no início de março. O processo, no entanto, vem se desenrolando há anos e passou, inclusive, pela suspensão dos pagamentos via aplicativo pelo regulador, ainda em 2020. Há dois anos, a empresa conseguiu a autorização para iniciar as transferências entre pessoas. Agora, será possível também pagar pela compra de um produto ou serviço por meio do WhatsApp, serviço de mensageria da Meta, dona do Facebook.

“O uso que as pequenas empresas fazem do WhatsApp, principalmente desde a pandemia, teve um crescimento surpreendente, mas observamos que a taxa de abandono na hora do pagamento ainda é alta. E o pagamento vem justamente para resolver esse problema”, disse Guilherme Horn, head do WhatsApp na América Latina. Hoje, o cliente pode encontrar o negócio, pedir informações e fechar a compra pelo aplicativo. Agora, poderá também efetuar o pagamento. Como tudo nesse mercado, o sucesso da solução está fortemente atrelado à adesão ou não do usuário final.

De acordo com Horn, a evolução nos serviços de pagamento do WhatsApp passa pela inclusão do Pix. “É algo que vai acontecer naturalmente. A gente não pode imaginar hoje um sistema de pagamentos que não tenha Pix. Estamos começando com cartão, mas vamos incluir isso posteriormente”.

Como vai funcionar o pagamento a lojista pelo WhatsApp

Os pagamentos P2M terão início com três credenciadoras (empresas de “maquininhas”) participando: Cielo (que já processa as transações entre pessoas), Rede e Mercado Pago. Já há testes sendo realizados com outras, como Fiserv e Getnet. A ideia é que novos parceiros ingressem em breve, diz Horn.

Por ora, os consumidores poderão usar cartões de débito, crédito e pré-pagos das bandeiras Visa e Mastercard emitidos por 12 instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, BTG Pactual, Caixa, Inter, Mercado Pago, Neon, Next, Nubank, Santander, Sicoob e Sicredi. Os cartões Itaú passarão a ser aceitos em breve.

Quando a função de transferências entre pessoas entrou em funcionamento, o WhatsApp havia fechado uma parceria com a Cielo. Ficou estabelecido, no entanto, que a função P2M deveria ter início já com concorrentes operando. O WhatsApp destaca que o serviço foi desenvolvido “como uma plataforma aberta à participação de diversos adquirentes e emissores brasileiros”. Essa foi, justamente, uma exigência do BC para liberar a função.

Em teoria, a partir de hoje, todos os usuários do WhatsApp já poderão utilizar a nova opção. Na prática, no entanto, a disponibilização do recurso para as empresas será gradual e o plano é que, em alguns meses, todos os negócios que utilizam o WhatsApp Business possam aderir.

Para fazer pagamentos a lojistas, pessoas físicas precisarão cadastrar uma forma de pagamento pelo aplicativo. Será necessário criar um PIN (ou algum tipo de reconhecimento biométrico), que será utilizado para confirmar todas as transações, inserir os dados pessoais e informações do cartão, que serão confirmadas via e-mail ou aplicativo do banco.

Em termos de segurança, os participantes frisam que as transações são “tokenizadas”, ou seja, os dados do cartão são substituídos por uma identificação digital. Assim, em caso de invasão da conta, não será possível acessar os dados de pagamento. Além disso, é feita uma validação para cada dispositivo, assim, se o aplicativo for instalado em outro aparelho, será preciso configurar novamente a forma de pagamento. Outro ponto de segurança é a própria contestação das transações, já parte do ecossistema de cartões.

As empresas que quiserem receber pelo aplicativo precisarão, por meio da versão atualizada do WhatsApp Business, vincular sua conta no adquirente selecionando o parceiro com o qual deseja processar seus pagamentos. Dependendo da credenciadora, pode levar alguns dias para que a conta fique liberada para aceitar pagamentos.

Segundo Horn, eventuais limites para o número ou valor de transações serão estabelecidos pelos emissores de cada cliente. Hoje, no P2P, o usuário pode enviar até R$ 1 mil por transação, R$ 2,5 mil em um período de 24 horas e R$ 5 mil por mês.

Durante o processo de construção do serviço, um dos pontos de debate foi a definição de preços. Além da tarifa de intercâmbio (já parte das transações com cartão), o modelo de preços envolve também uma negociação bilateral entre WhatsApp e credenciadoras. Participantes ouvidos pelo Valor afirmam que as empresas conseguiram chegar a um patamar atrativo para todas as partes, embora não descartem ajustes após esse período inicial de lançamento.

Horn afirma que o objetivo da empresa com a nova opção de pagamento está menos em gerar uma nova linha de receita e mais em fortalecer as já existentes. “Nossos focos em termos de receita continuam sendo as mensagens pagas, através da API, e os anúncios feitos em redes sociais que levam para as conversas. No momento, o pagamento vem para reforçar essas linhas”. Fonte: (Valor).

Anatel esclarece em nota, as novas tecnologias de envio de alertas de emergência para celulares

TELECOMUNICAÇÃO

Nota à imprensa

A respeito do sistema de alertas de emergência, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) apresenta os seguintes esclarecimentos:

Em outubro de 2022, a Anatel determinou, às prestadoras de telefonia móvel, uma evolução do sistema de alertas de emergência, por meio da tecnologia cell broadcast, que será implantada até dezembro de 2023. A nova funcionalidade vai complementar a atual solução de envio de alertas, o SMS, que também passará por evoluções (SMS Flash).

Por meio do cell broadcast, os usuários do serviço vão receber mensagens de texto, em formato pop up, sobreposto ao conteúdo que eventualmente esteja sendo acessado no celular.

Além disso, a depender do tipo de emergência, a mensagem poderá acionar um sinal sonoro no celular, mesmo se estiver no modo silencioso, o que vai permitir maior funcionalidade do alerta nas situações de risco.

Por meio da nova solução, também serão desnecessários o cadastro prévio dos usuários e a indicação de um CEP de interesse. Serão enviados os alertas de emergência para todos os celulares que estejam situados ou venham a entrar na região em risco.

Diferentemente das notificações via SMS, que chegam gradativamente aos usuários, as mensagens de texto do cell broadcast são recebidas quase que instantaneamente por todos os usuários.

O conteúdo desses alertas continuará sob a responsabilidade dos órgãos competentes, como a Defesa Civil. Tais órgãos poderão optar por diferentes modos de alerta, sendo que o modo mais intrusivo dispara notificações com sinais sonoros e vibrações nos smartphones e exige que o usuário confirme a visualização do alerta para cessar a notificação.

O objetivo é evoluir as ferramentas disponibilizadas pelo setor de Telecomunicações e auxiliar as ações dos órgãos competentes e de Defesa Civil na prevenção e mitigação dos impactos ocasionados por situações de emergências, como alagamentos, enxurradas, deslizamentos de terra, vendavais, chuvas de granizo, entre outros estabelecidos na Classificação e Codificação Brasileira de Desastres (Cobrade).

O assunto é coordenado pela Agência em Grupo de Implementação de que fazem parte as prestadoras Claro, Tim, Vivo, Algar, Sercomtel, Sindicato Nacional de Empresas de Telefonia Móvel (Conexis) e órgãos de Defesa Civil, representados pelo Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

A Agência ressalta a importância de contar com apoio dos órgãos de Defesa Civil e governos estaduais na implementação, sobretudo na definição de regiões prioritárias para a realização dos testes.

A obrigação das prestadoras de transmitirem gratuitamente mensagens de alertas de desastres dos órgãos de defesa civil à população foi estabelecida pelo art. 15-B da Lei Federal nº 12.340/2010, a partir da alteração promovida pela Lei nº 12.983/2014.

Notícias relacionadas:

Anatel promove aperfeiçoamentos no envio de alertas de desastres à população, de 13/01/2023,  — Agência Nacional de Telecomunicações (www.gov.br).

Portal de referência:

https://www.gov.br/anatel/pt-br/dados/utilidade-publica/notificacao-de-alertas.

Fonte: Agência Nacional de Telecomunicações

Praças de Itapetim passarão a contar com internet gratuita através do programa “Praças Conectadas”

TELECOMUNICAÇÃO

Foto/Reprodução/Instagram

O Governo Municipal de Itapetim lançou, através da Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo, o programa “Praças Conectadas”, que tem como objetivo disponibilizar internet gratuita nas praças Padre João Leite, Rogaciano Leite e Simão Leite, no Centro da cidade.

O projeto, que será implantado a partir de março, é uma parceria entre prefeitura, Secretaria de Cultura, e as empresas Sertão Online e R3 Telecom.

“Os locais, que já contam com iluminação em led, agora vão ficar ainda mais atrativos para a população e os turistas que visitam nossa cidade”, destacou o prefeito Adelmo Moura, que esteve ao lado do secretário de Cultura, Ailson Alves, e dos empresários Lenelson Piancó e Rágner José, fechando a parceria. inf. (ASCOM).