China pede aos EUA a libertação imediata de Maduro e sua esposa

INTERNACIONAL

Nicolás Maduro e Cilia Flores em Caracas 17/5/2018   REUTERS/Carlos Jasso
Nicolás Maduro e Cilia Flores em Caracas – Foto: Reuters
A still image from video posted by the White House's Rapid Response 47 account on X.com, which originated from the @PaulDMauro account, shows Venezuela's President Nicolas Maduro being walked in custody down a hallway at the offices of the U.S. Drug Enforcement Administration (DEA) in New York City, U.S., January 3, 2026. @RapidResponse47/Handout via REUTERS THIS IMAGE HAS BEEN SUPPLIED BY A THIRD PARTY. MANDATORY CREDIT.NO RESALES. NO ARCHIVES. THIS PICTURE WAS PROCESSED BY REUTERS TO ENHANCE QUALITY. AN UNPROCESSED VERSION HAS BEEN PROVIDED SEPARATELY. TPX IMAGES OF THE DAY Verification - Reuters was able to confirm footage of Nicolas Maduro walking through the halls of DEA headquarters in New York as seen on corroborating footage showing same personnels ushering Maduro and DEA NYD crest on the wall. - Logo on wall matched DEA NYD from file images. - Reuters witness footage showing convoy arriving at DEA headquarters in Manhattan.
Foto: Reuters

Agência Brasil

País afirma que Estados Unidos violaram o direito internacional

O Ministério das Relações Exteriores da China pediu hoje (4) que os Estados Unidos libertem imediatamente o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, que foram capturados no sábado (3) em Caracas e estão sendo mantidos sob custódia em uma prisão federal no Brooklyn, em Nova York.

Para o governo chinês, que é um dos principais parceiros políticos e econômicos da Venezuela, a ação deflagrada pelos Estados Unidos “violou claramente” o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais, além dos propósitos e princípios estabelecidos pela Carta da Organização das Nações Unidas (ONU).

No comunicado, a China pede que os Estados Unidos garantam a segurança pessoal de Maduro e de sua esposa e cessem com a tentativa de derrubar o governo venezuelano. Além disso, afirma o governo chinês, os Estados Unidos precisam garantir que esse problema seja resolvido “por meio do diálogo e da negociação”.

Esta foi a segunda manifestação oficial da China sobre o caso. Ontem (3), o Ministério das Relações Exteriores da China já havia condenado o uso da força pelos Estados Unidos contra Maduro, dizendo estar “profundamente chocado” com a ação deflagrada ontem.

“A China condena veementemente o uso flagrante da força por parte dos Estados Unidos contra um país soberano e sua ação contra o presidente de outro Estado”, afirmou a chancelaria.

Uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas deve acontecer nesta segunda-feira (5) para discutir a situação da Venezuela.

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