Comissão de Finanças da Alepe aprova orçamento de R$ 49,5 bilhões para 2024: veja vídeo

ORÇAMENTO

LOA 2024 inclui montante apresentado pelo Governo de Pernambuco, mais R$ 1,1 bilhão proposto e aprovado pela Alepe

Reunião da Comissão de Finanças
Reunião da Comissão de Finanças – Foto/Divulgação

A comissão de Finanças, Orçamento e Tributação da Alepe aprovou por unanimidade o parecer geral e a redação final da Lei Orçamentária Anual 2024 de Pernambuco, fixando o orçamento do estado em R$ 49,5 bilhões para o ano que vem.

A votação ocorreu em sessão realizada nesta segunda-feira (4), liderada pela deputada estadual Débora Almeida (PSDB), relatora do parecer final e presidente da comissão de finanças.

O valor total aprovado inclui:

  • R$ 48,4 bilhões do orçamento original, apresentado pelo governo Raquel Lyra, relativos a orçamento fiscal e investimento de empresas estaduais;
  • R$ 1,1 bilhão proposto e aprovado pela comissão de finanças da Alepe, oriundos do Fundo de Participação dos Estados (FPE), com base nas projeções da Secretaria do Tesouro Nacional.

O orçamento de 2024 terá aumento de 9,68% em relação ao valor deste ano, que foi de R$ 45 bilhões.

O LOA 2024 agora segue para votação em plenário na Alepe.

Veja como foi a sessão:

Relatórios parciais foram aprovados em sessão conturbada

A inclusão de R$ 1,1 bilhão no orçamento de 2024 gerou um imbróglio na comissão de finanças. A presidente do colegiado, Débora Almeida, encerrou a sessão em que seriam votados os pareceres de inclusão do valor no orçamento, há duas semanas, contra a vontade dos demais membros.

Eles, por sua vez, seguiram com a sessão sem a presença de Débora e aprovaram a adição bilionária.

Na sessão seguinte, porém, Débora Almeida, que é governista, manteve os pareceres.

“O que estamos vivendo neste momento registra o protagonismo e a importância desta Casa Legislativa que mais do que nunca se mostra uma Casa dos Pernambucanos”, comemorou o deputado Coronel Feitosa (PL), autor da emenda que acrescentou a verba ao orçamento.

“O Governo não considerou a previsão de arrecadação do Fundo de Participação dos Estados (FPE), feita pela Secretaria do Tesouro Nacional, reduzindo as receitas do estado em R$ 1,1 bilhão e por isso incluímos”, justificou.

*Por Jamildo /JC

Compartilhe:

Deixe um comentário