SAÚDE
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/w/X/gNtwuiQyKeD3Q7dAyDzw/101133935-saude-rio-de-janeiro-rj-09-11-2022-covid-pessoas-usando-mascaras-com-alta-de-casos-d.jpg)
Pessoas com sintomas gripais ou suspeita de Covid-19, assim como grupos com fatores de risco para a doença devem manter o uso constante do instrumento de proteção facial.
O Ministério da Saúde atualizou nesta quinta-feira, em uma nota técnica, suas recomendações para o uso da máscara no dia a dia. Em maio deste ano, a Anvisa flexibilizou as medidas de proteção facial, tornando a obrigatoriedade restrita a apenas alguns grupos específicos em unidades de saúde.
Em quais situações as máscaras são recomendadas?
Conforme a orientação do documento do Ministério, os grupos recomendados a utilizar a proteção são:
- Pessoas com sintomas gripais, casos suspeitos ou confirmados de Covid-19. E também pessoas que tenham tido contato próximo com caso suspeito ou confirmado.
- Por pessoas com fatores de risco para complicações da Covid-19 (em especial imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com múltiplas comorbidades) em situações de maior risco de contaminação, como locais fechados e mal ventilados, locais com aglomeração e em serviços de saúde.
As medidas prevenção, para além da máscara facial, continuam a ser fortemente recomendadas pelo Ministério. São elas: distanciamento físico, a etiqueta respiratória, a higienização das mãos com álcool em gel 70% ou água e sabão, a limpeza e desinfeção de ambientes, o isolamento de casos suspeitos e confirmados.
A flexibilização têm com contexto a determinação da Organização Mundial de Saúde que descreve a pandemia da Covid-19, no momento atual, como um problema de saúde estabelecido e contínuo, não constituindo mais uma emergência global. No Brasil, o cenário apresenta queda do número de óbitos, hospitalizações e admissões em unidades de terapia intensiva relacionadas à doença. *Fonte (O GLOBO).