Brasil tem 709.601 mortes por complicações da covid

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teste de covid
A última semana contabilizada, que terminou em 3 de fevereiro, foi a 25ª com menos mortes registradas desde o início da pandemia; na imagem, teste da covid – Foto/Reprodução

Ao todo, são 38.374.307 de infectados desde o início da pandemia; foram 36.154 novos casos na última semana epidemiológica

O Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) informou na 5ª feira (8.fev.2024) que foram registradas 194 mortes por complicações da covid-19 na última semana epidemiológica (28 de janeiro a 3 de fevereiro). Foram contabilizados 36.154 novos casos no mesmo período.

Ao todo, são 709.601 mortes pela doença no Brasil desde o início da pandemia (2020). No total, são 38.374.307 diagnósticos confirmados.

Já sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Ministério da Saúde parou de publicar o boletim diário com a quantidade de casos e mortes pela covid. Agora, os dados são divulgados semanalmente –divididos por semanas epidemiológicas. A decisão foi tomada em fevereiro de 2023. O motivo: a alteração na periodicidade “otimiza” o trabalho das equipes de vigilância nas unidades da Federação e “não há mais motivo para notificação diária”, segundo o Conass.

A última semana contabilizada, que terminou em 3 de fevereiro, foi a 25ª com menos mortes registradas desde o início da pandemia. A mais recente onda (pico de casos e mortes pela doença) foi registrada em fevereiro de 2022, quando o total na semana ultrapassou 6.000 mortes.

MORTES PROPORCIONAIS 

O Brasil registra 3.494 mortes por milhão. Dentre as unidades da Federação, a pior situação é a do Rio de Janeiro, com 4.849 vítimas por milhão. As taxas consideram o número de mortes confirmadas pelo Ministério da Saúde e a população do Censo Demográfico 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em cada unidade da Federação.

RANKING MUNDIAL

O Brasil ocupa a 16ª posição do ranking mundial de mortes proporcionais pela covid. A lista é liderada pelo Peru, com 6.508 mortes por milhão. É seguido por Bulgária (5.704), Bósnia e Herzegovina (5.066) e Hungria (4.918). *As informações são do Poder360.

Casos de Covid-19 seguem em alta e quase dobram em uma semana em Pernambuco

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Registros já acumulam aumento de quase 1.600% em seis semanas

Teste de Covid
Teste de Covid – Foto: Divulgação/PMJG

O número de casos de Covid-19 segue em tendência de alta em Pernambuco. Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), o total de diagnósticos da doença na semana epidemiológica 49, de 3 a 9 de dezembro, foi de 1.497. Esse total é 92,9% maior do que o registrado na semana anterior, 26 de novembro a 2 de dezembro, quando foram confirmados 776 casos.

Na comparação com a semana epidemiológica 44, de 29 de outubro a 4 de novembro, o aumento chega a 1.582% — naquela semana, a SES-PE computou 89 casos. Na semana 45, de 5 a 11 de novembro, o total mais do que dobrou, subindo para 191 casos.

Os diagnósticos positivos seguiram escalando para 327 casos na semana 46 (12 a 18 de novembro) e 577 casos na semana 47 (19 a 25 de novembro).

A positividade das amostras analisadas também aumentou ao longo dessas seis semanas: 3,8% na semana 44; 5,2% na semana 45; 9,7% na semana 46; 14,5% na semana 47; e 16,6% na semana 48. Na semana 49, a positividade chegou a 24,9% — ou seja, praticamente um em cada quatro suspeitas de Covid-19 foram confirmadas em exames na semana passada no Estado.

Casos graves recuam
“A SES-PE reforça que, por ora, o registro é de 98% de casos leves”, informou a pasta. O número de casos graves subiu de 3 na semana 44 para 13 na semana 45. Na semana 46, o total recuou para 4 e voltou a subir na semana 47, com 19 confirmações. Na semana 48, a SES-PE contabilizou 21 casos graves e na 49, 18 casos.

Transmissão
Segundo a SES-PE, apesar do último trimestre do ano não ser considerado um período de alto risco para transmissão de vírus respiratórios no Estado, o aumento de casos pode ser resultado da “maior intensidade de aglomeração e circulação de pessoas, bem como do relaxamento da adoção de medidas de prevenção não farmacológicas como higienização das mãos, uso de máscaras diante da presença de sintomas respiratórios”.

A identificação em estados vizinhos de novas subvariantes inéditas no Brasil (JN.1 e BA.2.86.1) também pode ser responsável pela elevação de casos no Estado, de acordo com a SES-PE.

*As informações são da folha de Pernambuco