Com professores em greve, UFRPE tem calendário acadêmico suspenso

GREVE DOS PROFESSORES

Com professores em greve, UFRPE tem calendário acadêmico suspenso
UFRPE. Foto: Júlio Gomes/LeiaJá

A paralisação completa um mês no final de maio

A greve dos professores da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) está prestes a completar um mês no final de maio. A categoria exige 22,7% de reajuste salarial para recompor as perdas salariais com a inflação nos últimos anos. Além disso, os docentes pedem reajuste dividido em três parcelas iguais de 7,06% em maio de 2024 a 2026.

Com a paralisação dos docentes, durante a 1ª Reunião Extraordinária do Pleno do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), da UFRPE, realizada na última terça-feira (21), foi deliberada a suspensão parcial do calendário acadêmico dos cursos presenciais.

Através de nota, a universidade esclarece que as atividades administrativas essenciais, “bem como a execução de outras atividades relativas a programas e projetos acadêmicos continuarão a ser realizadas”. Além disso, a UFRPE ressalta que as atividades do calendário da “Unidade Acadêmica de Educação a Distância e Tecnologia (UAEADTec) e dos Programas de Pós-graduação” estão mantidas.

Ademais, ainda segundo a instituição, os registros de aulas da graduação presencial no SIGAA serão temporariamente suspensos a partir desta quarta-feira (22). Um novo calendário será definido levando em consideração o “cumprimento das exigências legais e acadêmicas”. * Fonte: LeiaJá.

Greve na educação: Governo nega reajuste salarial a professores federais em 2024 e greve continua

GREVE DOS PROFESSORES

Servidores Públicos federais em greve fazem marcha por reajuste em Brasília – Foto/Gabriel Biló/Folhapres

Proposta da gestão reajustava benefícios, mas só previa aumento salarial para a partir de 2025

O governo rejeitou a demanda por reajuste salarial de professores de instituições federais de ensino superior para 2024, conforme reunião realizada com a categoria na última quarta-feira (15). A reivindicação por uma reestruturação da carreira do magistério federal também não foi aceita e a greve está mantida.

Essa foi a quinta rodada de negociação da Mesa Específica Temporária de Carreira, que discute as demandas dos servidores. Até o momento, 54 instituições estão paralisadas.

Os pedidos da categoria foram enviados na segunda-feira (13), fruto das assembleias gerais das seções sindicais feitas entre 29 de abril e 2 de maio.

Em resposta à contraproposta dos servidores, o governo ofereceu reajustes apenas nos benefícios: aumento de 52% no auxílio-alimentação, de 51% no auxílio-creche e de 51,1% na assistência à saúde.

A proposta do governo não incluiu, no entanto, aumento nos salários para este ano, com previsão de reajuste de 4,5% ao ano para 2025 e 2026.

Nas reivindicações, a categoria pediu reajustes de 7,06% em 2024, de 9% em janeiro de 2025 e de 5,16% para maio de 2026.

“Essas propostas não trazem sequer o impacto orçamentário, de bastante significância e peso e não alcançam a maior parte das demandas que hoje são colocadas pelos professores e professoras em sua greve”, diz o presidente do Andes, Gustavo Seferian. *Por Folha de São Paulo

Greve na educação: governo oferece reajustes de 13% a 31% para professores até 2026

EDUCAÇÃO

Comando Estadual de Greve realiza protesto na entrada e saída da UFPE
Comando Estadual de Greve realiza protesto na entrada e saída da UFPE – Foto: Redes sociais

Proposta considera diferentes aumentos para os níveis salariais da carreira; já negociação com os técnicos será na próxima terça-feira

O governo fez, nesta quarta-feira (15), uma nova proposta de reajuste para os professores de universidades e colégios federais. De acordo com Gustavo Seferian, presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), os representantes do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos afirmaram durante a reunião que essa é a última oferta.

A proposta atual prevê diferentes níveis de reajuste para a categoria. Os que ganham mais receberiam um aumento de 13,6% até 2026. Os que ganham menos, de 31,2%, até o fim do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, nenhuma parte desse reajuste viria em 2024, o que desagrada os professores.

O comando de greve do Andes vai se reunir nesta tarde para discutir o texto. Depois disso, novas rodadas de assembleias vão ocorrer e a resposta será dada até o dia 27 desse mês.

Na próxima terça-feira, o governo terá um encontro para tratar da greve dos técnicos-administrativos da rede. De acordo com a Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra), profissionais de mais de 50 universidades e colégios federais aderiram à paralisação (veja abaixo a lista completa).

No dia 19 de abril, o governo federal apresentou uma proposta idêntica aos dois sindicatos: 9% em janeiro de 2025 e mais 3,5% em maio de 2026. A reivindicação dos técnicos administrativos é de 37% de reajuste em três anos. O impacto dessa medida é de R$ 8 bilhões. Já o dos professores é de 22%, ainda sem impacto divulgado. Nos dois casos, com aumentos já em 2024.

No último dia 26, tanto os professores, quanto os técnicos-administrativos federais negaram a proposta do governo de reajuste.

Na semana passada, o Ministério da Educação anunciou em suas redes sociais que o ministro Camilo Santana se reuniu com a ministra Esther Dweck, da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, para “debater as carreiras de docentes e técnicos administrativos em educação das universidades e institutos federais de educação, ciência e tecnologia”.

De acordo com o texto, foi debatida “a construção de uma nova proposta, juntamente aos secretários e equipe técnica das duas pastas, para valorizar os servidores da Educação e avançar na negociação”.

Técnicos

De acordo com Daniel Farias, da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra), essa é a maior categoria funcionalismo público.

— E temos os menores salários — afirma Farias, que ocupa a coordenação Jurídica e de Relações de Trabalho da Fasubra.

Entre os técnicos administrativos, há cinco níveis salariais: do A (funções como porteiro, auxiliar de serviços gerais) ao E (psicólogos, assistentes sociais, biólogos, administradores, etc). A variação de remuneração base vai de R$ 1,5 mil a R$ 4,3 mil. A maior parte da categoria (70%) está concentrada nos níveis E e D (profissões de nível médio, como técnico administrativo e auxiliar de enfermagem, com salários base de R$ 2,3 mil).

No começo do mês, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos informou que a reestruturação de carreiras na área de Educação é um compromisso prioritário do governo, que a proposta apresentada somados ao aumento concedido em 2023 significa “um reajuste total de 23% para técnicos administrativos e docentes durante o governo Lula” e que repõe “não só toda a inflação projetada para o período de 2023 a 2026, estimada em torno de 16%, como também uma parcela importante da inflação dos governos passados, que não negociavam e não aportaram nenhum reajuste para o funcionalismo público”. A pasta também afirmou que “segue aberto ao diálogo com os servidores da área de educação e de todas as outras áreas”.

Lista de professores em greve*

Universidade Federal do Rio Grande (FURG)

Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB)

Universidade Federal do Ceará (UFC)

Universidade Federal do Cariri (UFCA)

Universidade de Brasília (UnB)

Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)

Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)

Universidade Federal de Pelotas (UFPel)

Universidade Federal de Viçosa (UFV)

Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)

Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

Universidade Federal do Pará (UFPA)

Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB)

Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa)

Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)

Universidade Federal de Rondônia (UNIR)

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Universidade Federal de Roraima (UFRR)

Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)

Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Universidade Federal de Catalão (UFCAT)

Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB)

Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Universidade Federal de Tocantins (UFT)

Univerisidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

Universidade Federal Fluminense (UFF)

Universidade Federal de Alagoas (UFAL)

Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE)

Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)

31 Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Universidade Federal do ABC (UFABC)

Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)

Universidade Federal de Campina Grande – Campus Cajazeiras (UFCG-Cajazeiras)

Unversidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)

Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)

Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS)

Universidade Federal do Acre (UFAC)

Universidade Federal de Lavras (UFLA)

Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)

Universidade Federal de Goiás (UFG)

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Universidade Federal do Amapá (UFAP)

Universidade Federal do Sergipe (UFS)

Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS) – Campus Pouso Alegre,Campus Poços de Caldas e Campus Passos

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS)

Instituto Federal do Piauí (IFPI)

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste-MG (IF Sudeste-MG) — Campus Juiz de Fora, Campus Santos Dumont e Campus Muriaé

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Riograndense (IFSul) — Campus Visconde da Graça

Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG)

Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ) SINDUFAP 13-mai. *Por Agência O Globo.

Professores da UFPE entram em estado de greve após assembleia extraordinária

EDUCAÇÃO

Assembleia na UFPE que decretou estado de greve
Assembleia na UFPE que decretou estado de greve – Foto: Divulgação

Docentes vão enviar documentação para a reitoria e, após 72 horas, poderão iniciar a paralisação

Em assembleia extraordinária realizada nesta quarta (17), convocada pela Associação dos Docentes (Adufepe), os professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) aprovaram o estado de greve. A categoria vai enviar os documentos para a reitoria da instituição e, após o prazo legal de 72 horas, poderá paralisar as atividades. Mais de 40 mil estudantes poderão ficar sem aulas a partir da próxima semana.

Na quinta (18) e sexta (19) acontecerão mobilizações na UFPE e, se nada for definido, a paralisação começará na segunda (22). Na assembleia, 1.737 professores votaram de forma online, com 899 votos a favor, 795 contra e 43 abstenções.

“É hora de se unir na reconquista de direitos e pela melhoria dos salários”, apontou o diretor da Adufepe, professor Audisio Costa. “Hoje, foi deflagrada a greve e isso prova que vence a democracia. O processo de votação permitiu que todos os professores pudessem participar”, completou a presidente da Adufepe, professora Teresa Lopes.

Os docentes exigem um reajuste salarial de 22,7%. Mais cedo, vale salientar, servidores públicos de universidades e institutos federais se reuniram, em Brasília-DF, para uma marcha em direção ao Ministério da Gestão, na Esplanada dos Ministérios.

Ao todo, 51 universidades e 79 institutos federais estão em greve no Brasil por conta de pedidos de reestruturação de carreira, recomposição salarial e orçamentária, e revogação de normas aprovadas nos governos anteriores, de Michel Temer e Jair Bolsonaro. O Ministério da Gestão informou que vai apresentar uma proposta para a categoria até sexta (19).

Gustavo Seferian presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), contou que foi recusada inicialmente uma  proposta do governo de reajuste de 4,5% no ano que vem e também em 2026 – mas sem reajuste para 2024.

Na semana passada, a ministra de Gestão e Inovação, Esther Dweck, explicou que, em 2023, o governo concedeu reajuste de 9% para todos os servidores federais. Segundo ela, isso impactou no orçamento de 2024, o que impediu o aumento.  O Andes instalou o Comando Nacional de Greve e parte dos grevistas estão em Brasília, onde se mobilizam em atos e eventos previstos. *Por Redação, com agências.

Greve dos professores: contra Raquel Lyra, categoria decreta greve e já tem data para paralisar aulas

GREVE DOS PROFESSORES

Péricles Chagas/Sintepe
Os professores de Pernambuco já vinham em estado de greve desde o mês de junho de 2023 – FOTO: Péricles Chagas/Sintepe

Sem nenhum voto contrário, a categoria decidiu pela greve, cobrando reajuste do piso dos professores para todas as faixas salariais.

Em assembleia realizada nesta quarta-feira (05) pelo sindicato dos profissionais da Educação de Pernambuco (Sintepe), os professores do Estado decidiram decretar greve. O movimento irá paralisar aulas em todo o Estado, cobrando da governadora Raquel Lyra (PSDB) aplicação de reajuste salarial para a maioria dos professores – que ficaram de fora do reajuste do piso aprovado pela gestora.

“A greve vai ser decretada em defesa da repercussão do piso em toda a carreira, para contemplar analistas, professores ativos e aposentados. Vamos dar uma resposta, mostrando a nossa união. Nós estaremos juntos para superar medos e receios, como uma categoria combativa e unida que somos neste estado de Pernambuco”, disse a presidente do sindicato, Ivete Caetano.

Sem nenhum voto contrário, a categoria decidiu, em virtude do recesso escolar, pela decretação da greve a partir desta quarta-feira (05), com assembleia marcada para o dia 25 de julho, a fim de deflagrar a greve e suspender, de fato, as atividades nas escolas do Estado.

Estado de greve

Os professores de Pernambuco já vinham em estado de greve desde o mês de junho, alegando falta de diálogo da governadora Raquel Lyra. O governo do Estado aplicou reajuste do piso dos professores para 26 mil profissionais, deixando sem qualquer aumento cerca de 52 mil trabalhadores, ativos e inativos.

A rede estadual de ensino tem 1.059 escolas, cerca de 534 mil alunos e 35 mil professores, entre efetivos e temporários. Fonte (JC).

Professores de Pernambuco rejeitam proposta do governo Raquel Lyra e prometem mobilizações

GREVE DOS PROFESSORES

Reprodução/ Instagram
Reprodução/ Instagram

De acordo com o Sintepe, sindicato dos profissionais da educação no Estado, a proposta apresentada na segunda-feira (8) pelo governo não contempla toda a categoria.

Os profissionais da educação em Pernambuco rechaçaram, em assembleia realizada nesta terça-feira (9), no Centro do Recife, a proposta apresentada pela gestão Raquel Lyra (PSDB) para pagamento do reajuste do piso salarial da categoria, uma recomposição de 14,95%.  

De acordo com o Sintepe, sindicato dos profissionais da educação no Estado, a proposta apresentada na segunda-feira (8), pela secretaria de Administração de Pernambuco, não contempla qualquer previsão para que maioria da categoria, contando efetivos e aposentados, sejam beneficiados com reajustes em acordo com o piso salarial.

Professores paralisam atividades pelo reajuste do piso salarial nesta segunda e terça-feira, confira detalhes

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FOTOS: Tempus Comunicação/Divulgação
Professores realizam paralisação nesta segunda (8) e terça (9) para cobrar o pagamento do piso salarial da rede estadual de ensino. – Foto: Tempus Comunicação/Divulgação

Sindicato dos Trabalhadores em Educação promove uma intensa agenda de mobilizações durante toda a semana.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) convocou a categoria para mais dois dias de paralisação em toda a rede estadual de ensino, nestas segunda e terça-feira, 8 e 9 de maio. O movimento faz parte da Campanha Salarial Educacional 2023 e exige do Governo do Estado o reajuste do Piso Salarial do Magistério – que em 2023 é de 14,95%.

Nesta semana, haverá várias paralisações organizadas pelo Sindicato. Na segunda-feira (08), terá a Vigília da Educação, que acontecerá em frente à Secretaria de Administração (SAD), na Avenida Antonio de Góes, entre às 15h e 18h. A vigília tem como objetivo dar apoio à Comissão de Negociação do Sindicato que estará reunida com o Governo.

Já na terça-feira (09), às 9h, o Sindicato realiza uma Assembleia Geral para discutir os termos da negociação com o Governo.

Nas quarta e quinta-feira (10 e 11), o Sintepe participa de um Seminário com demais sindicatos da educação pública para tratar do monitoramento do uso dos recursos do Fundeb.

Na sexta-feira (12), às 14h, no Auditório G2, da Unicap, realizará mais um debate sobre a Antirreforma do Novo Ensino Médio, lançando o Comitê contra a Antirreforma do NEM.

O evento terá a presença da senadora Teresa Leitão (PT/PE) e do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo.

Histórico

No último dia 14, a Secretaria de Educação propôs o reajuste salarial do Magistério para professores e professoras que recebem menos de R$ 4.420,55. Segundo o Sindicato, apenas uma parcela mínima de professores seria contemplada com a decisão.

Mesmo com a negociação, o reajuste só viria em parcelas a partir de outubro. Aposentados e funcionários da Secretaria de Educação ficaram de fora.

A proposta do Governo não foi aceita durante assembleia da categoria ocorrida no mesmo dia.

“Governadora, já passou da hora! Pague o reajuste do Piso na Carreira da Educação”, diz a campanha feita pelo Sindicato pelas redes sociais.

Reposição das aulas

O Sindicato esclarece que a reposição das aulas dos dias de paralisação “é um direito do estudante que deve ser garantido pelo governo e só acontecerá se não houver o desconto das faltas”.

O Sintepe também afirma que o calendário de reposição das aulas faz parte das discussões da Mesa de Negociação, o que geralmente entra no acordo final firmado entre Sindicato e Governo.

Agenda de paralisações:

  • 8 e 9 de Maio – Paralisação da rede estadual
  • 8 de Maio das 15h às 18h, em frente à SAD – Vigília da Educação
  • 9 de Maio, às 9h, no Teatro Boa Vista (Recife) – Assembleia Geral
  • 10 e 11 de Maio, auditório do Sindserpe – II Seminário do Fórum dos Sindicatos da Educação sobre fiscalização do Fundeb
  • 12 de Maio, às 14h, auditório G2 da Unicap (Recife) – Debate sobre a revogação da antirreforma do ensino médio
  • 12 de Maio, às 14h, auditório G2 da Unicap (Recife) – Lançamento do comitê pela revogação da antirreforma do ensino médio.

“Governadora, já passou da hora! Pague o reajuste do Piso na Carreira da Educação”, diz a campanha feita pelo Sindicato pelas redes sociais.

REPOSIÇÃO DAS AULAS

O Sindicato esclarece que a reposição das aulas dos dias de paralisação “é um direito do estudante que deve ser garantido pelo governo e só acontecerá se não houver o desconto das faltas”.

O Sintepe também afirma que o calendário de reposição das aulas faz parte das discussões da Mesa de Negociação, o que geralmente entra no acordo final firmado entre Sindicato e Governo. Inf. (JC/NE).