Profissionais da rede estadual de educação aprovam paralisação na próxima terça-feira (10)

PARALIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO

Sintepe confirma paralisação dos profissionais da educação estadual
Sintepe confirma paralisação dos profissionais da educação estadual – Foto: Agência JCMazella/Sintepe/Divulgação

Segundo a categoria, a ação reforça a mobilização pela Campanha Salarial Educacional 2026 e tem caráter emergencial

Por Portal Folha de Pernambuco

Profissionais da rede estadual de educação de Pernambuco aprovaram paralisação das atividades na próxima terça-feira (10).

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do estado (Sintepe) informou que a decisão foi tomada em Assembleia Geral realizada nesta quinta-feira (5), em frente ao Palácio do Campo das Princesas, no Recife.

Segundo a categoria, a ação reforça a mobilização pela Campanha Salarial Educacional 2026 e tem caráter emergencial.

“Já faz um mês que entregamos a pauta de reivindicações da Campanha Salarial Educacional ao Governo do estado. Tivemos uma mesa de negociação, mas não houve nenhuma proposta concreta da parte da gestão”, destacou a presidenta do Sintepe, Ivete Caetano.

A categoria aponta que o piso foi atualizado em 5,4% para 2026, passando de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63, para a jornada de 40 horas semanais e reivindica o reajuste para profissionais que recebem acima do piso.

“A pauta da campanha neste ano também exige reformulação do Plano de Cargos, Carreira e Rendimentos (PCCR) de todos os cargos da educação, e a flexibilização da jornada de trabalho de 40h para 30h ou de 30h para 40h dos/as Analistas Educacionais, Assistentes e Auxiliares Administrativos, entre outras reivindicações relativas a Concurso Público, Gratificações e Formação Continuada”, destaca o sindicato.

Os profissionais prometem realizar protestos em frente às escolas da rede estadual na próxima quinta-feira (12). O Sintepe aponta que o ato alertará para problemas estruturais nas unidades de ensino.

“A rede estadual está há quase quatro anos sem vistorias e sem reformas estruturais. As nossas escolas têm, no seu interior, diariamente, todos os dias, de 400 a 1.500 estudantes. E um equipamento desses que não é reformado de tempos em tempos, pode cair muro, pode cair telhado e parede. Faz dois anos que o sindicato solicita ao Governo do Estado, providências de mudanças estruturais, e o governo não fez ainda”, aponta Ivete Caetano.

A reportagem da Folha de Pernambuco entrou em contato com a Secretaria Estadual de Educação para entender a repercussão das negociações e o impacto da paralisação para os estudantes na rede, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto.

Trabalhadores dos Correios aprovam greve em 7 Estados

PARALIZAÇÄO  NACIONAL

Paralisação será por “tempo indeterminado”; Correios acumulam um prejuízo de R$ 6,1 bilhões em 2025

Poder360

Sindicatos das maiores bases de funcionários da estatal aprovaram paralisação em assembleias locais realizadas nesta 3ª feira (16.dez)

Sindicatos de trabalhadores dos Correios de algumas das maiores bases de funcionários da estatal aprovaram nesta 3ª feira (16.dez.2025) greve geral por tempo indeterminado. A paralisação entrou em vigor às 22h.

Foram aprovadas greves em Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Ceará e Paraíba, com o aval das respectivas direções sindicais locais. Em São Paulo, os trabalhadores aprovaram a paralisação contra a orientação da direção do sindicato paulista.

Também decretaram greve nesta 3ª feira as bases de Vale do Paraíba (SP), Campinas (SP), Santos (SP) e Londrina (PR).

As paralisações foram anunciadas pelos sindicatos depois de cada base ter realizado assembleia local. Associações de trabalhadores dos Correios de todo o país já haviam aprovado durante as últimas duas semanas indicativos de greve após as representações sindicais não terem chegado a um consenso com a estatal sobre o novo ACT (acordo coletivo de trabalho).

Outros 12 sindicatos decidiram por manter o estado de greve –alerta que indica que os trabalhadores estão mobilizados e se preparando para uma paralisação: Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Maranhão, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Roraima, Santa Maria (RS) Juiz de Fora (MG), Bauru (SP).

Funcionários dos Correios cobram a direção da empresa por reajustes e um benefício de fim de ano conhecido como “vale-peru”. Também reclamam de não ter havido nenhuma proposta de reajuste baseada na inflação. Alegam não serem culpados pela crise que a empresa atravessa e que tampouco podem ser sacrificados por isso.

Os trabalhadores querem manter benefícios como o adicional de 70% de férias, pagamento de 200% nos finais de semana e a concessão do vale-peru de R$ 2,5 mil. Os Correios argumentam que a situação da estatal não permite.

Desde a última 5ª feira (11.dez), o TST (Tribunal Superior do Trabalho) vem conduzindo reuniões de mediação com representantes sindicais e da direção da estatal.

Foram 2 encontros na semana passada, um na 2ª feira (15.dez) e outras duas reuniões nesta 3ª feira (16.dez), quando os Correios propuseram reajuste pela inflação e cederam a outras exigências, mas sem pagamento do vale-peru. A proposta não foi aceita pelos sindicatos.

A discordância já se arrasta desde julho, quando venceu o atual ACT, negociado pela diretoria anterior da estatal. O acordo vigente vem sendo prorrogado desde então.

Os Correios têm prorrogado o ACT no momento em que a situação financeira da empresa se agrava. A estatal, que apresenta prejuízo de R$ 6,1 bilhões no acumulado até setembro, tentou fechar um empréstimo de R$ 20 bilhões junto a bancos e com garantia do Tesouro Nacional. A operação foi rejeitada pelo órgão.

Agora, está em análise no Ministério da Fazenda uma proposta de empréstimo de R$ 12 bilhões, que entrará no plano de reestruturação da estatal.

Em Pernambuco, funcionários da Petrobras aderem à greve nacional da categoria, com 91% de aceitação

PARALIZAÇÃO

Funcionários da Petrobras em PE aderem à greve nacional da categoria, com 91% de aceitação
Funcionários da Petrobras em PE aderem à greve nacional da categoria, com 91% de aceitação – Foto: Petrobras/Divulgação/Arquivo

Por Portal Folha de Pernambuco

Petroleiros afirmam que o Acordo de Trabalho proposto pela empresa valoriza apenas os acionistas

Os petroleiros e trabalhadores da Petrobras organizam uma greve nacional, que tem início nesta segunda-feira (15). A paralisação surge por conta dos impasses entre a empresa e seus funcionários no tocante ao novo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a proposta da empresa não atende alguns parâmetros considerados essenciais pela categoria, como:

  • Solução definitiva para os Planos de Equacionamento de Déficit (PEDs) da Petros, que penaliza aposentados e pensionistas;
  • Distribuição justa da riqueza gerada pela categoria, com garantia de condições dignas de trabalho, saúde e segurança, sem ajuste fiscal sobre salários e carreiras;
  • Defesa da Pauta pelo Brasil soberano, contra privatizações e o novo modelo de negócios da Petrobras.

“Enquanto a Petrobrás já desembolsou, somente nos primeiros nove meses deste ano, R$ 37,3 bilhões para pagamento de dividendos, a categoria recebe uma contraproposta de Acordo Coletivo com meio por cento de ganho real, além de uma série de retrocessos e de diferenciações de direitos entre os trabalhadores da holding e das subsidiárias. Uma provocação!”, denuncia a FUP.

Em Pernambuco, as movimentações seguem o rumo nacional. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Petróleo e Gás Natural dos Estados de Pernambuco e Paraíba (Sindipetro PE-PB), os petroleiros pernambucanos decidiram, após uma série de assembleias, aderir à greve, com 91% de aceitação da categoria.

“Empresa insiste na intransigência e prioriza os acionistas, renegando a valorização dos trabalhadores do Sistema Petrobras”, afirmou o sindicato através de suas redes sociais.

A Petrobras se manifestou por meio de nota oficial dada ao G1, alegando que a paralisação não trará impacto na produção de petróleo e derivados.

“A empresa adotou medidas de contingência para assegurar a continuidade das operações e reforça que o abastecimento ao mercado está garantido.A Petrobras está em processo de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho desde o final de Agosto deste ano. Na última terça-feira (09/12) a companhia apresentou sua última proposta, que contempla avanços aos principais pleitos sindicais. A Petrobras segue empenhada em concluir a negociação do acordo na mesa de negociações com as entidades sindicais”, declarou a companhia.

PRF diz não haver indícios de paralisação de caminhoneiros no Brasil

PRF

Agente da PRF/Divulgação/PRF
Agente da PRF/Divulgação/PRF

Por Diario de Pernambuco

A União Brasileira dos Caminhoneiros tinha convocado a categoria para dar início a uma paralisação geral nesta quinta-feira (4)

Polícia Rodoviária Federal (PRF) afirmou que não recebeu qualquer comunicação formal sobre paralisações nas rodovias do país nesta quinta-feira (4), data anunciada pela União Brasileira dos Caminhoneiros para o início de uma paralisação nacional

Em nota, a PRF destacou que, conforme o artigo 95 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), nenhum evento “que possa perturbar ou interromper a livre circulação de veículos e pedestres pode ser realizado sem autorização prévia da autoridade de trânsito responsável pela via”.

A corporação informou ainda que mantém o trabalho rotineiro de ronda e monitoramento dos 75 mil quilômetros de rodovias federais, acompanhando o fluxo de veículos e possíveis ocorrências atípicas.

Categoria reivindica melhoras, mas parece dividida

Na última terça-feira (2), o representante da União Brasileira dos Caminhoneiros, Francisco Dalmora Burgardt, conhecido como Chicão Caminhoneiro, esteve no Palácio do Planalto, em Brasília, onde entregou um documento que convocava a paralisação da categoria. A entrega foi acompanhada pelo desembargador aposentado Sebastião Coelho.

Francisco comentou que a proposta de mobilização foi elaborada de forma coletiva. Segundo ele, o plano, feito “a várias mãos”, expressa a união da categoria. A ação tem como objetivo melhorias para a classe, como reestruturação do Marco Regulatório do Transporte de Cargas, estabilidade contratual da categoria e aposentadoria especial.

Ele também rejeitou qualquer vínculo político com o protesto e orientou os profissionais do transporte a seguir as normas durante a mobilização.

No vídeo divulgado, reforçou que “não podemos impedir o direito de ir e vir das pessoas, temos que respeitar toda a legislação que é imposta à categoria no sentido de permitir o livre trânsito das pessoas”.

Bancários do Recife paralisam agências bancárias em protesto nesta quinta (15)

PARALIZAÇÃO

Bancários do Recife paralisam agências bancárias em protesto nesta quinta (15)
Foto: Creative Commons

Ao meio-dia, um ato simbólico será realizado na agência localizada na Avenida Conde da Boa Vista

Nesta quinta-feira (15), o Sindicato dos Bancários de Pernambuco realiza uma paralisação de protesto em agências bancárias e plataformas do Santander, em resposta à postura da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) na última rodada de negociações com o Comando Nacional dos Bancários. Ao meio-dia, um ato simbólico será realizado na agência localizada na Avenida Conde da Boa Vista. Uma assembleia geral virtual também está convocada para esta quinta, às 19h, com caráter informativo/organizativo.

A minuta de reivindicações da Campanha Nacional 2024 foi entregue aos bancos há dois meses, no dia 18 de junho. Mas, após sete rodadas de negociações, os bancos não apresentaram proposta de reajuste salarial para a categoria.

A mobilização, que pode ser intensificada nas próximas semanas, faz parte do dia nacional de luta, desta vez para pressionar os bancos para a entrega de uma proposta digna e global para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) na próxima mesa de negociações, agendada para terça-feira (20).

Agências Santander paralisadas no Recife:

  • Ag. Boa Viagem;
  • Select Boa Viagem;
  • Ag. Encruzilhada;
  • Ag. Dantas Barreto;
  • Ag. Boa Vista.

Reivindicações:

Cláusulas econômicas:

– Aumento salarial acima da inflação (reposição da inflação, pelo INPC acumulado entre setembro de 2023 e agosto de 2024, acrescido do aumento real de 5%).

– Melhorias na Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Dieese alerta que os percentuais de distribuição da PLR dos bancos caíram ao longo dos últimos anos, mesmo após reajustes, introdução da parcela adicional e mudanças de parâmetros dos cálculos de distribuição. Além disso, a distribuição da participação nos lucros não vem acompanhando o crescimento dos lucros no setor, ficando, na maioria dos bancos, abaixo do teto de 15% previsto na CCT.

– Aumento nas demais verbas, incluindo VA/VR, auxílio babá e auxílio creche.

Cláusulas sociais:

– Igualdade de oportunidades e igualdade salarial, entre gênero e raça.

– Mais mulheres no setor de Tecnologia da Informação (TI) dos bancos.

– Olhar especial para bancárias e bancários transexuais, dada a vulnerabilidade social desse grupo com menor expectativa de vida no país, por conta da violência e preconceito que também dificultam o acesso e permanência no mercado de trabalho.

– Combate ao assédio moral e sexual.

Saúde:

– Direito às pessoas com deficiência (PCDs) e neurodivergentes, para que tenham garantia de ambiente de trabalho adaptado e condições de ascensão profissional.

– Direito à desconexão.

– Combate à gestão por metas abusivas e que impacta na saúde e nas condições de trabalho.

E ainda:

Garantia de emprego e dos direitos conquistados.

– Fim das terceirizações.

– Retorno da homologação nos sindicatos, para que as entidades possam acompanhar de perto todo o processo, e garantir direitos dos desligados.

– Qualificação e requalificação profissional, sobretudo diante da revolução tecnológica.

– Indenização adicional em caso de demissão.

– Garantias para mães e pais de PCDs, quando necessitarem acompanhar filhos nos atendimentos médicos e educacionais.

– Segurança nos ambientes físicos e digitais do sistema financeiro. Da assessoria

Polícia Civil de Pernambuco anuncia nova greve de advertência para esta quinta-feira (11)

PARALIZÇÃO

Policiais Civis de Pernambuco fizeram novo protesto por demandas da categoria
Policiais Civis de Pernambuco fizeram novo protesto por demandas da categoria – Foto: Alexandre Aroeira/Folha de Pernambuco

Paralisação de 24 horas se dará a partir das 7h

O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) anunciou que a categoria irá parar por 24 horas a partir das 7h desta quinta-feira (11).

A decisão foi tomada após policiais serem recebidos no Palácio do Campo das Princesas, nesta quarta-feira (10), e não terem uma decisão do impasse junto ao Governo Estadual, segundo a categoria.

A paralisação é a segunda em pouco mais de uma semana – na quarta-feira passada (3), a categoria também parou por 24 horas.

De acordo com o presidente do Sinpol-PE, Áureo Cisneiros, foi prometido que seria marcada uma nova data de negociações, o que não foi bem aceito pela categoria, que optou pela paralisação.

“A gente não vai estar mais adiando o movimento. Nós não podemos desmobilizar a categoria. Vamos propor aqui paralisação de advertência por 24 horas”, discursou Cisneiros.

As demandas da categoria
De acordo com Áureo Cisneiros, presidente do Sinpol-PE, a categoria sofre com falta de efetivo, estruturas precárias e salários abaixo da média nacional.

“Infelizmente, a proposta do Governo não contempla nem inflação para a maioria dos policiais. Estamos em busca de valorização e melhor estrutura nas unidades para diminuir a violência e atender melhor o povo. Estamos muito sobrecarregados e cansados”, concluiu Áureo.

Confra, abaixo, a nota do Governo de Pernambuco sobre as negociações com o Sinpol-PE.

Nota do Governo 

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Administração, recebeu no Palácio do Campo das Princesas, na tarde desta quarta-feira (10), representantes do Sindicato dos Policiais Civis (SINPOL-PE). A reunião foi realizada para debater mais uma vez as propostas de reajuste dos policiais civis, apresentadas tanto nas reuniões técnicas como nas reuniões específicas, pelo período de 2024 a 2026.

Nas propostas, há recomposição salarial para o quadriênio 2023/2026, de forma que nenhum servidor receberá ganhos inferiores à inflação no período, perfazendo em média, reajustes na ordem de 20%. A sugestão apresentada contempla todos os níveis de carreira dos servidores envolvidos, com reajustes lineares e adequação dos intervalos da Grade Salarial do Plano de Cargos, Carreiras e Subsídios (PCCS).

Mesas de Negociações – A SAD vem realizando diversas reuniões com o funcionalismo público estadual por meio das Mesas de Negociações. Essas tratativas vêm sendo realizadas com cerca de 30 categorias. Como resultado, já foram celebrados acordos com mais de 60% delas, que representam, aproximadamente, 85% dos servidores públicos estaduais.

Concurso Público – O Governo do Estado realizou, ainda, concurso público para o preenchimento de 445 vagas para a Polícia Civil. Dessas, 250 são para o cargo de Agente de Polícia, 150 para Escrivão de Polícia e 45 para Delegados. A administração estadual poderá convocar até o dobro de vagas para todos os cargos, ou seja, poderão ser chamados 890 novos profissionais para reforçar a segurança do Estado. Essas nomeações adicionais estão condicionadas à inexistência de impedimento legal e/ou orçamentário e à expressa autorização prévia da Câmara de Política de Pessoal – CPP. Atualmente, o concurso está na fase de convocação para exame médico.

Investimentos na Segurança Pública – Além de todas essas ações elencadas anteriormente, o Governo do Estado também instituiu o plano estadual “Juntos Pela Segurança”, nova política de segurança pública e defesa social, lançada em novembro do ano passado já com mais de R$ 1 bilhão de recursos garantidos para sua execução. Desses, R$ 660 milhões serão destinados para investimentos e R$ 350 milhões para contratação de novos profissionais.
Também foram entregues, até abril deste ano, 1.757 viaturas, sendo 961 para a PM, 706 para a Polícia Civil, 29 para o Corpo de Bombeiros, 26 para a SDS, 22 para Polícia Penal, 5 para o Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) e 8 para a Operação Lei Seca. Além disso, foram destinadas 412 motocicletas, sendo 383 motocicletas para a PM, 24 para os Bombeiros e 5 para a Polícia Civil. As forças operativas também foram beneficiadas com equipamentos, sendo 7 mil coletes balísticos para a PM e 1 mil para a Polícia Civil, além de 4.074 pistolas, sendo 3.063 para a PMPE e 1.011 para Polícia Civil. Por Folha de Pernambuco.

Servidores do INSS convocam greve por tempo indeterminado para o próximo dia 16

SERVIDORES FEDERAIS

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

Paralização afetaria a concessão de aposentadorias e análise de seguro-desemprego e auxílio-doença. Governo já negocia com a categoria 

Após meses de negociações difíceis com os servidores da educação superior, o governo Lula (PT) agora se depara com a iminente ameaça de greve dos servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), informa o Metrópoles. A paralisação, marcada para iniciar na terça-feira (16), preocupa por impactar diretamente serviços essenciais como concessão de aposentadorias e análises de seguro-desemprego e auxílio-doença.

A greve poderia ainda prejudicar o pente-fino nos auxílios, uma auditoria essencial para a equipe econômica cumprir a meta de corte de gastos. Esse processo depende de áreas da Previdência Social, do Trabalho e do Desenvolvimento Social.

A decisão de greve foi aprovada em plenária da Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps) no final de junho, e será por tempo indeterminado.

Alessandro Stefanutto, presidente do INSS, comentou sobre a ameaça após cerimônia de comemoração dos 34 anos do instituto, reconhecendo a legitimidade das demandas dos servidores e destacando as melhorias nas propostas do governo. Ele mencionou que, somados os aumentos do atual mandato, o reajuste superará a inflação projetada para o período.

Sem reajuste salarial previsto para 2024, o governo argumenta que os aumentos acumulados nos quatro anos do mandato serão suficientes para cobrir a inflação, que varia de 15% a 18%.

O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi (PDT), destacou a reinstalação da Mesa de Negociação com os servidores do Executivo federal, um espaço crucial de diálogo para tratar de pautas remuneratórias e não-remuneratórias. Ele ressaltou o ambiente de medo que prevalecia durante o governo anterior de Jair Bolsonaro (PL), contrapondo com a atual abertura para negociações.

Stefanutto enfatizou que os servidores do INSS entregaram resultados significativos na gestão Lula e reconheceu a importância de respeitar o arcabouço fiscal do país. Ele também indicou que há demandas não financeiras que serão levadas ao governo para evitar a paralisação.

A terceira reunião da Mesa de Negociação da Carreira do Seguro Social ocorreu na última quarta-feira (3), coordenada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). Além do reajuste de 9% concedido em 2023, a proposta inclui aumentos de 9% em janeiro de 2025 e 5% em abril de 2026, além do alongamento da carreira de 17 para 20 padrões.

Contudo, a proposta de substituir a Gratificação de Atividade Executiva (GAE) pela Gratificação de Atividade foi mal recebida pelos servidores. A Fenasps alerta que mais de 50 mil aposentados e pensionistas podem ter suas gratificações congeladas, uma situação que agrava o descontentamento da categoria. Fonte: Brasil247

Policiais Civis de Pernambuco anunciam paralisação de 24h nesta quarta-feira (3)

PARALIZAÇÃO

Policiais Civis deicidiram paralisação durante assembleia nesta terça-feira (2)
Policiais Civis deicidiram paralisação durante assembleia nesta terça-feira (2) – Foto: Divulgação / SINPOL

Iniciativa acontece após rejeição da categoria da proposta de reajuste salarial oferecida pelo Governo do Estado

Em assembleia durante a noite dessa terça-feira (2), os  policiais civis de Pernambuco votaram em maioria pela rejeição da proposta de reajuste salarial oferecida pelo Governo do Estado e decidiram iniciar uma paralisação de 24 horas a partir das 7h desta quarta-feira (3).

A reunião aconteceu na sede do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE), em Santo Amaro, região central do Recife. Durante a deliberação, o grupo também optou pela realização de uma nova operação padrão.

De acordo Áureo Cisneiros, presidente do Sinpol-PE, a classe sofre com falta de efetivo, estruturas precárias e salários abaixo da média nacional.

“Diante dessa intransigência do governo, os policiais civis decidiram por uma nova paralisação de 24 horas e operação padrão. É inadmissível que uma das melhores polícias civis do país receba o pior salário e não tenha condições de trabalho”, destacou.

Segundo o sindicato, ainda durante a campanha eleitoral, a atual governadora Raquel Lyra assinou um termo de compromisso prometendo estruturar e valorizar os  policiais.

Os delegados já haviam rejeitado a proposta de aumento salarial na mesa de negociação. No entanto, o Governo solicitou que a Associação dos Delegados de Polícia De Pernambuco (Adeppe) levasse a proposta à categoria, em assembleia marcada para a próxima terça-feira.

Proposta
Em nota, o Governo do Estado propôs uma “recomposição salarial para o quadriênio 2023/2026, garantindo que nenhum servidor terá ganhos inferiores à inflação no período, com reajustes médios na ordem de 20%”.

Segundo o Governo, “a proposta apresentada contempla todos os níveis de carreira dos servidores, com reajustes lineares e adequação dos intervalos da Grade Salarial do Plano de Cargos, Carreiras e Subsídios (PCCS)”.

Manifestação
No dia 11 deste mês, os policiais irão realizar uma caminhada até o Palácio do Campo das Princesas, quando serão entregues todos os Programas de Jornadas Extras da Segurança (PJES).

“Onde o governo tiver uma agenda pública, o Sinpol estará presente”, reforçou Cisneiros.

*As informações são da Folha de Pernambuco

Servidores federais ambientais iniciaram greve nesta segunda-feira (24)

PARALIZAÇÃO

Servidores federais ambientais iniciam greve nesta segunda-feira (24)
Servidores federais ambientais iniciaram greve nesta segunda-feira (24) – Foto/Ibama/Divulgação

Quatro estados pararam e outros 16 paralisam atividades em 1º de julho: GO, RS, RJ, BA, ES, SC, PR, SP, TO, MG, MA, PI, PE, CE, AL e RO

Servidores federais da área de meio ambiente iniciaram nesta segunda-feira (24) uma greve que – até o dia 1º de julho – deve abranger 21 estados.

Os primeiros estados a paralisar as atividades são Paraíba, Pará, Acre e Rio Grande do Norte. Servidores do Ministério do Meio Ambiente (MMA), em Brasília, também iniciam hoje o movimento paredista.

Segundo a Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente (Ascema Nacional), o movimento será reforçado com a adesão de outros 17 estados, a partir de 1º de julho: GO, RS, RJ, BA, ES, SC, PR, SP, TO, MG, MA, PI, PE, CE, AL e RO. Complementam essa lista os demais servidores do Distrito Federal não lotados no MMA.

Integram o movimento funcionários públicos vinculados ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ao Serviço Florestal Brasileiro e ao MMA.

Proposta rechaçada

As negociações com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) já duram cerca de seis meses, sem avanços. Segundo a Ascema, a proposta apresentada pelo MGI foi “rechaçada em 100% das assembleias” de suas entidades locais, uma vez que não teria atendido a “nenhum dos principais pontos” reivindicados.

“Infelizmente, o aparente desinteresse do governo federal em realizar a justa e devida reestruturação da carreira de especialista em Meio Ambiente e do Plano Especial de Cargos do MMA e do Ibama, que oficializou o rompimento unilateral da mesa, prejudicará os resultados e trará todo o ônus para o próprio governo e prejuízos para os setores regulados”, disse à Agência Brasil o presidente da Ascema, Cleberson Zavaski.

Para ele, somente “ações essenciais e emergenciais e em números mínimos terão atividades realizadas”. Enquanto isso, acrescenta, os servidores permanecerão “mobilizados e pressionando”.

Reestruturação de carreira

“Nossa demanda não é por um percentual específico de reajuste, mas de uma verdadeira reestruturação de carreira que nos reposicione o mais próximo de outras carreiras com atribuições de nível de responsabilidade e complexidade semelhantes ao nosso”, acrescentou Zavaski.

Entre as principais reivindicações está a equiparação com a remuneração das carreiras de nível superior da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), que, no passado, estava integrada ao Ibama. Após a separação, segundo a Ascema, há servidores da ANA com salário inicial maior que o salário de final da carreira de especialista em meio ambiente.

“Porém, diferentemente da reivindicação original, a nova contraproposta [apresentada pelo governo] prevê que a remuneração inicial seja menor que a da ANA, mas com valorização progressiva que permita que a remuneração alcance a da ANA a partir do 14º nível e até a supere nos últimos cinco níveis, considerando uma tabela com 20 padrões, conforme proposto pelo governo”.

A Ascema explica que os servidores aceitaram as propostas do MGI no que diz respeito à criação da tabela com 20 padrões, os percentuais oferecidos para as Gratificações de Qualificação e o adiamento da discussão sobre a Gratificação por Atividade de Risco.

Os servidores da área ambiental já estavam com atividades de fiscalização e licenciamento e outras operações de campo suspensas desde janeiro, mas a greve nacional deve estender a paralisação para todas as áreas, inclusive os serviços administrativos. *Por Agência Brasil.

Professores da UFPE entram em estado de greve após assembleia extraordinária

EDUCAÇÃO

Assembleia na UFPE que decretou estado de greve
Assembleia na UFPE que decretou estado de greve – Foto: Divulgação

Docentes vão enviar documentação para a reitoria e, após 72 horas, poderão iniciar a paralisação

Em assembleia extraordinária realizada nesta quarta (17), convocada pela Associação dos Docentes (Adufepe), os professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) aprovaram o estado de greve. A categoria vai enviar os documentos para a reitoria da instituição e, após o prazo legal de 72 horas, poderá paralisar as atividades. Mais de 40 mil estudantes poderão ficar sem aulas a partir da próxima semana.

Na quinta (18) e sexta (19) acontecerão mobilizações na UFPE e, se nada for definido, a paralisação começará na segunda (22). Na assembleia, 1.737 professores votaram de forma online, com 899 votos a favor, 795 contra e 43 abstenções.

“É hora de se unir na reconquista de direitos e pela melhoria dos salários”, apontou o diretor da Adufepe, professor Audisio Costa. “Hoje, foi deflagrada a greve e isso prova que vence a democracia. O processo de votação permitiu que todos os professores pudessem participar”, completou a presidente da Adufepe, professora Teresa Lopes.

Os docentes exigem um reajuste salarial de 22,7%. Mais cedo, vale salientar, servidores públicos de universidades e institutos federais se reuniram, em Brasília-DF, para uma marcha em direção ao Ministério da Gestão, na Esplanada dos Ministérios.

Ao todo, 51 universidades e 79 institutos federais estão em greve no Brasil por conta de pedidos de reestruturação de carreira, recomposição salarial e orçamentária, e revogação de normas aprovadas nos governos anteriores, de Michel Temer e Jair Bolsonaro. O Ministério da Gestão informou que vai apresentar uma proposta para a categoria até sexta (19).

Gustavo Seferian presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), contou que foi recusada inicialmente uma  proposta do governo de reajuste de 4,5% no ano que vem e também em 2026 – mas sem reajuste para 2024.

Na semana passada, a ministra de Gestão e Inovação, Esther Dweck, explicou que, em 2023, o governo concedeu reajuste de 9% para todos os servidores federais. Segundo ela, isso impactou no orçamento de 2024, o que impediu o aumento.  O Andes instalou o Comando Nacional de Greve e parte dos grevistas estão em Brasília, onde se mobilizam em atos e eventos previstos. *Por Redação, com agências.

Obras na Estrada de Ibitiranga estão novamente paralisadas

DESCASO

Foto/Divulgação

Nesta segunda-feira (15), um ouvinte do programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú manifestou sua preocupação ao passar pela obra da PE-380, popularmente conhecida como Estrada de Ibitiranga, e não avistar máquinas trabalhando. Essa observação levantou questionamentos sobre a paralisação das obras, levando a redação do programa a buscar esclarecimentos junto às autoridades competentes.

A equipe do programa entrou em contato com o Gerente de Articulação Regional da Casa Civil do Governo de Pernambuco, Mário Viana Filho, que confirmou a informação da interrupção dos trabalhos. Ele se comprometeu a cobrar explicações do Departamento de Estradas e Rodagens de Pernambuco (DER-PE) sobre o ocorrido.

Na noite do mesmo dia, o DER-PE emitiu um comunicado discreto por meio do Story de sua conta no Instagram, informando sobre a situação. Segundo o comunicado, as obras de pavimentação da rodovia VPE-380 foram afetadas devido ao prolongado período chuvoso que tem impactado a região do alto sertão do Pajeú.

A nota oficial destacou que essa decisão foi tomada visando a segurança dos funcionários e a qualidade do trabalho. Espera-se uma melhora nas condições climáticas para que as obras possam ser retomadas. O comunicado ainda ressaltou que a redução na produtividade e no efetivo de trabalhadores é uma medida temporária.

A previsão é que a obra retorne às atividades dentro de um prazo máximo de 15 dias, caso as condições climáticas melhorem, permitindo assim o prosseguimento dos trabalhos de pavimentação na importante rodovia.

Leia abaixo a íntegra do comunicado:

“O Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco, DER-PE, informa que devido ao prolongado período chuvoso que tem afetado a região do alto sertão do Pajeú, as obras de pavimentação da rodovia VPE-380 enfrentarão uma redução na produtividade e uma diminuição no efetivo de trabalhadores. Essa medida temporária é necessária para garantir a segurança dos funcionários e a qualidade do trabalho, aguardando uma melhora nas condições climáticas. A expectativa é que a obra retorne num prazo máximo de 15 dias.”  *Por André Luis/Nill Jr.

Paralisação Uber: motoristas de app vão parar hoje (25)? Saiba as últimas notícias sobre a paralisação em Pernambuco

MANIFESTAÇÃO

O projeto estabelece um valor mínimo para a hora trabalhada, que será de R$ 32,09 para o trabalhador
O projeto estabelece um valor mínimo para a hora trabalhada, que será de R$ 32,09 para o trabalhador -Foto/Marcelo Camargo/Agência Brasil

Saiba dia, horário do ato e últimas informações sobre a paralisação dos motoristas da Uber

Os motoristas da Uber e de outros aplicativos vão cruzar os braços nesta semana. Está marcado para está terça-feira, 26 de março, uma paralisação em todo o país com o objetivo de mostrar insatisfação quanto ao que vem sendo discutido e proposto no Projeto de Lei 12/2024.

O Projeto de Lei, em regime de urgência na Câmara dos Deputados em Brasília, busca regulamentar a atividade dos motoristas de aplicativos.

PERNAMBUCO

Milhares de pessoas buscam informações para saber se a manifestação em Pernambuco será realizada. Portanto, é válido informar que o ato conta com o respaldo da AMAPE – Associação dos Motoristas e Motofretistas por Aplicativos de Pernambuco e da FEMBRAPP – Federação dos Motoristas por Aplicativos do Brasil. A paralisação está confirmada por Thiago Silva, presidente da AMAPE.

No Recife, a concentração está marcada para às 7h da manhã, em frente ao Classic Hall, na faixa local.

A partir desse ponto, os motoristas seguirão em carreata até a Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE), onde será entregue, de forma simbólica, um pedido para retirada da urgência do projeto.

Esse pedido será encaminhado aos 25 deputados federais e aos três senadores que representam Pernambuco no Congresso Nacional. Por JC/Ne10.

Profissionais da educação participam de paralisação nacional e promovem ato em frente à Alepe nesta terça (19)

PARALIZAÇÃO 

Haverá atos políticos descentralizados nos 13 núcleos regionais do Sintepe nos municípios do interior pernambucano
Haverá atos políticos descentralizados nos 13 núcleos regionais do Sintepe nos municípios do interior pernambucano – Foto: Sintepe / Divulgação

Haverá atos políticos descentralizados nos 13 núcleos regionais do Sintepe nos municípios do interior pernambucano

Os professores da rede estadual de ensino de Pernambuco paralisarão as atividades na próxima terça-feira, dia 19 de março. A categoria vai aderir a uma mobilização nacional dos profissionais de educação.

A paralisação tem como objetivo reivindicar sobre a lei que reformula o Ensino Médio, a eleição direta para diretor da rede estadual, o reajuste do piso salarial com repercussão na carreira e a convocação do cadastro de reserva no concurso público da educação.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe), o ato no Estado será realizado em frente à Assembleia Legislativa de Pernambuco, às 14h. Além do polo central da mobilização, haverá atos políticos descentralizados nos 13 núcleos regionais do Sintepe nos municípios do interior pernambucano.

Também haverá manifestações e atos políticos descentralizados nos 13 núcleos regionais do Sintepe nos municípios do interior do estado.

Na semana passada, a categoria já realizou outra paralisação, a nível estadual, reivindicando os mesmos pontos. Na ocasião, foi realizado um debate para discutir os temas, sem mobilização nas ruas.

De acordo com a presidente do sindicato, Ivete Caetano, a ação chamou a atenção do governo estadual, que marcou mesa para o próximo dia 26.

“Agora será uma mobilização nacional, no Brasil inteiro, de todos os sindicatos estaduais, pelo piso com repercussão na carreira, pelo projeto de lei que está no MEC, sobre o Ensino Médio”, comentou Ivete. *Por CBN/Recife.

Trabalhadores em Educação de Pernambuco realiza paralisação da rede estadual em ato convocado nesta quarta-feira

PARALIZAÇÃO

Esta é uma das atividades que serão realizadas no âmbito da Campanha Salarial Educacional 2024 do Sindicato
Esta é uma das atividades que serão realizadas no âmbito da Campanha Salarial Educacional 2024 do Sindicato – Péricles Chagas/Sintepe

A direção do Sintepe, representantes setoriais e núcleos regionais (no interior do Estado) farão visitas às escolas

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) convocou, nesta quarta-feira (13), todos os professores, professoras e demais trabalhadores da Rede Estadual de Ensino a aderirem à paralisação de um dia.

Esta é uma das atividades que serão realizadas no âmbito da Campanha Salarial Educacional 2024 do Sindicato, que também prevê um debate sobre “Eleição Direta para Diretor/a de Escola”, que ocorrerá no auditório G2 da Unicap (Rua do Príncipe, 526 – Boa Vista, Recife-PE) às 9h desta quarta.

O Sintepe já apresentou a Pauta de Reivindicações da Campanha Salarial Educacional 2024 com cerca de 43 itens para debater nas negociações com o Governo de Pernambuco. Entre as principais demandas estão o piso salarial e seu impacto na carreira e a reformulação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR).

“Desde janeiro o Governo do Estado não se manifestou sobre o reajuste do Piso Salarial na carreira da educação, como determina a Lei Federal 11.738/2008, a Lei do Piso do Magistério. Em 2023, o Governo de Pernambuco deixou de fora de qualquer reajuste salarial mais de 52 mil trabalhadores em educação”, declarou a categoria.

Dia de Mobilização

Nesta quarta-feira, não haverá atos públicos. A direção do Sintepe, representantes setoriais e núcleos regionais (no interior do Estado) farão visitas às escolas. Para os trabalhadores e as trabalhadoras que residem no interior, a orientação é de que a mobilização seja realizada nas redes sociais e a participação na transmissão ao vivo do debate, que será feita pelo canal do YouTube do Sintepe, abrangendo todo o Estado.

Em um pronunciamento nas redes sociais, a presidente do Sintepe, Ivete Caetano, relatou as inúmeras denúncias de profissionais da educação que estariam sofrendo assedio e constrangimento dentro das escolas na tentativa de serem impedidos de participarem da paralisação.

“Queremos dizer que ninguém é obrigado a preencher a lista de quem vai participar, de quem não vai aderir a paralisação. Ninguém é obrigado a preencher links se vai participar ou não, porque essa decisão já foi tomada em assembleia democrática com autonomia sindical, que é direito de toda uma classe trabalhadora, de protestar, paralisar ou fazer greve, quando seus direitos são negados”, disse Ivete.

Resposta do Governo do Estado

Por nota, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Administração (SAD), informou que dará início ao processo de negociação 2024 com o Sintepe. “Para isso, se reunirá com a categoria no próximo dia 26, durante a Mesa Específica de Negociação Coletiva Permanente. Na pauta da categoria, entregue no último dia 06, está prevista a discussão, entre outros temas, do Plano de Cargos e Salários e o Piso da categoria”, esclareceu o comunicado. *Por JC.

Policiais civis de Pernambuco anunciam greve a partir da meia-noite desta sexta-feira (9)

PARALIZAÇÃO

Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco anunciam paralisação
Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco anunciam paralisação – Foto: Alexandre Aroeira/Folha de Pernambuco.

Entre as reivindicações da categoria, estão melhorias nas condições de trabalho, aumento salarial e do contingente

O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol) realizou um ato em frente ao Palácio do Campo das Princesas nesta terça-feira (6) e não chegou a acordo com o Governo do Estado.

Após a realização do protesto em frente ao Palácio do Campos das Princesas nesta terça-feira (6), a entidade sindical decidiu a paralisação da categoria a partir da meia-noite desta sexta-feira (9).

Além do Sinpol, outras entidades coletivas da Polícia Civil – como a dos peritos criminais, dos médicos legistas, dos escrivães e dos delegados – estiveram juntos no ato e foram recebidos por técnicos da Secretaria de Administração de Pernambuco e representantes da Casa Civil.

O presidente da Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe), Diogo Victor, explicou o motivo da união de todas as categorias. “A gente se uniu para cobrar a valorização e estruturação para a Polícia Civil”.

Depois da reunião, os representantes da comissão formada pelo Sinpol informaram que receberam apenas a promessa da divulgação do cronograma de negociação a partir do dia 28 de fevereiro e início da mesa de negociação em março.

Entre as reivindicações da categoria, estão melhorias nas condições de trabalho, aumento salarial e do contingente. Segundo o Sinpol, Pernambuco deveria ter 11 mil policiais. Entretanto, o Estado conta com um efetivo de 5 mil servidores.

De acordo com o presidente do Sindipol, Áureo Cisneiros, a categoria está aberta ao diáologo nos próximos dias, mas só deve cancelar a greve caso tenha um proposta concreta do Governo de Pernambuco.

“Chamaram a gente sem ter nada concreto. Estamos pedindo apenas que se inicie a negociação. Se não vier com proposta concreta, vamos continuar firme”, pontuou Áureo.

A greve que está prevista para começar nesta sexta-feira (9) seria já com o início oficial do Carnaval de 2024 que começa tanto em Recife quanto em Olinda na quinta-feira (8). “A greve está decretada e os policiais civis vão parar no Carnaval”, reforçou Áureo que cobrou melhoria na estrutura da Polícia Civil.

“Queremos corrigir as distorções do plano de carreira e falar sobre a estrutura da polícia civil: a falta de estrutura, de efetivo e de padrozinação das unidades policiais. Hoje em dia, [as delegacias] ficam em locais improvisados. A de São Bento do Una, por exemplo, pegou fogo”, completou o sindicalista.

Presente durante o ato e na reunião com os representantes do Governo, o deputado estadual Joel Da Harpa (PL) reforçou com os servidores que deve se juntar com outros parlamentares a partir desta quarta-feira (7) para acelerar a negociação dos policiais civis.

Por meio de nota oficial, o Governo do Estado de Pernambuco confirmou a reunião com a comissão formada pelo Sindipol e ressaltou que “já abriu diálogo e que um cronograma para reabertura das mesas de negociações será apresentado ainda neste mês de fevereiro com o objetivo de discutir as pautas pleiteadas pela categoria”.

Confira a nota na íntegra:

O Governo de Pernambuco informa que uma comissão do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) foi recebida, nesta terça-feira (6), no Palácio do Campo das Princesas, por representantes da Casa Civil e da Secretaria de Administração (SAD). Mais uma vez, foi ressaltado que o Governo já abriu diálogo e que um cronograma para reabertura das mesas de negociações será apresentado ainda neste mês de fevereiro com o objetivo de discutir as pautas pleiteadas pela categoria. *Por Folha de Pernambuco.

INSS toma medidas contra prejuízos de possível nova greve de peritos: confira entrevista

PARALIZAÇÃO

Perícia médica reivindica reajuste salarial e promete realizar duas paralisações em janeiro; categoria já parou por 24 horas

Alessandro Stefanutto
O presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Alessandro Stefanutto, em entrevista ao Poder360

O presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Alessandro Stefanutto, declarou que a autarquia acompanha com “preocupação” o movimento grevista dos peritos médicos. A autarquia toma medidas para que uma possível nova paralisação não interfira no andamento da fila e do tempo de espera para concessão de benefícios.

“Quando uma carreira tão importante e fundamental como é a perícia para de atender as pessoas, elas não têm acesso ao benefício para se sustentar. Isso é muito grave“, afirmou em entrevista ao Poder360 na 3ª feira (23.jan.2024).

A perícia do INSS parou por 24 horas em 17 de janeiro em reivindicação por reajuste salarial. Mais outras duas paralisações estão previstas para o mês de janeiro. O grupo pretende continuar as manifestações até que o pagamento seja reajustado em 23%. A contratação de 1.500 novos peritos e a elaboração de um plano de carreira também estão na pauta.

Segundo Stefanutto, a autarquia se prepara para contornar eventuais “prejuízos“. A preocupação é que o movimento interfira na fila de espera para o recebimento de benefício, que alcançou tempo médio de 47 dias. Prazo está em queda desde agosto.

Para contornar o cenário, o INSS vai estimular a transformação do pedido de perícia em atestado médico, por meio do Atestmed, modelo de concessão de benefício.

“Quem tem perícia marcada para o tempo que durar qualquer movimento paradista, tem o direito, diria até a melhor opção, de usar o atestado para ter acesso ao benefício. Nós estamos preparados para mitigar esse feito para a população“, afirmou o presidente da autarquia

Assista à íntegra da entrevista (42min33s):

*Fonte/Poder360

Polícia Civil de Pernambuco fará paralisação de advertência nesta quarta-feira (24)

SEGURANÇA

Nova passeata foi marcada para o próximo dia 6 de fevereiro, quando se decidirá por trabalho no Carnaval

Trabalho da Polícia Civil de Pernambuco durante Carnaval ainda é marcado por incertezas
Trabalho da Polícia Civil de Pernambuco durante Carnaval ainda é marcado por incertezas – Foto: Walli Fontenele/Folha de Pernambuco

Sem chegar a um acordo na noite desta terça-feira (23) com o Governo de Pernambuco, em reunião no Palácio do Campo das Princesas, o Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol) decidiu iniciar uma paralisação de advertência a partir das 7h desta quarta-feira (24), com duração de 24h. Passado o período, terá início a operação-padrão, com validade até o próximo dia 6 de fevereiro, quando uma passeata está sendo arquitetada pela categoria.

Nessa passeata, será decidida pela manutenção do trabalho da Polícia Civil durante o Carnaval ou não. Hoje a corporação conta com 5.300 agentes.

Entre as principais queixas dos policiais, estão: melhorias nos salários e nas estruturas de trabalho nas delegacias, além da abertura de uma mesa de negociação com o governo.

Enquanto cerca de 300 policiais civis esperavam do lado de fora do Palácio do Campo das Princesas, a reunião acontecia com cinco representantes: o presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros; o presidente da Associação dos Delegados e Delegadas de Polícia de Pernambuco (Adeppe), Diogo Melo Victor; a presidente da Associação de Polícia Científica do Estado de Pernambuco (Apoc-PE), Camila Reis; além de representantes da União dos Escrivães de Polícia de Pernambuco (Uneppe) e da Associação dos Peritos Papiloscopistas Policiais Civis do Estado de Pernambuco (Asppape).

A comitiva foi recebida pelos secretários Rubens Rodrigues da Silva Júnior e Igor Fontes Cadena.

Presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros conversou com a reportagem da Folha de Pernambuco após a reunião, e deu detalhes de como será o serviço da corporação ao longo da data em que haverá paralisação por advertência.

“Vamos atender os casos urgentíssimos. Somos sensíveis e seres humanos. No IML, por exemplo, vamos ver os corpos mais urgentes para serem liberados, os que estiveram esperando por mais tempo. Os médicos legistas também vão fazer parte da operação-padrão. A Polícia Civil de todo o Pernambuco está nessa paralisação de advertência. A gente não quer estragar o Carnaval, estamos procurando negociação”, diz o presidente.

A reportagem procurou a Secretaria de Defesa Social, que ainda irá se pronunciar sobre o assunto.

*Da Folha/PE

FPM: Apenas Olinda, Recife, Salgueiro e Carnaíba não aderiram à paralisação

PARALIZAÇÃO

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) reivindicou, em todo o país, o envio de mais recursos do governo federal às prefeituras, que vem através do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Em Pernambuco, a adesão foi massiva, com quase 100% das prefeituras participando, com exceção de Olinda, Recife e Salgueiro, este último impedido por decisão judicial.

Mesmo os prefeitos que não participaram, se solidarizaram com a manifestação. De acordo com o manifesto da entidade, as cidades têm enfrentado uma redução “brusca e constante” nos últimos meses.

“Hoje, 51% dos municípios estão no vermelho. No mesmo período do ano passado, apenas 7% registraram déficit primário no período. E o futuro é pessimista. A cada dia, Brasília cria novas atribuições sem a fonte para o custeio. Não há mais condições de governabilidade. Esse cenário motivou as prefeituras de ao menos 16 estados a promoverem protestos nesta quarta-feira, 30 de agosto”, relatou o comunicado da CNM.

A Confederação justifica, ainda, que a redução acontece graças a uma série de medidas que estão sendo aprovadas na Câmara, Senado e governo federal sem planejamento orçamentário. Em Pernambuco, 82 dos 184 municípios fecharam o primeiro semestre de 2023 no vermelho, o que representa 45% das prefeituras do estado.

No Estado, apenas Olinda, Recife, Salgueiro e Carnaíba não aderiram à paralisação. As duas primeiras alegaram que o volume de atividades e o público alvo fariam da paralisação um prejuízo à população. Em Salgueiro, a manifestação não aconteceu por ordem jurídica, após uma ação puxada pela oposição. E em Carnaíba, o prefeito Anchieta patriota foi solidário á manifestação, mas evitou parar por alinhamento político com o governo Lula. Inf.: Nill Jr.

 

Enfermeiros seguem paralisados mesmo após STF decidir a favor do piso

PARALIZAÇÃO

Enfermeiros seguem paralisados mesmo após STF decidir a favor do piso
Ato da Enfermagem em defesa do Piso, durante o julgamento do STF – Foto: COFEN

Entidades e organizações que representam as categorias dos enfermeiros, auxiliares de enfermagem e parteiras decidiram permanecer em greve e seguir com paralisações pelo Brasil mesmo após o Supremo Tribunal Federal (STF) formar maioria pela constitucionalidade da lei 14.434, que institui o piso da enfermagem com condições. O motivo é que, na sexta-feira passada (30), quando o Supremo terminou a votação sobre o assunto em plenário virtual, houve um empate no número de votos que impediu a clareza de como o piso será pago de agora em diante.

No momento, duas teses estão empatadas:

  • os ministros do STF Luís Roberto Barroso, relator, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e André Mendonça votaram pela constitucionalidade do piso, mas com condicionantes à implementação, como a prévia negociação sindical.
  • já os ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Luiz Fux e Nunes Marques deram votos para que esta negociação inclua uma regionalização do piso para celetistas.

Em minoria, Edson Fachin e Rosa Weber apoiaram a aplicação universal e imediata do piso. * Inf. (Congresso em Foco).