Afogados da Ingazeira e Serra Talhada: Secretaria de Saúde de PE fiscaliza gestão de hospitais e UPAs pela OSS

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Confira 6 conceitos essenciais da investigação forense digital
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A Secretaria Executiva de Coordenação Institucional de Pernambuco instaurou um Processo Administrativo Sancionador para apurar possíveis irregularidades cometidas por uma Organização Social de Saúde (OSS) responsável pela gestão de hospitais e UPAs no estado.

A OSS é uma instituição privada sem fins lucrativos que administra diversas unidades de saúde públicas, incluindo a UPAE de Afogados da Ingazeira, a UPAE de Serra Talhada, o Hospital Regional Emília Câmara (Afogados da Ingazeira), o Hospital Regional Ruy de Barros Correia (Arcoverde), o Hospital Mestre Vitalino Pereira dos Santos (Caruaru), além de unidades como UPA Curado, UPA Ibura, Hospital do Sertão Governador Eduardo Campos, Hospital João Murilo de Oliveira e a Hospital Maternidade Brites de Albuquerque.

Esse modelo de gestão permite que a OSS conduza a administração, operação e serviços das unidades públicas, mantendo a responsabilidade pelo cumprimento das normas e contratos estabelecidos pelo governo.

O processo, conduzido pela Comissão de Processo Administrativo Sancionador (CPAS), designada pela Portaria SES/PE nº 661, investiga descumprimento contratual e legal nas unidades administradas. A portaria que instaurou o processo foi republicada devido a incorreções no texto original.

A secretária executiva responsável pelo processo é Waldenia Agny Torres de Lucena, da Coordenação Institucional da Secretaria de Saúde. As informações são de Júnior Campos

Deputados vão acionar MPPE e Polícia Civil para investigar contrato bilionário de publicidade do Governo Raquel Lyra

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Deputados da bancada de oposição na Assembleia Legislativa (Alepe) anunciaram, nesta quinta (31), em entrevista coletiva, que vão acionar o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e a Polícia Civil para que apurem supostas irregularidades na escolha das agências responsáveis pela publicidade institucional do Governo de Pernambuco. A medida será adotada após vir à tona o vínculo entre um primo da governadora Raquel Lyra (PSD) e uma das empresas vencedoras da licitação. O contrato é de R$ 1,2 bilhão em dez anos e chegou a ficar suspenso por um mês devido às suspeitas de vícios no processo.

A entrevista foi concedida pelos deputados Rodrigo Farias (PSB), Sileno Guedes (PSB), Waldemar Borges (PSB), Junior Matuto (PSB), Cayo Albino (PSB) e Romero Albuquerque (União Brasil). Os parlamentares justificam o acionamento do MPPE e da Polícia Civil como necessário por conta do surgimento de indícios posteriores a uma auditoria especial iniciada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) em 19 de junho. Um deles foi um dossiê remetido à corte em 10 de julho, com cópia para os deputados, indicando favorecimento à agência E3 Comunicação Integrada, uma das vencedoras da licitação.

Ao se instalar no Recife depois de contratada pelo Governo do Estado, a empresa, que é de São Paulo, alugou salas que pertencem ao empresário Waldemiro Teixeira, primo da governadora Raquel Lyra (PSD). De acordo com os parlamentares, a denúncia, encaminhada de forma anônima à corte, aponta indícios direcionamento, conflito de interesse e improbidade administrativa, tendo em vista que, além da ligação com a governadora, “É espantoso ver indícios de uso familiar da máquina pública numa licitação bilionária. O povo quer respeito com o dinheiro que paga em imposto. A Alepe está atenta, e o que for necessário será feito pra investigar. Se tiver coisa errada, tem que vir à tona”, declarou o deputado Junior Matuto, acrescentando que a formalização da denúncia junto ao MPPE e à Polícia Civil será feita nos próximos dias diante do risco de consumação das supostas irregularidades e de prejuízos aos cofres públicos.

É a primeira vez na história de Pernambuco que se tem um contrato de publicidade num tempo longo, de dez anos, e de um alto valor, R$ 1,2 bilhão. E um contrato cheio de suspeitas e com o envolvimento do primo da governadora. Então é importante que seja apurado detalhadamente, pois Pernambuco merece respeito e transparência nos gastos públicos”, disse o vice-presidente da Alepe, deputado Rodrigo Farias. “A fantástica quantia de R$ 1,2 bilhão para cobrir um contrato de dez anos, por si só, já chama a atenção. Mas o que trazemos aqui são alguns indícios que apontam para uma relação de um primo da governadora com a empresa que venceu a licitação”, complementou o deputado Waldemar Borges.

Segundo o deputado Sileno Guedes, a complexidade do caso e as altas cifras envolvidas demandam a abertura de novas frentes de investigação. “Essa licitação vem enfrentando problemas desde o início. Foi concluída após quase um ano, em meio a muitos questionamentos. Mas ainda não se sabia que um primo da governadora estava sendo supostamente beneficiado por uma subcontratação de uma das agências vencedoras. É grave, acreditamos que será considerado pelo TCE em sua auditoria especial e entendemos ser importante que outras instâncias também se somem à apuração”, afirmou.

As suspeitas apresentadas pelos deputados se somam a uma denúncia que já havia sido levada ao TCE, no fim de junho, pela agência RXZ Comunicação. A empresa alegou que, na sessão pública que averiguou as propostas das concorrentes na licitação, houve alterações nos cálculos de pontuações que já tinham sido divulgadas e indícios de troca de informações privilegiadas entre membros da comissão julgadora e entes externos. Também foi apontada a falta de apresentação de justificativas das notas por cada membro da subcomissão técnica do processo. As supostas irregularidades chegaram a ser questionadas pelo Sindicato das Agências de Propaganda de Pernambuco (Sinapro-PE) e estão sendo apuradas pelo TCE.

Por Welington Ribeiro

PF divulga imagens de possíveis disfarces de fugitivos de Mossoró e oferece recompensa de até 30.000 reais; veja imagens

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Fuga completa um mês nesta quinta-feira
Fuga completa um mês na próxima quinta-feira – Foto/Divulgação/POLÍCIA FEDERAL

Detentos foram vistos em diversas ocasiões desde a fuga, mas as forças de segurança ainda não conseguiram capturá-los

A PF (Polícia Federal) divulgou simulações que mostram possíveis imagens de disfarces dos dois fugitivos da penitenciária federal de Mossoró (veja fotos abaixo). Em 14 de fevereiro, Deibson Cabral Nascimento e Rogerio da Silva Mendonça conseguiram escapar da unidade durante a madrugada, por um buraco. Os dois são suspeitos de ter ligações com a facção Comando Vermelho, no Acre, onde a dupla estava presa até setembro do ano passado.

A divulgação das imagens tem o objetivo de tornar mais fácil a identificação dos criminosos e incentivar a participação da população local nesse processo. A PF oferece recompensa de até 30.000 reais

por informações que levem à captura da dupla. Apesar do tempo passado desde a fuga, policiais que atuam nos trabalhos de busca acreditam que os foragidos ainda possam estar na região, de difícil acesso por ser repleta de cavernas e matas.

Segundo fontes consultadas pela PF, os técnicos trabalham com essa nova possibilidade visual, que trazem projeções de crescimento de cabelo, barba e uso de disfarces. As fotos foram elaboradas por papiloscopistas do setor de Representação Facial Humana do INI (Instituto Nacional de Identificação) da PF, em Brasília (DF).

Os fugitivos já foram vistos em diversas ocasiões, mas os investigadores não conseguiram capturá-los. A Força Nacional trabalha em colaboração com a Polícia Federal nas buscas. O contingente composto por 111 policiais e bombeiros militares, com 15 viaturas, chegou à cidade em 23 de fevereiro.

De acordo com especialistas em segurança pública, falhas estratégicas e a demora na reação dificultam a captura. Essa é a opinião do especialista Leonardo Sant’Anna. “O primeiro item foi o tempo que levou até que a fuga fosse percebida. Essa demora é extremamente prejudicial, caso se queira fazer uma captura em um curto espaço de tempo.”

Sant’Anna aponta a demora até que as forças se reunissem para realizar a busca. “Esses elementos, realmente, colocam as instituições públicas em uma situação extremamente delicada.”

Na última sexta-feira (8), a Polícia Federal prendeu um suspeito de ajudar os fugitivos. Foi a sexta prisão desde a fuga. A corporação investiga um casal suspeito de comprar roupas para os foragidos.

Moradores disseram ter visto a dupla em diversas ocasiões. Dois dias após a fuga, Deibson e Rogerio teriam feito uma família refém, na zona rural de Mossoró. Neste dia, a polícia também encontrou pegadas, calçados, roupas, lençóis, uma corda e uma camiseta do uniforme da penitenciária, em uma área de mata.

Três pessoas foram presas em flagrante por supostamente terem facilitado a fuga dos detentos. *Por R7.

Veja quem é o suspeito de dar abrigo e danone a fugitivos por R$ 5 mil

NA MIRA

morador da zona rural de Baraúna Ronaildo da Silva Fernandes
Morador da zona rural de Baraúna Ronaildo da Silva Fernandes – Foto/Divulgação

Segundo apurações, o mecânico teria atuado em conjunto com outro suspeito, preso na quinta-feira (22/2)

Preso preventivamente pela Polícia Federal (PF) na manhã desta segunda-feira (26/2), o morador da zona rural de Baraúna Ronaildo da Silva Fernandes (foto em destaque), de 38 anos, é suspeito de fornecer abrigo e comida aos foragidos da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Há informações de que Deibson Cabral Nascimento, o Deisinho, e Rogério da Silva Mendonça, o Tatu, pagaram R$ 5 mil ao mecânico. Até o momento, cinco suspeitos foram presos.

Segundo apurações, o homem teria atuado em conjunto com outro suspeito, preso na quinta-feira (22). Este teria fornecido transporte e armamento aos fugitivos.

Conforme a coluna Na Mira noticiou nesta segunda-feira (26), Ronaildo Fernandes chegou a contar à polícia que foi surpreendido pela dupla no momento em que estava em casa com a companheira, na madrugada de 17 de fevereiro, já no quarto dia de buscas pelos bandidos.

O homem detalhou que os dois arrombaram a porta, mas não machucaram a família. “Pediram para a gente ter calma e que não ia acontecer nada se fizéssemos o que eles pedissem”, disse. O morador ressaltou que os criminosos sabiam de informações sobre a família e que “pareceu que eles foram direcionados” para o endereço.

“Falavam o tempo todo que tinha gente de olho em nós, mas que não aconteceria nada se ajudássemos”, afirmou. O homem relatou que passou a fazer compras todos os dias para os criminosos.

Os alimentos eram deixados embaixo de uma pequena árvore localizada no terreno. “Comprava bolacha, danone e carne em lata. Só deixava a comida lá e seguia com a minha rotina. Não tinha contato com eles”, pontuou.

Deibson e Rogério abriram um buraco na mata, onde dormiam para se esconder de drones que detectam calor humano. A saga do morador durou sete dias, quando, na sexta-feira (23/2), ele foi parado em uma barreira policial e contou o que estava acontecendo.

imagem colorida mostra buraco na terra feita por fugitivos do presídio de mossoró - Metrópoles
Buraco na terra feita por fugitivos do presídio de Mossoró – Foto/Divulgação

O homem foi detido duas vezes e prestou depoimento à polícia. Explicou que apenas colaborou com os fugitivos porque sofreu ameaças.

Segundo as investigações, os criminosos abandonaram o esconderijo na sexta. No local em que a dupla construiu o esconderijo, os policiais encontraram alguns objetos, como facão, lona e alimentos. *Portal Metrópoles.

Bolsonaro fala das suspeitas sobre Cid e da possibilidade de ser preso

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SEM SOSSEGO - Bolsonaro e Michelle: alvos de investigações que envolvem joias, dinheiro e conspiração
SEM SOSSEGO - Bolsonaro e Michelle: alvos de investigações que envolvem joias, dinheiro e conspiração- Foto Reprodução

Em entrevista exclusiva, ex-presidente diz que se considera vítima de perseguição, critica Lula e chama os vândalos do 8 de Janeiro de ‘marginais’

“Não quero acusar o Cid de nada. Tenho um carinho muito especial por ele. É filho de um general da minha turma, considero um filho meu”

No Supremo Tribunal Federal prevalece a convicção da maioria dos ministros de que em algum momento entre o fim das eleições e a posse do novo governo houve uma movimentação de certos setores para para criar condições para um golpe de estado. Prevalece também a desconfiança de que Jair Bolsonaro estaria por trás dessa trama. Até agora, porém, não há provas concretas de que o ex-presidente ou algum de seus ministros militares estivessem de fato envolvidos num plano para solapar o poder. O mesmo não se pode dizer em relação ao entorno do ex-capitão.

No inquérito que apura os chamados atos antidemocráticos, a Polícia Federal encontrou mensagens de áudio trocadas entre um coronel que serviu como assessor na Casa Civil da Presidência da República e um ex-major que foi expulso do Exército por indisciplina há mais de quinze anos.

O teor das conversas não deixa dúvidas de que havia gente dentro do Planalto no mínimo flertando com a hipótese de uma quartelada.

A mesma investigação fisgou um peixe grande metido na suposta conspirata: o tenente-coronel Mauro Cesar Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro.

Durante quatro anos, ele foi uma espécie de faz-tudo do presidente — o assessor que, como nenhum outro, testemunhou os momentos cruciais do governo e também compartilhou (mais do que devia) da intimidade da família Bolsonaro no Palácio da Alvorada.

O militar é guardião de segredos que podem revelar muito sobre a passagem do ex-capitão pelo Planalto. Esse arquivo vivo de um dos governos mais polêmicos da história está preso há mais duas semanas

numa cela de 16 metros quadrados no Batalhão da Polícia do Exército em Brasília, acusado de falsificar certificados de vacinação contra a Covid-19 para ele e a família e também para Bolsonaro e a filha.

A fraude no sistema do Ministério da Saúde teria sido executada com a ajuda de Ailton Barros, o tal ex-major que compartilhava as mensagens golpistas com o entorno do presidente. Cid estava na lista de transmissão.

A prisão do ex-ajudante de ordens esquentou os bastidores da política nas últimas três semanas, principalmente depois de revelado que Mauro Cid pagava as contas pessoais de Michelle Bolsonaro.

A polícia considerou suspeita a movimentação financeira e viu indícios de desvio de recursos públicos no fato de o coronel usar dinheiro vivo para custear despesas como cabeleireiro, gastos médicos e roupas.

Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, os celulares do militar também foram apreendidos. Os investigadores acreditam que da perícia nos aparelhos poderão emergir novas revelações.

Na terça-feira 16, o ex-­pre­siden­te prestou mais um depoimento à PF — o terceiro nos últimos dois meses.

Ele foi interrogado sobre a falsificação de seu cartão de vacinação. Disse, em resumo, que não sabia da fraude, reafirmou que não tomou a vacina e, portanto, não haveria motivo algum para emitir um certificado atestando o contrário.

No dia seguinte, Bolsonaro recebeu VEJA em sua nova residência, localizada num condomínio distante cerca de 15 quilômetros do centro de Brasília.

Estava acompanhado da ex-­primeira-­dama e munido de uma pilha de documentos — recibos, boletos e cópias de extratos bancários que, segundo Michelle Bolsonaro, mostram que Cid, de fato, pagava as despesas dela, mas o dinheiro usado na operação saia da conta pessoal do então presidente. “Não há nenhum tostão de dinheiro público ou de qualquer outro lugar”, diz ela.

O casal se considera alvo de perseguição. Na linha de raciocínio deles, o cerco ao ex-ajudante de ordens seria uma tentativa de envolver o ex-presidente em alguma situação constrangedora. Bolsonaro Bolsonaro ressalta que antes de deixar o governo já havia sido advertido sobre a possibilidade de prisão.

“Para ter um motivo que justificasse isso, eu precisaria ter feito pelo menos 10% do que ele fez. E eu fiz 0%”, acrescenta. O “ele” a quem Bolsonaro se refere é o presidente Lula — “uma figura senil e ultrapassada”. O ex-capitão se recusa a pronunciar o nome do atual presidente.

Na entrevista, da qual Michelle também participa, fica evidente que Bolsonaro evita entrar em polêmica com o STF, especialmente com o ministro Alexandre de Moraes, o relator dos inquéritos que o fustigam há três anos. O ex-presidente afirma que nunca incentivou golpe.

Ao contrário. Ele conta que teria colhido inimizades exatamente por exigir que o seu governo “jogasse dentro das quatro linhas”, desconversa quando perguntado quem pregava o contrário disso e classifica como “marginais” os responsáveis pelas depredações do dia 8 de janeiro.

O ex-presidente também ressaltou que o tema fraude nas urnas eletrônicas é coisa do passado e disse acreditar que ainda pode escapar da inelegibilidade. Caso isso aconteça, não descarta a possibilidade de disputar mais uma vez as eleições presidenciais de 2026.

A seguir os principais trechos.

O senhor prestou o terceiro depoimento à Polícia Federal nos últimos dois meses. Isso não é constrangedor para um ex-presidente? O pessoal está vindo para cima de mim com lupa. Eu esperava perseguição, mas não dessa maneira. Na terça-feira, nem tinha deixado o prédio da PF ainda e a cópia do meu depoimento já estava na televisão. É um esculacho. Todo o meu entorno é monitorado desde 2021. Quebraram os sigilos do coronel Cid para quê? Para chegar a mim.

As evidências de que seu ex-ajudante de ordens falsificou certificados de vacinação parecem bem nítidas. Ao que tudo indica, alguém fez besteira. Não estou batendo o martelo.

Da minha parte não tem problema nenhum. Eu não precisava de vacina para entrar nos EUA. A minha filha também não precisava de nada. Estão investigando essas fraudes de 2022, tudo bem. Mas ninguém está investigando aquela outra que aconteceu em 2021. Alguém entrou no sistema usando o endereço “lula@gmail” para falsificar meu cartão de vacina. O cara pode ser ligado ao PT. Por que não estão investigando? São parciais, na verdade.

A relação do senhor com o ex-ajudante de ordens era, ao que parece, de muita proximidade. Quem indicou o Cid foi o comando do Exército da época, mas ele me serviu muito bem. Nunca tive nenhum motivo para desconfiar dele, e não quero acusá-lo de nada. Eu tenho um carinho muito especial por ele. É filho de um general da minha turma, considero um filho.

As informações são da Revista (Veja).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desembargador alvo de operação da PF por venda de sentença se aposenta

NA MIRA

desembargador Cândido Ribeiro
Desembargador Cândido Ribeiro – TRF1/Divulgação

Desembargador Cândido Ribeiro teve ofício de reclamação disciplinar aberto pelo Conselho Nacional de Justiça após ser investigado pela PF.

O desembargador Cândido Ribeiro teve a aposentadoria por invalidez publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (2/5). Ele atuava como juiz do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília. Ribeiro tornou-se alvo de operação da Polícia Federal, este ano, suspeito de vender sentenças a traficantes internacionais de drogas.

Também por causa disso, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu, de ofício (sem provocação externa) uma reclamação disciplinar contra o desembargador.

Cândido Ribeiro (foto em destaque) e seu filho, o advogado Ravik Bello Ribeiro, foram alvo das operações Habeas Pater e Flight Level 2, deflagradas pela PF em 14 de março, com autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde os magistrados federais de segunda instância possuem foro privilegiado. Na ocasião, os policiais apreenderam R$ 270 mil em espécie em um dos endereços de Ravik.

Veja imagem da operação:

Operação Habeas Pater combate crimes de corrupção ativa e passiva – Foto/Divulgação/ Desembargador federal Cândido Artur Medeiros Ribeiro Filho atua no Tribunal Regional Federal da 1ª Região – Foto/Reprodução/TRF1

A reclamação disciplinar integra o estágio inicial de investigação contra magistrados no CNJ. Ela partiu do corregedor nacional de Justiça, o ministro do STJ Luís Felipe Salomão, que destacou haver suspeita de envolvimento do magistrado em crimes de corrupção ativa, organização criminosa voltada para o tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e delitos contra o sistema financeiro.

“O TRF1 também foi oficiado para, no prazo de 48 horas a contar da publicação da decisão, prestar informações sobre os pedidos de providências e processos administrativos que envolvem o desembargador e que tenham como fundamento as situações relacionadas às operações policiais”, informou o CNJ.

As investigações

As investigações começaram em 2021, com a primeira fase da operação Flight Level, que foi montada após um traficante internacional de drogas ter sido flagrado com 175 quilos (kg) de cocaína em Lisboa. A droga havia sido transportada em um avião executivo que partira de Belo Horizonte.

Na segunda fase da operação, a PF disse haver indícios segundo os quais os investigados fariam parte de uma “organização criminosa maior, voltada ao tráfico internacional de drogas, à lavagem de dinheiro e à prática de crimes financeiros”.

Segundo a Receita Federal, que colabora com o caso, parte dos investigados se passava por empresários do setor financeiro, tendo aberto empresas apenas para movimentar o dinheiro ilícito. Ainda de acordo com o órgão, as empresas foram abertas em nome de laranjas, “pessoas sem capacidade econômico-financeira”.

Um terceira operação, a Habeas Pater, foi deflagrada somente para apurar a existência de um braço da organização criminosa no Judiciário brasileiro. Inf. (Metrópoles).

Ministério da Justiça e polícia fazem operação contra ameaças de atentados em escolas

NA MIRA

Foto/Divulgação

Participam da operação policiais civis dos estados de Pernambuco, Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo, e Paraná.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública deflagrou nesta quarta-feira (19/4) a Operação Escola Segura, para apurar ameaças realizadas pela internet de ataques a escolas e contra estudantes. Participam da operação policiais civis dos estados de Pernambuco, Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.

Em Santa Catarina, a operação é coordenada pela Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC/PCSC) e pelo Grupo de Investigação de Crimes Cibernéticos do Ministério Público de Santa Catarina (CyberGAECO).

O objetivo da operação é dar cumprimento a mandados de internação provisória e busca e apreensão domiciliar contra menores envolvidos em planejamentos de ataques a escolas brasileiras. Ao todo, são 10 ordens para internações provisórias, 13 mandados de busca e apreensão e 11 afastamentos de sigilo de dados em face dos adolescentes.

As investigações começaram logo após o ataque covarde ocorrido na Creche Cantinho Bom Pastor, em Blumenau (SC), em 5 de abril de 2023. Na ocasião, quatro crianças foram assassinadas e outras cinco ficaram feridas. O assassino foi preso em flagrante. A partir de então, foram localizados outros indivíduos que estariam fazendo ameaças nas redes sociais envolvendo atos de violência.

Os menores são investigados pela suposta prática de atos infracionais equiparados aos delitos de ameaça, incitação ao crime, apologia ao crime, associação criminosa e artigos do Estatuto do Desarmamento.

Operação Escola Segura

Capitaneada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública, diversas ações relacionadas ao enfrentamento de atos atentatórios à vida a serem perpetrados em escolas estão sendo adotadas.

O Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) e a Coordenação-Geral de Inteligência do MJSP, juntamente com delegacias de crimes cibernéticos das principais regiões brasileiras, continuam monitorando ameaças na internet relacionadas a possíveis ataques em escolas. As informações são do portal (Metrópoles).

 

Operação carnaval 2023 começa hoje nas rodovias federais de Pernambuco

NA MIRA

Foto/Divulgação

Na rota de muitos foliões, órgãos reforça a fiscalização na BR-232 e na BR-101.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) dá início, nesta sexta (17), a Operação Carnaval 2023 nas rodovias federais que cortam Pernambuco. Durante a folia de momo, é esperada a movimentação de milhares de foliões, pernambucanos e turistas, e ainda o deslocamento de centenas de pessoas que procuram o litoral do estado para aproveitar o feriado. Desse modo, a expectativa é que se tenha um aumento no número de veículos circulando nas principais BRs pernambucanas, como a BR-232 e a BR-101.

Com o objetivo de garantir a fluidez no trânsito, prevenir acidentes e coibir condutas perigosas ao volante, que a PRF, até a próxima quarta-feira de cinzas, 22 de fevereiro, reforça o efetivo e intensifica as fiscalizações e o policiamento nas rodovias federais em todo o estado. A presença ostensiva da PRF se dará em locais estratégicos, nos considerados pontos críticos, onde observa-se maior incidência de acidentes, criminalidade e infrações.

Rota para os foliões, a BR-232 receberá reforço buscando garantir a segurança de quem vai brincar na capital pernambucana e também para aqueles que irão seguir para o interior do estado, como no município de Bezerros, distante 100 km do Recife, onde acontece o carnaval dos Papangus. A BR-101, no sentido norte e sul, também contará com a fiscalização reforçada da PRF. Essas vias estão no percurso daqueles que procuram as praias para aproveitar o feriado, como Porto de Galinhas, Tamandaré, Itamaracá e Maria Farinha.

Entre as principais ações previstas na prevenção de acidentes durante a operação, destacam-se o enfrentamento à embriaguez ao volante, controle da velocidade, fiscalização de ultrapassagens proibidas, uso do cinto de segurança, dispositivos de retenção para crianças, uso de telefone celular, entre outros. Além disso, estão previstas também atividades de educação para o trânsito, nas quais serão trabalhadas a educação e conscientização dos usuários das rodovias de forma transversal em todas as ações.

PARCEIRIA –  Além de reforçar o trabalho de fiscalização e prevenção a sinistros nas rodovias federais pernambucanas neste carnaval, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) também irá atuar pelos ares em conjunto com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). É que neste carnaval será reativado o serviço de atendimento aeromédico entre os órgãos, uma parceria que há anos vem salvando vidas no estado.

A PRF ressalta ainda a importância da adoção de medidas preventivas por parte dos motoristas. Tais cuidados, relacionados à conservação dos veículos e ao correto funcionamento dos itens de segurança, são fundamentais para a prevenção de acidentes e pela preservação da própria vida e dos demais usuários. Entre os principais itens a serem observados para uma viagem segura, a Polícia Rodoviária Federal destaca:

– Planeje bem a viagem, veja pontos de parada, condições do tráfego e da via, previsão do tempo etc.
– Verifique a pressão de todos os pneus e fique atento à demanda de peso que o carro irá tansportar (bagagens e passageiros);
– Observe as condições do estepe. Caso haja alguma avaria, substitua-o para uso, caso necessário.
-Realize o alinhamento e balanceamento;
– Confira os equipamentos obrigatórios: todo veículo deve ter pneu estepe, triângulo, chave de roda e macaco dentro do porta-malas;
– Verifique o funcionamento do sistema de iluminação;

– Deixe a água do radiador no nível certo e o fluído do sistema de arrefecimento em dia;
– Revise os sistemas de amortecimento e freios;
– Fique atento ao prazo de validade do filtro e óleo do motor;
– Substitua limpadores de para-brisa ressecados;
– Confira o funcionamento da bateria;
– Faça uma conferência de mangueiras e correias.
– Documentação em dia. O veículo precisa estar com o licenciamento e IPVA com os recolhimentos devidos.

Coronel da PM que comandava operações de segurança na Esplanada é preso pela PF

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PF prende ex-comandante da PMDF em quinta fase da Operação Lesa Pátria | Metrópoles
O coronel Jorge Eduardo Naime Barreto, ex-comandante de Operações da PM-DF Foto: Divulgação/PM-DF

Equipes da Polícia Federal se encontram no endereço do coronel Jorge Eduardo Naime, em Vicente Pires, na manhã desta 3ª feira.

O ex-comandante de Operações da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Jorge Eduardo Naime está entre os alvos de mandado de prisão cumpridos, na manhã desta terça-feira (7/2), no âmbito da quinta fase da Operação Lesa Pátria. Equipes da Polícia Federal (PF) se encontram no endereço do coronel, em Vicente Pires.

A Operação Lesa Pátria visa identificar participantes, financiadores e fomentadores dos atos terroristas de 8 de janeiro, em Brasília.

Na data, o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) foram invadidos por extremistas, que promoveram violência e dano generalizado nas sedes dos Três Poderes.

A Polícia Civil do Distrito Federal investiga se o ex-comandante Jorge Eduardo Naime tentou fugir com os filhos por medo de ser preso após os atos terroristas de 8 de janeiro. Naime, segundo consta em um registro de ocorrência feito por sua ex-mulher e obtido pela reportagem, planejava fugir para a Bahia com sua atual esposa e os filhos do primeiro casamento.

A corregedoria da PM já investigava a informação de que Naime teria retardado a atuação da PM na data dos ataques com o propósito de deixar os terroristas fugirem. Naime foi exonerado do cargo que ocupava dias após os atos golpistas, mas negou as acusações.

O registro foi feito em 9 de janeiro, dia seguinte aos ataques, por Tatiana Lima Beust, ex-mulher de Naime. De acordo com o relato dela à PCDF, naquela segunda-feira (9/1), um dos dois filhos do casal telefonou para a mãe e disse que Naime planejava viajar às pressas para a Bahia. A criança, de 8 anos, contou também que a madrasta, Mariana Fiuza, teria ameaçado bater neles “de cinto” caso contassem para alguém sobre a fuga.

O ex-comandante de Operações e sua atual companheira foram procurados por meio de seu advogado, contudo a reportagem não teve retorno.

Operação

Nesta manhã, as equipes cumprem três mandados de prisão temporária, um de prisão preventiva, e seis de busca e apreensão, expedidos pelo STF.

Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

Etapas

As investigações continuam, e a Operação Lesa Pátria se tornou permanente, com atualizações periódicas quanto ao número de mandados judiciais expedidos, pessoas capturadas e foragidas. Até o momento, nas cinco fases da força-tarefa, as equipes cumpriram 16 mandados de prisão preventiva e 31 de busca e apreensão.

Na primeira delas, deflagrada em 20 de janeiro, a PF prendeu os bolsonaristas Renan da Silva Sena; Ramiro Alves da Rocha, conhecido como Ramiro dos Caminhoneiros; Soraia Baccioci; Randolfo Antonio Dias; além de uma quinta pessoa, que não teve a identidade nem o local de prisão divulgados.

Na segunda etapa da força-tarefa, no último dia 23, policiais prenderam, em Uberlândia (MG), o extremista que aparece em vídeos destruindo um relógio histórico — trazido ao Brasil em 1808 —, no Palácio do Planalto.

Na terceira fase, houve dois extremistas presos em Minas Gerais; um em Santa Catarina; um no Paraná; e outro no Espírito Santo. Léo Índio, sobrinho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), estava entre os alvos de mandado de busca e apreensão cumpridos no DF e no Rio de Janeiro. Ele participou do atos terroristas.

PCDF intima Neymar a depor em operação sobre agiotagem e lavagem de dinheiro

NA MIRA

Empresário e Neymar
Empresário Eduardo Rodrigues Silva e Neymar. Foto/reprodução

Nota fiscal de R$ 106 mil referente a uma corrente de ouro e diamantes foi emitida em nome do atacante. Suspeita é de lavagem de dinheiro.

Principal craque da Seleção Brasileira e um dos astros do elenco do Paris Saint Germain (PSG), o jogador Neymar será intimado a depor, na condição de testemunha, no âmbito de uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). A investigação apura crimes de extorsão, agiotagem e lavagem de dinheiro e é conduzida pela Divisão de Repressão a Roubos e Furtos (DRF). Durante ação, deflagrada nesta sexta-feira (27/1), três pessoas foram presas.

O esquema é supostamente capitaneado pelo empresário Eduardo Rodrigues Silva, conhecido em Brasília por ostentar uma rotina semelhante a de atletas que atuam em alguns dos maiores clubes do mundo. Ele se apresenta como “Eduardo Joias” e teria uma empresa especializada no design de peças forjadas em ouro e diamantes. O principal suspeito é considerado foragido.

Com 74,8 mil seguidores no Instagram, o empresário fez questão de publicar fotos com Neymar logo após entregar um colar de ouro branco cravejado de diamantes no qual o pingente foi desenhado no formato do nome do atacante. A peça custou, de acordo com a nota, R$ 106,4 mil.

A nota fiscal foi emitida em nome do jogador, em março de 2019, por uma das empresas investigadas por lavagem de dinheiro, sem a respectiva entrada da mercadoria ou matéria-prima para confeccioná-la. A operação é fruto de trabalho conjunto da DRF/Corpatri e Secretaria de Fazenda do DF e contou com a participação da Receita Federal e apoio da Marinha do Brasil.

Empresa suspeita

As apurações da Coordenação de Repressão a Crimes Patrimoniais (Corpatri) apontaram que a empresa Conceito Comércio de Joias Eireli, cujo nome é EJ Joias, movimenta valores que não chegam nem perto do dinheiro que cai na conta de Eduardo e de seu braço direito, Vitor Duarte Nunes, também investigado no bojo da Operação Huitaca – o nome faz alusão à deusa mitológica da luxúria.

Ainda segundo a investigação, a transação envolvendo a joia de Neymar representou mais de 81% das operações de venda da empresa. Outras 11 notas fiscais eletrônicas de joias foram emitidas para o próprio Eduardo Rodrigues, sem a respectiva entrada de mercadoria ou matéria-prima.

Também se apurou que as demais empresas que transacionaram com os investigados são de fachada e serviram apenas para a dissimulação dos valores sujos. Elas foram criadas simultaneamente, funcionaram por poucos dias e, sequer, geraram notas fiscais para os investigados ou para as empresas vinculadas a eles.

Relação com Neymar

Além de ambos se seguirem nas redes sociais, existe uma relação pessoal entre Eduardo e o craque Neymar. Além da corrente de ouro e diamantes, o empresário entregou ao jogador uma placa dourada acompanhada de um anel exclusivo forjado em ouro e pedras preciosas.

No Instagram, há fotos nas quais Eduardo faz questão de mostrar a entrega das joias. Uma das imagens, publicadas pelo empresário em 8 de fevereiro de 2017, mostra o Neymar com uma corrente de diamantes. A imagem possui a seguinte legenda: “A busca de um sonho é a loucura mais exata de realizar. Quando se trabalha duro em busca do que sonha, se conquista! Ter fé, pois fácil não é nem vai ser”.

Em outras duas fotos do empresário, publicadas em 22 de março de 2018, em São Paulo, o suspeito mostra a entrega de um anel de ouro a Neymar, com a seguinte legenda: “Mais uma joia feita com muito carinho para o gênio da bola, Neymar. Obrigado pela atenção e confiança no trabalho!”, diz o empresário.

Aniversário em Paris

Os investigadores ainda localizaram fotos publicadas por Eduardo que confirmam a presença do suspeito no aniversário de Neymar, em Paris, no dia 4 de fevereiro de 2019. Na ocasião, as despesas dos convidados brasileiros para participar do evento foram custeadas por patrocinadores do jogador.

De acordo com as investigações, o empresário viajou a Paris em 4 de fevereiro de 2019 e retornou no dia 8 do mesmo mês. As investigações da PCDF também mapearam que não é a primeira vez que Neymar adquire ou recebe joias de pessoas envolvidas com lavagem de capitais.

Investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro mostrou, em maio de 2017, que o jogador adquiriu, em 2015, uma corrente de diamantes de Tiego Raimundo dos Santos Silva, vulgo TH, envolvido com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. O criminoso foi preso, acusado de ser um dos principais articuladores do tráfico de drogas e de armas do Rio, com atuação nas três facções criminosas do estado. Além disso, ajudava a lavar dinheiro do tráfico de drogas.

Empresário condenado

O mesmo empresário que aparece em fotos com grandes estrelas do futebol internacional já foi condenado, em 2017, a cinco anos e quatro meses de reclusão, em regime inicialmente semiaberto, pelo crime de extorsão. Eduardo e um comparsa emprestaram R$ 160 mil para um homem, cujo débito principal deveria ser quitado em fevereiro de 2015, além do pagamento de sete parcelas de R$ 9 mil a título de juros.

Após o pagamento de algumas parcelas dos juros convencionados, não efetuou o pagamento das demais prestações dessa natureza, nem do débito principal, quando passou a sofrer cobranças. A vítima entrou em depressão e, em outubro de 2015, cometeu suicídio. Eduardo e o comparsa, então, passaram a cobrar a dívida de parentes do homem valores abusivos, entre o mínimo de R$ 440 mil até a quantia de R$ 900 mil.

Na última ocasião, os agiotas constrangeram as vítimas, mediante graves ameaças, ao pagamento de quantia em dinheiro indevida, e cuja quitação não era de responsabilidade delas. Ambos acabaram julgados e condenados. Fonte: metrópoles.

Fonte: metrópoles.