Novo benefício poderá ser pago para parte dos usuários do Auxílio Brasil. Veja detalhes sobre o novo adicional
Parcelas de R$ 600 + 150,00 serão liberadas dentro do calendário oficial Foto: Divulgação
A partir do ano de 2023, o Governo Federal poderá oferecer um novo tipo de auxílio emergencial no valor de R$ 150. A proposta ganhou força depois das eleições do último domingo (30), quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito presidente. O benefício em questão foi uma das promessas de sua campanha presidencial.
Mas afinal de contas, quem poderá receber o novo projeto no valor de R$ 150? Segundo as informações oficiais, a ideia é pagar o saldo apenas para as pessoas que já fazem parte do programa Auxílio Brasil, ou seja, cidadãos que não estão dentro da folha de pagamentos, não poderão receber a quantia adicional.
Trata-se de um benefício adicional, que poderá ser somado com o valor mínimo do Auxílio Brasil. Assim, uma mesma família poderá receber R$ 600 do saldo base do projeto e mais os R$ 150, o que totalizaria R$ 750 em um cenário de pagamento único. O valor poderá subir ainda mais em alguns outros casos.
Em regra geral, as pessoas que poderão receber o adicional são aquelas que possuem filhos menores de seis anos de idade em casa. Como se trata de um saldo acumulativo, quanto mais crianças nesta faixa etária, mais adicionais a família recebe. Uma casa com três filhos menores de seis anos, por exemplo, receberia R$ 450 a mais, além dos R$ 600 do Auxílio Brasil.
De toda forma, é importante frisar que o benefício ainda não está oficialmente confirmado. Como dito, trata-se apenas de uma promessa do então candidato Lula. Até aqui, não há nada oficializado ainda, e qualquer mudança neste sentido terá que passar pelo crivo do Congresso Nacional até o final deste ano.
Como me inscrever para receber R$ 150?
Não será preciso se inscrever para receber o auxílio de R$ 150. Embora o projeto ainda não esteja aprovado e regulamentado, o fato é que o saldo será destinado apenas para as pessoas que já fazem parte do programa social.
O Cadúnico já conta com as informações detalhadas de cada família. Assim, o Governo Federal poderá saber quantas e quais são as residências que contam com crianças menores de seis anos de idade. Ao constatar estes números, o poder executivo poderá repassar o dinheiro automaticamente.
Condenado pelo assassinato de Daniella Perez (1970-1992), Guilherme de Pádua morreu na noite deste domingo (6), aos 53 anos. Ele sofreu um infarto. A informação foi confirmada pelo pastor Márcio Valadão, líder da Igreja Batista Lagoinha, congregação na qual o ex-ator atuava como pastor.
Guilherme de Pádua morreu de infarto na noite deste domingo (6); ele foi condenado por crime.
“É um moço que a sociedade não compreende, porque ele praticou aquele crime tão terrível da Daniella Perez, foi preso, cumpriu a pena, mas se converteu. Era uma lagarta e virou borboleta. Chegou a notícia que, dentro de casa, agora caiu e morreu. Morreu agorinha. Acabou de morrer”, anunciou Valadão, em uma live feita pouco depois das 22h no Instagram- após a repercussão, o vídeo foi apagado.
Aquilo [a notícia da morte de Guilherme] para mim foi um impacto muito grande, pois hoje, às 10h, eu estava dirigindo o culto, e ele estava no primeiro banco com a esposa, servindo ao Senhor, cantando, orando e louvando”, disse o o religioso, que deu a notícia com tranquilidade e em alguns momentos com sorriso no rosto.
Pádua nasceu em 2 de novembro de 1969, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Se mudou para o Rio de Janeiro na década de 1980 para tentar a carreira de ator. Fez teatro e conseguiu ser escalado para trabalhar na Globo. Em 1992, ele ele assassinou sua colega de novela, Daniella Perez, filha de Gloria Perez. Após ser condenado, preso e libertado, virou pastor.
Paula Thomaz
O nome dele e o de Paula Thomaz, com quem o ator era casado na época do crime, voltaram a aparecer na mídia neste ano, com a estreia da série Pacto Brutal na HBO Max. Paula também foi condenada pelo assassinato de Daniella Perez, filha de Gloria Perez.
Guilherme se casou outras duas vezes: com Paula Maia, com quem ficou entre 2006 e 2014, e com sua atual mulher, a maquiadora Juliana Lacerda eles estavam juntos desde 2017.
Morte de Daniella Perez
O ex-ator e Daniella faziam parte do elenco da novela das oito De Corpo e Alma (1992), a primeira que Gloria Perez assinou como autora. Na trama, a atriz de 22 anos vivia a bailarina Yasmin, apaixonada por Caio (Fabio Assunção).
No entanto, como as famílias dos dois eram inimigas, a jovem se envolveu com o motorista de ônibus Bira (Guilherme de Pádua), um rapaz bruto e machista, mas que ajudava a família dela.
Ao longo dos capítulos, o namoro de Yasmin e Bira terminou, para que a personagem voltasse a ficar com seu par romântico inicial, Caio. Pádua não gostou de ter sua quantidade de cenas reduzida e passou a pressionar Daniella para que Gloria desse mais importância a seu personagem. Alguns colegas de elenco começaram a perceber o assédio.
“Dez dias antes do trágico ocorrido, vi Daniella entrar no carro da atriz Juliana Teixeira pedindo para irem logo embora. E que não desse carona para Guilherme, porque ela não aguentava mais ele ficar alugando o ouvido dela o tempo todo”, disse a atriz Carla Daniel, em depoimento resgatado por Gloria em um site que reúne todos os desdobramentos do crime. Carla vivia a ex-namorada de Bira, Sheila.
A pressão de Pádua sobre Daniella aumentou em 28 de dezembro, dia em que um novo bloco de capítulos chegou para o elenco. O ator só aparecia em dois de seis episódios e intimidou a moça na frente de todo o elenco.
“Você já contou para sua mãe que esse sujeito está lhe perseguindo?”, questionou o ator Sandro Solviatti. Daniella negou, dizendo que não queria prejudicar ninguém. “Se você não contar hoje, amanhã eu ligo para sua mãe e conto!”, disse ele. Mas não houve tempo para isso.
O crime
Na noite de 28 de dezembro de 1992, Daniela estava voltando para casa após as gravações da novela quando seu carro foi fechado pelo veículo do então colega de cena. “Ela sai do carro cobrando explicações, ele a desacorda com um com um soco e a atira no interior do Santana, que sai dirigido por Paula Thomaz”, escreveu Gloria Perez no site.
Minutos depois, moradores de um condomínio na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, chamaram a polícia para verificar a presença de carros num matagal. Um policial encontrou apenas o carro usado por Daniella, que pertencia ao marido dela, o ator Raul Gazolla. Mesmo armado, o agente decidiu se esconder atrás de uma árvore. E tropeçou no corpo de Daniella.
“Foram 18 estocadas no coração e no pescoço. Um violento soco na face direita, de acordo com os laudos periciais, aplicado minutos antes da morte. Nenhuma lesão de defesa”, contou Gloria no site. “Naquela mesma noite, [Guilherme de Pádua e Paula Thomaz] foram à delegacia, no carro onde cometeram o crime, para abraçar nossa família e prestar condolências.”.
O julgamento
O ator chegou a ir ao velório de Daniella também, para não deixar suspeitas. Mas uma pessoa que morava próxima ao local do crime havia anotado as características e as placas de ambos os carros. Com os dados, investigadores foram até os estúdios onde a novela era gravada e encontraram o veículo de Pádua.
Ele já havia alterado a placa, mas acabou confessando o crime após ser pressionado. Pádua e Paula foram presos imediatamente, mas o julgamento só aconteceu de fato em 1997.
O ator e sua mulher foram condenados por homicídio qualificado, com motivo torpe. A pena dele foi de 19 anos em regime fechado. Mas só cumpriu um terço desse período. Saiu da cadeia por bom comportamento em outubro de 1999.
Pádua, então, começou a trabalhar numa igreja evangélica em Belo Horizonte, Minas Gerais. A união com Paula Thomaz chegou ao fim, e ele se casou mais duas vezes; estava com a estilista Juliana Lacerda. Em 2017, ele se tornou pastor da mesma igreja. Desde 2018, Pádua demonstrou apoio a Jair Bolsonaro.
A seleção brasileira contou com jogadores de 30 clubes diferentes nas cinco vezes em que venceu a Copa do Mundo. No entanto, Palmeiras e São Paulo fazem parte de um seleto grupo, afinal, são os únicos clubes com atletas campeões em todas as oportunidades, em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.
Marcos, do Palmeiras, e Rogério Ceni, do São Paulo, além de Dida, do Milan, foram os goleiros da seleção campeã em 2002 – Reprodução/Instagram
Como teve mais jogadores convocados pela seleção brasileira para as Copas do Mundo, o São Paulo está na frente do rival também em número de campeões. Ao todo, o Tricolor já teve 46 atletas convocados pelo Brasil para as Copas e desses 12 venceram o torneio. Já o Palmeiras teve 23 convocados no total e 8 jogadores foram campeões.
Ao todo, 14 clubes do Brasil cederam jogadores para a seleção em ano de títulos mundiais. Enquanto Palmeiras e São Paulo lideram a lista com presença nas cinco conquistas, Corinthians e Flamengo estão logo atrás, com atletas convocados em quatro das cinco Copas do Mundo vencidas pelo Brasil. Ambos não tiveram jogadores chamados para o bicampeonato, em 1962, no Chile.
Já cinco clubes tiveram jogadores convocados para três Copas vencidas pelo Brasil. São eles: Botafogo, Cruzeiro, Fluminense, Portuguesa e Santos.
Atlético-MG, Bangu Grêmio e Vasco tiveram jogadores campeões em duas conquistas brasileiras. O Athletico-PR completa a lista com a presença uma vez entre os campeões, em 2002.
Entre os 16 estrangeiros que cederam jogadores para conquistas do Brasil, destaques para Barcelona (ESP), Bayer Leverkusen (ALE), PSG (FRA) e Roma (ITA), com presença em dois dos cinco títulos do Brasil.
Tite vai anunciar os convocados para a Copa do Mundo de 2022 nesta segunda-feira (7), às 13h.
Os últimos levantamentos da ANP indicam que o preço médio dos combustíveis sofreu um aumento em todo o Brasil. O etanol, por exemplo, teve alta de 2,54%.
Foto: Divulgação
Os últimos levantamentos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) indicam que o preço médio dos combustíveis teve um aumento em todo o Brasil. O etanol, por exemplo, teve alta de 2,54% na última semana de outubro. Os novos números estão preocupando os motoristas.
A gasolina ficou mais cara na semana dos dias 23 e 29 de outubro. Apesar de mostrar um aumento mais tímido de apenas 0,6%, foi a terceira alta seguida. Segundo a ANP, o diesel foi o único que apresentou queda de 0,45%.
Combustíveis tiveram aumento
O preço médio passou de R$ 4,88 para R$ 4,91 na última semana de outubro. Com isso, a alta foi de 0,6%. Depois de um bom período de queda, o aumento nos combustíveis começa a preocupar os motoristas, ainda mais com o fim do período de eleições. O litro mais caro, segundo a agência, foi o da gasolina a R$ 7,34.
O etanol também está mais caro. Passou de R$ 3,54 para R$ 3,63 com aumento de 2,54% em uma única semana. Neste caso, já foi a quarta alta seguida registrada no litro do etanol. O maior valor nas bombas é de R$ 6,90.
Por outro lado, apesar do aumento no preço dos dois combustíveis, apenas o diesel teve uma ligeira queda. Saiu de R$ 6,59 para R$ 6,56. Em outras palavras, houve apenas uma redução de 0,45%. O preço mais alto encontrado nas bombas do Brasil até o momento foi de R$ 7,99 por litro.
Com base na política de preços da Petrobras que considera o mercado internacional, os valores praticados no Brasil estão em defasagem. A afirmação é da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom). O diesel está defasado em 6% e a gasolina em 8%. Diante disso, a preocupação é que um possível reajuste com base nos preços praticados no mercado internacional possa assustar e pegar de surpresa os cidadãos.
A insegurança só cresce com o fim do processo eleitoral e com a derrota do presidente Jair Bolsonaro, visto que tudo isso pode reduzir a pressão do governo sobre a Petrobras. Dessa forma, novos aumentos virão.
Presidente eleito criticou ferramenta e prometeu dar fim a ela, mas deve abrir mão de mudanças para pagar promessas de campanha
O presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) RICARDO STUCKERT
O presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), está com a corda no pescoço para aprovar um orçamento extra que viabilize as principais promessas econômicas da campanha dele, como a manutenção do Auxílio Brasil a R$ 600 e o reajuste do salário mínimo com ganho real. Ciente de que vai precisar do apoio do Congresso Nacional, Lula cogita recorrer até ao orçamento secreto para garantir os votos necessários que o permitam gastar mais no ano que vem.
O orçamento secreto é como ficou popularmente conhecido as chamadas emendas de relator, que são controladas pelo parlamentar escolhido pelo Congresso para elaborar o parecer da LOA (Lei Orçamentária Anual). Todos os deputados e senadores podem sugerir ao relator qual deve ser a destinação desses recursos. Contudo, não há uma regra específica para a aplicação dessas emendas. Dessa forma, não há uma distribuição igualitária das verbas e, na maioria das vezes, não é possível saber o nome do parlamentar que registrou o pedido, tampouco o destino desses recursos.
Ao longo da campanha eleitoral, criticar o orçamento secreto foi uma das armas de Lula contra o presidente Jair Bolsonaro (PL). O petista reclamou, principalmente, do caráter sigiloso desses recursos e prometeu que daria um fim às emendas de relator. O petista dizia que controlar o Orçamento deve ser uma tarefa do Poder Executivo, e não do Legislativo.
Durante a campanha Lula atacou o orçamento secreto e o Congresso. “O Congresso Nacional nunca esteve tão deformado como está agora. Nunca esteve tão antipovo, tão submisso aos interesses antinacionais. É talvez o pior Congresso que já tivemos na história do Brasil”, afirmou Lula em um dos compromissos da campanha eleitoral.
Grande aliada de Lula no segundo turno, a ex-candidata presidencial e senadora Simone Tebet (MDB-MS), hoje cotada para fazer parte do corpo ministerial do presidente eleito, chegou a declarar que o orçamento secreto pode ser “o maior esquema de corrupção do planeta Terra”.
No entanto, logo na primeira semana depois de vencer as eleições, a equipe de Lula que vai negociar com o Congresso a liberação de mais dinheiro notou que o orçamento secreto é um tema sensível aos parlamentares. Os integrantes do novo governo devem formalizar o pedido de recursos extras apenas na próxima semana, mas já foram alertados de que se mexerem nas emendas de relator, a proposta pode não seguir adiante.
Portanto, por mais que tenha se colocado contra nos últimos meses, Lula não deve promover alterações tão expressivas no orçamento secreto. Um caminho para resolver pode estar nas mãos do Supremo Tribunal Federal (STF). O governo de transição, inclusive, já teria deixado essa tarefa para a corte, que pode julgar ainda neste ano uma ação pendente sobre o assunto e declarar as emendas inconstitucionais.
Pontos negativos
Para o economista Gil Castello Branco, fundador e secretário-geral da entidade Contas Abertas, as emendas são historicamente moedas de troca entre o Legislativo e o Executivo e o que Lula mais precisa nesse momento é, justamente, de um instrumento de barganha para construir um relacionamento político favorável. “Lula chegou a criticar, chamar de escárnio, mas existe um problema de relacionamento político e o linguajar que conhecem é esse, é como sabem negociar”, avalia.
De todo modo, Castello Branco frisa que dar continuidade ao orçamento secreto pode ser prejudicial. “A princípio, pouca diferença faria saber quem está indicando e quanto está indicando para construir uma quadra, se isso estiver dentro dos parâmetros legais e técnicos. Mas como não há critério, o parlamentar indica para onde ele quer, onde tem interesse, colégio eleitoral, isso, na verdade, cria uma desigualdade social e competitiva politicamente falando”, critica.
Professor e doutor em economia pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Geraldo Biasoto Junior pontua que o orçamento secreto compromete a eficiência da máquina pública. “A divisão dos recursos não tem uma mínima coerência. A indicação é apenas política, não há um crivo técnico. Sendo assim, além de o gasto do dinheiro público ser ruim, abre-se um campo muito grande para a malversação de recursos”, destaca.
Na avaliação dele, Governo Federal e Congresso precisam encontrar outra forma de deputados e senadores poderem participar da indicação de recursos do Orçamento. “As emendas de relator não têm sentido dentro do ordenamento jurídico e institucional brasileiro. É um absurdo que elas existam. Precisamos, sim, de um espaço dentro do Orçamento para o Congresso indicar coisas que devem ser feitas, mas não da forma obscura que acontece atualmente.”
Em culto realizado na Primeira Igreja Batista de Piabetá, na cidade de Magé (Baixada Fluminense), o pastor Luiz Antonio Vieira usou o palco para atacar Luiz Inácio Lula da Silva e os petistas, além de destilar preconceito contra os nordestinos, que votaram maciçamente no candidato do PT à Presidência
A fala está registrada em vídeo, no canal da igreja no YouTube, que foi tornado privado na manhã de hoje. Em pregação realizada na quinta-feira (3), quatro dias depois do segundo turno da eleição, ele se dedicou a criticar o resultado. “Quem votou em Lula? agora falei o nome do ladrão…
é meu inimigo, é inimigo de Deus, não tem comunhão de Deus, são traidores, são inimigos da igreja. Que Deus tenha misericórdia de nós”.
Mais à frente, Vieira ataca longamente os nordestinos, que votaram maciçamente em Lula. Diz que nunca mais vai gastar um centavo no Nordeste e não irá mais à região. “No domingo eu falei aqui que eu iria na convenção da assembleia da ordem dos pastores pra falar. Eu vou esperar para quando a assembleia da ordem for em outro lugar. Não vou gastar um centavo em nenhum hotel do Nordeste, não vou comer em nenhum restaurante do Nordeste, não vou comprar nada no Nordeste”, atacou.
O pastor prossegue: “É um povo que estão (sic) lá, preguiçosos. Porque os que não são vieram embora pra cá, vieram trabalhar. O nordestino é preguiçoso, gosta de viver das migalhas. Não é para você sentir ódio. Não é nordestinofobia. Não tenho fobia de nordestino, mas a grande verdade é essa”.
Em outro trecho, chega a dizer que sua vontade é que o Brasil fosse dividido e que o Nordeste fosse um outro país.
Em vários vídeos publicados antes da eleição, Vieira apareceu fazendo pregação tendo ao fundo a imagem de Jair Bolsonaro e objetos que remetiam à candidatura do presidente.
STF confirma licença-maternidade a partir da alta hospitalar da mãe ou do bebê. A decisão unânime leva em consideração o direito social de proteção à maternidade e à infância
Couto: “STF atingiu a função social do contrato de trabalho” (foto: ALC/Divulgação)
O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, na última semana, a contagem da licença-maternidade e o salário-maternidade a partir da alta hospitalar da mãe ou recém-nascido. A decisão atende Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6.327 e teve como relator o ministro Edson Fachin. A medida se restringe a casos mais graves, em que as internações passem de duas semanas.
De acordo com a lei vigente, a licença maternidade começa a contar no momento em que a mulher se afasta do trabalho para ter o bebê. Esse afastamento pode ocorrer até 28 dias antes do parto ou depois do nascimento da criança.
Empregadas que trabalham em empresas inscritas no Programa Empresa Cidadã têm o benefício aumentado para 180 dias, desde que requeiram o benefício até o final do primeiro mês da licença após o parto.
Especializado em direito trabalhista, o advogado Mourival Boaventura Ribeiro, observa que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) já estabelece que o período de repouso da gestante, antes e depois do parto, poderá ser aumentados de duas semanas cada um, mediante atestado médico e que, em casos excepcionais, os períodos de repouso anterior e posterior ao parto podem ser aumentados de mais duas semanas, por meio de atestado específico submetido à avaliação médico-pericial.
“Nestes termos, entendo que a decisão do Supremo, está restrita aos casos em que venham a ocorrer complicações no parto e que impliquem em internação da mãe ou do recém-nascido por período superior a quinze dias, posto que o texto infraconstitucional já prevê prorrogação por até 15 dias no período de licença”, observa.
Couto: “STF atingiu a função social do contrato de trabalho”
Sobre a importância dos empregadores se adaptarem a possíveis mudanças nas regras, ele acredita que, que na prática, não haverá alterações do ponto de vista financeiro para as empresas, uma vez que o custeio do salário-maternidade é de responsabilidade da previdência social. “Caberá à colaboradora dar ciência do período adicional de afastamento para que o empregador possa se adequar e programar a data exata do retorno”, diz.
Também especialista em direito trabalhista, o advogado André Leonardo Couto afirma que a decisão do STF é acertada e busca a garantia não só da mãe, como também, da criança. “O STF atingiu a função social do contrato de trabalho e a evolução do trabalho humano, em proteger os desprotegidos”, diz, observando que a lei deverá garantir melhoria da qualidade da atenção à saúde prestada à gestante e ao recém-nascido, além de reduzir a mortalidade materna e infantil, uma vez que o período neonatal representa grande vulnerabilidade na vida da mãe e também do bebê, concentrando riscos biológicos, ambientais e socioeconômicos, dentre outros, havendo a necessidade de cuidados especiais.
Couto descarta a possibilidade dos empregadores não se adaptarem à nova regra, mas alerta, caso isso ocorra, que a saída é recorrer à Justiça do Trabalho, uma vez que a questão conta com precedente do STF.
Veja onde encontrar as melhores ofertas e como evitar as armadilhas das falsas promoções
A Black Friday já se consolidou como uma das datas mais aguardadas pelos consumidores. No Brasil, durante todo o mês de novembro, produtos de diversos segmentos — tais como eletrônicos, alimentos e bebidas, petshop, beleza e moda — ficam com preços mais acessíveis.
Segundo um levantamento feito pelo Google, os consumidores aproveitarão as promoções este mês para garantir os presentes de Natal. Foto: divulgação
A diferença neste ano é o período de promoções coincidir com o início da Copa do Mundo do Qatar. Nos últimos cinco anos, o interesse pelas promoções de Black Friday dobrou. De acordo com pesquisa feita pelo Google, 66% dos consumidores pretendem comprar algum produto este ano pensando na Copa. Esses dados revelam a influência do evento esportivo na demanda de consumo.
Durante todo o mês de novembro, o Magalu oferecerá diversos produtos de todas as categorias, com até 80% de desconto. Essas ofertas serão válidas por apenas um dia e não se repetirão em 25 de novembro, na Black Friday.
Um dos pontos altos da campanha acontecerá entre os dias 11 e 16, quando os clientes poderão acumular as ofertas especiais da “TV do Hexa”, da Black Friday, com a promoção “Troca Tudo no Magalu”. Já nos dias 10 e 11, a empresa promove uma ação de cashback, que devolverá para o consumidor até 50% do valor do produto comprado nos canais digitais.
A Amazon preparou uma série de descontos para quem quer aproveitar a Black Friday. As promoções têm como foco o perfil do consumidor brasileiro, que pode aproveitar ofertas antecipadas todos os dias em diversas categorias: até 50% de desconto em Livros e eBooks; até 30% em Alimentos e Bebidas, Automotivos, Beleza e Moda; até 25% em artigos de Casa, Bebidas Alcoólicas, Casa Inteligente, itens de Cuidados Pessoais e de Casa, e produtos para Bebês; até 20% em artigos de Pet Shop, Cozinha, Jardim e Piscina e Ferramentas e Construção; e até 15% em Brinquedos e Jogos e Esportes e Aventura.
A Casas Bahia realiza “A Maior Black do Brasil”, promoção na qual os clientes poderão encontrar preços com descontos e parcelamento em até 30 vezes sem juros no cartão da loja. Os produtos são: smart TVs, eletroportáteis, móveis, eletrodomésticos, games, informáticas, smartphones, áudio, alimentos, brinquedos, vestuário, produtos de beleza, esportes, bebidas e muito mais.
A empresa oferece também a promoção “Gol de Pix”. Nela, o consumidor poderá receber dinheiro em caso de vitória do Brasil na Copa. Para participar, basta comprar produtos com o selo da campanha Black até o horário de início de cada partida.
Ronaldinho Gaúcho, sua fortuna está avaliada em 550 milhões de reais, digna para um dos melhores e mais talentosos jogadores de futebol da última década.
Foto: Reprodução
A Fifa já o elegeu duas vezes, o melhor jogador do mundo. Em sua carreira profissional o craque vestiu camisas como as do Milan, Barcelona, Flamengo e Atlético Mineiro. E sempre virou ídolo onde jogou. Entre patrocínios esportivos, altos salários, investimentos em imóveis pelo mundo inteiro e aplicações financeiras, Ronaldinho desfruta hoje de sua riqueza, com amigos e familiares.
ANA LÚCIA HICKMAN
Ela começou sua carreira como modelo, a gaúcha de Santa Cruz do Sul, Ana Lúcia Hickmann, tem uma fortuna de deixar qualquer um de queixo caído. Ela já foi considerada uma das 10 mulheres mais bonitas do mundo.
Um fato curioso sobre ela, é que suas pernas estão no Livro dos Recordes. Ana tem 1,20 cm de perna. Atualmente Ana Hickmann é apresentadora do programa Hoje em Dia, na TV Record, e tem um salário de 700 mil por mês. Ela também fatura 400 milhões por ano com diversos produtos que levam seu nome. Eles variam de roupas de banho, óculos, câmeras fotográficas, roupas de estilo fitness a cosméticos profissionais.
ANA MARIA BRAGA – 105 MILHÕES DE REAIS
Ela é apresentadora de um dos programas de variedades mais populares do Brasil. Ana Maria Braga começou sua carreira na Rede Record em 1993, com o programa Note e Anote, e não demorou muito até que ela tivesse um programa só seu. Após 7 anos de televisão e muitos prêmios, Ana Maria Braga passou a apresentar seu programa Rede Globo de televisão. Ana e seu inseparável companheiro, o Louro José, apresentam até os dias atuais o programa diário matinal Mais Você. Ela é um dos nomes mais buscados da internet quando o se trata de cozinha. Atualmente, Ana tem inúmeras marcas e patentes registradas, que rendem fortunas a cada mês.
No período de 14 a 22 de novembro Serra Talhada vai sediar o “I Festival Gastronômico do Sertão do Pajeú”. O evento tem como intuito promover ainda mais a integração entre os setores de gastronomia e turismo do município.
Foto: Divulgação
“Vamos incentivar o uso da tradição da gastronomia pernambucana de maneira integrada ao artesanato, música e produção agrícola local”, destacou a prefeitura, que está organizando o evento por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo.
A programação do festival envolve ações de integração e o intercâmbio entre profissionais da gastronomia e os produtos regionais ligados à tradição culinária local, sempre privilegiando ingredientes. Também promoverá uma aproximação entre chefs, produtores locais e a população em geral, estimulando o conceito de sustentabilidade.
Danilo destacou que o estado está com a casa arrumada
Blog da Folha. Foto: Reprodução
O deputado Danilo Cabral afirmou, em entrevista a Rádio Folha nesta sexta-feira (4), a hora é de olhar para frente “A população espera, fechada a eleição, que a gente desarme os palanques e olhe para o futuro, cuidando dos desafios que estão postos para Pernambuco e para o Brasil”, frisou. O comentário foi em resposta às declarações da governadora eleita Raquel Lyra (PSDB) de que “abrirá a caixa preta”.
Mais uma vez, Danilo destacou que o estado está com a casa arrumada. “Quem atesta isso é a Secretaria do Tesouro Nacional, que mostra que Pernambuco hoje é um estado equilibrado. Nós elevamos a nossa avaliação para captação de operação de crédito. Só em 2023, o governo do estado poderá ter um empréstimo de R$ 3 bilhões”, disse. O deputado também lembrou que a nova gestão receberá um grande volume de obras em andamento, com recursos em caixa. “Nossa leitura é de que Raquel Lyra terá condições de cumprir os compromissos firmados com a população pernambucana”, acrescentou.
Danilo enfatizou que o governador Paulo Câmara já nomeou a equipe de transição, com coordenação do secretário da Casa Civil, José Neto, e aguarda a indicação dos nomes pela tucana. O parlamentar acredita que será um processo republicano, tranquilo, com a disponibilização de todas as informações necessárias para a instalação do novo governo.
“Agora, vamos olhar para frente, cada um cumprindo o seu papel. A nós enquanto oposição, que foi o papel nos destinado pela população, vamos trabalhar de forma responsável, contribuindo para o desenvolvimento de Pernambuco, torcendo para que as transformações que a Frente Popular fez no estado avancem. Não fazemos parte daqueles que torcem pelo ‘quanto pior melhor’. Torcemos para que dê certo”, comentou.
Na entrevista, o deputado também falou sobre a transição do governo federal, coordenada pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin. “O presidente Lula deu uma sinalização de que vai alargar o governo dele, com a participação das forças políticas que estiveram com ele ao longo dessa caminhada. As primeiras indicações são de que ele fará um governo amplo, porque sabe que temos um grande desafio neste momento, inclusive para garantir a governabilidade”, opinou Danilo.
Governadora eleita também falou sobre a morte do marido no dia do primeiro turno
Segundo a Veja, Raquel tornou-se expoente de uma nova geração de políticos – Janaína Pepeu/Folha de Pernambuco
Em entrevista às Páginas Amarelas da revista Veja, a governadora eleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), afirmou que não se posicionou no segundo turno para não cair na armadilha da polarização da campanha presidencial.
“Compreendo que é hora de construir pontes. Minha adversária tentou como pode nacionalizar a campanha, fugindo do debate e tentando colar em mim a imagem de bolsonarista, o que eu não sou. Assim como não sou lulista. Recebi o apoio de pessoas de ambos os lados da disputa nacional. É vital unir e pacificar o país, que sai das urnas rachado ao meio”, explicou ela.
Indagada como pretende se relacionar com Lula, uma vez que PSDB ainda não decidiu como vai se posicionar, Raquel foi direta. “Vou pegar a carteira de projetos de Pernambuco e bater à porta do presidente. Até já procurei o Geraldo Alckmin, com quem tenho relação antiga de confiança. Trabalhei na elaboração do plano de governo dele quando se candidatou à presidência, em 2018”, explicou.
A tucana revelou que, numa conversa com ela por telefone, Alckmin teria se colocado à disposição para ajudá-la. “Achei positiva sua nomeação para coordenar o governo de transição. Alckmin já foi governador, sabe dos desafios, e a gente se dá bem. Ele sempre demonstrou simpatia à minha candidatura ao governo”, completou.
Depois de fazer duras críticas à gestão do PSB no Estado, dizendo, entre outras coisas, que, nos últimos 16 anos, o partido fez todo tipo de conchavo e foi se encastelando dentro do palácio, ela disse que a morte de Eduardo Campos, em 2014, fez Pernambuco andar para trás.
“Trabalhei com Eduardo Campos já governador por quatro anos, como chefe da assessoria jurídica, e aprendi muito (…). A vida política é cheia de altos e baixos e imprevistos, ele dizia. O que não aguentei foram as costuras de Paulo Câmara e, por isso, deixei o partido em 2006”, revelou.
A governadora eleita também falou sobre o marido dela, o empresário Fernando Lucena, que faleceu aos 44 anos de idade, vítima de um mal súbito, na manhã da realização do primeiro turno. “Fernando foi meu primeiro namorado e, desde os 14 anos, me acompanhou em todos os passos importantes da minha vida. Os meus sonhos eram os dele, que estava me ajudando na coordenação da campanha, do panfleto à articulação política”, lembrou.
Ainda sobre o falecimento de Fernando, Raquel deu detalhes que ainda não havia revelado à imprensa: “No último dia, fizemos uma carreata do Recife a Caruaru, e meu marido dirigiu o carro. Mais tarde, em um restaurante, teve dores no estômago e chegou em casa se sentindo mal. Fui tomar um banho e o encontrei já na cama, dormindo. Nunca mais acordou”, relembrou.
A Veja coloca Raquel como “expoente de uma nova geração de políticos ao virar um jogo que parecia perdido e derrotar Marília Arraes (Solidariedade), apoiada por Lula e integrante do clã que controla a política do estado”.
A transição do Auxílio Brasil para o Bolsa Família deve acontecer no próximo ano. A mudança na transferência de renda para a população vulnerável é uma das promessas de campanha do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva.
Transição do Auxílio Brasil para o Bolsa Família: saiba se poderá utilizar o cartão de saque do atual projeto. (Imagem: FDR) Fonte FDR: https://fdr.com.br/2022/11/03/transicao-do-auxilio-brasil-para-o-bolsa-familia-saiba-se-podera-utilizar-o-cartao-de-saque-do-atual-projeto/
O Bolsa Família foi lançado em 2004, vigorando durante 18 anos enquanto amparava a população brasileira em situação de vulnerabilidade social. No entanto, o benefício médio de R$ 178 não passava por ajustes anuais, tendo ficado defasado.
Em outubro de 2021, o Bolsa Família realizou o último pagamento enquanto estava vinculado ao Auxílio Emergencial. No mês seguinte, em novembro de 2021, foi substituído pelo Auxílio Brasil, iniciativa do governo de Jair Bolsonaro para acabar com “qualquer vestígio petista”.
O Auxílio Brasil começou pagando o benefício médio de R$ 217,18 para as mesmas 14,6 milhões de famílias vulneráveis que já eram atendidas pelo Bolsa Família. No mês de maio deste ano, o valor da parcela foi fixado em R$ 400, quantia mínima a ser recebida pelos beneficiários.
Pouco depois, o Congresso Nacional aprovou a PEC dos Benefícios que, entre tantas iniciativas sociais, promoveu um aumento de R$ 200, elevando o Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600. Atualmente, o programa atende 20,65 milhões de famílias.
Retorno do Bolsa Família em 2023
A equipe do petista já confirmou o retorno do Bolsa Família com um novo valor no próximo ano. Lula pretende manter o valor do atual de R$ 600, além de um benefício extra de R$ 150 para crianças de até seis anos de idade.
A estimativa de Lula para o Bolsa Família em 2023 prevê um investimento na margem de R$ 18 bilhões ao ano para os cofres da União. No entanto, é importante explicar que a medida não será implementada de imediato.
Isso porque, diante da promessa de Lula em manter o Bolsa Família no valor de R$ 600, será preciso encontrar recursos para custear o benefício nessas condições.
Lembrando que o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) enviado ao Congresso Nacional não faz menções do atual valor com vigência temporária, prevista somente até dezembro de 2022.
O cartão do Auxílio Brasil pode ser usado no saque do Bolsa Família?
Demorou meses para o governo de Jair Bolsonaro iniciar a distribuição do cartão do Auxílio Brasil. Até o início de outubro 6,6 milhões de unidades já chegaram às mãos dos beneficiários. O Ministério da Cidadania pretende enviar outros 950 cartões até este mês de novembro.
Os beneficiários recém incluídos na folha de pagamento do Auxílio Brasil têm prioridade no recebimento do no cartão. No entanto, aqueles que migraram do Bolsa Família podem continuar usando a ferramenta de saque do antigo programa.
Diante da confirmação de retorno do Bolsa Família em 2023, os beneficiários se questionam sobre a possibilidade de realizar saques com o novo cartão do Auxílio Brasil. Até o momento, a equipe do petista ainda não apresentou nenhum detalhe sobre o futuro da transferência de renda no Brasil.
Não se sabe nem mesmo se as atuais 20,65 milhões de famílias beneficiárias serão mantidas, ou se um novo processo seletivo. Logo, não há como confirmar os futuros meios de pagamento do Bolsa Família. É preciso aguardar um pronunciamento oficial do novo governo.
O jovem Adonias Ferreira da Costa, 29 anos, encontrado morto dentro de uma geladeira na Rua Pedro Balbino, Centro de Itapetim, na quinta (3), teria recebido uma mensagem no celular antes de desaparecer, no dia 13 de outubro.
Foto: Divulgação
De acordo com a irmã da vítima, Ana Rita, ele estava na casa dela, em Teixeira, na Paraíba, sua cidade natal, quando recebeu a mensagem e se apressou para ir embora.
A irmã da vítima conta que depois das mensagens, Adonias saiu da casa dela com destino a Matureia, também na Paraíba, onde iria visitar a mãe.
Os dois ainda se falaram por mensagem meia hora depois da saída. Depois disso, Ana Rita percebeu que já não era mais o irmão respondendo às mensagens.
“Ele gostava de mandar áudios e a pessoa estava sempre escrevendo e também apagando algumas mensagens”, conta a irmã.
Mesmo assim, Ana Rita conta que continuou trocando mensagens. No dia seguinte, 14 de outubro, por volta das 12h, recebeu outra mensagem do celular do irmão na qual ele pedia ajuda, informando que o carro havia quebrado.
Eles combinaram de se encontrar em frente a um estabelecimento na cidade de São José do Egito, distante cerca de 40 minutos das cidades de Teixeira, onde estava a irmã e Matureia, para onde, teoricamente, teria ido Adonias Ferreira.
No entanto, quando ela chegou ao local, não havia ninguém. As imagens de câmera de segurança também mostraram, segundo Ana Rita, que Adonias Ferreira não havia passado pelo local.
A irmã da vítima registrou um boletim de ocorrência na cidade de Teixeira logo após essa situação.
O corpo de Adonias Ferreira foi encontrado apenas na quinta-feira (3), dentro de uma geladeira na cidade de Itapetim, em Pernambuco. Conforme a irmã relata, ele não tinha nenhuma relação com a cidade e não conhecia pessoas no local. Ela desconfia que ele tenha conhecido novas pessoas por meio de aplicativo e foi vítima de uma emboscada.
“Ele era pedreiro, especialista em porcelanato. Era muito família, não bebia, não fumava, não gostava de festas, não tinha vícios”, relatou a irmã. Adonias Ferreira estava na Paraíba desde 22 de setembro, quando retornou de São Paulo, onde trabalhava.
A escolha do próximo comandante do Exército pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá recair sobre o general mais antigo da tropa ou um oficial que tenha a simpatia de integrantes do governo de transição. Se optar pela antiguidade, Lula entregará o comando, em janeiro, ao general Julio Cesar de Arruda, atual chefe do DEC (Departamento de Engenharia e Construção). Conselheiros do petista, entretanto, sugerem o nome do general Tomás Paiva, comandante militar do Sudeste.
Militares do Exército no desfile de 7 de setembro em Brasília Imagem: Alan Santos/PR
A lista de apostas inclui ainda dois outros nomes de generais entre os mais antigos e experientes para comandar a Força Terrestre: o chefe do Estado-Maior do Exército, Valério Stumpf, e o comandante de Operações Terrestres, Estevam Theophilo. A ordem de chegada ao posto de quatro estrelas (a mais alta patente) é a seguinte: Arruda (março de 2019), Stumpf e Paiva (julho de 2019); Theophilo (novembro de 2019).
Conselheiros de Lula têm dito que o presidente não deve inovar na escolha. Em vez disso, sugerem que ele limite a seleção à lista dos três mais antigos. No total seriam quatro, pois Stumpf e Paiva dividem a segunda posição e ambos passariam à reserva na mesma época, em julho do ano que vem; Arruda, em março, e Theophilo, em novembro. Os demais 12 integrantes do Alto Comando do Exército se aposentam somente a partir de 2024.
“Se fosse fazer uma aposta, eu ficaria em torno desses três (Arruda, Tomás e Stumpf). Não é necessário (seguir a antiguidade), mas não queremos nada que cause perturbação desnecessária”, disse ao Estadão o ex-ministro da Defesa (2011 a 2015) e ex-chanceler Celso Amorim. “Conheço o general Tomás há muito tempo e o acho uma pessoa de excelente trato. Ele foi ajudante de ordens do (ex-presidente) Itamar Franco, quando fui ministro (das Relações Exteriores) pela primeira vez.”.
Oficiais-generais da ativa e da reserva avaliam que Lula distensionaria a relação com as Forças Armadas ao nomear como comandantes tanto do Exército quanto da Aeronáutica e da Marinha os militares mais antigos do generalato. Foi este o critério que prevaleceu nos dois primeiros governos do petista.
Gesto
Apesar de o cargo ser escolha pessoal de Lula, generais observam que esse seria um gesto natural, que não causaria atritos com a Força. No caso de escolha de oficiais com menos tempo no último posto, os chamados mais modernos pelas regras de hierarquia da caserna, na prática, Lula “aposentaria” o grupo mais experiente.
A passagem deles à reserva se impõe, em tese, para que sejam preservadas as práticas, e nenhum dos integrantes do Alto Comando se submeta a ordens de um comandante-geral com menos tempo de quatro estrelas.
O temor na caserna era de que Lula abandonasse o critério, como fez o aliado e presidente da Colômbia, Gustavo Petro, provocando uma troca sem precedentes e aposentando de uma só vez uma leva de quase 50 oficiais-generais.
“Lula tem bom senso. O menor dos problemas dele são os militares. O comandante vai ser o mais antigo, considerando que ele já fez isso e deu certo, é a melhor coisa que tem”, diz o general da reserva Paulo Chagas, notório crítico do petista. Pelas regras, Lula poderia escolher num universo mais amplo, que inclui qualquer oficial general de Exército, na ativa e na reserva, desde que não tenha sido reformado.
Da arma de engenharia, Arruda passou por algumas das posições de maior prestígio do Exército, como o comando da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), o Comando Militar do Leste, e o Comando de Operações Especiais. Natural de Cuiabá (MT), chefiou o 1º Batalhão de Forças Especiais, um dos mais especializados, que levam a insígnia da faca na caveira.
Oficial de infantaria, Tomás Paiva é tido como um dos nomes mais moderados da caserna e com boa aceitação no futuro governo, especialmente porque teria desenvolvido relações mais próximas com o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Paiva foi ajudante de ordens do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), antigo aliado de Alckmin. Sempre nutriu relações com os tucanos desde então.
Articulado e apontado como crítico de episódios de politização na caserna, o general Tomás disse ao longo de 2022 que as Forças Armadas “não andam ao sabor de um governo ou de outro” e são comprometidas com a Constituição. Durante a pandemia, afirmou que a covid-19 era “a missão mais importante de sua geração”.
Ele foi chefe de gabinete do ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas, crítico de Lula e autor de um tuíte em 2018 assimilado em Brasília como ameaça ao julgamento que o Supremo fazia e poderia impactar no futuro do petista. Na véspera do segundo turno, o ex-comandante voltou a fazer previsões em tom catastrófico sobre um “governo de oposição”. Também comandou a Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), o Batalhão de Guarda Presidencial e chefiou o Departamento de Educação e Cultura, entre outros cargos.
O gaúcho Stumpf tem passagens pelo Palácio do Planalto. Foi assessor do Gabinete de Segurança Institucional no governo FHC, e secretário executivo do GSI nos governos Michel Temer e Jair Bolsonaro, servindo com os ex-ministros Sergio Etchegoyen e Augusto Heleno. No topo da carreira, passou pela chefia do Comando Militar do Sul e da Secretaria de Economia e Finanças.
Um conselheiro de Lula que se reuniu com dois ex-ministros da Defesa de governos petistas aponta que tanto Tomás quanto Stumpf, ambos com experiência prévia no Planalto, são militares de perfil profissional e com traquejo político.
De família tradicional no Exército e na política cearense, Theophilo é oficial de artilharia e irmão de outros oficiais-generais, entre eles o ex-secretário nacional de Segurança Pública no governo Jair Bolsonaro e ex-candidato a governador do Ceará pelo PSDB Guilherme Theophilo. Ele foi comandante militar da Amazônia.
Oficiais que conversaram com o Estadão afirmam que o natural na Força Terrestre seria esse grupo mais antigo, com aval do comandante, conduzir as tratativas de transição com a equipe de Lula. O ex-chefe da segurança do presidente eleito voltou a colaborar com ele durante a campanha. Agora, o general Gonçalves Dias tornou-se peça-chave a ser ouvida nas escolhas para a cúpula das Forças Armadas.
Além disso, militares que compõem o atual Alto Comando e alguns já na reserva, que frequentam o QG em Brasília, ponderam ver como positiva a escolha de um nome civil para o Ministério da Defesa, como pretende fazer Lula. Os dois políticos com mais simpatia da caserna são o ex-ministro Aldo Rebelo (hoje no PDT, oriundo do PC do B) e o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (que migrou do PSDB para o PSB). Há ainda sugestões para que Lula opte por um diplomata experiente, como já fez no início do primeiro mandato, e a ex-presidente Dilma Rousseff repetiu. Os embaixadores José Viegas Filho e Celso Amorim passaram pela Defesa. O segundo tem sido conselheiro de Lula em parte dos planos para o setor, mas pondera não ter poder de decisão na área.
Mesmo garantido na fase de grupos da Libertadores 2023, o Fluminense levará a melhor sobre o São Paulo no duelo que acontece na tarde de hoje (5) e abre a 36ª rodada do Campeonato Brasileiro 2022.
Vasco de Nenê decide a temporada em jogo contra o Ituano Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF
Ao menos esse é o palpite da maioria dos colunistas do UOL Esporte, que fizeram as suas apostas para os principais jogos que acontecem entre sábado e segunda-feira pela competição nacional —incluindo a decisão entre Ituano e Vasco, pela Série B. Apesar de o São Paulo ainda precisar somar pontos para buscar uma vaga na Libertadores do ano que vem, nove colunistas acreditam que o time de Rogério Ceni será derrotado pelo Fluminense de Fernando Diniz no Maracanã. Dois apostaram no empate, e nenhum deles crê em vitória da equipe paulista no Rio.
Em outro jogo da rodada que tem a Libertadores como foco, o Atlético-MG recebe o Botafogo na segunda-feira, no Mineirão. E, para os colunistas, o time mineiro passa pelos cariocas e fica ainda mais próximo de uma vaga na edição do ano que vem da principal competição de clubes sul-americana.
Sete colunistas apostaram em triunfo do Galo, contra apenas uma vitória do Botafogo. Outros três jornalistas acreditam que o duelo terminará empatado.
Os colunistas do UOL Esporte também deram seus palpites para o grande jogo da última rodada da Série B: Ituano x Vasco, neste domingo (6), no Novelli Júnior, em Itu. E no que depender deles, o time carioca continuará na segunda divisão em 2023. Foram seis apostas em vitória do Ituano, contra quatro empates (resultado que coloca o Vasco de volta na Série A) e apenas uma triunfo do Cruzmaltino.
Petistas avaliam que não vale entrar em conflito com Renan Calheiros, em razão da importância do senador dentro do MDB e no Congresso
Michael Melo/Metrópoles
Apesar das críticas públicas do senador Renan Calheiros (MDB-AL) à PEC da Transição, a ordem no PT é não comprar briga com o parlamentar por causa da proposta.
A avaliação é de que o emedebista é fundamental para trazer o MDB para a base de Lula e para a articulação política geral do governo no Congresso. Por isso, não valeria entrar em conflito com ele.
Em entrevista nessa sexta-feira (4/11) em Brasília, a presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), moderou o tom ao falar das discordâncias com o senador.
“Conversei com o senador e mostrei que precisamos viabilizar aquilo que foi contratado nas urnas. Não podemos entrar em 2023 sem o Auxílio Brasil e sem garantia de aumento do salário mínimo”,afirmou a petista.
Expectativa positiva
Parlamentares do PT afirmam que a expectativa é que o texto da PEC seja alinhado com Renan Calheiros antes de a proposta ser votada no Senado.
Além de Renan, o ex-presidente do Senado Eunício Oliveira (MDB-CE), também criticou a ideia do PT de usar uma PEC para abrir espaço no Orçamento de 2023 para bancar programas sociais.
Na avaliação de Eunício, que se elegeu deputado federal este ano, a PEC servirá apenas para o Centrão tentar negociar cargos e a continuidade do “orçamento secreto” com Lula.
O emedebista disse ter consultado a assessoria do Senado e especialistas em Orçamento, que teriam ponderado que Lula pode resolver o impasse editando uma medida provisória que abra um crédito extraordinário.
Após Elon Musk assumir a gestão do Twitter, a rede social iniciou nesta sexta (4), o desligamento em massa de funcionários. Segundo apurou o Estadão, as demissões afetaram empregados da companhia no Brasil, mas ainda não é possível determinar o número de demitidos. Por aqui, a empresa mantinha um quadro com cerca de 150 pessoas — todas as áreas da rede no País foram afetadas.
Segundo jornal, mais de 3.500 pessoas em todo o mundo devem ser demitidas DADO RUVIC/REUTERS
“Começaremos o difícil processo de redução de nossa força de trabalho global na sexta-feira”, indicou o Twitter a seus funcionários por e-mail. Segundo o jornal Washington Post, a companhia está demitindo 50% de seus 7.500 empregados.
“Reconhecemos que um certo número de pessoas que fizeram contribuições significativas para o Twitter será afetado, mas essa ação infelizmente é necessária para garantir o sucesso da empresa no futuro”, informou a empresa a sua equipe.
No Brasil, os funcionários sofreram com a falta de informações enquanto assistiam às demissões no mundo. A companhia não formalizou os desligamentos no País, mas funcionários estão sem acesso a sistemas internos e ao computador corporativo. “Estamos em um limbo”, afirmou um profissional ao Estadão. Outro chamou o processo de “tortura”.
Nos EUA, os demitidos foram informados em uma segunda mensagem de que receberão salário até 2 de fevereiro de 2023 – essa, porém, não é uma mensagem que chegou ao quadro brasileiro. A companhia não se manifestou oficialmente ainda no País.
O e-mail enviado esclarece que, mesmo sob o aviso prévio, funcionários tiveram o último dia de trabalho ontem. O vínculo com a empresa permanece até fevereiro, e a companhia alerta que todos os colaboradores devem permanecer em conformidade com políticas de privacidade e sigilo estabelecidas em contrato.
Justificativa
Antes do envio do e-mail que falava sobre salários, Musk publicou na rede social que a companhia estava perdendo receita publicitária por causa de “ativistas”, um indicativo de que ele deve afrouxar as regras de moderação da plataforma.
“O Twitter teve uma queda massiva em receita, devido aos grupos de ativistas fazendo pressão em anunciantes, mesmo que nada tenha mudado com moderação de conteúdo e que tenhamos feito tudo o que pudemos para apaziguar os ativistas. Totalmente zoado! Eles estão tentando destruir a liberdade de expressão nos Estados Unidos”, dizia o tuíte.
O Twitter não divulgou o relatório financeiro do último trimestre — a empresa já estava em vias de finalizar a negociação com Musk —, mas, de acordo com a Reuters, a companhia estava operando em prejuízo, com uma perda diária de US$ 3 milhões “com todos os gastos e receitas considerados”, afirma a agência de notícias.
Uma mensagem no app Slack, usado para a comunicação interna dos funcionários, também afirmava que o plano de Musk é economizar cerca de US$ 1 bilhão em gastos de infraestrutura por ano.
Patrão
O magnata comprou o Twitter por US$ 44 bilhões e assumiu o controle na última quinta-feira, 3, após seis meses de idas e vindas. Musk dissolveu imediatamente o conselho de administração demitiu o CEO e outros executivos e lançou novos projetos com metas a serem cumpridas rapidamente.
Musk convocou ainda engenheiros da Tesla para supervisionar o trabalho dos funcionários do Twitter. Vários engenheiros tiveram de imprimir as últimas linhas do código produzido, segundo um funcionário que pediu anonimato. As listas comparavam o trabalho feito pelo pessoal de TI, principalmente com base no volume de produção, segundo funcionários.
A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) convocou todos os 184 prefeitos e prefeitas para mais uma assembleia extraordinária, a ser realizada nesta segunda-feira (07/11), às 8h, na sede da Associação. Em pauta, a recondução de José Patriota para a presidência, que volta à Amupe após a disputa nas eleições gerais deste ano. A reunião também terá assinatura de convênios com o Sebrae e apresentação de proposta de licenciamento ambiental via consórcio público, além das atualizações da pauta municipalista em Brasília.
Foto: Divulgação
Pioneiro na região Nordeste, o convênio Amupe/Sebrae já teve seu lançamento nas regiões Sul e Sudeste. No Nordeste, a Amupe é a única entidade que vai executá-lo, após grande articulação do presidente José Patriota. O projeto contribuirá para o desenvolvimento econômico-social local e modernização da gestão pública nos municípios pernambucanos.
Na assembleia também será apresentada a proposta de licenciamento ambiental por meio do Consórcio dos Municípios Pernambucanos (Comupe), que visa otimizar o processo e baratear os custos. A expectativa é concluir o estudo e definir as diretrizes para posterior execução da proposta a partir de 2023.
Em Brasília, a pauta municipalista avança e os gestores municipais pedem a promulgação da PEC 122/2015, que proíbe criação de despesas para os municípios sem a devida previsão orçamentária, além do requerimento de 1,5% adicional de 1,5% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para cobrir despesas. Também será anunciada a XXIV Marcha de Prefeitos em Brasília, que acontecerá de 27 a 30 de março.
Duas novas cepas do vírus, a BG.1 e a XBB, que surgiram a partir da variante Ômicron, são potencialmente mais resistentes à vacina e têm crescido em circulação
A quantidade de testes positivos de coronavírus em laboratórios privados do país aumentou em outubro. É o que mostram análises do Instituto Todos pela Saúde (ITpS), que alerta para uma nova onda de casos da doença em países da Europa. Por causa desses dois fatores, especialistas apontam que é importante que a população fique atenta aos sintomas, faça testes para confirmar a infecção por coronavírus e siga o tratamento correto.
Duas novas cepas do vírus, a BG.1 e a XBB, que surgiram a partir da variante Ômicron, são potencialmente mais resistentes à vacina e têm crescido em circulação. Segundo o médico infectologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP Evaldo Stanislau, apesar das novas cepas do vírus, os sintomas da covid-19 continuam sendo os mesmos de antes.
“Geralmente são respiratórios, similares aos de um resfriado comum ou, eventualmente, aos de uma gripe, quando há mais sintomas de febre e mal-estar”, explica.
A covid-19 pode ser confundida com um resfriado ou gripe e é importante que a pessoa, ao perceber as indicações, faça um teste para comprovar se há infecção por coronavírus ou por influenza, que também teve aumento relevante no número de testes positivos. Por isso, é preciso estar atento se há coriza, dor de garganta, tosse, dor no corpo, mal-estar e febre.
Idosos e imunossuprimidos devem ter um diagnóstico correto para que o tratamento seja feito o quanto antes, diminuindo as chances de uma evolução para o quadro mais grave. Até o momento, o aumento no número de testes positivos para coronavírus são de casos leves e não houve aumento relevante no número de internações pela doença.
Sintomas
Os sintomas podem aparecer isoladamente ou todos juntos. Pessoas imunizadas com todas as doses contra a doença e que não têm idade avançada ou problemas de saúde tendem a apresentar sinais mais leves, sem evolução para casos graves. Alexandre Naemy Barbosa, infectologista, professor e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, defende que a testagem de pacientes com sintomas respiratórios deve ser feita em todos os casos.
Segundo ele, o paciente consegue ter um melhor tratamento quando diagnosticado corretamente, o que diminui as chances de evolução da covid-19 para quadros mais graves. “Hoje nós já temos alguns medicamentos que tratam a covid-19 e que ajudam para que o quadro clínico do paciente não evolua negativamente”, diz o especialista.
Para Carolina dos Santos Lázari, infectologista do Fleury Medicina e Saúde, a testagem é importante não só no âmbito pessoal, mas também coletivo. O exame possibilita que a comunidade médica, científica e as autoridades saibam o que está acontecendo nas cidades e no país para que sejam tomadas as medidas de contenção e de prevenção dos casos.