Semana do MEI do Sebrae leva capacitações gratuitas para empreendedores do Sertão pernambucano

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Fotos: Adobe Stock

Durante todo o mês de maio serão abordados temas como gestão, marketing, inovação e finanças em municípios de diferentes regiões sertanejas

Quem é Microempreendedor Individual (MEI) conhece os desafios da rotina de administrar um negócio e sabe que investir em capacitação é essencial para alcançar melhores resultados. Pensando nisso, o Sebrae Pernambuco realiza, neste mês de maio, mais uma edição da Semana do MEI, com oficinas, palestras e consultorias gratuitas voltadas para quem já empreende ou deseja abrir o próprio negócio.

No Sertão pernambucano, a programação será realizada em municípios nas áreas de Serra Talhada, Petrolina e Araripina, com atividades voltadas para temas apontados como os principais desafios dos microempreendedores individuais: marketing, inovação e finanças. A programação completa em todo o estado está disponível na Loja do Sebrae/PE.

Nos Sertões Central, do Pajeú, Moxotó e Itaparica, o foco será a realização de oficinas, que seguem até o dia 28 de maio. As atividades acontecerão nas Salas do Empreendedor dos municípios de Mirandiba, Brejinho, Custódia, Tacaratu, Serrita, São José do Belmonte, Itapetim, Flores, Triunfo e Quixabá, além da unidade do Sebrae/PE em Serra Talhada.

Os participantes receberão orientações sobre estratégias de marketing digital, produção de conteúdo para redes sociais, oratória, formalização do MEI, custos, despesas e precificação, compras governamentais, fluxo de caixa, controle de capital de giro, atendimento ao cliente, empreendedorismo feminino e visão empreendedora. A declaração anual do MEI, que deve ser entregue até o dia 31 deste mês, também será destaque na programação. Todas as atividades são gratuitas, mas possuem vagas limitadas.

No Sertão do Araripe, a Semana do MEI segue até o dia 29 de maio, com atividades em Santa Cruz, Santa Filomena, Ouricuri, Bodocó e Araripina. Entre os temas das oficinas estão presença digital, precificação, influência nas redes sociais, estratégias para expansão de negócios e gestão financeira.

Nesta edição, a programação no Araripe também inclui uma capacitação voltada para inovação, com foco no gerenciamento de anúncios pagos por meio da inteligência artificial, além de uma troca de experiências com participantes do Empretec, programa do Sebrae voltado ao desenvolvimento de empreendedores de alta performance.

Já no Sertão do São Francisco, empreendedores de Lagoa Grande, Santa Maria da Boa Vista, Belém do São Francisco e Orocó contarão com uma palestra sobre as mudanças para os MEIs trazidas pela Reforma Tributária, já em vigor. A proposta é orientar os participantes sobre a importância do planejamento para o cumprimento das obrigações fiscais. As datas e os locais das palestras variam de acordo com cada município.

Em Petrolina, além de abordar a Reforma Tributária, a Semana do MEI contará com oficinas sobre marketing digital e presença online, atendimento ao cliente, técnicas de vendas, fluxo de caixa e controle financeiro. As capacitações acontecem nos dias 20 e 26 de maio, na unidade do Sebrae/PE no Sertão do São Francisco.

Além de incentivar a formalização e a qualificação dos pequenos negócios, a Semana do MEI também busca fortalecer a cultura empreendedora nos municípios sertanejos, oferecendo ferramentas práticas para que os empreendedores possam ampliar sua competitividade e melhorar a gestão dos seus negócios.

SERVIÇO

Semana do MEI 2026 no Sertão de Pernambuco

Sertões Central, Pajeú, Moxotó e Itaparica
Municípios: Mirandiba, Brejinho, Custódia, Tacaratu, Serrita, São José do Belmonte, Itapetim, Flores, Triunfo e Quixabá
Período: até 28 de maio
Locais: Salas do Empreendedor dos municípios

Sertão do Araripe
Municípios: Santa Cruz, Santa Filomena, Ouricuri, Bodocó e Araripina
Período: até 29 de maio

Sertão do São Francisco
Municípios: Lagoa Grande, Santa Maria da Boa Vista, Belém do São Francisco, Orocó e Petrolina.

Período: até 27 de maio

Inscrições e programação completa:
Loja Sebrae Pernambuco

Samuel Santos – Assessor de imprensa

Prazo para aderir ao Simples Nacional termina na próxima sexta (31)

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Celular com aplicativo do Simples Nacional na tela
Imagem: Brenda Rocha – Blossom/shutterstock.com

Por Carina Brito

MEIs, microempresas (MEs) e empresas de pequeno porte (EPPs) que foram excluídos do regime também têm até o dia 31 para solicitar o reenquadramento

A Receita Federal enviou notificações aos empreendedores endividados entre setembro e outubro de 2024, alertando-os sobre a possibilidade de exclusão do regime devido a pendências fiscais. Aqueles que receberam essas notificações tiveram 30 dias para regularizar a situação. Caso ainda exista algum débito, ele precisa ser quitado para que a empresa possa solicitar a adesão novamente até o dia 31 de janeiro.

Todo o processo é feito pelo portal do Simples e vale tanto para novas empresas quanto para as que foram excluídas em 2024 mas pretendem voltar ao regime. Isso vale até mesmo para quem não conseguiu regularizar os débitos entre os dias 30 de setembro e 4 de outubro do ano passado.

Adotar o Simples Nacional é uma decisão estratégica para muitas microempresas e MEIs, pois o regime oferece uma série de vantagens, como a simplificação na apuração e no pagamento de tributos. Ao aderir a esse regime, o empresário pode pagar todos os impostos devidos de forma unificada, com uma única guia de recolhimento.

Além disso, o Simples Nacional proporciona redução na carga tributária, permitindo que os pequenos negócios sejam mais competitivos no mercado. Por essas razões, é importante que os empreendedores não deixem de aproveitar essa oportunidade e solicitem sua adesão dentro do prazo estipulado.

Como fazer a adesão ao Simples Nacional?

  • Acesse o Portal do Simples Nacional;
  • Clique em Simples Nacional – Serviços;
  • Seleccione Opção;
  • Clique em Solicitação de Opção pelo Simples Nacional.

A seguir, a empresa deve assinalar que não está em nenhuma situação que impeça a adesão ao regime. Confira nesta matéria os impeditivos para adesão.

O sistema realiza uma verificação automática em que, se não houver pendências, a solicitação será aprovada. No caso de pendências detectadas, a solicitação ficará “em análise”.

O empreendedor pode cancelar a solicitação durante o período de adesão caso ela ainda não tenha sido aprovada.

MEIs: renegociação de dívida pelo Desenrola Pequenos Negócios termina em 31 de dezembro

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Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Fonte: Brasil 61

As empresas com dívidas bancárias têm até o próximo dia 31 de dezembro para renegociarem suas pendências financeiras por meio do programa Desenrola Pequenos Negócios. A ação integra o Programa Acredita, do governo federal, e é voltada para microempreendedores individuais (MEI), micro e pequenas empresas. Segundo o Ministério da Fazenda, até o momento mais de 95 mil operações foram realizadas e possibilitaram a renegociação de cerca de R$ 6 bilhões.

Pelo Desenrola Pequenos Negócios, o financiamento acontece direto pelo sistema financeiro, com incentivos tributários do governo para estimular os bancos a renegociarem as dívidas com o setor. Inclusive, os descontos variam de 20% a 95% do valor total do débito.

Programa Acredita

O Programa Acredita, do governo federal, conta com a atuação conjunta do Sebrae para ampliar o acesso das micro e pequenas empresas ao crédito.

Por meio do Fundo de Aval para Micro e Pequena Empresa (Fampe), cerca de 30 instituições bancárias de todo o país estão aptas a ofertar os recursos que foram estimulados com o aporte de R$ 2 bilhões do Sebrae.

De acordo com o Sebrae, o montante viabilizará R$ 30 bilhões em operações de crédito nos próximos três anos.

Congresso analisa 3 projetos para aumentar limite do MEI

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O faturamento anual para MEIs pode chegar a R$130 mil
O faturamento anual para MEIs pode chegar a R$130 mil – Foto/Reprodução

Propostas em tramitação preveem teto entre R$ 120 mil e R$ 130 mil por ano, além de correção anual pela inflação

Poder360

Para se formalizar como Microempreendedor Individual (MEI), o empreendedor deve seguir alguns requisitos, como um limite de receita. Em 2024, o faturamento anual do MEI deve ser de no máximo R$ 81 mil, valor que não é alterado desde 2018. No 1º ano de existência do CNPJ, o faturamento deve ser proporcional aos meses, usando o valor de R$ 6.750 por mês.

Diversos projetos que tramitam no Congresso Nacional propõem mudanças nesse limite. O mais avançado deles é o PLP 108/2021, do senador Jayme Campos (União-MT), que prevê o aumento do teto para R$ 130 mil anuais. O texto, que já foi aprovado pelo Senado e pelas principais comissões da Câmara, incluindo a Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e a Comissão de Constituição e Justiça (CCJC), também permitiria que MEIs contratem até 2 funcionários, hoje, o limite é de apenas 1. A proposta aguarda votação no plenário da Câmara.

Outros w projetos também propõem alterações significativas. O PLP 261/2023, do Senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), sugere um mecanismo de reajuste automático do limite de faturamento baseado no IPCA. A proposta considera que, desde 2018, quando o teto atual foi estabelecido, a inflação acumulada chegou a 36,6%, o que justificaria um limite superior a R$ 110 mil.

Já o PLP 24/2024, apresentado pelo Senador Alan Rick (União-AC), propõe um teto intermediário de R$ 120 mil anuais, também com previsão de correção anual pelo IPCA. O projeto está pronto para ser pautado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.

Em setembro deste ano, a deputada Helena Lima (MDB/RR) solicitou a fusão do PLP 125/2024 ao PLP 108/2021, visando unificar propostas com objetivos semelhantes e garantir maior eficiência no processo legislativo.

Um levantamento recente do Sebrae indica que o Brasil bateu recorde de microempreendedores individuais em atividade. Dos 11,5 milhões de MEIs com registros ativos no país, mais de 90% estão em atividade, contra 77% em 2022 e 72% em 2019. O aumento do limite é considerado necessário pela categoria, já que o valor atual de R$ 81 mil (ou R$ 6.750 mensais) não é reajustado há quase 6 anos.

Com as possíveis mudanças, empresários que hoje são forçados a migrar para regimes tributários mais complexos poderão permanecer como MEI. O modelo é conhecido por sua simplicidade: pagamento mensal fixo que inclui tributos e contribuição previdenciária.

CNPJ terá letras e números a partir de 2026; saiba mais

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Sede da Receita Federal (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Sede da Receita Federal (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Para os CNPJs já existentes, os números atuais permanecerão válidos

As informações são da Veja

A Receita Federal vai adotar um novo formato para o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) a partir de 2026. O cadastro vai passar a ser alfanumérico, ou seja, composto por letras e números. A nova regra foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), na última quinta (16), e pode ser acessada no site da receita.

Com a mudança, o CNPJ vai ser formado da seguinte forma: as oito primeiras posições vão ser formadas por letras e números, compondo a raiz do CNPJ; da 9ª até a 12ª posição vão ser formadas por números e letras identificando a ordem do estabelecimento; as 13ª e 14ª posições vão ser formadas somente por números, identificando os dígitos verificadores.

A receita justifica que a implementação do CNPJ alfanumérico visa garantir a continuidade das políticas públicas e assegurar a disponibilidade de números de identificação, sem causar impactos técnicos significativos para a sociedade brasileira.

Quando o CNPJ vai passar a ter letras e números?

A mudança está prevista para acontecer de forma progressiva a partir de julho de 2026.

Quem já tem um CNPJ vai precisar fazer a mudança?

Não, essa nova regra será somente para novos cadastros, que terão 14 posições nos registros. Para os CNPJs já existentes não terá mudanças, os números atuais permanecerão válidos, e os dígitos verificadores também não serão alterados.

Quantos CNPJs existem no Brasil atualmente?

Cerca de 21 milhões de empresas estão ativas no Brasil atualmente, considerando matrizes, filiais e microempreendedores individuais (MEI). Desse total, 93,5% das empresas são microempresas ou empresas de pequeno porte. No total, mais de 60 milhões de CNPJs já foram abertos no país ao longo da história. Em 2023, o Brasil teve um saldo positivo de 1.714.847 empresas abertas.

Quantos MEIs existem no Brasil atualmente?

Somente em 2023, 2.887.788 MEIs foram abertos no país, representando um aumento de 0,6% em relação ao ano de 2022. No total, 11.682.765 MEIs estão ativos ativos atualmente.

Desenrola Pequenos Negócios bate R$ 3 bi em renegociação de dívidas

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Entenda como melhorar as chances de conseguir crédito para uma startup
O Desenrola Pequenos Negócios assegurava a renegociação de dívidas bancárias não pagas até 23 de janeiro de 2024 – Foto/Reprodução

Programa de renegociação de dívidas foi suspenso depois que a medida provisória que o criou perdeu validade.

O programa Desenrola Pequenos Negócios alcançou R$ 3 bilhões de volume financeiro renegociado até 20 de agosto, informou a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). A iniciativa é voltada à renegociação de dívidas e está suspensa desde que a medida provisória (MP) 1.213 de 2024 perdeu a validade.

Foram beneficiados cerca de 65.000 microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenas empresas, que são o público-alvo, durante a vigência da MP. O número representa a negociação de 98.000 contratos.

A MP que criou o programa Acredita perdeu validade em 20 de agosto. Os bancos não realizarão as operações do ProCred 360 e do Desenrola Pequeno Negócio até que o projeto de lei 1.725 de 2024, que tem o mesmo conteúdo da MP, seja aprovado no Congresso Nacional.

A Febraban informou que, mesmo com o programa suspenso, todas as contratações do Desenrola Pequenos Negócios realizadas nos últimos meses não sofrerão qualquer impacto e seguirão as regras e condições originais.

O Desenrola Pequenos Negócios assegurava a renegociação de dívidas bancárias não pagas até 23 de janeiro de 2024. As operações do ProCred 360, que concedia crédito a empreendedores, também foram suspensas.

Inspirado no Desenrola Brasil, o programa promovia a renegociação de dívidas bancárias de pequenos empreendedores.

  • público-alvo: MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte;
  • como: negociação direta entre o cliente e o banco, com aptidão imediata para crédito. As dívidas renegociadas até o fim de 2024 poderão ser contabilizadas como crédito presumido dos bancos de 2025 a 2029. Os créditos presumidos são uma espécie de incentivo do governo concedido às instituições financeiras;
  • descontos: média de 40% sobre a dívida, podendo chegar a até 90%.

Fonte: Poder360