Real Time Pernambuco: João Campos lidera com 67% contra 22% de Raquel Lyra

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Foto/Divulgação

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), venceria a eleição para governador do estado, se as eleições fossem hoje, conforme pesquisa divulgada pela Real Time Big Data, nesta segunda-feira (13). O instituto fez um levantamento com três cenários e em todos, o socialista aparece com mais de 66% das intenções de voto. A governadora Raquel Lyra (PSDB) que tentará a reeleição em 2026 varia entre 22% e 24%.

João Campos (PSB) lidera com 67% das intenções de voto. Ele aparece à frente da atual governadora Raquel Lyra (PSD), que aparece com 22% das intenções. Gilson Machado (PL) marcou 5%.

No primeiro cenário, João Campos tem a preferência de 66% dos eleitores, enquanto Raquel Lyra ficaria com 24% e Humberto Costa (PT), soma 4%. Os brancos e nulos seriam 3% e os eleitores que não souberam responder ou não responderam foram 3%.

Em um segundo cenário, considerando Gilson Machado (PL) como candidato ao governo, João Campos surge com 67% contra Raquel Lyra (22%), O liberal tem 4%, seguido por brancos e nulos (3%) e os que não souberam responder ou não responderam foram 4%.

Já em um terceiro cenário, que engloba as quatro possíveis candidaturas, João Campos lidera com 66%, Raquel Lyra tem  22%, Gilson Machado, fica 4%, e Humberto Costa, aparece com 4%. Nesse contexto, os brancos e nulos representam 2% e os que não souberam responder ou não responderam foram 2%.

Pesquisa para o senado 

  • Humberto Costa (PT) aparece na frente em todos os quatro cenários testados para o Senado.
  • No cenário 1, tem 31%, seguido por Anderson Ferreira (PL), com 21%. Nos demais cenários, a vantagem se mantém, mesmo com variações na composição dos adversários. Veja os cenários:

Cenário 1:

  • Humberto Costa (PT): 31%;
  • Anderson Ferreira (PL): 21%;
  • Silvio Costa Filho (Republicanos): 15%;
  • Eduardo da Fonte (PP): 15%;
  • Fernando Dueire (MDB): 4%;
  • Nulo/Branco: 6%;
  • Não souberam/Não responderam: 8%.
  • Cenário 2
  •  Humberto Costa (PT): 27%; Miguel Coelho (União): 18%;
  • Anderson Ferreira (PL): 18%;
  • Silvio Costa Filho (Republicanos): 13%;
  • Eduardo da Fonte (PP): 12%;
  • Nulo/Branco: 6%;
  • Não souberam/Não responderam: 6%.
  • Cenário 3
  • Humberto Costa (PT): 31%;
  • Gilson Machado (PL): 22%; Silvio Costa Filho (Republicanos): 16%;
  • Eduardo da Fonte (PP): 15%;
  • Fernando Dueire (MDB): 4%;
  • Nulo/Branco: 6%;
  • Não souberam/Não responderam: 6%.
  • Cenário 4
  • Humberto Costa (PT): 33%; Gilson Machado (PL).

Metodologia

A pesquisa contratada pela Record TV foi realizada pelo instituto Real Time Big Data nos dias 8 e 9 de abril de 2025. Foram feitas 500 entrevistas presencialmente em Pernambuco. A margem de erro é de três pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%.

Laila NeryDo UOL, em São Paulo

Gravidez na infância e adolescência ainda preocupa: Nordeste concentra 14,4% dos casos

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De acordo com o levantamento, o Nordeste fica atrás apenas do Norte, que tem 19,4% dos casos (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
De acordo com o levantamento, o Nordeste fica atrás apenas do Norte, que tem 19,4% dos casos (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

O dado faz parte do Relatório Anual Socioeconômico da Mulher (Raseam 2025), divulgado nesta terça-feira (25)

Pelo menos 13.934 bebês nascidos no País, em 2023, foram de mães que tinham até 14 anos de idade na época. Desse total, 14,4% foram registrados no Nordeste, segundo o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher (Raseam 2025), divulgado nesta terça-feira (25) pelo Ministério das Mulheres. A pesquisa é desenvolvida pelo Observatório Brasil da Igualdade de Gênero, vinculado ao órgão federal.

De acordo com o levantamento, o Nordeste fica atrás apenas do Norte (19,4%) no ranking que aponta a maior quantidade de adolescentes que deram à luz nesse período. A pesquisa destaca que, além de a gestação na adolescência ser considerada de risco (assim como a gravidez acima dos 35 anos de idade), ela está frequentemente associada à exclusão social e ao aumento da vulnerabilidade econômica.

Entre 2013 e 2023, o Brasil registrou mais de 232 mil nascimentos de bebês cujas mães tinham chegado aos 14 anos, o que representa 11,9% dos nascimentos no país. A legislação brasileira estabelece que a relação sexual com meninas até essa idade configura crime de estupro de vulnerável. “A gravidez na infância e na adolescência não é apenas uma questão de saúde pública ou de falta de acesso à educação sexual. É também resultado de uma interseção brutal entre a cultura do estupro, da pedofilia e da misoginia que permeia diversas esferas da sociedade”, diz o relatório.

Ao longo de dez anos, o número de meninas nessa faixa etária que deram à luz caiu 50,2%, mas o estudo destaca que “o percentual permanece consternador, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, que continuam a concentrar os índices mais altos”. A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, afirmou que os dados sobre violência sexual contra meninas são alarmantes e pontuou a necessidade da educação sexual para prevenir esses casos.

“É muito assustador o cenário de violência sexual contra meninas no Brasil, e temos visto o crescimento desse crime, principalmente entre crianças de 0 a 9 anos. São violações que acontecem, muitas vezes, por parte dos próprios familiares — pai, irmão, tio, avô — e dentro de casa”, disse a ministra.

No lançamento do relatório, realizado em Brasília, a deputada federal e coordenadora-geral dos Direitos da Mulher da Secretaria da Mulher na Câmara dos Deputados, Benedita da Silvadestacou que “a base do governo deve receber este relatório para compreender e compatibilizar o nosso orçamento com as demandas aqui colocadas. Não dá para a gente ver o feminicídio aumentando a cada dia. Todo dia temos uma notícia bárbara”.

Apesar de o relatório não trazer dados específicos sobre Pernambuco, segundo o balanço da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), em 2023, o estado registrou 16.232 bebês nascidos de meninas entre 10 e 19 anos em 2023, o equivalente a 14% do total de nascimentos. Segundo Cleonúsia Vasconcelos, gerente da Atenção à Saúde da Mulher de Pernambuco, as adolescentes costumam deixar de frequentar os postos de saúde nessa faixa etária, o que dificulta o acompanhamento desse público.

Por Adelmo Lucena/DP

João Campos com 40 pontos de vantagem sobre Raquel Lyra, diz Opinião

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João Campos e Raquel Lyra Foto/Arte/Divulgação

Em nova pesquisa do instituto Opinião, de Campina Grande (PB), em parceria com este blog, captando o cenário das eleições para governador de Pernambuco em 2026, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), provável adversário da governadora Raquel Lyra (PSDB), aparece como amplo favorito, uma vantagem de 40 pontos ante à tucana. Se as eleições fossem hoje, João teria 61,7% dos votos e Raquel 21,3%.

Provável candidato do bolsonarismo, o ex-ministro Gilson Machado (PL) se situa bem distante, com apenas 5%. Brancos e nulos somam 6,2% e indecisos seriam 5,8%. Num segundo cenário, quando o nome de Gilson é trocado por Anderson Ferreira, presidente estadual do PL, que disputou o mesmo cargo nas eleições de 2022, o cenário não sofre alterações.

Projeção é maior do que a do ex-ministro, que vem em segundo, com 27,3% afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. João Campos, por fim, é o menos rejeitado. Apenas 7,7% disseram que não votariam nele de jeito nenhum.

Já no cenário em que Gilson é trocado por Anderson, a rejeição a Raquel sobe. Entre os entrevistados, 33% disseram que não votariam nela de jeito nenhum. Ela é seguida por Anderson, que tem 20,9% dos entrevistados que não votariam nele de jeito nenhum, enquanto João aparece em último, com 8,4% afirmando que não votariam nele de jeito nenhum.

POR REGIÃO

No cenário de hoje, João Campos bateria Raquel Lyra em todas as regiões do Estado, levando maior vantagem na Região Metropolitana do Recife, onde é mais conhecido. Ali, o prefeito aparece com 69,7% das intenções de voto ante 12% da governadora.

Na Zona da Mata, o socialista teria 63,4% e a tucana 20,8%; no Agreste, 53,8% e 31,2%, respectivamente; no Sertão 54,1% a 30% e no São Francisco 50,4% a 29%. Dentre todas as regiões, o maior percentual de Gilson é a Metropolitana, com 6,8% e a menor o Sertão, com 2,6%. Já Anderson pontua melhor na RM, com 8,6% e aparece pior no São Francisco – 1,5%.

Na estratificação da amostragem, João aparece mais bem situado entre os eleitores jovens, na faixa etária de 16 anos a 24 anos (67,8%), entre os eleitores com renda familiar até dois salários (63,6%) e entre os eleitores com grau de instrução até a 9ª série (62,6%). Por sexo, 65,1% dos seus potenciais eleitores são mulheres e 57,9% são homens.

Já Raquel tem suas maiores taxas de intenção de voto entre os eleitores com renda familiar acima de 10 salários (24,8%), entre os eleitores com grau de instrução superior (23%) e entre os eleitores na faixa etária acima de 60 anos (23,5%). Por sexo, 23% dos seus potenciais eleitores são homens e 19,9% são mulheres.

O levantamento foi a campo entre os dias 19, 20, 21 e 22 deste mês, tendo sido aplicados dois mil questionários em 80 municípios de todas as microrregiões do Estado. A modalidade da pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação, com entrevistas pessoais (face a face) e domiciliares.

O intervalo de confiança estimado é de 95,5% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

(*) Fonte: Blog do Magno

 

Piora econômica e preços altos no mercado são consensos entre classes sociais, aponta Quaest

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Imagem de pessoa fazendo compras de alimentos em mercado
Imagem de pessoa fazendo compras de alimentos em mercado – PIXABAY

Violência é maior preocupação das famílias de classe baixa e média, enquanto corrupção é tema que mais preocupa classe alta; dados são de 2024

O preço dos alimentos nos mercados subiu sob a perspectiva de todas as classes sociais, de acordo com uma pesquisa da Quaest divulgada neste domingo (16).

A perspectiva está presente nas classes baixa (79%), média (80%) e alta (79%). Seguindo essa mesma ordem, uma minoria acredita que caiu (9, 7 e 6%, respectivamente). Já a resposta “ficou igual” registrou 11, 12 e 14 pontos, respectivamente.

O mesmo vale para o valor das contas de água e luz, com 69% (classe baixa), 66% (média) e 64% (alta).

Os resultados têm como base pesquisas nacionais domiciliares realizadas no ano de 2024 com amostras de 2.000 respondentes e uma margem de erro de 2 pontos percentuais. As classes sociais foram consideradas de acordo com a renda familiar mensal reportada.

Piora na economia

A percepção de que a economia do Brasil piorou nos últimos 12 meses também é presente em todas as classes – 37 pontos entre a classe baixa, 41 entre a classe média e 47 na classe alta.

A resposta “ficou do mesmo jeito” aparece com 30, 31 e 29 pontos, respectivamente. Já a visão de que a situação econômica melhorou aparece com 29 e 25 entre classes baixa e média, caindo para 21 pontos entre a classe alta.

Maiores preocupações do brasileiro

A maior preocupação das famílias de classe baixa, média e alta é a violência, com 16, 14 e 15 pontos, respectivamente. Apenas entre a classe alta, a preocupação com o tema “corrupção” supera a violência, com 16 pontos.

corrupção também aparece no topo das preocupações da classe baixa (10 pontos) e da classe média (13 pontos). A fome e a miséria também são temas quase unânimes, com 12, 10 e 9 pontos.

Identificação com grupos políticos

A pesquisa também perguntou sobre a identificação da população com os grupos políticos do País.

A resposta “não tem posicionamento” registrou 31 pontos na classe baixa e 32 na classe média. Já na classe alta, a resposta “não é bolsonarista, mas mais à direita” foi a mais repetida, com 29 pontos.

O grupo político “lulista/petista” aparece com 28 pontos entre a classe baixa e 16 pontos na classe média.

Outro dado relevante é que o número de pessoas que se identificam “mais à direita, sem ser bolsonarista”, esteve acima da “esquerda, sem ser lulista” em todas as classes sociais: 14 (baixa), 22 (média) e 29 (alta).

Confiança nas instituições

Entre as instituições citadas na pesquisa, o Congresso Nacional é o que menos recebe a confiança da população, com mais de 50% de desconfiança entre todas as classes.

As que mais recebem confiança são as igrejas católica e evangélica, seguidas pelos militares, todos com mais de 68% de respostas positivas. Por Emannuel Bento

Cesta básica sobe em todas as capitais brasileiras em 2024: diz pesquisa

ECONOMIA

Em dezembro de 2024, o valor necessário foi de R$ 7.067,68, o que representa 5,01 vezes o mínimo vigente de R$ 1.412,00 – Foto: Divulgação

Fonte: Poder360.

Maior alta foi registrada em João Pessoa, com 11,91% de aumento; São Paulo mantém o maior valor absoluto, com R$ 841,29.

O DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou que o valor da cesta básica subiu em todas as capitais pesquisadas durante 2024. João Pessoa registrou a maior alta (11,91%), seguida por Natal (11,02%), São Paulo (10,55%) e Campo Grande (10,41%). Porto Alegre teve o menor aumento (2,24%).

São Paulo mantém o maior custo da cesta básica (R$ 841,29), seguida por Florianópolis (R$ 809,46), Porto Alegre (R$ 783,72) e Rio de Janeiro (R$ 779,84). As cidades do Norte e Nordeste, que pesquisam 12 produtos, um item a menos que as demais capitais, registraram os menores valores: Aracaju (R$ 554,08), Salvador (R$ 583,89) e Recife (R$ 588,35).

O salário mínimo necessário para uma família de 4 pessoas, calculado pelo Dieese, deveria ser R$ 7.067,68 em dezembro de 2024, 5,01 vezes o valor atual de R$ 1.412,00. O valor é superior ao necessário em novembro (R$ 6.959,31) e em dezembro de 2023 (R$ 6.439,62).

Seis produtos registraram alta em todas as capitais: carne bovina de primeira, leite integral, arroz agulhinha, café em pó, banana e óleo de soja. A pesquisa aponta que a instabilidade climática, demanda externa e desvalorização do real frente ao dólar influenciaram os aumentos.

O trabalhador que recebe salário mínimo precisou trabalhar, em média, 109 horas e 23 minutos em dezembro de 2024 para comprar a cesta básica, um aumento em relação às 107 horas e 58 minutos necessárias em novembro. Com o desconto da Previdência Social, o valor da cesta básica comprometeu 53,75% do rendimento líquido em dezembro, contra 53,05% no mês anterior. Em São Paulo, onde a cesta é mais cara, a jornada necessária chegou a 131 horas e 05 minutos, equivalente a mais de 16 dias de trabalho considerando uma jornada de 8 horas diárias.

Quaest: Raquel Lyra é aprovada por 54% dos pernambucanos e reprovada por 42%

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A governadora Raquel Lyra
A governadora Raquel Lyra – Foto: Miva Filho

Pesquisa mostrou que avaliação positiva da governadora é maior no interior do estado. 35% do total afirmaram que governo é Regular.

O trabalho realizado pela governadora Raquel Lyra (PSDB) é aprovado por 54% dos eleitores pernambucanos e reprovado por 42%, de acordo com pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (12).

O índice positivo da governadora subiu um ponto percentual em relação à última pesquisa divulgada pelo instituo, em abril deste ano. Já a reprovação manteve o mesmo patamar do levantamento anterior. 4% se mostraram indecisos.

A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 9 de dezembro e percorreu 42 municípios pernambucanos. Foram entrevistados 1.100 eleitores com 16 anos ou mais. A margem de erro é de 3 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

Avaliação do governo Raquel

A pesquisa Quaest também apontou que 35% dos eleitores do estado avaliam o governo Raquel Lyra como Regular.

Outros 32% dizem que a administração da tucana é Positiva, e 29% classificam a gestão como Negativa.

O melhor desempenho da governadora foi registrado no interior do estado, onde 39% classificaram o governo como Positivo. A pior avaliação foi na capital, onde mais da metade avaliou o trabalho como Negativo.

Raquel obteve avaliação positiva entre eleitores com Ensino Fundamental, renda domiciliar de até dois salários mínimos e evangélicos.

44% dos eleitores afirmaram estar ouvindo mais notícias positivas sobre o governo Raquel Lyra do que notícias negativas (34%).

Em relação aos atributos da governadora, 83% afirmaram que ela fala bem, 65% disseram que ela é moderna e simpática e outros 63% confiaram na honestidade da tucana. 47% afirmaram que ela é de direita.

Avaliação dos avanços de Pernambuco

46% dos entrevistados afirmaram que o estado de Pernambuco está melhorando. O índice subiu um ponto percentual em relação à pesquisa de abril.

Essa percepção foi mais sentida entre os eleitores do interior (52%). Na RMR, 47% afirmaram haver melhorias.

No Recife, 37% disseram que o estado está igual e 33% cravaram que Pernambuco está piorando.

Disputa com João Campos

Numa disputa direta de intenção de voto com o prefeito do Recife, João Campos (PSB), para o governo de Pernambuco em 2026, Raquel Lyra sairia derrotada, segundo a pesquisa. Veja os números:

  • João Campos: 64%
  • Raquel Lyra: 22%
  • Humberto Costa: 22%
  • Indecisos: 1%
  • Branco/Nulo/Não iria votar: 9%

João Campos abre 60 pontos de vantagem sobre Raquel Lyra em 2026; segundo pesquisa

POLÍTICA

João Campos bate Raquel Lyra se as eleições fossem hoje

Do Blog do Magno

Na primeira pesquisa de intenção de voto para governador de Pernambuco nas eleições de 2026, feita pelo Instituto Opinião, de Campina Grande (PB), em parceria com este blog, o prefeito reeleito do Recife, João Campos (PSB), desponta com amplo favoritismo. Se a eleição fosse hoje e não daqui a dois anos, o socialista teria 76,2% dos votos e a governadora Raquel Lyra (PSDB) 15,8%, uma diferença para João de 60,4%. Brancos e nulos somam 3,9% e indecisos 4,1%.

Na espontânea, modelo pelo qual o entrevistado é forçado a lembrar o nome do seu candidato preferencial sem o auxílio da lista com os nomes, João também bate Raque com uma grande diferença, de mais de 30 pontos percentuais. Neste cenário, o prefeito do Recife desponta com 42,7% e Raquel 9,5%. Brancos e nulos somam 2,4% e indecisos sobem para 41,4%.

No quesito rejeição, Raquel aparece disparada. Entre os entrevistados, 60,8% afirmaram que não votariam nela de jeito nenhum, enquanto 10,6% disseram que não votariam de jeito nenhum em João. Quanto ao voto consolidado, o eleitor que afirma que não muda seu voto, 67,1% são eleitores de João e 11,7% de Raquel.

A pesquisa foi a campo entre os dias 5, 6, 7 e 8 deste mês, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios de todas as regiões do Estado. O intervalo de confiança estimado é de 95,5% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

A modalidade da pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo da investigação. As entrevistas foram pessoais (face a face) e domiciliares.

ESTRATIFICAÇÃO

Estratificando o levantamento, João tem suas maiores taxas de intenção de voto entre os eleitores da faixa etária de 35 a 44 anos (78,6%), entre os eleitores com renda familiar até dois salários (78,1%) e entre os eleitores com grau de instrução até a 9ª série (77,5%). Por sexo, 79,4% dos seus eleitores são mulheres e 72,7% são homens.

Já Raquel aparece mais bem situada entre os eleitores com renda acima de 10 salários (22%), entre os eleitores com grau de instrução superior (19,9%) e entre os eleitores jovens, na faixa etária de 16 a 24 anos (17,8%). Por sexo, 19,1% dos seus eleitores são homens e 12,9% dos seus eleitores são mulheres.

POR REGIÃO

João bate Raquel folgadamente em todas as regiões do Estado. Na Região Metropolitana, o socialista aparece com 81% e a tucana com 11%. Na Zona da Mata, João tem 77,2% das intenções de voto ante 12,4% da adversária. No Agreste, o socialista aparece com 72% e a governadora com 21,8%. Já nos sertões do Moxotó, Pajeú, Araripe e Sertão Central, João chega a 70,3% contra 21,7%. Por fim, no Sertão do São Francisco, João aparece com 69,9% e Raquel com 21,1%.

Afogados da Ingazeira votos válidos: Sandrinho palmeira com 59% e Danilo Simões 41%, segundo Múltipla

POLÍTICA 

A um dia das eleições 2024, o prefeito e candidato à reeleição, Sandrinho Palmeira (PSB), lidera a corrida sucessória em Afogados da Ingazeira, no Pajeú, sobre seu adversário, o oposicionista Danilo Simões, do PSD.

É o que diz pesquisa do Instituto Múltipla, contratada pelo blog. Em votos válidos, Sandrinho aparece com 59% das intenções de voto, contra 41% do oposicionista Danilo Simões.

Foram 400 entrevistas realizadas dias 4 e 5 de outubro, ontem e hoje.

Votos válidos são os que valem de fato na contabilização final do TSE, que desconsidera brancos e nulos.

Entenda a margem de erro: com base na margem de erro, de 4,9%, Sandrinho tem entre 54,1% e 63,9%. Já Danilo, entre 36,1% e 45,9%.

A pesquisa tem intervalo de confiança de 95%, contratada pelo blog sob o registro 07785/2024. Fonte pública para realização da pesquisa: Censo 2010 e 2022 e TSE (Agosto de 2024). Por Nill Jr.

Tabira: Com 54% dos votos válidos, Flávio Marque tem liderança, segundo DataTrends

POLÍTICA 

Pesquisa do Instituto DataTrends divulgada na madrugada deste sábado (5), pelo Blog do Finfa, mostra o candidato Flávio Marques, liderando a disputa pela eleição da Prefeitura de Tabira.

No cenário espontâneo, Flávio Marques aparece com 49% das intenções de voto, contra 44% de Nicinha Melo. Não sabe/não respondeu 7%.

Na estimulada, Flávio Marques sobe para 53%, seguido por Nicinha Melo com 44%. Brancos e nulos 1%. Não sabe/não respondeu 2%.

Em votos válidos, Flávio Marques tem 54% e Nicinha Melo 46%.

Potencial de Voto de Flávio Marques – Votaria com certeza (51%), poderia votar (9%), não votaria de jeito nenhum (37%), não conhece suficiente (2%) e não sabe ou não respondeu (1%).

Potencial de Voto de Nicinha Melo – Votaria com certeza (44%), poderia votar (12%), não votaria de jeito nenhum (41%), não conhece suficiente (1%) e não sabe ou não respondeu (2%).

Avaliação da Gestão – O governo da prefeita Nicinha Melo é aprovado por 61% e rejeitado por 37% da população de Tabira. Não sabe/não respondeu 2%.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número PE-08881/2024. A margem de erro é de 4,90 pontos percentuais e o grau de confiança de 95%. Foram ouvidos 400 eleitores nos dias 27 e 28 de setembro.

POOL DE VEÍCULOS – A Pesquisa DataTrends é divulgada por um pool de blogs composto por Alberes Xavier, Edmar Lyra, Edenevaldo Alves, FalaPE, Finfa, Giro Mata Norte, Silvinho, Roberto Gonçalves, Pernambuco Urgente, Roberto Almeida, Didi Galvão e Bocão. André Luis/NillJr.

Recife: João Campos tem 74%; Gilson Machado tem 10%, segundo Datafolha

POLÍTICA

João Campos (PSB) e Gilson Machado (PL) — Foto: Montagem/g1
João Campos (PSB) e Gilson Machado (PL) — Foto: Montagem/g1

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (3) com as intenções de voto para prefeito do Recife mostra o candidato à reeleição, João Campos (PSB), com 74% das intenções de voto. Em seguida, vem Gilson Machado (PL), com 10%.

Esta é a quinta pesquisa divulgada pelo Datafolha para a prefeitura do Recife. Veja os números:

  • João Campos (PSB): 74% (eram 76% na pesquisa anterior) ;
  • Gilson Machado (PL): 10% (eram 9%);
  • Daniel Coelho (PSD): 5% (eram 5%);
  • Dani Portela (PSOL): 4% (eram 3%);
  • Tecio Teles (Novo): 1% (era 1%);
  • Ludmila Outtes (UP): 1% (era 0%);
  • Simone Fontana (PSTU): 0% (era 0%);
  • Victor Assis (PCO): não foi mencionado nas duas últimas pesquisas;
  • Em branco/nulo/nenhum: 4% (eram 5%);
  • Não sabem: 1% (eram 1%).

Guerra eleitoral: cidades menores têm mais pesquisas do que capitais

ELEIÇÕES 2024

imagem colorida de eleições 2024 pesquisas eleitorais 1
Arte/Metrópoles

Pesquisas eleitorais viram “armas” de influência em cidades menores. Candidatos usam dados para defender a ideia de que estão na liderança

A disputa eleitoral em cidades de médio e pequeno porte do Brasil virou uma “guerra de números”, com base em supostas pesquisas que apresentam resultados para todos os gostos. Em determinados locais, a quantidade de levantamentos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) chega a ser maior do que a de capitais e outros municípios maiores.

“Não é guerra numérica. É guerra de desinformação”

A quantidade de levantamentos registrados, até então, nas eleições deste ano, já é a maior da série histórica. Na quinta-feira, o sistema do TSE informava um total de 10.789, e na sexta (27/9) chegou a 11.440, o maior número desde 2012, quando o Tribunal passou a contabilizar e divulgar dados de pesquisas eleitorais.

A presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais (Abrapel), Mara Telles, é crítica à proliferação e ao uso de pesquisas com metodologias questionáveis para tentar influenciar o eleitor. Ela reconhece que há no Brasil bons institutos, que fazem um trabalho sério e que seguem as regras de amostragem, mas afirma que existem aqueles que fazem o contrário.

“Não é exatamente uma guerra numérica. É uma guerra baseada em desinformação. A desinformação virou um grande negócio e tem muita gente lucrando com isso. Existem vários pequenos institutos que estão por aí, que as pessoas não conhecem e que têm vendido fantasias para os candidatos. São institutos que fazem negócios em troca de resultados, muitos surgidos às vésperas das eleições”, aponta Mara.

Na sexta, o valor total investido em pesquisas, nas eleições deste ano, ultrapassou os R$ 120 milhões — exatamente R$ 124,3 milhões. Essa quantia é a maior das eleições municipais, desde 2012. “É muito dinheiro, e boa parte vem do Fundo Partidário. Está sobrando dinheiro. Vale dizer que institutos pequenos fazem muita pesquisa a custo baixíssimo, com pessoas não treinadas”, diz a presidente da Abrapel.

“As pesquisas são eventos de campanha e existem cidades com resultados muito distintos. Eu mesma vi uma com três institutos e três resultados completamente diferentes. Mesmo que uma pesquisa seja dada como falsa, ela já foi publicada, já foi dada como verdade e utilizada pelas campanhas. Além de desinformar, isso influencia, pois o que mais existe é aquele tipo de eleitor que quer votar em quem está na frente”, alerta Mara Telles. Fonte: Portal Metrópoles

Mais da metade dos donos de motos não possui habilitação para pilotá-las, diz Senatran

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De acordo com o SENATRAN, o número pode indicar que os donos dos veículos pilotam sem habilitação, mas que também pode ser consequência do crescimento de empresas e sociedades com veículos compartilhados, como o aluguel (Foto: Ruan Pablo/DP Foto)
De acordo com o SENATRAN, o número pode indicar que os donos dos veículos pilotam sem habilitação, mas que também pode ser consequência do crescimento de empresas e sociedades com veículos compartilhados, como o aluguel (Foto: Ruan Pablo/DP Foto)

Os dados foram divulgados em um relatório elaborado pela Secretaria Nacional de Trânsito

Um relatório desenvolvido pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) revelou que, dos 32,5 milhões de donos de motocicletas, motonetas e ciclomotores registrados no Brasil, 17,5 milhões não possuem habilitação para conduzir estes veículos. Isso significa que 53,8% dos proprietários não possui CNH na categoria A (habilitação para conduzir esse tipo de veículo).

A pesquisa leva em conta os dados divulgados em agosto deste ano e destaca que os 34,2 milhões de veículos categorizados como motocicletas, motonetas e ciclomotores registrados na base do Renavam correspondem a mais de 33,9 milhões de registros de proprietários. Analisando os proprietários, 32,5 milhões correspondem a pessoas físicas e 1,4 milhão a pessoas jurídicas.

A pesquisa desenvolvida pela Senatran ainda mostrou que 23.1 milhões (71%) dos donos destes veículos possuem registros na base do Renach, ou seja, possuem CNH, com permissão ou não para pilotar veículos da categoria A.

“Desses, 15 milhões (38%) possuem permissão para dirigir veículos da categoria A. Entre esses habilitados, 39% são proprietários de veículos correspondentes a essa categoria, enquanto 61% não possuem registro como proprietários”, destaca o documento.

De acordo com o SENATRAN, o número pode indicar que os donos dos veículos pilotam sem habilitação, mas que também pode ser consequência do crescimento de empresas e sociedades com veículos compartilhados, como o aluguel.

“Esse dado aponta questões sobre o uso de veículos compartilhados, aluguel de motocicletas ou motonetas, ou até mesmo a preferência por utilizar veículos de familiares e amigos, o que pode indicar mudanças nas dinâmicas de condução desses veículos no Brasil”, consta no relatório.

No Código de Trânsito Brasileiro (CTB) consta que “dirigir veículo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação, Permissão para Dirigir ou Autorização para Conduzir Ciclomotor é considerado infração gravíssima”. Quem for flagrado cometendo tal infração, deve pagar uma multa de R$ 880,41. Além disso, o condutor pode pegar detenção de seis meses a um ano.

Segundo consta no relatório, após o retorno das atividades com o fim da pandemia, o número de infrações voltou a aumentar, atingindo seu pico em 2023, com mais de 1,3 milhões de infrações registradas. Em 2024, até julho, já foram contabilizadas mais de 638 mil infrações relacionadas a motocicletas e veículos do tipo.

“Esse aumento pode estar associado a fatores como o crescimento da frota desses veículos, ou com o aumento da fiscalização eletrônica, ou ainda à maior conscientização das autoridades sobre a necessidade de monitorar e regular o tráfego desses tipos de veículos”. Por Diario de Pernambuco.

Cresce o número de falsas pesquisas de intenção de voto

POLÍTICA

pesquisa eleitoral
Foto/Reprodução

É um fenômeno nunca visto no país

Se na era da internet não para de crescer o número de notícias falsas, por que isso não ocorreria também com o número de falsas pesquisas de intenção de voto às vésperas de eleições?

Até a última terça-feira, havia 8,2 mil levantamentos registrados no país. Nesse mesmo período, em 2020, foram 5 mil. A eleição daquele ano acabou com 10,9 mil pesquisas no final do segundo turno.

Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral, informa o Globo. Na Paraíba, o número de pesquisas já é o dobro de há quatro anos, assim como em Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Adverte Mara Telles, presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais e professora da Universidade Federal de Minas Gerais:

“A pesquisa pode fazer com que o eleitor, sobretudo o indeciso, vote no candidato que tem mais chance de ganhar, o chamado voto útil. No Brasil, existe um mercado de pesquisas idôneas, mas começaram a ser produzidos inúmeros trabalhos com resultados bastantes questionáveis e até falsos que enganam eleitores e candidatos. É um fenômeno nunca visto no país que faz parte de um processo de promoção deliberada de desinformação global”.

Alguns institutos são criados com nomes muito parecidos de empresas já estabelecidas no mercado e pesquisas têm sido registradas no TSE com metodologias irregulares.

Não bastasse, um terço dos levantamentos tem a própria empresa se declarando como o financiador do trabalho, o que levanta suspeitas. No Amapá e Roraima, esse índice passa de 80%.

Em Bananeira, na Paraíba, a Justiça impugnou uma pesquisa porque a pessoa que consta como contratante negou que tivesse encomendado o serviço.

Em Paracambi, no interior do Rio, uma pesquisa da Mappa Sudeste não considerou o eleitorado de 35 a 44 anos e, por isso, acabou impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral.

Em Picos, no Piauí, supostamente foram aplicadas 24 pesquisas e algumas com resultados bem diferentes. Pablo Santos, divulgou uma em que ele tinha 58% e o adversário, Gil Paraibano, 24%.

Por sua vez, Gil Paraibano divulgou outra onde ele aparece com 50%, e Pablo com 41%. Teresina é a capital com mais sondagens do país: 71, superando São Paulo, por exemplo. Por Portal Metrópoles.

Pesquisa: Sandrinho tem 52,6% contra 28,3% de Danilo, segundo Instituto Opinião

POLÍTICA

Instituto Opinião: Sandrinho tem 52,6% contra 28,3% de Danilo

 

 

 

 

Sandrinho diz que não comentará números

Em uma nota antes da divulgação, a Frente Popular e o candidato Sandrinho Palmeira informaram que seguem suspensos os atos públicos de campanha por tempo indeterminado, por conta da morte do deputado José Patriota.

Faltando 18 dias para as eleições, o prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira (PSB), aparece numa posição bastante confortável para emplacar a reeleição. Segundo pesquisa do Instituto Opinião, em parceria com o blog do Magno, se o pleito fosse realizado hoje ele teria 52,6% dos votos, enquanto Danilo Simões (PSD), candidato que aglutinou as oposições, ficaria com 28,3% dos votos, uma frente de 24 pontos.

Brancos e nulos seriam 4,6% e indecisos chegariam a 14,5%. Na espontânea, modelo que o entrevistado é obrigado a lembrar o nome do seu candidato preferido sem o auxílio da lista contendo todos os postulantes, Sandrinho também aparece numa dianteira, bem folgada, com 48,6% das intenções de voto ante 23,4% de Danilo. Neste cenário, brancos e nulos seriam 4% e indecisos sobem para 24%.

No quesito rejeição, Danilo lidera. Entre os entrevistados, 36,6% disseram que não votariam nele de jeito algum, enquanto 29,7% afirmaram que não votariam de jeito nenhum em Sandrinho. Já entre os que afirmam que não mudariam seu voto, 45,7% são eleitores do prefeito e 23,7% são eleitores do candidato oposicionista.

Estratificando o levantamento, Sandrinho tem seus maiores percentuais de intenção de voto entre os eleitores com grau de instrução superior (73,7%), entre os eleitores jovens, na faixa etária entre 16 e 24 anos (64,7%) e entre os eleitores com renda familiar acima de dois salários (63,4%). Por sexo, 55,2% dos seus eleitores são homens e 50,3% dos seus eleitores são mulheres.

Já Danilo pontua melhor entre os eleitores na faixa etária entre 35 e 44 anos (35,7%), entre os eleitores com grau de instrução até o ensino médio (30,8%) e entre os eleitores com renda familiar de até dois salários (29,4%). Por sexo, 29,1% dos seus eleitores são homens e 27,6% dos seus eleitores são mulheres.

O levantamento foi a campo entre os dias 11 e 12 de setembro, sendo aplicados 350 questionários. O intervalo de confiança estimado é de 95,0% e a margem de erro máxima estimada é de 5,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais (face a face) e domiciliares. A pesquisa está registrada sob o protocolo PE-09889-2024. (Blog do Magno)

Esta semana será divulgada pesquisa pelo Blog do Magno em Afogados da Ingazeira

POLÍTICA

Foto/Montagem/Reprodução

Nesta semana, Afogados da Ingazeira será palco da divulgação de mais um levantamento eleitoral. Desta vez, realizado pelo Instituto Opinião em parceria com o Blog do Magno. O resultado da pesquisa será divulgado à meia-noite de quarta-feira, dia 18 de setembro, e promete trazer novos dados sobre a disputa local.

Com um total de 350 entrevistas realizadas, a pesquisa tem um intervalo de confiança de 95% e uma margem de erro de 5,2% para mais ou para menos. O estudo de opinião foi realizado no dia 12 de setembro, apenas um dia após a divulgação de uma pesquisa conduzida pelo Instituto Múltipla.

A expectativa em torno desses levantamentos é grande, pois eles podem indicar tendências e possíveis mudanças no cenário político de Afogados da Ingazeira. As pesquisas costumam ser um termômetro importante para candidatos e eleitores, oferecendo uma visão mais clara sobre o clima eleitoral na reta final da campanha.

A divulgação desses números deve gerar ainda mais movimentação entre os candidatos e suas equipes, que aguardam ansiosamente por qualquer indício de mudanças no humor dos eleitores.

Resta agora aguardar os resultados e as análises que prometem influenciar os próximos passos das campanhas em Afogados da Ingazeira. Por André Luis/Nill Jr.

Serra Talhada: Márcia parte com 56%, Miguel 24%, Pinto 2%, Jucélio 1%, segundo Instituto Imap

PESQUSA 

Imape/Farol: Márcia parte com 56%, Miguel 24%, Pinto 2%, Jucélio 1%
Fotos/Montagem/Reprodução

Instituto Majoritário de Pesquisas e Estatísticas (Imape) em parceria com o portal Farol de Notícias divulgou hoje o resultado de pesquisa de opinião com amostras sobre as eleições em Serra Talhada.

A consulta ocorreu entre 2 e 3 de setembro de 2024 realizada nas zonas urbana e rural com uma amostra de 600 entrevistas. A margem de erro é de 4% para mais ou para menos e o intervalo de confiança de 95%.

Esta pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de registro PE06620/2024. Vamos aos números:

CENÁRIO ESTIMULADO

Imape/Farol: Márcia parte com 56%, Miguel 24%, Pinto 2%, Jucélio 1%

No cenário estimulado, quando se apresentam os nomes dos candidatos ao eleitor, a prefeita Márcia Conrado parte na frente com 56,5% das intenções de voto, Miguel Duque surge com 24,5%, “não sabe/não opinou” são 10,7%, brancos e nulos são 4,5%, Luiz Pinto tem 2,2%, Jucélio 1,6%.

CENÁRIO ESPONTÂNEO

Imape/Farol: Márcia parte com 56%, Miguel 24%, Pinto 2%, Jucélio 1%

No cenário espontâneo, quando não se apresentam os nomes dos candidatos ao eleitor buscando saber o primeiro que vem à mente, Márcia Conrado surge com 50,3%, não sabe/não opinou são 29,4%, Miguel Duque aparece com 15,3%, brancos e nulos 3,8%, Luiz Pinto 1,2%, Jucélio 1%.

REJEIÇÃO

Imape/Farol: Márcia parte com 56%, Miguel 24%, Pinto 2%, Jucélio 1%

No quesito rejeição, a opção “não rejeita nenhum” aparece em primeiro com 38,2%, seguido de Jucélio como mais rejeitado com 14,5%, Luiz Pinto surge com 13,7%, a opção “rejeita todos” tem 9,3%, Márcia Conrado tem 9,2%, “não sabe ou não respondeu” 8,3% e Miguel Duque tem a menor rejeição com 6,8%.

(Farol)

Serra Talhada: Márcia abre vantagem de 37 pontos de vantagem sobre Miguel

PESQUISA

Na primeira pesquisa do Instituto Opinião, em parceria com o Blog do Magno para prefeito de Serra Talhada, após a definição dos candidatos oficiais, a prefeita Márcia Conrado (PT), que disputa a reeleição, aparece na liderança com ampla margem de diferença em relação a Miguel Duque (Podemos), seu principal adversário.

Se as eleições fossem hoje, a petista teria 59,5% dos votos e Duque 22,8%, uma diferença de 36,7 pontos.

Doutor Luiz Pinto (Psol) pontuou 2,8% e o Sargento Jucelio Souza (PL) 1%. Brancos e nulos somam 4% e os que disseram que se apresentam indecisos chegam a 9,9%.

Na espontânea, modelo pelo qual o entrevistado é forçado a lembrar o nome do seu candidato preferencial, Márcia abre 30 pontos de vantagem. Se as eleições fossem hoje, ela teria 46% dos votos e Miguel Duque 16,8%. Sargento Jucelio foi citado por apenas 0,3%. Neste cenário, brancos e nulos somam 2,5% e indecisos sobem para 32,9%.

No quesito rejeição, o Sargento Jucelio lidera. Entre os entrevistados, 16,8% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, seguido pelo Doutor Luiz Pinto, com 16% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Miguel Duque vem em seguida. Entre os entrevistados, 10,5% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, seguido por Márcia Conrado, que tem 9% dos entrevistados que não votariam nela de jeito nenhum.

A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais (face a face) e domiciliares. A pesquisa está registrada sob o protocolo PE-04077/2024. Fonte: Nill Júnior.

Recife: João Campos lidera disputa pela Prefeitura do Recife, com 76% de votos segundo pesquisa Datafolha

PESQUISA

Mosaico com os oito candidatos à prefeitura do Recife nas Eleições 2024
Mosaico com os oito candidatos à prefeitura do Recife nas Eleições 2024 – Reprodução

Foi divulgada, na tarde desta quinta-feira (22), os números da nova pesquisa Datafolha para as eleições para prefeito do Recife, que apontam a liderança do candidato à reeleição João Campos (PSB), com 76% das intenções de voto, o que daria vitória em primeiro turno para o atual prefeito.

A pesquisa traz um empate técnico para o segundo lugar, em razão da margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. Gilson Machado (PL), figura na segunda posição com 6%, mas apenas 2 pontos percentuais separam Gilson de Daniel Coelho (PSD) e Dani Portela (PSOL), com 5% e 4%, respectivamente.

Tecio Teles (Novo) fecha a lista com 1%. Ludmila Outtes (UP), Simone Fontana (PSTU) e Victor Assis (PCO) não pontuaram. 5% dos entrevistados disseram que votariam em branco, nulo ou nenhum candidato. Já os que não sabem em quem votariam chegam a 2%.

Confira os números divulgados pela pesquisa Datafolha no Recife:

João Campos (PSB) – 76%
Gilson Machado (PL) – 6%
Daniel Coelho (PSD) – 5%
Dani Portela (PSOL) – 4%
Tecio Teles (Novo) – 1%
Branco/Nulo – 5%
Não sabem – 2%

Nível de conhecimento dos candidatos

Nesta modalidade de pesquisa, João Campos também lidera, com 99% dos entrevistados afirmando que o conhecem. O segundo na lista é Daniel Coelho, conhecido por 88% dos entrevistados.

Completam a lista Dani Portela, conhecida por 50% dos eleitores; Tecio Teles, conhecido por 46%; Gilson Machado, conhecido por 37%; Simone Fontana por 22%, Ludmila conhecida por 17% dos eleitores e Victor Assis, por 11%. Por JC/NE

Serra Talhada: Márcia Conrado larga na frente com 61%, Miguel com 23%, Luiz Pinto e Jucélio têm 1%, aponta Conecta

POLÍTICA

márcia e miguel
Márcia Conrado e Miguel Duque – Foto: Farol de Notícias /Licca Lima

Foi divulgada a primeira pesquisa de opinião sobre o cenário político visando as eleições 2024 em Serra Talhada.

A pesquisa foi contratada pelo Diretório do Avante, e confirmada pelo presidente estadual da sigla, Sebastião Oliveira.

A empresa responsável é o Instituto Conecta. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número PE-09577/2024, ouvindo 450 eleitores durante o dia 31 de julho.

O levantamento assegura um grau de confiança de 95% e uma margem de erro de 4,60%.

Confira os números:

No cenário estimulado, quando o nome dos pré-candidatos são apresentados ao entrevistados, Márcia Conrado alcança 61%, já Miguel Duque 23%. Jucélio Souza e Dr. Pinto alcançam 1% cada.

No cenário espontâneo, quando os nomes não são mencionados aos entrevistados, Márcia é lembrada por 38% dos entrevistados, enquanto que Miguel Duque é tem 12%.

Não sabe/não respondeu somam 50%. Levando em consideração os votos válidos deste cenário, Márcia Conrado figura com 75% e Miguel tem 25%.

Nenhum/branco/nulos somam 9%. Não sabe/não respondeu 5%.

Levando em consideração os votos válidos do cenário estimulado, Márcia Conrado figura com 72% e Miguel tem 26%. Jucélio Souza e Dr.Luiz Pinto ficam com 1% cada.

No cenário estimulado contando apenas com os nomes de Márcia Conrado e Miguel, a prefeita aparece com 65% contra 23% de Miguel. Nenhum/brancos/nulos 9% e não sabe/não respondeu representa 3%.

Levando em consideração os votos válidos deste cenário, Márcia Conrado fica com 74% e Miguel Duaue com 26%.

POSSIBILIDADE DE VOTO

Dr. Luiz Pinto

Votaria com certeza – 4%
Poderia votar – 19%
Não votaria de jeito nenhum – 47%
Não conhece o suficiente – 26%
Não sabe/não respondeu – 4%

Jucélio Souza

Votaria com certeza – 2%
Poderia votar – 7%
Não votaria de jeito nenhum – 47%
Não conhece o suficiente – 40%
Não sabe/não respondeu – 4%

Márcia Conrado

Votaria com certeza – 64%
Poderia votar – 10%
Não votaria de jeito nenhum – 21%
Não conhece o suficiente – 1%
Não sabe/não respondeu – 4%

Miguel Duque

Votaria com certeza – 24%
Poderia votar – 22%
Não votaria de jeito nenhum – 39%
Não conhece o suficiente – 11%
Não sabe/não respondeu – 4%

A pesquisa, que foi contratada pelo Avante, foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número PE-09577/2024, ouviu 450 eleitores durante o dia 31 de julho. O levantamento assegura um grau de confiança de 95% e uma margem de erro de 4,60%.

Por Farol de Notícias

Maioria dos eleitores quer prefeito independente de Lula e Bolsonaro; aponta Quaest

POLÍTICA

.Lula e Jair Bolsonaro -
Lula e Jair Bolsonaro — (Evaristo Sa/AFP/Marcos Corrêa/PR)

A oito semanas do primeiro turno, o eleitorado reitera nas pesquisas a percepção de que há fadiga de material na política brasileira

A oito semanas da eleição, metade dos eleitores de São Paulo diz desejar que o próximo prefeito seja independente de líderes como Lula e Jair Bolsonaro. É o que declaram 51% dos entrevistados na pesquisa Genial/Quaest.

Os que apreciariam a eleição de um prefeito vinculado ou submisso a esses dois políticos são minoria (44%).

Esses, se dividem entre um grupo (28%) a favor da eleição de um candidato aliado a Lula, como Guilherme Boulos, do Psol, e outro (16%) defensor de um aliado a Bolsonaro, como o prefeito Ricardo Nunes, do MDB.

O quadro paulistano confirma uma tendência nas maiores cidades do país já detectada em outras pesquisas, como a realizada pelo Ipec em maio.

A vontade expressa pela maioria dos eleitores é de renovação, o que sugere expectativa sobre a emergência de um novo modelo de liderança. Ou seja, a oito semanas do primeiro turno, o eleitorado reitera nas pesquisas a percepção de que há fadiga de material na política brasileira. Fonte: Veja.