Lula tem 73% de aprovação em Pernambuco, segundo Quaest

POLÍTICA

O presidente Lula é pernambucano (Crédito: Ricardo Stuckert / PR)
O presidente Lula é pernambucano (Crédito: Ricardo Stuckert / PR)
Lula atinge índices de aprovação melhores que respectivos governadores nos dois estados. Maioria votaria nele em 2026, diz Quaest

A pesquisa Genial/Quaest divulgou nesta quarta-feira (31) os índices de aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em mais dois estados do Brasil. Os dados foram levantados, desta vez, na Bahia e em Pernambuco.

O destaque positivo para o presidente foi registrado em Pernambuco, onde ele possui uma aprovação de 73%. Na Bahia, Lula atingiu 69%. Com mais esses dados, é possível comparar a situação do presidente em seis estados do país, de diferentes regiões, conforme pesquisas divulgadas anteriormente pelo instituto.

Em abril deste ano, a Genial/Quaest divulgou os índices de aprovação em São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Paraná. A situação ficou da seguinte forma:

Minas Gerais: 52%;
São Paulo: 50%;
Goiás: 49%;
Paraná: 44%.

Confira a matéria completa no Metrópoles

Múltipla: hoje será divulgada primeira pesquisa com cenário político em Afogados da Ingazeira, diz blog

POLÍTICA

Foto/Divulgação

Sai hoje ao meio dia o primeiro levantamento do Instituto Múltipla com os números da corrida sucessória em Afogados da Ingazeira.

Na cidade, disputam a preferência do eleitorado o prefeito Sandrinho Palmeira (PSB) e o oposicionista Danilo Simões (PSD).

Como o blog noticiou, a exitosa parceria entre o blog e o Instituto Múltipla, cujo trabalho em conjunto desde 2012 ganhou grande repercussão com a tradição de cravar pesquisas nas principais cidades da região, será novamente tocada este ano.

Além do levantamento de amanhã, na parceria jornalística tradicionalmente fechada com o Instituto, mais duas pesquisas em Afogados da Ingazeira, duas em Serra Talhada e Arcoverde, três cidades chave e polo na atuação do blog e do próprio Instituto. Claro, outros municípios também estarão no radar do trabalho, o que depende de outros fatores como agenda, relevância, avaliação jornalística.

Após esta segunda, e com o início da oficialização das candidaturas, haverrá uma pesquisa após o início do processo propriamente dito, e a segunda, na reta final do processo. Essa é aquela em que se deseja cravar o resultado, como nos anos anteriores. Registre-se sempre que esse compromisso tem relação com os números que consideram margem de erro, para mais ou para menos. Quanto mais equilibrada a disputa, maior o desafio.

Há quatro anos, onde o instituto aferiu na reta final, o percentual de acertos se manteve irretocável comparado com pesquisas de outros pleitos. Até na previsão de para onde migrariam os votos indecisos, o Instituto soube fazer a previsão. O Múltipla acertou todos os ganhadores e seus percentuais na margem de erro em 21 cidades com pesquisas registradas.

Pesquisa é ciência. Uma pessoa adulta tem entre cinco e seis litros de sangue. Mesmo assim, os médicos conseguem descobrir doenças como a anemia extraindo alguns poucos mililitros de um paciente – em um exame como o hemograma.

A analogia acima se aplica às pesquisas eleitorais e de opinião: com os métodos certos, é possível conhecer o pensamento e as tendências em grupos tão grandes quanto as nossas cidades a partir de entrevistas com uma pequena parte deste contingente. A seriedade da parceria com o Múltipla garante a lisura no processo. E que venha mais uma parceria exitosa!

Dados da pesquisa: a pesquisa tem o número de identificação PE – 09724/2024, contratada pelo blog. As entrevistas ocorreram dias 15 e 16 de julho. Foram 300 entrevistas. O intervalo de confiança é de 95%, com margem de erro para mais ou menos de 5,7%.  Fonte pública para realização da pesquisa – Censo 2010/2022 e TSE (junho/24).

Estreia de pool de veículos: a primeira pesquisa do Instituto Múltipla com a intenção de voto para prefeito em Afogados da Ingazeira nesta corrida eleitoral terá a estreia de um pool formado por quatro veículos de comunicação: além do blog, as Rádios Cultura FM (Serra Talhada), Pajeú, e o Portal Panorama PE. Outra novidade, o Agregador de Pesquisas vai compilar os resultados das pesquisas divulgadas até agora. Por André Luis/Nill Jr.

Entenda as diferenças entre as metodologias de cada instituto de pesquisa

PESQUISA

Eleições 2022: votação em Benfica, na Zona Norte do Rio
Foto: Custodio Coimbra

Modo de abordagem dos entrevistados e escolha de fatores para ponderação podem diferir resultados

As diferentes metodologias adotadas pelos institutos que realizam pesquisas de opinião pública podem contribuir para resultados não necessariamente iguais, tanto na hora da coleta dos dados quanto no momento de aplicar ponderações para corrigir eventuais desvios de amostragem. Esse é um dos principais motivos para o alerta repetido à exaustão em períodos eleitorais: de que pesquisas de diferentes empresas não são diretamente comparáveis.

O Ipec (ex-Ibope), por exemplo, colhe seus dados a partir de conversas presenciais, indo ao domicílio de cada pessoa, assim como faz a Quaest. Já o Datafolha também adota o método de entrevistas face a face, mas a partir de abordagens em pontos de grande fluxo de pessoas. O Ideia e o Ipespe fazem entrevistas por telefone, utilizando um questionário computadorizado lido por um entrevistador. Já o AtlasIntel se vale de um questionário online em suas sondagens.

Integrante da Associação Americana para Pesquisa de Opinião Pública (AAPOR), Raphael Nishimura diz que cada método “tem seus prós e contras”, pontuando que as pesquisas presenciais podem encontrar dificuldades para acessar certos grupos, como pessoas que vivem em condomínios de luxo ou o oposto, em áreas de alta periculosidade.

— Não existe um método melhor ou pior. Amostras a partir de entrevistas telefônicas ou pela internet acabam não conseguindo capturar pessoas com menor acesso à tecnologia, e você pode ter um nível de atenção menor do entrevistado, que responde à pesquisa enquanto faz outra coisa. Já nas presenciais, a figura de um entrevistador pode, em certo ponto, fazer com que as pessoas deem respostas que sejam mais ‘socialmente aceitas’, analisa Nishimura, que é também diretor de Amostragem na Universidade de Michigan.

— Claro que existe o viés de a entrevista por telefone não chegar em quem não tem um aparelho, e isso também exige mais do entrevistador. Mas a expansão da telefonia celular vem tornando esse método mais eficiente em termos metodológicos e operacionais, opina Cila Schulman, CEO do instituto Ideia.

Na quarta-feira, dia em que a Quaest divulgou nova pesquisa de avaliação do governo Lula (PT), o CEO da AtlasIntel, Andrei Roman, publicou questionamentos em relação aos dados utilizados pelo instituto contratado pela Genial Investimentos para fazer a ponderação da amostra por renda.

A ponderação é um mecanismo adotado pelos institutos para se certificar de que as amostras utilizadas em cada pesquisa se aproximem ao máximo do perfil populacional da região pesquisada. Funciona como um sistema de pesos, em que se atribui valores um pouco maiores ou menores para determinado grupo que teve poucos ou muitos respondentes para que, ao fim, eles estejam devidamente representados na pesquisa.

Os parâmetros mais utilizados para fazer a ponderação são sexo, idade, nível de escolaridade, e região dos entrevistados. Se, por exemplo, ao fim de uma pesquisa nacional for identificado que 60% das pessoas que responderam são mulheres, será necessário ponderar para que as respostas dos homens tenham peso um pouco maior, já que as mulheres são 51,5% da população do Brasil, segundo o último Censo.

Não são todas as empresas que utilizam a renda como fator de ponderação. O CEO da Quaest, Felipe Nunes, afirma que utiliza os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, para determinar a base com que trabalharão em cada levantamento.

Na pesquisa nacional mais recente da Quaest, o instituto considerou uma amostra em que 30% dos respondentes declaram ter renda domiciliar total de até dois salários mínimos, conforme se extrai da PNAD Contínua de 2023. Ocorre que, como alerta Nishimura, o salário mínimo passou de R$ 1.302 para R$ 1.320 em maio do ano passado. Assim, considerando o valor que entrou em vigor naquele mês, pode-se dizer que 33,2% da população com 16 anos ou mais vive em casas com renda de até dois salários mínimos.

O Ipec e o Datafolha não utilizam a renda para ponderar suas amostras. Nas últimas pesquisas nacionais dos institutos, o Ipec teve 52% dos respondentes que declararam renda familiar mensal de até dois salários mínimos, enquanto o Datafolha trabalha com até 57% dos entrevistados nessa faixa de renda.

A CEO do Ipec, Márcia Cavallari, considera que há problemas em se atribuir pesos a partir das respostas em relação à renda domiciliar, já que nem todos sabem somar quanto cada pessoa que vive em sua casa recebe por mês, e porque o respondente pode também mentir intencionalmente em relação a isso. Na PNAD Contínua, os pesquisadores do IBGE consideram diferentes questões sobre fontes de renda para avaliar a qualidade dessas informações e determinar a faixa de renda de cada domicílio.

— Já ficou mais do que provado que, ponderando ou não por renda, os resultados dos institutos mostram as mesmas tendências e com números muito próximos. A renda familiar está sujeita a flutuações em função da conjuntura econômica, é uma variável muito imprecisa. No nosso caso, a renda familiar é a declarada pelo entrevistado e é decorrente dos outros controles amostrais, inclusive a localização das entrevistas, diz Cavallari.

Nishimura afirma que as diferenças nas bases usadas na ponderação podem levar a divergências nos resultados obtidos em cada pesquisa. O especialista, porém, diz que essas distorções não são grandes, e mesmo fatores que não são considerados na ponderação de determinado instituto podem ser “corrigidos” a partir de outros aspectos dos entrevistados. Por exemplo: o nível de escolaridade é um dado que geralmente está relacionado com a renda das pessoas, então mesmo que não se pondere a partir dos ganhos mensais, é possível chegar a um universo de mesmo perfil a partir do outro fator.

— A escolha das variáveis pode ter impacto nos resultados, mas, de modo geral, não é um impacto extremamente grande. A interação entre as variáveis usadas para controle das pesquisas é capaz de suavizar essas diferenças. Acredito que seja melhor ter o controle por renda do que não ter, porque podem haver preferências muito distintas em cada faixa econômica, então é importante ter isso bem calibrado, explica.

Dentre os seis institutos citados nesta reportagem, só Quaest e AtlasIntel usam sistematicamente cotas por renda para ponderação.

Ressaltando novamente que a comparação entre pesquisas de institutos diferentes é desaconselhada, a análise das últimas sondagens sobre avaliação do governo Lula mostra resultados semelhantes. Na Quaest de julho, o presidente tem aprovação de 48% e reprovação de 18% entre os que vivem com renda familiar mensal de até dois salários mínimos. No Ipec também deste mês, o governo Lula é “bom” ou “ótimo” para 43% e “ruim” ou “péssimo” para 24%. No Datafolha de junho, essas taxas são de 42% e 24%, respectivamente. Os três institutos captaram sinais de melhora nas avaliações que os mais pobres fazem do governo.

O coordenador do comitê de opinião pública da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep), João Francisco Meira, diz que as empresas associadas debatem periodicamente os procedimentos adotados, e assegura que os estudos do grupo são altamente confiáveis:

— Ainda temos lacunas importantes de informação do Censo do IBGE, então há questões que precisam ser resolvidas ponto a ponto para se conseguir a melhor pesquisa possível perante os dados disponíveis. A ponderação é feita em pequena escala, e temos indicações de que as diferentes técnicas adotadas para abordagem não produzem impactos muito significativos. A questão fundamental é sempre o nível de resolução do eleitor, o quanto ele está ou não decidido sobre seu voto.

O próximo ajuste que os institutos de pesquisa deverão fazer já tem data marcada: a partir do dia 20 deste mês, as empresas serão obrigadas a incluir em seus levantamentos sobre as eleições municipais os nomes de todos candidatos registrados na Justiça Eleitoral. Fonte: Agência O Globo.

Afogados: Sandrinho com 56% e Danilo 44%, aponta Pesquisa DataTrends

AFOGADOS DA INGAZEIRA

Prefeito Sandrinho Palmeira e o Pré-candidato Danilo Simões – Foto/Divulgação

Pesquisa do Instituto DataTrends encomendada pelo Blog do Finfa e divulgada na manhã desta segunda-feira (15.07) mostra o prefeito Sandrinho Palmeira (PSB) na liderança das intenções de voto para a Prefeitura de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú.

Sandrinho lidera a pesquisa espontânea com 38%, contra 21% do oposicionista Danilo Simões (PSD), filho dos ex-prefeitos Giza Simões e Orisvaldo Inácio. Um total de 41% dos entrevistados disseram não saber ou não quiseram responder, o que mostra um alto índice de indecisos na cidade sertaneja.

No principal cenário estimulado do levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº PE-03514/2024, Sandrinho aparece com 48% e Danilo Simões com 37%. Brancos e nulos somam 7% e não sabe ou não respondeu, 8%. Quanto aos votos válidos, Sandrinho tem 56% e Danilo 44%. A margem de erro é de 4,85% e o grau de confiança de 95%.

Potencial de voto de Sandrinho – 41% disseram que votariam com certeza, 27% que poderiam votar, 28% não votariam de jeito nenhum, 3% não o conhecem o suficiente e 1% não souberam responder.

Potencial de voto de Danilo – 33% disseram que votariam com certeza, 28% que poderiam votar, 27% não votariam de jeito nenhum, 10% não o conhecem o suficiente e 2% não souberam responder.

Avaliação da gestão – O governo de Sandrinho Palmeira tem 62% de aprovação e 34% de desaprovação. 4% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa é divulgada por um pool de blogs composto por Alberes Xavier, Carlos Eugênio, Edmar Lyra, Edenevaldo Alves, FalaPE, Finfa, Giro Mata Norte, Silvinho, Roberto Gonçalves, Pernambuco Urgente, Roberto Almeida, Didi Galvão e Bocão.

Aprovação de Lula sobe para 54%; desaprovação cai para 43%; diz pesquisa Quaest

PESQUISA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foto/Ricardo Stuckert/PR

Foram entrevistadas 2.000 pessoas, presencialmente, entre os dias 5 e 8 de julho; margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos

O trabalho que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realiza é aprovado por 54% dos brasileiros, segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10), subindo quatro pontos percentuais em relação ao último levantamento.

Outros 43% desaprovam. Não sabem ou não responderam somam 4%.

Em maio, no último levantamento, o índice de aprovação era 50%; 47% desaprovavam; e 2% não sabem ou não responderam.

Chegando aos 54%, a aprovação retorna ao patamar verificado pelo instituto em outubro e dezembro de 2023. O melhor índice que o governo Lula atingiu até agora, segundo a Quaest, foi de 60% de aprovação, em agosto do ano passado. Ao mesmo tempo, a desaprovação recuou quatro pontos.

Foram entrevistadas 2.000 pessoas, presencialmente, entre os dias 5 e 8 de julho. O público alvo foi de eleitores com 16 anos ou mais.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%.

Avaliação do governo Lula

O levantamento mediu também a avaliação do governo Lula. Segundo os dados, 36% dos entrevistados avaliam positivamente a gestão do presidente Lula, enquanto 30% avaliam negativamente.

Aqueles que consideram a gestão governamental “regular” representam 30% dos entrevistados. *Fonte CNN

Datafolha: qual a força de Lula, Raquel Lyra e Bolsonaro nas eleições do Recife?

PESQUISA

Lula, Raquel Lyra e Jair Bolsonaro – Foto/Reprodução

Do Blog da Folha

A pesquisa Datafolha também fez uma avaliação da força de alguns dos potenciais cabos eleitorais de pré-candidatos no Recife.

Presidente Lula

Segundo a pesquisa, um nome apoiado pelo presidente Lula (PT) teria o voto de 28% dos recifenses “com certeza”. Outros 30% consideraram que “talvez” votariam, enquanto 38% disseram que “não votaria de jeito nenhum” no postulante.

No Recife, Lula já declarou que vai apoiar a candidatura do prefeito João Campos (PSB) à reeleição.

Governadora Raquel Lyra

Quando questionados se votariam no candidato apoiado pela governadora Raquel Lyra (PSDB), 9% disseram que votariam com certeza, enquanto 59% afirmaram que não votaria de jeito nenhum. Já 27% disseram que talvez votariam.

No Recife, o ex-secretário do Turismo de Pernambuco, Daniel Coelho (PSD), é o nome mais próximo da gestora na disputa. Da base da governadora, o PP deve lançar a postulação da vereadora Michelle Collins (PP).

Ex-presidente Jair Bolsonaro

Já em relação ao candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), 16% garantiram que votaria com certeza no aliado do ex-gestor. Já 13% disseram que talvez votariam e 67% ponderaram que não votaria de jeito nenhum.

No Recife, o ex-ministro Gilson Machado (PL) é o nome do ex-presidente na disputa.

Pesquisa Datafolha

O Instituto Datafolha ouviu 616 eleitores recifenses, entre os dias 2 e 4 de julho.

A margem de erro da pesquisa é de quatro pontos percentuais para mais ou menos. Já o nível de confiança da amostragem é de 95%.

O levantamento foi publicado pelo jornal Folha de S.Paulo e registrado na Justiça Eleitoral sob o número PE-09910/2024.

DataTrends: Diógenes Patriota lidera disputa pela Prefeitura de Tuparetama, diz pesquisa

SERTÃO DO PAJEÚ

Foto/Reprodução

Se as eleições fossem hoje, o pré-candidato governista, Diógenes Patriota, venceria a disputa pela Prefeitura de Tuparetama, no Sertão do Pajeú. Os dados são da pesquisa do Instituto DataTrends divulgada nesta segunda-feira (1º).

Segundo a pesquisa, Diógenes Patriota lidera a disputa com 68%, seguido por Danilo Augusto (11%), Dêva Pessoa (6%) e Ivaí Cavalcanti (2%). Brancos e nulos são 6% e não sabe ou não respondeu são 7%.

Na disputa direta contra o ex-prefeito Dêva Pessoa, Diógenes aparece 70%, contra 10% de Dêva. Nenhum/Branco/Nulo são 13% e Não sabe/Não respondeu são 7%. No cenário contra o pré-candidato oposicionista Danilo Augusto, Diógenes tem 71% contra 12%. Nenhum/Branco/Nulo são 10% e Não sabe/Não respondeu são 7%. Contra Luciana Paulino, Diógenes lidera com 72% x 4%. Nenhum/Branco/Nulo são 16% e Não sabe/Não respondeu são 8%.

Avaliação do governo

O levantamento aferiu a aprovação do governo do prefeito Sávio Torres. A gestão é aprovada por 88% e desaprovada por 9%. Não sabe/Não respondeu são 3%.

No levantamento por potencial de voto, 61% responderam que votariam com certeza em Diógenes Patriota, 6% em Dêva Pessoa, 10% em Danilo Augusto, 1% em Ivaí Cavalcante e 3% em Luciana Paulino. Quanto à rejeição, o menor percentual é de Diógenes Patriota (12%), seguido por Luciana Paulino (58%), Danilo Augusto (67%), Dêva Pessoa (69%) e Ivaí Cavalcante (78%).

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº PE-08675/2024. A margem de erro é de 4,85% e o grau de confiança é de 95%.

Confira os cenários:

Cenário 1

  • Diógenes Patriota – 68%
  • Danilo Augusto – 11%
  • Dêva Pessoa – 6%
  • Ivaí Cavalcanti – 2%
  • Nenhum/Branco/Nulo – 6%
  • Não sabe/Não respondeu – 7%

Cenário 2

  • Diógenes Patriota – 70%
  • Dêva Pessoa – 10%
  • Nenhum/Branco/Nulo – 13%
  • Não sabe/Não respondeu – 7%

Cenário 3

  • Diógenes Patriota – 71%
  • Danilo Augusto – 12%
  • Nenhum/Branco/Nulo – 10%
  • Não sabe/Não respondeu – 7%

Cenário 4

  • Diógenes Patriota – 72%
  • Luciana Paulino – 4%
  • Nenhum/Branco/Nulo – 16%
  • Não sabe/Não respondeu – 8%

Avaliação Gestão Municipal (Sávio Torres)

  • Aprova – 88%
  • Desaprova – 9%
  • Não sabe/Não respondeu – 3%

PESQUISA REGISTRADA NO TSE
N˚ DO REGISTRO: PE-08675/2024.
Um grau de confiança de 95% e uma margem de erro máxima de 4,85%.

*Por Edmar Lyra

Consumidor está menos otimista agora do que estava em dezembro, aponta Ipsos

ECONOMIA

Apesar da queda, o resultado ainda coloca o Brasil entre as cinco nações mais otimistas da pesquisa, realizada em 29 países

Em julho de 2023, o indicador alcançou 60,1 pontos – dado que não registrava desde janeiro de 2013
Em julho de 2023, o indicador alcançou 60,1 pontos – dado que não registrava desde janeiro de 2013 — Foto: Daniel Wainstein / Valor

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) calculado pelo Instituto Ipsos fechou janeiro em 56,1 pontos, uma queda de 0,4 ponto percentual em comparação com dezembro. Essa é a terceira queda consecutiva do indicador. Na comparação com janeiro de 2023, o indicador subiu 0,9 ponto.

Mesmo assim, o resultado ainda coloca o Brasil entre as cinco nações mais otimistas da pesquisa, realizada em 29 países. O país fica atrás da Índia (66,5), Indonésia (65,1), Tailândia (58,8) e Cingapura (57,7).

Segundo Marcos Calliari, CEO do Ipsos no Brasil, a sequência de quedas deve ser observada com atenção. Mas aponta que 2023 pode ser definido como o ano mais estável e um dos mais positivos da última década.

Em julho de 2023, o indicador alcançou 60,1 pontos – dado que não registrava desde janeiro de 2013. Conforme Calliari, o primeiro semestre de 2023 foi marcado por aumentos constantes no ICC.

Já no segundo semestre, as quedas começaram em agosto. “Houve uma recuperação em outubro. No entanto, não durou muito tempo, e em novembro o indicador voltou a cair, comportamento que perdurou nos meses seguintes”, diz Calliari.

Segundo o CEO, o fim de ano não foi positivo para o consumidor brasileiro, já que o comércio registrou uma Black Friday ruim, o pior Natal desde 2020 e dados do Serasa Experian mostram que as vendas do varejo físico recuaram 1,4 ponto percentual em comparação ao mesmo período do ano passado.

Para ele, o primeiro semestre foi um reflexo da lua de mel de parte da população com o novo governo, que gerou expectativas de mudança e a volta do crescimento.

O executivo diz que alguns problemas no fim de ano abalaram essa relação e que para 2024, as ações do governo federal vão ditar a continuidade de quedas ou uma possível recuperação da confiança do consumidor.

“A seu favor, o governo tem as perspectivas macroeconômicas que seguem positivas para 2024, principalmente com relação ao PIB, embora este tenha desacelerado no segundo semestre, e à queda da inflação e dos juros”, afirma Calliari.

*Por Luiz Fernando Figliagi/Valor

 

 

Pesquisa do Procon-PE aponta variação de quase 400% no preço de itens escolares

ECONOMIA

Volta às aulas aumenta a procura pelos itens
Volta às aulas aumenta a procura pelos itens – Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Levantamento realizado pelo órgão avaliou o custo de mais de 70 itens solicitados pelas escolas

Uma pesquisa realizada pelo Procon-PE em dez estabelecimentos comerciais do Recife apontou uma variação de cerca de 400% no preço de produtos escolares. O levantamento, divulgado nesta sexta-feira (19) pelo órgão, avaliou o custo de 70 itens.

Para realizar o comparativo, os fiscais do Procon-PE visitaram lojas nos bairros da Torre, Jaqueira, Parnamirim, Encruzilhada, Espinheiro, Rosarinho, Boa Viagem e São José.

“Fizemos essa pesquisa para auxiliar as famílias a economizar e otimizar tempo na busca pelo material escolar do seu filho”, destacou a gerente de Fiscalização do Procon-PE, Liliane Amaral.

A maior variação de preço foi constatada no preço da borracha bicolor, com diferença de 387,50% entre lojas. O item pode ser encontrado por um valor que variou entre R$ 3,90 e R$ 0,80.

O apontador de lápis com depósito também foi encontrado com uma grande variação de preço, custando entre R$ 1,40 e R$ 6,20, uma diferença de 342,86%.

Em seguida, os destaque foram a mochila e o caderno universitário com 96 folhas, que apresentaram uma diferença de preço de 338,88% e 234%, respectivamente.

O primeiro item pode ser encontrado com um preço que variou entre R$ 67,90 e R$ 298,00, enquanto o caderno universitário variou entre R$ 11,90 e R$ 39,80. *Por Portal Folha de Pernambuco.

DataTrends: Sandrinho lidera com 60% em Afogados da Ingazeira

PESQUISA

O prefeito Sandrinho Palmeira (PSB) conta com a preferência de 60% do eleitorado do município de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú.

Foto/Reprodução

Os dados são de uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (26) pelo Instituto DataTrends, em parceria com os blogs do Finfa, Alberes Xavier, Edmar Lyra, Fala PE e Silvinho.

Pré-candidato à reeleição, Sandrinho tem mais que quatro vezes o percentual atingido pelo segundo colocado, o engenheiro Danilo Simões, filho dos ex-prefeitos Orisvaldo e Giza Simões, que pontuou com 14%.

O índice dos que afirmaram que pretendem votar em branco ou anular o voto foi de 22%. Não sabe ou não quis opinar, 4%.

A pesquisa foi realizada na última quinta-feira (21) e ouviu um total de 400 eleitores. O levantamento possui grau de confiança de 95%. A margem de erro é de 4%.

Espontânea

Já na modalidade espontânea, na qual o entrevistado precisa citar o nome do candidato sem o auxílio do disco com opções, o prefeito Sandrinho Palmeira aparece em primeiro lugar, com 24% das intenções de voto. Danilo Simões ficou em segundo, com apenas 1% da preferência do eleitorado. Não sabe ou não quis responder, 75%.

Rejeição

O engenheiro Danilo Simões aparece no primeiro lugar quando o assunto é rejeição. O índice dos entrevistados que afirmou que não votaria no pré-candidato é de 44,8%. O atual prefeito do município, Sandrinho Palmeira, conta com uma desaprovação de 25,3%. *Do FalaPE.

Mais de mil prefeituras encerrarão o ano no vermelho

FPM

Segundo pesquisa, maioria dos prefeitos irão pagar 13º com repasse do FPM. No Pará, 64% destinarão o recurso para o funcionalismo

Imagem ilustrativa da notícia Mais de mil prefeituras encerrarão o ano no vermelho
CNM mostra que 92% dos gestores de todo o Brasil usarão o FPM para o salário dos servidores. | Divulgação/CNM

Desde dezembro de 2008, as prefeituras de todas as regiões do país passaram a receber de forma integral o valor de 1% adicional do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), creditado pelo governo federal nas contas das prefeituras todo mês de dezembro. A parcela de 2023 – a 16ª da história – será paga em 7 de dezembro e, para 92% dos gestores municipais, o acréscimo será utilizado para ajudar a pagar o 13º salário do funcionalismo.

Pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), que ouviu 4.456 prefeituras, ou seja, 80% do total de 5.568 Municípios do país, mostrou que os prefeitos vão ser obrigados a usar o abono adicional para pagar o salário extra. No Pará, 84 do total de 144 prefeituras – ou 64,4% – informaram que usarão o recurso extra do FPM para pagar o funcionalismo.

Realizado entre os dias 25 de outubro e 27 de novembro, o levantamento mostrou que mais de 28,6% dos municípios afirmaram que atrasariam o pagamento da primeira parcela do 13º salário aos funcionários, na parcela paga em 30 de novembro. Isso representa 1.246 cidades que enfrentam problemas financeiros para cumprir as obrigações administrativas.

Além do pagamento do benefício, a entidade identificou que 27,2% das prefeituras acreditam que encerrarão o ano no vermelho, ou seja, 1.214 dos entrevistados. Ao serem questionados sobre as expectativas para 2024, 47,6%, ou 2.121 prefeituras afirmaram acreditar na melhora da situação financeira a partir de 2024. Outras 2.083 prefeituras, ou 46,7% do total, informaram que não acreditam em um cenário positivo.

A pesquisa identificou que 4.278 municípios, ou 96% do total entrevistado, afirmaram estar com os salários do funcionalismo em dia. Outras 119 prefeituras (2,7% do total) disseram que a folha de pagamento está atrasada. Sobre o pagamento dos fornecedores, 53,3% dos gestores municipais afirmaram que o pagamento dos prestadores de serviço está em dia. Por outro lado, 44,2% responderam que estão em atraso

A CNM também questionou os gestores sobre a forma de pagamento do 13º salário, se seria parcela única ou parcelado e 54,6% – ou 2.382 municípios – afirmaram já ter efetuado o pagamento da primeira parcela. Já 28,6%, ou 1.246 prefeituras, afirma que irá atrasar o pagamento. Quanto à segunda parcela, somente 9,4%, ou 229 municípios informaram que devem atrasar o pagamento. Para outros 87,7%, ou 2.135 respostas, a 2ª parcela será paga até o dia 20 de dezembro.

A pesquisa realizada pela CNM anualmente faz o diagnóstico da situação fiscal dos municípios em relação ao pagamento do 13º salário. De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2021, são mais de 6,2 milhões de servidores municipais. O impacto financeiro apenas desse benefício salarial ao funcionalismo é de R$ 25,667 bilhões, montante que deverá aquecer a economia nas cidades brasileiras no final do ano.

ICMS

Na semana passada, o presidente da Federação dos Municípios do Estado do Pará (Famep), Nélio Aguiar, participou de reunião com o presidente da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), deputado Chicão (MDB), para falar sobre o projeto de lei que tramita na casa que prevê a redistribuição da Cota Parte do ICMS. Segundo Nélio, 142 dos 144 municípios paraenses serão beneficiados com a medida.

“É muito importante para os municípios paraenses que haja a distribuição dos recursos de forma justa. A aprovação vai garantir o fortalecimento dos municípios e contribuir para ampliar o atendimento às necessidades da população, garantindo melhor qualidade de vida aos moradores”, afirmou o prefeito de Santarém.

*Informações/DOL

Mais de 73% dos magistrados do país estão insatisfeitos com salários

PESQUISA

Pesquisa do CNJ revelou que categoria mais insatisfeita é a dos magistrados do Trabalho. Já os mais satisfeitos atuam na Justiça Militar

Imagem colorida ilustrativa sobre justiça discriminação - Metrópoles
Foto/Ilustrativa

Cerca de 73,9% dos magistrados que atuam no Brasil estão insatisfeitos com os salários que recebem. Pesquisa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgada neste mês revela, ainda, que o descontentamento é maior entre os que atuam na Justiça do Trabalho.

Para fazer o levantamento, o CNJ questionou se os magistrados concordavam com a afirmação “considero que minha remuneração é adequada ao trabalho que executo”.

Consideradas todas as categorias judiciárias, 39,6% discordaram totalmente da afirmação e 34,3% discordaram.

Os magistrados que mais concordaram com a afirmação foram os da Justiça Militar, com 65,5% de concordância ou concordância total.

Em relação à discordância sobre a afirmação, todos os outros ramos tiveram percentuais de discordância acima dos 59%, chegando a 89,9% e 86,2% nas justiças do Trabalho e Federal, respectivamente.

Confira:

Tabela colorida

Volume de trabalho e bem-estar

Ainda segundo a pesquisa do CNJ, 47,2% dos magistrados brasileiros discordaram da afirmação de que o volume de trabalho permite concluir as tarefas durante a jornada regular de trabalho.

Outros 32,5% discordaram; 15,5% concordam; e só 4,8% concordam totalmente com a afirmação.

Veja:

Tabela colorida

Em relação ao bem-estar, 67% dos entrevistados consideraram não ter tempo para cuidar da saúde e do bem-estar. Os percentuais de insatisfação são maiores na Justiça do Trabalho, que acumula 76,8% de descontentamento. Nos conselhos, esse percentual ficou em 62%.

Mais uma vez, a Justiça Militar se diferiu das demais. Cerca de 65,5% dos magistrados que nela atuam concordaram com a afirmação de que a atividade profissional permitia ter tempo para cuidar do bem-estar físico e mental; 24,1% concordaram totalmente; e 10,3% não concordaram.

*Fonte: portal Metrópoles

Só 40% de homens com plano de saúde fazem exame preventivo de próstata

SAÚDE

Pesquisa da It’sSeg também revela que proporção de mulheres que se submete a exames para prevenir câncer de mama é ainda menor

A negligência masculina com a saúde é muito maior do que a feminina - iStock Images
A negligência masculina com a saúde é muito maior do que a feminina – iStock Images

Quatro em cada dez homens com planos de saúde dentro do público elegível fizeram exames preventivos de câncer de próstata nos últimos 12 meses. É o que mostra levantamento da It’sSeg, terceira maior corretora de seguros do país especializada em gestão de benefícios.

O estudo também revelou que apenas três em cada dez mulheres se submeteram ao exame para prevenir o câncer de mama de novembro de 2022 a outubro de 2023. A procura pelo exame preventivo de câncer de colo uterino foi ainda menor, de 24,4%.

O levantamento contemplou uma amostra de 560 mil vidas da carteira da It’sSeg.

O Instituto Nacional do Câncer estima que cerca de 700 mil novos casos de câncer sejam diagnosticados de 2023 a 2025. Ainda de acordo com o órgão, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, perdendo apenas para o de pele não melanoma.

Segundo Volney Soares Lima, diretor da SBOC, todo homem deveria realizar a partir dos 50 anos uma colonoscopia, exame no interior do intestino grosso e da parte final do intestino delgado, capaz de identificar e remover possíveis pólitos, que podem evoluir para câncer e o temido exame do toque capaz de detectar câncer na próstata.

Quanto mais cedo diagnosticado o câncer, como destaca Lima, maiores as chances de cura, sobrevida e qualidade de vida do paciente. “Com o câncer de próstata, por exemplo, as chances de vencer a doença chegam a 90% quando o diagnóstico acontece na fase inicial”, aponta Lima, que diz que a explicação para a negligência masculina é multi-fatorial.
“Parte é culpa do paciente, parte do sistema. Há sim uma negação em relação à existência do problema, mas também a dificuldade de se marcar exames como a colonoscopia no SUS (Sistema Único de Saúde).”
Lima ressalta ainda a falta de informação em relação aos tipos mais incidentes da doença entre homens: próstata, pulmão e intestino. Segundo o levantamento da SBOC, cerca de 10% dos homens não conhecem os dois primeiros tipos de câncer e 19% afirmaram não conhecer o último. Mas o que mais preocupa mesmo é o índice dos entrevistados que dizem não achar os exames preventivos importantes: 22%.
Negligência que também se faz presente em outras formas de combate ao câncer, como é o caso da alimentação. De acordo com o levantamento, 38% dos brasileiros não identificam alimentos embutidos como fatores de risco para o desenvolvimento de tumores. O resultado disso é que 57% da população masculina ainda não evita o consumo de produtos industrializados e 27% não vê relação entre sobrepeso e câncer.
“A obesidade é a segunda causa mais comum de prevenção do câncer, atrás apenas do cigarro”, alerta Lima. “O desenvolvimento de câncer de cólon e reto está diretamente ligado a hábitos de vida, como alto consumo de carnes vermelhas e carnes processadas, pouca ingestão de frutas, legumes e verduras, obesidade e inatividade física”, exemplifica.
O álcool é outro vilão do câncer ignorado pelos homens. Segundo a pesquisa, 32% dos brasileiros não reconhecem que a ingestão de bebidas alcoólicas pode ser um fator relevante no desenvolvimento da doença e 44% não procuram evitar esse consumo. Pelo contrário, mais da metade dos homens (53%) bebem –sendo que um a cada 4 bebe duas ou mais vezes por semana.
*Fonte UOL

Desemprego cai para 7,7% em setembro, menor taxa desde 2015, diz IBGE

DESEMPREGO

Dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua)

Mão segurando carteira de trabalho e pessoas passando ao fundo, desfocadas
Foto/Rafaela Felicciano/Metrópoles

A taxa média de desemprego no Brasil ficou em 7,7% no trimestre móvel encerrado em setembro deste ano, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados nesta terça-feira (31/10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em agosto de 2023, o índice havia ficado em 7,8%.

O desemprego recuou um ponto percentual em relação ao mesmo período do ano passado, quando estava em 8,7%. Trata-se da menor taxa de desemprego desde o trimestre móvel terminado em fevereiro de 2015.

A taxa de desemprego veio em linha com as estimativas do mercado. O consenso Refinitiv, que reúne as principais projeções, estimava um índice de desocupação exatamente de 7,7%.

A população desocupada (8,3 milhões) recuou tanto na comparação trimestral (-3,8%) quanto na anual (-12,1%).

Já a população ocupada (99,8 milhões) cresceu 0,9% em relação ao trimestre anterior e 0,6%, na comparação com o mesmo período de 2022. É o maior contingente de ocupados desde o início da série histórica, em 2012.

Desempenho por atividade

Na comparação com o trimestre móvel anterior, de acordo com o levantamento do IBGE, houve aumento da população ocupada no segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (3,5%). Os demais grupos não apresentaram variação significativa.

Rendimento real

O rendimento real habitual foi de R$ 2.982 em setembro, segundo o IBGE. Na comparação com o trimestre móvel anterior, houve aumento do rendimento real na indústria (5,3%) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,7%). Os demais segmentos não tiveram variação significativa.

Em relação ao mesmo período de 2022, houve aumento do rendimento real nas seguintes categorias: indústria (6,3%) alojamento e alimentação (12,3%) administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,2%) e serviços domésticos (3,9%). Os demais segmentos não apresentaram variação significativa.

Análise

Segundo Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílio do IBGE, a queda do desemprego em agosto consolida a recuperação do mercado de trabalho no pós-pandemia, com o aumento do número de pessoas trabalhando.

“A queda na taxa de desocupação foi induzida pelo crescimento expressivo no número de pessoas trabalhando e pela retração de pessoas buscando trabalho no terceiro trimestre de 2023”, explicou Beringuy.

“Em relação ao trimestre móvel anterior, mais da metade das pessoas que foram inseridas no mercado de trabalho foram provenientes do crescimento da carteira assinada. Isso fez com que a expansão da ocupação formal fosse muito maior que a da informal.”

Diferença em relação ao Caged

Ao contrário do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que considera apenas os trabalhadores com carteira assinada, a pesquisa do IBGE mede a taxa de desemprego entre todos os trabalhadores na economia, incluindo o mercado informal.

Na segunda-feira (30/10), foram divulgados os dados do Caged referentes a setembro. O Brasil criou 211.764 empregos com carteira assinada no período, acima do esperado. Fonte/Metrópoles.

Enquete: Com 42% dos votos, Ilma Valério é favorita à prefeitura Carnaíba, diz blog

POLÍTICA


De acordo com enquete realizada no Instagram do blog Afogados Conectado, a empresária, Ilma Valério é favorita à prefeitura de Carnaíba, com 48% dos votos.

A pesquisa foi feita através de uma enquete no Instagram do Blog Afogados Conectado e contou com 785 votos.

Os nomes cogitados pelo blog são apenas especulações, e vale lembrar que trata-se de uma enquete realizada em uma rede social.
Ilma Valério ficou em primeiro lugar com 48% dos votos; o segundo favorito à prefeitura de Carnaíba foi Gleyson Martins com 36% dos votos, em terceiro, Thaynnara Queiroz com 12% e por último, Junior de Queiroz com 10%.

 

Pesquisa de medicamentos do Procon-PE demonstra variação de mais de 500% nos genéricos

PESQUISA

Pesquisa de medicamentos do Procon-PE demonstra variação de mais de 500% nos genéricos
Foto/Divulgação

O Procon-PE, órgão ligado à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), realizou, entre os dias 12 e 15 de setembro, uma pesquisa de medicamentos genéricos, onde foram pesquisados 26 tipos de medicamentos. Durante a pesquisa foram identificadas diferenças de valores para um mesmo medicamento, que chegaram a até 544,13%, a exemplo do Hemitartarato de Zolpidem, de 10mg, com 30 comprimidos, que pôde ser encontrado em farmácias diferentes nos valores de R$ 8,00 e R$ 51,53.

Os fiscais do órgão de defesa do consumidor passaram por 13 farmácias nos bairros de bairros de Boa Viagem, São José, Encruzilhada, Casa Amarela, Torre, Madalena e Iputinga. O levantamento mostra que, entre os medicamentos, a diferença percentual é grande. Um exemplo é o Cloridrato de Fluoxetina, utilizado para tratar transtornos como: humor, síndromes psicóticas, depressão e ansiedade. A caixa de 20 mg, com 30 comprimidos, varia entre R$ 6,00 e R$ 38,05. Uma diferença percentual de 534,17%.

Outros medicamentos também chamaram a atenção com variações que ultrapassam 400%. O Maleato Enalapril, usado para controle da pressão arterial, a caixa de 20mg, com 30 comprimidos,  apresentou uma variação de 495,42%. O Ácido acetilsalicílico (ASS), a cartela do analgésico, com dez comprimidos, chegou a apresentar uma variação de 460% . Ainda na casa de variações acima de 400%, está a Rosuvastatina Cálcica, utilizada na redução dos níveis elevados de colesterol total e gordura no sangue, encontrada por R$ 11,99 em uma farmácia, e por R$ 61,93, em outra representando uma diferença percentual de  416,51%.

“O objetivo da pesquisa é oferecer ao consumidor pernambucano um instrumento auxiliar para a determinação de compras mais racionais do ponto de vista do preço”, explicou Hugo Souza, Gerente Geral do Procon-PE.

O consumidor pode ter acesso a pesquisa completa no site do Procon, no seguinte endereço: www.procon.pe.gov.br.

*Assessoria de comunicação do Procon-PE

Confiança nos militares cai sobretudo entre bolsonaristas, diz Genial/Quaest

PESQUISA

A frutração com as Forças Armadas de parcela de bolsonaristas pode explicar essa queda de confiança. Na foto, um acampamento bolsonarista é desmontado por militares - (crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil)
A frutração com as Forças Armadas de parcela de bolsonaristas pode explicar essa queda de confiança. Na foto, um acampamento bolsonarista é desmontado por militares – (crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Assim como os eleitores de Bolsonaro que o apoiaram no 2º turno em 2022, a confiança dos brasileiros em geral nas Forças Armadas também registrou queda.

A confiança nas Forças Armadas entre eleitores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que o apoiaram no segundo turno das eleições do ano passado caiu de 61% para 40%. A constatação é da pesquisa Genial/Quaest publicada nesta segunda-feira (21/8) no jornal O Globo.

Ainda neste grupo, o percentual dos que dizem “não confiar” na instituição subiu de 7% para 20% desde dezembro e entre os que declaram “confiar pouco” houve um aumento de sete pontos percentuais, saindo de 31% para 38%.

Apoio frustrado

No período em que essa comparação foi feita, houve registros de pedidos de golpe militar feitos por parcelas do eleitorado de Bolsonaro. Parte desses apoiadores acampou em frente a quartéis do Exército após a derrota do ex-presidente na eleição de outubro, na esperança de mobilizar os militares para uma ação que revertesse o resultado do pleito.

Em 8 de janeiro deste ano, parte desse grupo invadiu os prédios do Congresso, Supremo Tribunal Federal (STF) e Palácio do Planalto. Após o episódio, o ministro da Defesa, José Múcio, demitiu o comandante do Exército, general Júlio César Arruda, e promoveu em seu lugar o general Tomás Paiva.

Embora a instabilidade permeasse o clima político, as tentativas de golpe foram fracassadas e não houve endosso oficial do alta comando das Forças Armadas à quebra da democracia.

De acordo com o diretor da Quaest Pesquisas, Felipe Nunes, essa queda na confiança dos militares entre os eleitores de Bolsonaro ocorreu por causa de um sentimento de frustração. “Na minha avaliação, algum tipo de frustração sobre alguma expectativa que havia entre esse segmento”, avaliou.

Brasileiros

Assim como os eleitores de Jair Bolsonaro, a confiança dos brasileiros nas Forças Armadas também registrou queda desde o fim do ano passado.

Conforme a pesquisa, entre dezembro de 2022 e agosto deste ano, o índice de pessoas que disseram “confiar muito” nos militares passou de 43% para 33%. A soma dos que declaram “confiar pouco” ou “não confiar” na instituição subiu de 54% para 64% no período.

Evangélicos

Além da pesquisa indicar a queda na confiança das Forças Armadas entre os eleitores de Bolsonaro e entre os brasileiros em geral, o levantamento Genial/Quaest constatou essa redução também entre os evangélicos. Nesta parcela, a taxa dos que “confiam muito” nas Forças Armadas caiu de 53% para 37% em oito meses.

No Norte e no Centro-Oeste, regiões onde o ex-presidente teve mais votos que Lula no segundo turno, esse percentual foi de 46% para 32% no período.

Pesquisa

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.029 pessoas entre os dias 10 e 14 de agosto. A margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais. A Genial/Quaest também avaliou a confiança dos brasileiros na Polícia Militar, nas igrejas evangélicas e católicas, no Supremo Tribunal Federal (STF), no Congresso Nacional e nos partidos políticos.

No comparativo das instituições, apenas a crença nas Forças Armadas caiu. Confira o gráfico da pesquisa publicado no perfil do Twitter de Felipe Nunes:

4/ No comparativo, apenas as forças armadas viram sua confiança cair. As outras instituições mantiveram seus patamares praticamente estáveis. pic.twitter.com/nSTay7LKJz 

*As informações são do Correio Brasiliense.

Aprovação do governo Lula sobe e chega a 60%, aponta Quaest

PESQUISA

Lula discursa
Foto/Divulgação/Hugo Barreto/Metrópoles

Aprovação alcança maior percentual dos oito meses de mandato de Luiz Inácio Lula da Silva; taxa está em 60%, diz pesquisa Quaest.

A aprovação do governo Lula chegou a 60%, o maior percentual dos oito meses de mandato, apontou a pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (16/8). O grupo que mais aprova a gestão tem renda familiar de até dois salários mínimos mensais, com 68% de aprovação.

Encomendado pela Genial Investimentos, o levantamento mostrou que o governo Lula tem 60% de aprovação e 35% de desaprovação. Pessoas que não souberam ou não responderam somaram 5%. A avaliação positiva subiu quatro pontos ante a última rodada de entrevistas, em junho, quando era 56%. O ponto mais baixo foi em abril, quando bateu 51% de aprovação.

No recorte por renda, a aprovação é maior em famílias mais pobres. Em casas com até dois salários mínimos mensais, 68% aprovam, 26% desaprovam, e 6% não souberam ou não responderam. Na faixa de dois a cinco salários mínimos, a aprovação é de 56%, a reprovação é de 38%, e 6% não souberam ou não responderam. Em lares com renda superior a cinco salários mínimos, o cenário é o seguinte: 49% aprovam, 48% desaprovam, e 3% não souberam ou não responderam.

Entre as regiões brasileiras, o cenário mais favorável ao presidente é no Nordeste, onde a aprovação é de 72%. Outros 25% desaprovam, e 3% não souberam ou não responderam. Em relação a junho, a aprovação subiu um ponto.

O Sul tem 59% de aprovação, com alta de 11 pontos em relação ao último levantamento. O Sudeste tem 55% de aprovação, ante 51% em junho. O Centro-Oeste e Norte, contabilizados como uma região só, têm 52% de aprovação, com queda de quatro pontos ante junho.

O governo Lula segue ligeiramente mais bem avaliado entre as mulheres: 60% aprovam, 35% desaprovam e 5% não souberam ou não responderam. A aprovação subiu dois pontos em dois meses. Entre os homens, a aprovação subiu cinco pontos: 59% de aprovação, 36% de desaprovação, e 5% não souberam ou não responderam.

No recorte por idade, a aprovação é levemente maior entre eleitores mais velhos: 60% em brasileiros acima de 60 anos, 59% de 35 a 39 anos, e 59% de 16 a 39 anos.

A Quaest fez 2.029 entrevistas presenciais em todos os estados, entre 10 e 14 de agosto, com brasileiros a partir de 16 anos. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, e o nível de confiança, 95%. * Com informações de Guilherme Amado/Metrópoles.

Volume de serviços em Pernambuco tem alta de 3% em maio, aponta IBGE

PESQUISA

Todas as cinco atividades de serviços abrangidas pela pesquisa registraram alta no estado (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Todas as cinco atividades de serviços abrangidas pela pesquisa registraram alta no estado – Foto/Fernando Frazão/Agência Brasil)

Superando a média nacional, que ficou em 0,9%, o volume de serviços em Pernambuco registrou avanço de 3% durante o mês de maio. O resultado divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), colocou o estado em 11º lugar no ranking nacional.

No comparativo entre o mesmo período do ano passado, o aumento no estado ficou em 11,4%, também superior à média nacional, 4,7%. Já no acumulado do ano, a alta foi de 6,4%, contra 4,8% do Brasil.

Entre as cinco atividades de serviços abrangidas pela pesquisa, a que registrou maior avanço foi a de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com aumento  de 17% em comparação com o mesmo mês de 2022.

Em seguida aparecem os serviços de informação e comunicação, com 13,9%, serviços profissionais, administrativos e complementares, 9,4%, e outros serviços,  que incluem a compra, venda e aluguel de imóveis, atividades de apoio à agricultura, à pecuária e gestão de resíduos sólidos, com 4,2%. A lista é finalizada com os serviços prestados às famílias como bares, restaurantes, salões de beleza, academias, hotéis e similares, que tiveram aumento de 0,5%.

Os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (12,3%), também estão na primeira colocação, considerando a variação acumulada de janeiro a maio frente ao mesmo período de 2022. Os serviços de informação e comunicação estão, novamente, em segundo lugar (8,8%). Na sequência, estão os serviços profissionais, administrativos e complementares (2,1%) e os serviços prestados às famílias (1,9%). O único indicador negativo foi o de outros serviços, com queda de 6,4%.

A variação acumulada em 12 meses, entre junho de 2022 e maio de 2023, na comparação com o mesmo período anterior, os serviços profissionais, administrativos e complementares passaram para o primeiro lugar (12,6%). Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correios ficaram na segunda colocação (12,1%). Serviços de informação e comunicação (4,6%), serviços prestados às famílias (2,3%) e outros serviços (-4,1%) completam a lista.

Atividades Turísticas 

O índice de volume de atividades turísticas em Pernambuco, que também é medido pela PMS, subiu 5,2% em maio na comparação com abril. Apesar da baixa temporada, este foi o segundo melhor resultado do país entre as 12 localidades pesquisadas, com porcentagem acima da média nacional, 4%. Os dois outros estados nordestinos presentes no levantamento tiveram resultado inferior ao pernambucano: o avanço da Bahia foi de 5,1% e o Ceará apresentou recuo de 0,6%.

Quando se considera a variação entre maio deste ano e o mesmo período do ano passado, o aumento foi menor, de 2,2%, enquanto a média brasileira foi superior, 8,6%. No acumulado do ano, o estado computou um crescimento de 0,8%, novamente inferior ao nacional, que foi de 8,4%. Já no acumulado dos últimos 12 meses, Pernambuco teve alta de 2,6%, mas o resultado foi o menos expressivo entre os estados pesquisados e o Distrito Federal. No Brasil, a alta foi de 14,5%. Fonte (Diário de Pernambuco).

Valor médio da cesta básica apresenta redução na RMR, aponta Procon-PE

PESQUISA

Pesquisa registrou uma queda de 0,40% em comparação com o mês de maio (Divulgação/Procon-PE)
Pesquisa registrou uma queda de 0,40% em comparação com o mês de maio – Foto/Procon-PE)

Realizada por fiscais do Procon-PE no Recife e na Região Metropolitana do Recife (RMR), a pesquisa que avalia o valor médio da cesta básica apontou uma redução de 0,40% no item durante o mês de junho. Em comparação com o mês de maio, o valor médio da cesta básica por família com 4 pessoas passou de R$ 658,82 para R$ 656,17, totalizando uma diferença geral de R$ 2,65, com o impacto de 49,71% sobre o salário mínimo do consumidor.

Entre os produtos pesquisados, na área de alimentação, o que apresentou menor percentual de variação de preço foi o açúcar cristal com 35,23%, podendo ser encontrado por R$ 3,69, menor preço, e o maior preço por R$ 4,99. Em segundo lugar, o produto com o menor aumento foi o café que nas prateleiras foi encontrado por R$ 5,79 menor valor, e por R$ 8,49 maior valor, nos diferentes estabelecimentos, tendo uma variação de 46,63%.

Ainda na área de alimentação, a pesquisa chama a atenção do consumidor para os produtos que obtiveram a maior variação. A farinha de mandioca foi a campeã com a maior variação percentual de preço chegando a 189,97%, podendo ser encontrada por R$ 3,79, menor preço, e por R$ 10,99, maior preço. Em segundo lugar, o produto que chamou atenção foi a carne de charque de segunda, com uma variação percentual de 172,44%. Sendo encontrada em alguns estabelecimentos por R$ 25,69, menor preço, e por R$ 69,99 maior preço.

Já em terceiro lugar, a salsicha avulsa esteve em destaque com a variação percentual de 171,67%. Em alguns estabelecimentos, ela foi encontrada por R$ 6,99, menor preço, e por R$ 18,99, maior preço.

Já os produtos de higiene pessoal, o papel higiênico, com quatro unidades, apresentou o maior percentual de aumento de 427,69%, onde foi encontrado por R$ 1,95, com menor preço, e por R$ R$ 10,29 com maior preço. Em segundo lugar, ficou o absorvente higiênico com uma variação percentual de 372,78%, quando foi encontrado por R$ 1,69, menor preço, e R$ 7,99, maior preço.

Nos itens de limpeza, o sabão em pó de 500 gramas ficou em destaque com a maior variação, com uma diferença percentual de 314,07%, onde foi encontrado por R$ 1,35 em um local e por R$ 5,59 em outro.

O Procon-PE pesquisou um total de 27 itens, abrangendo 24 estabelecimentos localizados no Recife e Região Metropolitana (Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Olinda e Paulista). A pesquisa está disponível no site do Procon-PE no seguinte endereço: www.procon.pe.gov.br.

* As informações são do (Diário de Pernambuco).