Cafeína pode reduzir gordura corporal, diz pesquisa

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Beber de três a cinco xícaras diárias de café sem açúcar, uma rica fonte de cafeína, está associado a um menor risco de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.

Um alto nível de cafeína no sangue pode reduzir a quantidade de gordura corporal e o risco associado de diabetes tipo 2, sugere uma pesquisa publicada na revista BMJ Medicine. Segundo os pesquisadores, a descoberta indica o potencial das bebidas com a substância de diminuir a probabilidade de desenvolver obesidade e doenças relacionadas à condição.

Pesquisas publicadas anteriormente indicam que beber de três a cinco xícaras diárias de café sem açúcar, uma rica fonte de cafeína, está associado a um menor risco de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. A maioria desses estudos, porém, é observacional, não estabelecendo uma relação de causa e efeito devido a outros fatores potencialmente influentes.

Para tentar superar esse problema, os pesquisadores usaram uma técnica estatística chamada randomização mendeliana, que usa variantes genéticas como indicativos de um fator específico — nesse caso, níveis sanguíneos de cafeína — para obter evidências que suportem um resultado (no estudo, são o peso e o risco de diabetes 2). Os cientistas analisaram o papel de duas variantes genéticas comuns dos genes CYP1A2 e AHR em quase 10 mil pessoas que participaram de seis estudos de longo prazo.

Metabolismo

Esses genes estão associados à velocidade do metabolismo da cafeína no corpo. Os resultados da análise mostraram que níveis mais altos da substância no sangue foram associados a menor peso (IMC) e gordura corporal, além de menos risco de diabetes 2. Os pesquisadores reconhecem várias limitações nas conclusões, incluindo o uso de apenas duas variantes genéticas e a inclusão somente de pessoas de ascendência europeia.

Porém, ressaltam que a cafeína é conhecida por aumentar o metabolismo e a queima de gordura e por reduzir o apetite, o que explicaria os resultados. “Estima-se que uma ingestão diária de 100mg aumente o gasto de energia em cerca de 100 calorias por dia, o que poderia, consequentemente, diminuir o risco de desenvolver obesidade. Nossa descoberta de randomização mendeliana sugere que a cafeína pode, pelo menos em parte, explicar a associação inversa entre o consumo de café e o risco de diabetes tipo 2”, escreveram os autores.

Nova vacina da dengue: entenda os estudos até a aprovação e como ela funciona

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Foto/Reprodução/Agência Einstein

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova vacina contra a dengue no Brasil – trata-se da Qdenga, da farmacêutica Takeda, que promove proteção contra os quatro sorotipos do vírus. A doença matou mais de 1 mil pessoas em 2022 (o maior índice desde 2015, quando 986 pessoas morreram de dengue) e alcançou quase 1,5 milhão de casos prováveis no ano passado, segundo dados do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde.

A dengue é uma infecção viral transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti e representa um grande problema de saúde pública não apenas no Brasil, mas em vários países da América Latina. Existem quatro sorotipos diferentes do vírus e a recuperação da infeção por um sorotipo proporciona imunidade vitalícia apenas contra ele. A exposição posterior a qualquer dos outros sorotipos pode estar associada a um risco aumentado de doença grave, por isso a importância de uma vacina.

Uma das formas de evitar a transmissão é o controle do mosquito vetor – evitando deixar água parada em recipientes, pneus, vasos. A vacinação acaba sendo mais uma ferramenta na busca pelo controle da doença, que continua causando epidemia no Brasil. São anos de estudo em busca de um imunizante que seja eficaz.

Como funciona a nova vacina

A Qdenga é uma vacina que se baseia no sorotipo 2 do vírus atenuado da dengue (quando o vírus permanece vivo, mas enfraquecido, sem capacidade de causar a doença, assim como acontece nas vacinas contra caxumba, febre amarela, poliomielite oral e sarampo). Segundo a Takeda, a base do sorotipo 2 do vírus fornece o “esqueleto” genético para os outros sorotipos do vírus, assim o imunizante consegue proteger contra qualquer um deles.

A vacina foi aprovada para ser usada em qualquer pessoa de 4 a 60 anos e deve ser administrada por via subcutânea, em duas doses, com intervalo de três meses entre elas. Segundo a farmacêutica, a eficácia foi demonstrada a partir da primeira dose, sendo ampliada com o reforço. Mas, assim como acontece com outras vacinas, as pesquisas indicaram uma diminuição da eficácia no segundo ano de seguimento após a vacinação (24 meses) e, por isso, a farmacêutica está avaliando a necessidade de uma dose de reforço após 4,5 anos.

Essa avaliação está em andamento, mas ainda não podemos concluir se será necessário o reforço, uma vez que a vacina continuou demonstrando significativa redução de hospitalizações (84%) e de casos gerais de dengue (61,2%), mesmo após seguimento de 4,5 anos, com o esquema primário preconizado. De qualquer forma, a Takeda seguirá avaliando uma potencial necessidade de dose de reforço”, informou o laboratório em nota.

Para desenvolver o imunizante, foram feitos 19 estudos de fases 1, 2 e 3 envolvendo mais de 28 mil pessoas (crianças e adultos) em áreas endêmicas e não endêmicas. Todos foram acompanhados por quatro anos e meio. Os resultados apontam que a vacina atingiu seu objetivo primário de eficácia, que variou por sorotipo do vírus da dengue. Mas, segundo a fabricante, as análises mostram que ao longo do seguimento de quatro anos e meio, a vacina evitou 84% dos casos de hospitalização de dengue e 61% dos casos de dengue sintomática na população total do estudo.

Foto/Reprodução/Agência Einstein

A principal vantagem dessa vacina em relação ao imunizante já existente é que ela pode ser aplicada em qualquer pessoa entre 4 e 60 anos sem a necessidade da realização de um teste pré-vacinação para saber se a pessoa já se contaminou pelo vírus anteriormente.

“A aprovação dessa vacina é muito importante porque vai proteger contra uma doença bastante prevalente e frequente no nosso meio. É um imunizante bastante seguro e eficaz para essa faixa etária que foi aprovado. Além disso ela não tem o inconveniente que a outra vacina tem que poderia trazer um risco aumentado para quem nunca tivesse sido infectado anteriormente”, afirmou Alfredo Elias Gilio, infectologista pediátrico e coordenador da Clínica de Imunizações do Hospital Israelita Albert Einstein.

Por enquanto a Qdenga ainda não está disponível no Brasil e o próximo passo é a definição de preço que será feita pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, órgão interministerial, ligado à Anvisa. Segundo a Takeda, é necessário aguardar a finalização desse processo para seguir com a importação do imunizante e com a comercialização para clínicas de saúde.

Fonte: Agência Einstein

 

Caminhar 400 m a mais por dia diminui o risco de problemas cardíacos em idosos

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Autora do estudo destaca benefícios de atividade física para idosos
Autora do estudo destaca benefícios de atividade física para idosos – Foto/Divulgação

Pesquisadores ainda observaram maior incidência de eventos cardiovasculares em indivíduos que caminhavam menos de 1,5 km diariamente.

Um estudo conduzido por pesquisadores nos Estados Unidos concluiu que idosos com mais de 70 anos que caminham 500 passos (cerca de 400 m) a mais do que o habitual todos os dias têm um risco 14% menor de doença cardíaca, derrame ou insuficiência cardíaca.

O estudo avaliou 452 indivíduos com idade média de 78 anos, dos quais 59% eram mulheres e 20% negros.

Todos usaram um dispositivo que media os passos durante três ou mais dias, por dez ou mais horas.

A contagem média de passos do grupo foi de 3.500 por dia. Eles foram acompanhados clinicamente por três anos e meio, período em que 7,5% dos participantes tiveram algum evento cardiovascular, incluindo infarto e derrame.

Observou-se que 12% de idosos do estudo que tiveram um evento cardiovascular caminhavam menos de 2.000 passos por dia (cerca de 1,5 km), em comparação a 3,5% que também sofreram algo, mas caminhavam 4.500 passos por dia (3,4 km).

“Os passos são uma maneira fácil de medir a atividade física, e mais passos diários foram associados a um menor risco de ter um evento relacionado a doenças cardiovasculares em adultos mais velhos”, afirmou em comunicado a pesquisadora principal do estudo Erin E. Dooley, professora assistente na Universidade do Alabama e na Escola de Saúde Pública de Birmingham.

Os pesquisadores salientam que mais estudos são necessários para determinar se um mínimo de passos por dia é capaz de evitar problemas cardiovasculares.

A Associação Americana do Coração recomenda, além de atividade física regular, alimentação saudável, boa qualidade de sono e evitar hábitos como o tabagismo para ter um envelhecimento com menor risco de problemas de saúde.

Erin acrescenta que idosos podem ter dificuldade de atingir metas de passos conforme envelhecem, mas que o esforço para isso pode ser benéfico para a saúde do coração.

“Incentivar pequenos aumentos no número de passos diários também traz benefícios cardiovasculares significativos. Se você é um adulto com mais de 70 anos, comece tentando dar mais 500 passos por dia”, finaliza.

Os resultados do estudo foram apresentados nesta semana nas Sessões Científicas de Epidemiologia, Prevenção, Estilo de Vida e Saúde Cardiometabólica da Associação Americana do Coração 2023, em Boston, nos Estados Unidos. Fonte (R7).

 

Médicos denunciam caos em maternidades públicas de Pernambuco

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Superlotação no Hospital Agamenon Magalhães (HAM) – Foto/Divulgação

O Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) denunciou um preocupante quadro de superlotação, infraestrutura inadequada e falta de insumos na rede de maternidades públicas do Estado.

Por meio de nota oficial nas redes sociais, os médicos afirmaram que o caos relatado tem acontecido nos hospitais das Clínicas (HC), Dom Malan, Barão de Lucena e no Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Imip).

“Estão enfrentando graves dificuldades com a alta demanda e é inadmissível que profissionais e pacientes esteja enfrentando tais transtornos – que comprometem a qualidade do serviço oferecido”.

O Simepe alegou que vai encaminhar as denúncias para o Conselho Regional de Medicina (Cremepe), para a Secretaria Estadual de Saúde (SES) e para o Ministério Público de Pernambuco (MPPE).

“Conclamando que as autoridades competentes realizem as ações necessárias para sanar os problemas e, assim, garantir o atendimento às gestantes e recém-nascidos de Pernambuco”, apontou.

O obstetra Glaucius Nascimento divulgou vídeos de lotação na maternidade do HAM, onde grávidas aguardavam um leito nos corredores e marimbondos e moscas em salas de parto.

“Um bebê não pode nascer entre moscas, entre marimbondos, a mulher precisa ter privacidade, isso é básico! A superlotação das maternidades precisa ser enfrentada com urgência”, cobrou o médico.

“Acredito que a população feminina, muitas pessoas de bem estão vendo o descaso com o nascimento do pernambucano. Como queremos melhorar as condições de vida de nossa população se até o nascimento não é respeitado?”, questionou.

Nos comentários das publicações, mais denúncias. Um ginecologista afirmou que o mesmo vem acontecendo no Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (CISAM), da Universidade de Pernambuco (UPE).

“Isso é um descaso com as mães e recém nascidos. Já começam a vida jogas no chão. Mãe e criança dividindo uma maca de transporte. Gostaria que pelo menos as mulheres do governo pensem no momento em que tiveram seus filhos e como foi a experiência. Tenham no mínimo empatia. Descaso total do poder público”, disse.

O que diz o governo de Pernambuco

Por nota, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) alegou “que tem trabalhado no fortalecimento da rede materno-infantil em Pernambuco e que está em contato permanente com os serviços especializados para criação e implantação de estratégias que visem à melhoria da assistência e a humanização do atendimento, além da ampliação das capacidades dos serviços pertencentes à rede estadual.”

Ainda, que está em contato com a Central de Regulação de Leitos do Estado para o monitorando das demandas encaminhadas para estes serviços.

Em relação à presença de marimbondos nas dependências da unidade de saúde, a direção do HAM salientou que “isto se deu de maneira pontual, devido à presença do foco do animal em uma árvore localizada próximo a unidade. Diante do fato, o HAM já acionou equipe especializada para retirada do foco.”

A unidade reforçou também que atua constantemente junto aos pacientes e acompanhantes sobre o armazenamento correto de alimentos nos setores, visto que os alimentos expostos atraem insetos, a exemplo das moscas. A equipe de limpeza segue atuam de forma preventiva para o surgimento desses insetos.

Já a direção do Barão de Lucena tem atuado, de acordo com a SES-PE, “para dar rotatividade aos leitos de forma mais célere, agilizando exames, avaliações e reorganizando seus fluxos assistenciais internos para diminuir a demanda de pacientes em alguns setores. A unidade reforça, ainda, que não está medindo esforços para garantir a manutenção do abastecimento regular dos insumos.”

Crise no Sassepe

Além da situação nas maternidades, o Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (Sassepe) também passa por dificuldades.

Na última semana, o Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde, Laboratórios de Pesquisa e Análises Clínicas do Estado de Pernambuco (Sindhospe), que representa oficialmente hospitais privados e filantrópicos, anunciou a paralisação de parte da rede.

“O Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde, Laboratórios de Pesquisa e Análises Clínicas do Estado de Pernambuco (Sindhospe) decidiu pela paralisação dos procedimentos eletivos que são realizados para o Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (Sassepe)”, diz, em nota, o sindicato.

A data marcada para o início da paralisação é 27 de março. Inf. (JC).

Neurologista passa a atender no Centro de Reabilitação Dr. José Leite, em Carnaíba

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Foto/Reprodução/Facebook

O Centro de Reabilitação Dr. José Leite deu início aos atendimentos com o neurologista Dr. Gilson Brito. Na verdade, esse serviço já era ofertado pelo município, mas em pequena escala. A partir de agora, o médico dará plantão no Centro uma vez por mês, para atender crianças que estejam em processo de investigação de algum transtorno ou as que já tem o diagnóstico fechado e necessitam deste tipo de acompanhamento.

Foto/Reprodução/Facebook

O médico atendeu 19 pacientes no atendimento desta semana, entre eles João Lucas, de 6 anos, que teve seu diagnóstico de autismo ano passado. A mãe, Aniele Rocha, moradora do povoado Itã, falou da gratidão em ter todos os atendimentos que o filho precisa, agora, em um mesmo lugar. “Desde que o diagnóstico foi fechado ele vem sendo acompanhado e eu já percebo melhora no seu desenvolvimento, agora vai facilitar ainda mais ser tudo aqui em Carnaíba, a gente sabe que tem cidades muito maiores que não oferecem um serviço como esse”, elogiou.

De acordo com o fonoaudiólogo Yuri Medeiros, que é coordenador do Centro de Reabilitação, com o aumento da oferta foi possível atender pacientes que estavam na fila de espera do setor de regulação da Secretaria de Saúde, com diversos encaminhamentos tanto das UBS como da Secretaria de Educação.

Hoje o Centro já atende 120 crianças que já tem diagnóstico de déficit intelectual, tais como Autismo, Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Síndrome de Down, Transtorno Opositor Desafiador (TOD). Essas crianças são acompanhadas por psicólogos, fonoaudiólogo, neuropsicopedagoga e assistente social.

“Poucos são os municípios que oferecem esse serviço na região, apenas alguns maiores, mas dessa magnitude, do porte de Carnaíba, não tem. Quero parabenizar o prefeito por essa visão, porque sei da importância não só para as crianças, mas para suas mães, que enfrentam muitas dificuldades ao ter que fazer um acompanhamento deste tipo, poder fazê-lo na sua cidade, sem dúvida facilita muito”, destacou o médico. Inf. Facebook.

Governo lança programa de distribuição gratuita de absorvente pelo SUS

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Governo diz que vai assegurar a oferta de absorventes pelo Sistema Único de Saúde (SUS)
Governo diz que vai assegurar a oferta de absorventes pelo Sistema Único de Saúde (SUS) Foto/Divulgação

De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 8 milhões de pessoas serão beneficiadas pela iniciativa que prevê investimento de R$ 418 milhões por ano.

O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (8) que visa assegurar a oferta de absorventes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com foco na população que está abaixo da linha da pobreza. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou um decreto que cria o Programa de Proteção e Promoção da Dignidade Menstrual.

De acordo com o ministério, cerca de 8 milhões de pessoas serão beneficiadas pela iniciativa que prevê investimento de R$ 418 milhões por ano.

A nova política segue os critérios do Programa Bolsa Família, incluindo estudantes de baixa renda matriculados em escolas públicas, pessoas em situação de rua ou de vulnerabilidade social extrema.

Também serão atendidas pessoas em situação de privação de liberdade e que cumprem medidas socioeducativas. O ministério acrescentada que o programa, voltado a todas as pessoas que menstruam, alcançará mulheres cisgênero, homens trans, pessoas transmasculinas, pessoas não binárias e intersexo.

De acordo com Nicole Campos, especialista em gênero e inclusão na ONG Plan International Brasil, que promove os direitos das crianças e a igualdade para meninas, é urgente pensar em ações e políticas públicas que garantam que meninas, mulheres e pessoas que menstruam tenham acesso a condições dignas de gerenciamento do seu ciclo menstrual.

“Por isso, medidas como a anunciada hoje são tão importantes para garantir a distribuição de absorventes para os públicos que convivem com a pobreza menstrual, para que consigam, minimamente, conviver com dignidade”, disse.  “A dignidade menstrual também diz respeito à dignidade humana. Quando as pessoas acessam instalações e insumos seguros e eficazes para administrar sua higiene menstrual, são capazes de administrar sua menstruação com dignidade”, concluiu.

Ministério Público

Nesta semana, o Ministério Público Federal (MPF) reforçou um pedido na Justiça para que a União apresentasse plano de distribuição de absorventes a estudantes de baixa renda da rede pública, a mulheres em situação de vulnerabilidade social extrema, a detentas e a jovens em conflito com a lei internadas.

A distribuição é garantida pela Lei Federal 14.214 de 2021, mas o governo anterior foi contra a política. O texto, aprovado pelo Senado em setembro de 2021, foi sancionado pelo então presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), que, no entanto, vetou a distribuição gratuita dos absorventes.

O veto presidencial foi derrubado em março do ano seguinte pelo Congresso Nacional. No mesmo mês, Bolsonaro decidiu regulamentar a distribuição. Em novembro, o Ministério da Saúde lançou o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual, com a promessa de atender a 4 milhões de mulheres.

Em outubro, a organização não governamental (ONG) Criola há havia entrado com ação na Justiça Federal, pedindo que o governo federal apresentasse, em 15 dias, os planos para distribuição dos absorventes.

“A ideia era desenvolver essa política o mais rápido possível, com a urgência [de] que ela necessitava, visto que as pessoas que serão beneficiadas desta política são pessoas em situação de vulnerabilidade”, lembrou a coordenadora-geral da ONG Criola, Lúcia Xavier. Inf. (CNN BRASIL).

Entre falta de pagamentos e estrutura sucateada, Sassepe recebe denúncia de crise

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Uma reunião entre os beneficiários do Sassepe está prevista para acontecer na próxima terça-feira (07), às 15h, de modo virtual
Uma reunião entre os beneficiários do Sassepe está prevista para acontecer na próxima terça-feira (07), às 15h, de modo virtual – Foto/Cortesia

Em nota, Governo de Pernambuco disse estar empenhado para quitar dívida que ultrapassa R$ 200 milhões, deixada por Paulo Câmara.

O Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (Sassepe) está recebendo uma série de denúncias através da presidente da Assistência à Saúde de Pernambuco (Assepe), Florentina Cabral, e da secretária de Administração, Ana Maraíza, que entregaram um ofício, nesta quarta-feira (1º), ao presidente do Instituto de Recursos Humanos de Pernambuco (IRH-PE), João Victor Falcão. Débito com funcionários que ultrapassa R$ 200 milhões e estruturas precárias estão na lista.

Órgão vinculado ao Governo de Pernambuco, o Sassepe existe há 22 anos e é o responsável por fornecer localmente assistência de saúde para aproximadamente 180 mil servidores públicos estaduais e seus respectivos dependentes, em espaços na capital e também em cidades do interior. Porém, vem enfrentando uma série de dificuldades para a realização de exames, consultas e cirurgias, segundo o documento.

Uma reunião entre os beneficiários está prevista para acontecer na próxima terça-feira (7), para abordar detalhes das denúncias. Ela começará às 15h, de forma online.

“Entregamos um documento relatando a gravíssima situação em que estão os beneficiários do Sassepe. Exames, consultas e cirurgias estão suspensas, porque os prestadores estão com falta de pagamento. Eles estão suspendendo o atendimento em todo o estado”, disse Fiorentina Cabral.

A presidente da Assepe trouxe dois exemplos de descaso que estão acontecendo no interior do estado. “Em Caruaru, tem um único hospital (Santa Efigênia) que atende Sassepe e nem emergência está funcionando lá. O de Petrolina está quase fechando, porque não tem insumos e a estrutura física está sucateada”, assegurou.

No Recife, o Hospital dos Servidores do Estado (HSE), localizado na Avenida Conselheiro Rosa e Silva, nos Aflitos, foi o principal alvo dos relatos.

Voltando-se para a possibilidade de “migração” desse percentual de pacientes ao Sistema Único de Saúde (SUS), a presidente deixou um alerta. “O Sassepe está em crise e não se sustenta. A população também está prejudicada, porque vai passar a disputar no SUS uma assistência que já é deficitária”, finalizou.

O que diz o Governo de Pernambuco
A reportagem da Folha de Pernambuco entrou em contato com o governo para tratar do tema. Por meio de uma nota oficial, foi comunicado que o Instituto de Recursos Humanos de Pernambuco (IRH) está “funcionando normalmente e empenhado em montar um cronograma para o pagamento das pendências deixadas pela gestão passada, que somam mais de R$ 200 milhões”.

Além disso, foi destacado que o Hospital do Servidor atualmente tem à frente a diretora Denise de Fátima Albuquerque Melo, nomeada na última terça-feira (28), conforme traz registro no Diário Oficial desta quarta (1º), derrubando a acusação da Assepe de que a unidade de saúde “não tem diretoria nem gerência”. As informações são da Folha de Pernambuco.

Anvisa mantém recomendação de uso de máscaras após ofício do CFM contestar eficácia da medida

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CFM diz que uso de máscaras no combate à Covid é ineficaz
CFM diz que uso de máscaras no combate à Covid é ineficaz. Foto/Divulgação

O presidente do Conselho Federal de Medicina reuniu dados científicos sobre as vantagens e desvantagens da utilização do produto e concluiu que a medida é exagerada.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) se posicionou nesta terça-feira (14), sobre a contestação do uso de máscaras pela população em geral ou por
determinado grupos, como passageiros de aeronaves, apresentada em ofício pelo presidente do CFM (Conselho Federal de Medicina), José Hiran, ao órgão.

No documento, José reúne uma série de evidências científicas que obtiveram resultados favoráveis ao uso de máscara no combate a disseminação do coronavírus, bem como outros que foram desfavoráveis ao uso do produto.

“É dever deste Conselho avaliar o saber científico disponível acerca do impacto da adoção de políticas públicas de saúde recomendando ou obrigando a população em geral ou populações selecionadas como passageiros de aviões, a usar máscaras faciais como estratégia de contenção da pandemia da Covid-19”, escreveu ele no ofício.

Como conclusão da análise, o presidente declara que não há “evidência científica de que o uso de máscaras de forma banalizada e disseminada na comunidade tenha algum impacto sobre a transmissão de Covid-19 ou mesmo redução de adoecimento. Isso inclui medidas como as da Agência Nacional de Vigilância Sanitária [Anvisa], que vem obrigando passageiros, tripulantes e funcionários de aeroportos a usarem máscaras quando entram no chamado ‘lado ar’ do aeroporto”.

O texto acrescenta que o uso de máscara também prejudica o meio ambiente (descarte incorreto e contaminação química) e impacta o abastecimento, devido à grande demanda, para aqueles que mais necessitam do equipamento, especialmente os serviços de saúde.

“Por fim, não existe mais estado de emergência sanitária da Covid no planeta desde meados de 2022, não há curva epidêmica em vigência e mesmo que houvesse, a medida da Anvisa carece de fundamentação técnica e científica para sua execução. As previsões de aumento de curvas e óbitos de forma dramática feitas de forma equivocada no final do ano passado não se transformaram em realidade”, descreve o ofício.

De acordo com a Anvisa, a utilização da máscara faz parte de uma medida de proteção individual e coletiva. A reafirmação da importância e da decisão de seu uso preconiza evidências científicas e são alinhadas a organismos nacionais e internacionais de referência, como o Ministério da Saúde, a OMS (Organização Mundial da Saúde) e a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde).

Em nota, a agência esclarece que ainda há circulação viral e que existe o pontecial para o aparecimento de novas variantes de preocupação. No texto, a Anvisa esclarece que é constantemente realizado o acompanhamento dos monitoramentos epidemiológicos da Covid-19, dadas também a maior circulação e aglomeração em condições diversas pelo período de Carnaval.

A Anvisa afirma ainda que “no transporte aéreo, há diferentes grupos de pessoas, inclusive as mais vulneráveis, como grávidas, idosos, crianças, pessoas viajando para tratamentos de saúde e imunodebilitados, em contato próximo e em um ambiente fechado. É preciso ter cautela e aguardar qual será o comportamento da doença e da circulação viral durante e após o Carnaval. Vale lembrar que esses mesmos públicos ainda estão com índices de vacinação baixos, e muitos ainda não completaram o ciclo vacinal ideal”.

A pasta finaliza ao relembrar que “o uso correto da máscara é um ato de proteção individual e coletiva. Na mesma direção, as vacinas Covid-19 são seguras e protegem contra as hospitalizações e mortes”.

O CFM afirmou que “compartilhou com a Anvisa, por meio de ofício, o resultado de levantamento feito por pesquisadores sobre estudos relacionados à eficácia do uso de máscaras em aeronaves. O envio teve como objetivo contribuir com reflexão sobre o tema no âmbito daquela autarquia. Cabe à Agência avaliar os documentos e tomar medidas com base nas evidências arroladas, caso as considere pertinentes”. Inf. (R7).

Governo Municipal de Sertânia inaugura bloco cirúrgico no HMAGL

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O Governo Municipal de Sertânia inaugurou o bloco e clínica cirúrgica do Hospital Maria Alice Gomes Lafayette (HMAGL), nesta quarta-feira (08).

As primeiras cirurgias já estão agendadas para o próximo dia 10. Com essa abertura, o Hospital Municipal vai passar a ser considerado de médio porte.

Na ocasião, o prefeito Ângelo Ferreira falou sobre as próximas iniciativas para equipar ainda mais a unidade de saúde. “Temos investido bastante neste hospital nos últimos anos. E vamos fazer mais. Na próxima semana, será iniciada a obra do Centro Municipal de Reabilitação bem ao lado e, em breve vamos adquirir um mamógrafo para servir melhor à população”, explicou.

Quando recebemos o bloco da antiga gestão era composto apenas pelas salas, pela estrutura física, mas sem os padrões exigidos. Após a reforma que realizamos, deixamos tudo de acordo com a legislação. Além disso, adquirimos todo o maquinário e instrumentos necessários”, disse a diretora do hospital, Luiza Nunes.

Além da ampliação de acordo com os critérios e padrões estabelecidos pela ANVISA, a gestão municipal adquiriu ainda os materiais e equipamentos, como mesa cirúrgica, foco de teto, carro de anestesia, instrumental, rouparia, mobília, insumos e medicamentos específicos. Houve também a contratação de profissionais para implementar as equipes, compostas por médica, enfermagem e limpeza, que atuarão no setor.

As intervenções cirúrgicas que serão realizadas são: Hernioplastia (Hérnia), Colecistectomia (Vesícula), Postectomia (Fimose), Vasectomia, Hemorroidectomia, Histerectomia e também Cesárea. A secretária de Saúde, Mariana Araújo, lembra ainda que há um fluxo para realização dos partos, especificamente.

As gestantes que tiverem indicação ou optarem pela cesariana no Hospital Municipal devem estar realizando o pré-natal e todo o acompanhamento pela Unidade Básica de Saúde da Família mais perto da residência”, contou Mariana. Todas cirurgias serão realizadas semanalmente, às sextas-feiras, marcadas por meio da Regulação Municipal, na Secretaria Municipal de Saúde.

Estiveram presentes à solenidade os secretários municipais Simoni Laet (Educação), Ana Cristina Leandro (Finanças), Renato Remígio (Serviços Públicos), Neto Cajueiro (Gabinete), Paulo Henrique Ferreira (Desenvolvimento Social e Cidadania), Irineu Cordeiro (Controle Interno), Vladimir Cavalcanti (Segurança e Mobilidade Urbana), Marcos Aurélio (Infraestrutura e Projetos Especiais), Tácio Henrique (Juventude, Esporte, Cultura e Turismo). Prestigiaram ainda o evento os vereadores Niltinho Souza, Washington Passos, Rita Rodrigues, Tadeu Queiroz e Antônio Henrique Fiapo, presidente da Câmara Municipal, além do vice-prefeito Antônio Almeida, do diretor clínico do Hospital, Danilo Jorge e do presidente do Conselho Municipal de Saúde, Cristiano Monteiro. Fonte: (Ascom)

“Vacina é direito da criança”, diz Nísia sobre regra do Bolsa Família

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Lula e a ministra da Saúde Nisia Trindade inauguram o Super Centro Carioca de Saúde
Lula e a ministra da Saúde Nisia Trindade inauguram o Super Centro Carioca de Saúde. Foto/Reprodução

Para receber benefício, mães devem comprovar matrícula dos filhos. 

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, disse hoje (6) que as novas regras para acesso ao Bolsa Família trazem um benefício para a saúde das famílias. Para receber os recursos, as mães precisam comprovar que os filhos estão matriculados na escola e com a caderneta de vacinação em dia.

Além disso, gestantes deverão realizar todos os exames básicos do pré-natal. A ministra classificou as novas regras como uma necessidade. “Vacina é um direito da criança”, pontuou durante cerimônia no Rio de Janeiro em que ela e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançaram um plano nacional para reduzir as filas no Sistema Único de Saúde (SUS).

O Bolsa Família é um programa voltado para famílias de baixa renda. Criado em 2003 no primeiro mandato de Lula, ele terá um valor mínimo de R$ 600 em 2023. Durante o último governo, comandado por Jair Bolsonaro, o programa foi substituído pelo Auxílio Brasil, no qual não eram impostas tais condicionalidades.

Em outubro do ano passado, após Lula vencer as eleições do ano passado, a retomada de contrapartidas foi anunciada em entrevistas concedidas pelo senador Humberto Costa (PT), que integrou a equipe de transição do novo governo. Na cerimônia ocorrida hoje, o presidente destacou a mudança.

O Bolsa Família está voltando e volta com uma coisa importante. Ela está voltando com condicionantes. Primeiro, [mães das] crianças de até seis anos de idade vão receber R$ 150 reais adicionais. Segundo, as crianças têm que estar na escola. Se não estiverem na escola, a mãe perde o auxílio. Terceiro, as crianças têm que ser vacinadas. Se não, a mãe perde o benefício”, disse Lula.

Ele criticou o governo anterior por mentir sobre a eficácia das vacinas e disse ser preciso combater a ignorância. “Que mãe não leva seu filho para tomar vacina contra paralisia infantil? Que mãe que não leva seu filho para tomar vacina contra sarampo, contra rubéola? Eu fico me perguntando que tipo de amor é esse que ela não cuida do filho no momento mais importante. Que é o momento que essa criança pode ser vacinada para evitar ter a doença mais delicada da vida dela”, disse o presidente. “Se me disserem para tomar 50 vacinas contra a covid-19, eu tomo quantas for preciso”, acrescentou.

O governo federal dará início neste mês ao cronograma do Programa Nacional de Vacinação 2023. Segundo Nísia Trindade, o Ministério da Saúde quer realizar um amplo movimento pela vacinação junto à sociedade.

Estamos chamando o Ministério da Educação, as escolas, os movimentos sociais, os gestores em vários níveis, os artistas. Tem que ser um movimento tecnicamente orientado pelo Ministério da Saúde, mas um movimento nacional com engajamento popular”. Da Agência Brasil.

Ministério da Saúde divulga cronograma do Programa Nacional de Vacinação de 2023

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– Foto: Walterson Rosa/MS

Ações estão previstas para o dia 27 de fevereiro, com foco no reforço contra a Covid-19, mas também contemplam outras doenças imunopreveníveis.

O Ministério da Saúde divulgou, nesta terça-feira (31), o cronograma do Programa Nacional de Vacinação 2023. As ações devem começar a partir de 27 de fevereiro, com a vacinação com doses de reforço bivalentes contra a Covid-19 em pessoas com maior risco de desenvolver formas graves da doença, como idosos acima de 60 anos e pessoas com deficiência. Aumentar as coberturas vacinais, que apresentaram índices alarmantes nos últimos anos, é prioridade do Governo Federal.

Também está prevista a intensificação na campanha de Influenza, em abril, antes da chegada do inverno, quando as baixas temperaturas levam ao aumento nos casos de doenças respiratórias. Haverá, ainda, ação de multivacinação de poliomielite e sarampo nas escolas.

“Estamos diante de um cenário de baixas coberturas. Foi atacada a confiança da nossa população nas nossas vacinas. É fundamental retomar a rotina de vacinação para evitarmos epidemias de doenças, inclusive, já controladas”, destaca a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

As etapas e fases foram organizadas de acordo com os estoques existentes, as novas encomendas realizadas e os compromissos de entregas assumidos pelos fabricantes das vacinas. O cronograma foi pactuado durante várias reuniões, desde o começo do ano, com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), técnicos e especialistas da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (Ctai) e na primeira reunião de 2023 da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), e pode ser alterado, adiantado ou sobreposto, caso o cenário de entregas seja modificado ou tão logo novos laboratórios tenham suas solicitações aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Veja o cronograma de cinco etapas:

Etapa 1 – fevereiro
Vacinação contra Covid-19 (reforço com a vacina bivalente)
(estimativa populacional: 52 milhões)

Público-alvo:
• Pessoas com maior risco de formas graves de Covid-19;
• Pessoas com mais de 60 anos;
• Gestantes e puérperas;
• Pacientes imunocomprometidos;
• Pessoas com deficiência;
• Pessoas vivendo em Instituições de Longa Permanência (ILP);
• Povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;
• Trabalhadores e trabalhadoras da saúde.

Etapa 2 – março
Intensificação da vacinação contra Covid-19

Público alvo:
• Toda a população com mais de 12 anos.

Etapa 3 – março
Intensificação da vacinação de Covid-19 entre crianças e adolescentes

Público alvo:
• Crianças de 6 meses a 17 anos.

Estratégias e ações:
• Mobilizar a comunidade escolar, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio com duas semanas de atividades de mobilização e orientação; comunicar estudantes, pais e responsáveis sobre a necessidade de levar a Caderneta de Vacinação para avaliação;

Etapa 4 – abril
Vacinação de Influenza

Público-alvo:
• Pessoas com mais de 60 anos;
• Adolescentes em medidas socioeducativas;
• Caminhoneiros e caminhoneiras;
• Crianças de 6 meses a 4 anos;
• Forças Armadas;
• Forças de Segurança e Salvamento;
• Gestantes e puérperas;
• Pessoas com deficiência;
• Pessoas com comorbidades;
• População privada de liberdade;
• Povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;
• Professoras e professores;
• Profissionais de transporte coletivo;
• Profissionais portuários;
• Profissionais do Sistema de Privação de Liberdade;
• Trabalhadoras e trabalhadores da saúde.

Etapa 5 – maio
Multivacinação de poliomielite e sarampo nas escolas

Estratégias e ações:
• Mobilizar a comunidade escolar, com duas semanas de atividades de mobilização e orientação; reduzir bolsões de não vacinados; comunicar estudantes, pais e responsáveis sobre a necessidade de levar a Caderneta de Vacinação para avaliação;

Baixa cobertura
O Brasil, considerado um país pioneiro em campanhas de vacinação, desde 2016, vem apresentando retrocessos nesse campo. Praticamente todas as coberturas vacinais estão abaixo da meta. Por isso, o objetivo é retomar os altos percentuais de proteção.

Veja aqui as coberturas vacinais por tipo de vacinas, por ano e por grupo no Brasil, de 2012 a 2022.

Tabela coberturas vacinais

Diante do cenário de baixas coberturas vacinais, desabastecimento, risco de epidemias de poliomielite e sarampo, além da queda de confiança nas vacinas, o Ministério da Saúde realizou ao longo do mês de janeiro uma série de reuniões envolvendo outros ministérios.

É importante ressaltar que para todas as estratégias de vacinação propostas, as ações de comunicação e de comprometimento da sociedade serão essenciais para que as campanhas tenham efeito. A população precisa ser esclarecida sobre a importância da vacinação e os riscos de adoecimento e morte das pessoas não vacinadas.

Os principais parceiros do Ministério da Saúde no Programa Nacional de Vacinação 2023 são o Ministério da Educação e os governos estaduais e municipais.

“A gente tem o maior programa de imunização do mundo e sempre fomos exemplo. A comunicação, sem dúvidas, será fundamental para que possamos recuperar a confiança nos imunizantes”, diz a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel. Fonte: Nathan Victor/ Ministério da Saúde.

COVID-19: OMS decide manter nível máximo de alerta para pandemia

SAÚDE

Vacinação é um dos caminhos para diminuir o risco de morrer por Covid-19
Vacinação é um dos caminhos para diminuir o risco de morrer por Covid-19. Foto/ Divulgação.

Reunião do comitê de especialistas da doença, na última sexta (27), decidiu que ainda há risco elevado de morte por causa da doença.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) decidiu, nesta segunda-feira (30), manter o nível máximo de alerta para a pandemia da Covid-19, exatamente três anos depois de ter declarado a doença como urgência de saúde pública internacional.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, seguiu as recomendações do comitê de urgência sobre a Covid-19, composto por diversos especialista, que se reuniram na última sexta-feira, de acordo com comunicado divulgado hoje.

“O diretor-geral da OMS concorda com o conselho oferecido pelo comitê em relação à pandemia de Covid-19 em andamento e determina que o evento continua a constituir uma emergência de saúde pública de interesse internacional. O diretor-geral reconhece as opiniões do comitê de que a pandemia de Covid-19 provavelmente está em um ponto de transição e agradece ao conselho do Comitê de navegar cuidadosamente por essa transição e mitigar as possíveis consequências negativas”, diz a nota oficial.

Tedros Adhanom também destacou o avanço no combate à doença. “Enquanto entramos no quarto ano da pandemia, não há dúvidas de que estamos numa situação muito melhor do que há um ano, quando a onda da Ômicron atingiu o pico”, disse.

“Mas, desde o começo de dezembro, os reportes semanais de mortes mostraram aumento. Nas últimas oito semanas, mais de 170 mil pessoas perderam suas vidas para a Covid-19. E isso se refere apenas às mortes registradas; sabemos que o número real de óbitos é muito maior”, completou.

Emergência de saúde pública internacional

A OMS declarou a Covid-19 uma emergência de saúde pública internacional exatamente no dia 30 de janeiro de 2020 e, a cada três meses, se reúne para reavaliar a situação.

No fim do ano passado, a agência sanitária afirmou ter a expectativa de que pudesse encerrar as emergências de Covid-19 e mpox neste ano.

Até agora, conforme os números oficiais da organização, houve 669 milhões de casos da doença  em todos os países que disponibilizam dados, sendo que mais de 67,8 milhões de pessoas não resistiram às consequências da Covid-19.

No Brasil, são mais de 36 milhões de casos e quase 700 mil mortes desde o início da pandemia. Os dados mais recentes, divulgados pelo Ministério da Saúde, mostram que a doença matou 3.938 pessoas em dezembro, com média de 131 a cada dia.

A doença ainda está longe de ser um problema solucionado no país e no mundo, o que é motivo de preocupação da OMS. A avaliação do comitê não depende de critérios fixos e preestabelecidos, mas de uma interpretação dos especialistas de acordo com os dados mais recentes de números de casos, mortes, vacinas e novas variantes. Do R7.

Farmácia erra em processo de manipulação, mãe e filha morrem em MG

SAÚDE

Imagem ilustrativa. Crédito: Reprodução

O proprietário de uma farmácia de manipulação e duas farmacêuticas terão de indenizar um homem e sua filha. Os familiares vão receber R$ 200 mil de indenização após perderem esposa e outra filha por uma falha no preparo de um medicamento.

As vítimas faleceram em 2011, em Novo Cruzeiro, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. Um ano depois, o homem e sua outra filha deram entrada na ação, mas a indenização só foi aprovada neste ano.

Conforme o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, mãe e filha foram diagnosticadas com amebíase, sendo prescrito que tomassem Secnidazol. O remédio, contudo, não estava disponível no município, mas o farmacêutico informou que iria encomendá-lo em Teófilo Otoni, cidade vizinha.

Depois de fazer uso do medicamento, mãe e filha sentiram fortes dores abdominais, queimação na garganta e vômito. Mesmo sendo hospitalizadas, as vítimas não resistiram e vieram a óbito.

A investigação do caso mostrou que, durante a produção do medicamento, houve troca do princípio ativo de lotes de substâncias encontradas no laboratório da farmácia. No lugar do Secnidazol 500 mg, foi encontrada a Anlodipina. Bárbara Livio, juíza da 2ª Vara Cível de Teófilo Otôni, entendeu que a responsabilidade dos envolvidos, na condição de fornecedores, era objetiva, independentemente da culpa.

Logo após a decisão da magistrada, o relator, juiz convocado Marco Antônio de Melo, e os desembargadores Sérgio André da Fonseca Xavier e Habib Felippe Jabour, acompanharam a juíza e solicitaram a indenização dos familiares. Fonte: ISTOÉ.

Por que os antidepressivos causam apatia em algumas pessoas

SAÚDE

Apatia é relatada por muitos pacientes em tratamento com antidepressivos
Apatia é relatada por muitos pacientes em tratamento com antidepressivos

Cientistas explicam fenômeno chamado ‘embotamento’ emocional, que ocorre em até 60% dos pacientes que fazem uso desses remédios.

Medicamentos antidepressivos de uma das classes mais usadas, os ISRSs (inibidores seletivos da recaptação de serotonina), também podem provocar em um grande percentual de pacientes um efeito chamado de “embotamento” ou “adormecimento” emocional. Agora, cientistas da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, conseguiram explicar por que esse comportamento acontece.

Essa categoria de remédios inclui sertralinaescitalopramcitalopramfluoxetinafluvoxamina e paroxetina. São drogas que têm como alvo a serotonina, um importante neurotransmissor cerebral. O objetivo é melhorar a conexão entre os neurônios.

Não é de hoje que esse tema é motivo de estudos científicos. Em 2004 o psiquiatra e pesquisador William Jason Barnhart, publicou um artigo sobre síndrome da apatia induzida por ISRS no Journal of Psychiatric Practice.

“Sem dúvida, se por um lado os ISRSs são muito eficazes na melhoria de alguns sintomas negativos e debilitantes da depressão, por outro, parecem amortecer algumas emoções gratificantes e alegres”, escreveu.

O que se tenta entender é o mecanismo por trás dessa apatia, que pode afetar entre 40% e 60% dos indivíduos em uso dessa classe de antidepressivos.

Para o estudo, publicado neste domingo (22) na revista científica Neuropsychopharmacology, os pesquisadores da Inglaterra e da Dinamarca recrutaram 66 indivíduos saudáveis, sendo que 32 deles tomaram escitalopram e outros 34 receberam placebo, sem que ninguém soubesse o que estava tomando.

Passadas cerca de três semanas, os voluntários tiveram que responder questionários de autorrelato, além de fazerem testes para avaliar funções cognitivas, como aprendizado, inibição, função executiva, comportamento de reforço e tomada de decisão.

Os pesquisadores não acharam diferenças significativas entre os dois grupos no quesito cognição “fria”, que envolve atenção e memória. Também não houve alterações e na cognição “quente”, que envolve emoções.

Por outro lado, eles perceberam que o grupo que tomou escitalopram teve redução da sensibilidade ao reforço, que é a forma como aprendemos com o feedback de nossas ações e do ambiente.

No teste realizado, o grupo do escitalopram se mostrou menos propenso a usar o feedback positivo e negativo para orientar o aprendizado da tarefa.

Os autores do estudo entendem que isso sugere que a droga afetou a sensibilidade dos voluntários às recompensas e a capacidade deles de responderem de acordo.

Os questionários de autorrelato também evidenciaram que os participantes que tomaram o antidepressivo tiveram mais dificuldade em atingir o orgasmo durante o sexo, um efeito colateral frequentemente descrito por quem toma antidepressivos da classe dos ISRS.

“O embotamento emocional é um efeito colateral comum dos antidepressivos ISRS. De certa forma, isso pode ser em parte como eles funcionam – eles tiram um pouco da dor emocional que as pessoas que sofrem de depressão sentem, mas, infelizmente, parece que eles também tiram um pouco do prazer. A partir de nosso estudo, agora podemos ver que isso ocorre porque eles se tornam menos sensíveis às recompensas, que fornecem um feedback importante”, comenta em um comunicado a professora Barbara Sahakian, do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Cambridge e autora sênior do artigo.

A primeira autora conjunta do trabalho, Christelle Langley, do mesmo departamento, afirma que as “descobertas fornecem evidências importantes para o papel da serotonina no aprendizado por reforço”.

“Estamos acompanhando esse trabalho com um estudo que examina dados de neuroimagem para entender como o escitalopram afeta o cérebro durante o aprendizado de recompensa”, complementa.

O estudo não recomenda, em momento algum, que pessoas em uso de antidepressivos deixem de tomá-los caso sintam algo descrito acima. A decisão por descontinuar o tratamento medicamentoso deve ser avaliada por um médico psiquiatra e sempre feita sob supervisão.

Poluição elétrica: uso diário de muitos aparelhos domésticos pode causar depressão e insônia

Passamos a maior parte do tempo entre casa e trabalho, cuidamos da nossa saúde indo ao médico, temos equilíbrio mental com o psicólogo, podemos fazer alguma atividade para relaxar e até fazer algum esporte e tentar manter uma dieta balanceada e saudável para nos mantermos energizados para enfrentar tarefas diárias, mas a maioria de nós não atribui importância à radiação eletromagnética que nos cerca. Inf. Metrópoles.

Brasil recebe 7,7 milhões de doses contra covid da Pfizer

SAÚDE

Vacinas Covid-19 pediátricas da Pfizer-BioNTech
Vacinas Covid-19 pediátricas da Pfizer-BioNTech, Entrega de lotes de vacinas da Pfizer deve ser finalizado neste sábado (21).

Entrega de novos lotes será concluída neste sábado (21), após acordo do Ministério da Saúde com o laboratório para adiantar encomenda.

O Ministério da Saúde recebeu na tarde desta sexta feira (20) um lote com 7,2 milhões de doses de vacina pediátrica e baby da Pfizer contra a covid-19. As vacinas, que são o primeiro lote de um total de 7,7 milhões, são parte de um aditivo fechado entre o ministério e o laboratório que prevê a entrega de 50 milhões de doses dessa vacina para ser aplicada em crianças entre 6 meses e 11 anos de idade. Segundo o ministério, amanhã (21), pela madrugada, está prevista a entrega de um novo lote, contendo mais 550 mil doses.

Entrega de lotes de vacinas da Pfizer deve ser finalizado neste sábado (21).

Os lotes dessa vacina estão sendo entregues no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo.

Desse total que está sendo entregue entre hoje e amanhã, 4,5 milhões de doses são da vacina chamada Baby e serão destinadas para crianças de seis meses a 4 anos de idade. As demais 3,2 milhões de doses são de vacina pediátrica e serão destinadas ao público entre 5 e 11 anos.

A Pfizer informou que as 42,3 milhões de doses restantes desse contrato serão entregues ao Brasil até o final do primeiro semestre deste ano, embora haja uma tentativa de que essa entrega seja antecipada. “A Pfizer segue envidando seus melhores esforços para entregar o maior volume de doses possível ainda no primeiro trimestre, de forma a atender a necessidade do país”, disse a empresa.

Segundo o ministério, as vacinas passarão por análise do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde e depois serão distribuídas para todos os estados e o Distrito Federal.

A vacinação de crianças contra a covid-19 é fundamental para proteger esse público contra as formas graves da doença, além de evitar mortes. O ministério ressalta que os imunizantes são seguros e já foram aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Bivalente

A Pfizer informou ainda que, além das vacinas pediátricas e Baby, mais 19,4 milhões de vacina bivalente devem ser entregues ainda neste mês de janeiro ao governo brasileiro. Desse total, 9,2 milhões já foram entregues. O restante deve chegar ao Brasil até o dia 30 de janeiro. A vacina bivalente é aplicada em pessoas com idade acima dos 12 anos e protege contra a cepa original do coronavírus e também contra algumas subvariantes da Ômicron. Fonte Agência Brasil.

Ministério da Saúde decreta emergência de saúde pública para combater desassistência de indígenas Yanomami

SAÚDE

Crianças yanomami sofrem com desnutrição — Foto: Júnior Hekurari/Arquivo Pessoal
Crianças yanomami sofrem com desnutrição — Foto: Júnior Hekurari/Arquivo Pessoal

Um plano de ação do Comitê de Coordenação Nacional deve ser apresentado no prazo de quarenta e cinco dias.

O Ministério da Saúde declarou emergência de saúde pública para enfrentar à desassistência sanitária das populações em território Yanomami. A portaria foi publicada em edição extra do “Diário Oficial da União” nesta sexta-feira (20), após o registro de casos de desnutrição severa e de malária.

Ainda nesta sexta, o presidente Lula (PT) decretou a criação Comitê de Coordenação Nacional para discutir e adotar medidas em articulação entre os poderes para prestar atendimento a essa população. O plano de ação deve ser apresentado no prazo de quarenta e cinco dias, e o comitê trabalhará por 90 dias, prazo que pode ser prorrogado.

De acordo com a portaria, será estabelecido e mobilizado o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE – Yanomami) como mecanismo nacional da gestão coordenada da resposta à emergência no âmbito nacional. A gestão do COE estará sob responsabilidade da Secretaria de Saúde Indígena (SESAI), em caráter de emergência.

O presidente Lula vai a Roraima neste sábado (21) para tratar sobre a crise sanitária na saúde na Terra Yanomami. A previsão é que ele chegue a Boa Vista às 9h30 (10h30 de Brasília).

Lula deve visitar dois Distritos Sanitários – há dois em Roraima: o Yanomami e o Leste, responsável pela saúde dos indígenas que não são do povo Yanomami. Os demais detalhes da visita ainda estão sendo fechados pela equipe da presidência.

Na segunda-feira (16), o Ministério da Saúde enviou uma equipe multidisciplinar para a Terra Indígena Yanomami, na floresta amazônica, com o objetivo de fazer um diagnóstico sobre a situação da saúde dos indígenas e, a partir daí, traçar as ações para enfrentar a crise sanitária vivida na região.

Localizado nos estados de Roraima e Amazonas, o território é alvo de garimpo ilegal, que acarreta diversas mazelas para os habitantes – em torno de 30,4 mil.

Casos de desnutrição e malária são muito comuns na população local, que sofre ainda com a falta de atendimento médico regular. Estudo do Unicef (braço da Organização das Nações Unidas para a infância) e a Fiocruz aponta que oito em cada dez crianças menores de 5 anos têm desnutrição crônica – nas regiões de Auaris e Maturacá – dentro da terra indígena.

Em entrevista ao g1, o secretário de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, Weibe Tapeba, primeiro indígena a ocupar o cargo, já havia dito que a sua prioridade número um seria combater esses males na Terra Yanomami.

Crise na Saúde Yanomami

Com mais de 370 aldeias e quase 10 milhões de hectares que se estendem por Roraima, pela fronteira com a Venezuela e pelo o Amazonas, a reserva Yanomami enfrenta problemas tão grandes quanto a sua extensão territorial.

Ao todo, são 28 mil indígenas que vivem isolados geograficamente em comunidades de difícil acesso, mas que, em grande parte, já sofreram alguma intervenção de fora, com a ocupação de não indígenas, como é o caso dos garimpeiros – estimados em 20 mil. inf. g1.

Em Carnaíba, Anchieta Patriota inaugura o Centro de Reabilitação Dr. José Leite

O Governo do Município de Carnaíba, Anchieta Patriota, fez na tarde desta sexta feira 30, dentro da programação dos 69 anos de Emancipação Politica do Município, a inauguração do prédio do Centro de Reabilitação r. José Leite, localizado na Rua Joaquim Escrivão, no centro de Carnaíba.

Moísa Leite, que também atua na área de saúde do Estado, esteve presente da Cerimônia e no ato de publicação da placa que dá o nome do seu pai ao prédio.

Além de Moísa Leite, estiveram no ato o deputado estadual eleito José Patriota, a Primeira Dama Cecilia Patriota, o Vice Prefeito Junior de Mocinha, o Presidente da Câmara de Vereadores Cicero Batista, os vereadores Alex Mendes, Calango, Zé Ivan, a Secretária Municipal de Saúde Alessandra Noé, além do Secretário de Governo Everaldo Rodrigues Patriota e de Infraestruturas Tiago Arruda.

Uma grande obra, uma conquista para o nosso município. O Centro foi feito em parceria com o Governo do Estado, através da intermediação do deputado Danilo Cabral, que estará presente na inauguração.
O novo espaço conta com piscina, sala para fisioterapia, salas de atendimento, espaço psicopedagógico, com um atendimento multidisciplinar para oferecer a crianças e adolescentes com deficiência, um ambiente único para atender às suas necessidades, de forma integrada.
 
Profissionais de fisioterapia, fonoaudiologia, psicopedagogia, neurologia, terapia ocupacional dividirão o espaço. O centro foi pensado, planejado e projetado para ser uma referência nesse tipo de atendimento.

Inf. João V. Rodrigues, com Imagens de Luciano Lima

Caruaru Agreste de Pernambuco ganha Centro de Hemodiálise

SAÚDE

CONFIRA VIDEO:

Governador Paulo Câmara inaugurou a unidade, localizada em Caruaru, nesta segunda. Ele também realizou a entrega de outras obras na região (Divulgação)
Governador Paulo Câmara inaugurou a unidade, localizada em Caruaru, nesta segunda. Ele também realizou a entrega de outras obras na região. Foto/Divulgação.

O governador Paulo Câmara inaugurou a unidade, localizada em Caruaru, nesta segunda. Ele também realizou a entrega de outras obras na região O Agreste de Pernambuco passa a contar, a partir desta segunda-feira (26), com um Centro de Hemodiálise. Construída no terreno do Hospital Mestre Vitalino, no município de Caruaru, a unidade, que recebeu investimentos de R$ 3,5 milhões, tem capacidade para realizar quase cinco mil sessões por mês, beneficiando a população de 53 municípios que compõem a IV e V regionais de saúde. A inauguração ocorreu nesta manhã e contou com a presença do governador Paulo Câmara e outras autoridades estaduais.

“Esse centro irá atender não apenas Caruaru, mas as demais regiões do nosso Estado. Vai encurtar distâncias para quem precisa deste serviço e terá uma qualidade enorme para a gente melhorar cada vez mais a saúde pública de Pernambuco”, destacou o governador.

O espaço, com mais 1 mil metros quadrados de área construída, tem capacidade para atender mais de 350 pacientes/mês e foi viabilizado por emenda parlamentar do deputado federal Wolney Queiroz. “Éuma obra que reforça o compromisso do governador Paulo Câmara com a descentralização e interiorização da assistência médica especializada em Pernambuco”, ressaltou o secretário estadual de Saúde, André Longo.

Carnaíba ganhará Centro de Reabilitação

SAÚDE E EDUCAÇÃO

Será inaugurado na próxima sexta-feira, 30/12, às 14h o Centro Especializado em Reabilitação Dr. José Leite.

Uma grande obra, uma conquista para o nosso município.

O Centro foi feito em parceria com o Governo do Estado, através da intermediação do deputado Danilo Cabral, que estará presente na inauguração.

O novo espaço conta com piscina, sala para fisioterapia, salas de atendimento, espaço psicopedagógico, com um atendimento multidisciplinar para oferecer a crianças e adolescentes com deficiência, um ambiente único para atender às suas necessidades, de forma integrada.

Profissionais de fisioterapia, fonoaudiologia, psicopedagogia, neurologia, terapia ocupacional dividirão o espaço. O centro foi pensado, planejado e projetado para ser uma referência nesse tipo de atendimento.

Todos estão convidados para prestigiar este momento que é tão significativo para a saúde e educação especial das nossas crianças e adolescentes.

 

Inf. Diretoria de imprensa 

Governador entrega segunda etapa das obras do HEC, em Serra Talhada

SAÚDE

Com a abertura da segunda etapa, serão entregues 90 leitos de internação e 63 de emergência, totalizando 153 leitos operacionais, além de ambulatórios de diversas especialidades.

Fotos: Reprodução

Nessa terça-feira (20), foi entregue a segunda etapa das obras do Hospital Geral do Sertão Governador Eduardo Campos (HEC), em Serra Talhada. A abertura da unidade foi antecipada no início da pandemia da COVID-19, em 2020, com liberação da primeira etapa do serviço para atendimentos exclusivos a pacientes com a doença. O ato reuniu os gestores da OSS Hospital do Tricentenário e autoridades políticas, como o governador Paulo Câmara e o secretário de saúde, André Longo.

Com a abertura da segunda etapa, serão entregues 90 leitos de internação e 63 de emergência, totalizando 153 leitos operacionais, além de ambulatórios de diversas especialidades para pacientes egressos com toda a infraestrutura para realização de exames e demais procedimentos.

Dos 153 leitos, 40 são de UTI, sendo 30 para adultos e 10 para pacientes pediátricos. Outros 50 são leitos de enfermaria: 20 de clínica médica, 20 de clínica cirúrgica e 10 de pediatria. Os 63 demais leitos são para os atendimentos de emergência. Das vagas de terapia intensiva, 10 são voltadas para a COVID-19. Até então, o hospital funcionava apenas para assistência a pacientes suspeitos ou confirmados para a doença oriundos da região.

Ortopedia, cirurgia geral e pediátrica e cardiologia são algumas das especialidades ofertadas nos ambulatórios. A estrutura contará, ainda, com exames de bioimagem com tomografia computadorizada, endoscopia, colonoscopia, broncoscopia, raio X, ultrassonografia e eletroencefalograma.

Cerca de 500 profissionais, entre médicos e outros trabalhadores da saúde, além de funcionários da área administrativa, atuarão no HEC. Com a inauguração total, a expectativa é que os investimentos na edificação ultrapassem R$ 47 milhões. Ao todo, o hospital terá 10 mil metros quadrados (m²) de área construída.

O serviço beneficiará mais de 842 mil habitantes de 35 cidades do sertão pernambucano das VI, X e XI Gerências Regionais de Saúde (Geres), que englobam a 3ª macrorregião de saúde. Com informações da SES-PE