PERNAMBUCO

Obra resgata marcos históricos e arquitetônicos, celebrando os 200 anos da Confederação do Equador; lançamento reuniu autoridades nesta terça-feira (8)
O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) lançou, nesta terça-feira (8), o livro “O Palácio da Justiça de Pernambuco: da pedra fundamental à inauguração (1924-1930)”, de autoria da servidora Carla Romeiro Nanes de Aguiar.
A cerimônia, realizada no salão nobre do TJPE, foi conduzida pelo presidente da Corte, desembargador Ricardo Paes Barreto, e pelo presidente da Comissão de Gestão e Preservação da Memória, desembargador Alexandre Assunção.
A obra retrata a história da construção do Palácio da Justiça, desde o lançamento da pedra fundamental até sua inauguração, destacando sua relevância arquitetônica e cultural para o Estado de Pernambuco. “O prédio do Tribunal de Justiça de Pernambuco é uma construção histórica e bicentenária, e, como gestor e presidente do Tribunal, é nossa responsabilidade preservar sua integridade e características originais”, frisou Ricardo Paes Barreto.
O presidente ainda reforçou que o prédio faz parte de um importante conjunto arquitetônico na Praça da República, ao lado do Liceu Das Artes e Ofícios, do Teatro Santa Isabel e do Palácio da Justiça.
“Recebo com muita honra esta obra árdua de Carla Nanes, que documenta detalhadamente o processo de construção do prédio, desde o início até sua conclusão. Esse livro será uma referência para todos que desejam entender a trajetória e a história dessa construção e, a partir de agora, será preservada não apenas por nós, gestores, mas por todos os pernambucanos que tanto valorizam o nosso Poder Judiciário.”, reforçou Barreto.
A obra
Criado a partir da dissertação de mestrado em História da funcionária e analista judiciária do TJPE, Carla Nanes, o livro intitulado “O Palácio da Justiça de Pernambuco: da pedra fundamental à inauguração (1924-1930)”, retrata a construção do prédio que sedia a principal corte do Judiciário do Estado.
“Desde cedo, me senti encantada pelo Salão Nobre do Tribunal de Justiça de Pernambuco, em especial pelos ornamentos e pela riqueza histórica desse espaço. Minha curiosidade sobre como esse imponente palácio havia sido construído foi o ponto de partida para a pesquisa. Para mim, foi um prazer mergulhar nesse tema que me instigou profundamente”, comentou a escritora no lançamento.
Parceria
O livro foi lançado em uma parceria do TJPE com o Memorial da Justiça. De acordo com o presidente da comissão de Gestão e Preservação da Memória do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Alexandre Assunção, o livro é um marco, já que relembra uma data significativa.
“O lançamento desta obra faz parte das comemorações dos 200 anos da Confederação do Equador, destacando o fato de que a pedra fundamental do edifício foi colocada justamente em homenagem ao centenário desse evento. O livro rememora essa data histórica, conectando-a ao contexto das celebrações bicentenárias da Confederação, preservando a memória de ambos os acontecimentos”, finalizou o desembargador. Por Maysa Sena,


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