Governo Trump discute sanções a Gonet por pedir prisão de Bolsonaro

PGR

📸 STF

PGR Paulo Gonet acusa Jair Bolsonaro de liderar organização criminosa que orquestrou suposto golpe de Estado; penas chegam a 43 anos

O governo de Donald Trump discutiu, nesta terça-feira (15/7), medidas a serem adotadas após o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pedir a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro com penas que chegam a 43 anos de prisão.

Um dos temas em análise pela Casa Branca é a possibilidade de aplicar sanções a Gonet, nos mesmos moldes das estudadas contra o ministro Alexandre de Moraes (STF).

As punições cogitadas contra o magistrado e o procurador são via Lei Magnitsky e Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional. O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro participa das conversas em Washington.

Trump acusa o Supremo Tribunal Federal e o governo Lula de promoverem “ataques vergonhosos” contra Bolsonaro e anunciou a imposição de tarifas a produtos brasileiros. Ministros do STF ouvidos pela coluna garantem que a Corte não mudará a forma de atuar devido à pressão dos Estados Unidos.

Em fevereiro, o senador republicano Shane David Jett, aliado de Trump, enviou uma carta a Gonet pedindo “esclarecimentos sobre medidas adotadas pelo MPF/PGR para combater ilegalidades noticiadas na imprensa brasileira e internacional diante da possibilidade de sanções americanas”.

Pedido de prisão

Gonet pediu a prisão de Bolsonaro e o apontou como “líder da organização criminosa” que planejava o golpe de Estado após a eleição de Lula em 2022.

O procurador-geral também acusa o ex-presidente de ter cometido os crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, com considerável prejuízo à vítima e deterioração de patrimônio tombado.

Por Paulo Cappelli, Petrônio Viana

Categorias PGR

‘Estamos fazendo isso porque eu posso’, diz Trump sobre tarifas de 50% ao Brasil

ECONOMIA

Trump: ‘Taxei o Brasil porque eu posso’ 📸 Reprodução

A declaração, que ignora fatores econômicos, foi dada após jornalistas questionarem o republicano sobre a taxa imposta ao Brasil. A medida é a mais alta até agora, entre mais de 20 países que devem enfrentar cobranças sobre importação nos EUA a partir de 1º de agosto.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (15) que decidiu impor tarifas de 50% sobre a importação de produtos brasileiros porque “pode fazer isso” e quer “dinheiro entrando” no país.

A declaração, que ignora fatores econômicos, foi dada após jornalistas questionarem o republicano sobre a tarifa imposta ao Brasil. A medida é a mais alta até agora, entre mais de 20 países que devem enfrentar cobranças elevadas sobre importação nos EUA a partir de 1º de agosto.

“Estamos fazendo isso porque eu posso fazer. Ninguém mais seria capaz”, disse Trump no gramado da Casa Branca. “Temos tarifas em vigor porque queremos tarifas e queremos o dinheiro entrando nos EUA”, acrescentou.

Em carta endereçada ao presidente Lula (PT) na última quarta-feira (9), Trump argumentou que irá elevar a taxa do Brasil em 50% por ter uma relação comercial “injusta” com o país. Os dados oficiais, no entanto, mostram que os norte-americanos têm vantagem na balança comercial. (leia abaixo)

Além disso, o republicano citou Jair Bolsonaro (PL) e disse ser “uma vergonha internacional” o julgamento do ex-presidente no Supremo Tribunal Federal (STF).

Nesta terça-feira, Trump também voltou a defender Bolsonaro após ser informado sobre o pedido de condenação apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Em sua fala, Trump afirmou que “não é que ele seja amigo” de Bolsonaro, mas sim alguém que conhece. O presidente dos EUA também voltou a dizer, sem apresentar provas, que o julgamento de Bolsonaro no STF seria uma “caça às bruxas”.

“O presidente Bolsonaro é um bom homem. Conheci muitos primeiros-ministros, presidentes, reis e rainhas, e sei que sou muito bom nisso. O presidente Bolsonaro não é um homem desonesto. Ele ama o povo brasileiro. Ele lutou muito pelo povo brasileiro”, disse Trump.

“Ele negociou acordos comerciais contra mim em nome do povo brasileiro, e foi muito duro, porque queria fazer um bom negócio para seu país. Ele não era um homem desonesto. Acredito que isso seja uma caça às bruxas e que não deveria estar acontecendo. Eu sei disso”, continuou.

Déficit comercial?

Ao justificar a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, Trump afirmou que a relação comercial dos EUA com o Brasil é “injusta”. “Nosso relacionamento, infelizmente, tem estado longe de ser recíproco”, escreveu.

“Por favor, entenda que essas tarifas são necessárias para corrigir os muitos anos de tarifas e barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil, que causaram esses déficits comerciais insustentáveis contra os EUA. Esse déficit é uma grande ameaça à nossa economia e, de fato, à nossa segurança nacional”, disse Trump na carta a Lula.

Apesar do argumento, dados do Ministério do Desenvolvimento mostram o contrário. O Brasil tem registrado déficits comerciais seguidos com os EUA desde 2009 — ou seja, há 16 anos. Isso significa que o Brasil gastou mais com importações do que arrecadou com exportações.

Ao longo desse período, as vendas americanas ao Brasil superaram as importações em US$ 90,28 bilhões (equivalente a R$ 493 bilhões na cotação atual), considerando os números até junho de 2025. Leia mais aqui.

Por isso, analistas afirmam que a postura de Trump com as tarifas tem um forte componente geopolítico, com o objetivo principal de ampliar seu poder de barganha e influência nas relações internacionais.

Por Redação g1 — São Paulo

Criança alfabetizada: Afogados ultrapassou a meta estabelecida para 2024

AFOGADOS DA INGAZEIRA 

O Ministério da Educação (MEC) divulgou, no último final de semana, os resultados dos indicadores de alfabetização de nossas crianças. O índice é obtido a partir das avaliações conduzidas pelos Estados e municípios como parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), e divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Com bom percentual de participação (97,47%), a rede municipal de Afogados da Ingazeira apresentou resultados crescentes, passando de 66,6% em 2023, para 70,19% em 2024, ultrapassando a meta preconizada, que era de 68,77%.

“Esse é um resultado bastante importante, que mostra a evolução da educação em Afogados, não apenas no que concerne a melhoria de nossa estrutura física, com a inauguração das novas escolas Ana melo e Dom Mota, mas também evoluindo nos diversos indicadores que atestam a qualidade do ensino ofertado nas escolas da rede pública municipal, especialmente na garantia da alfabetização”, destacou a secretária de educação de Afogados, Wivianne Fonseca.

Vereador Raimundo do Foto sofre infarto agudo e fará cateterismo de urgência no Eduardo Campos em Serra Talhada

AFOGADOS DA INGAZEIRA 

 

O vereador José Raimundo Lima Santos, o Raimundo do Foto, de 61 anos, teve o quadro de infarto confirmado pela equipe médica do Hospital Regional Emília Câmara.

O tipo de infarto que o acometeu é grave, o infarto com supra, forma mais grave da ocorrência.

O termo “ataque cardíaco supra” refere-se ao Infarto Agudo do Miocárdio com supradesnível do segmento ST (IAM com supra ST), uma condição grave que ocorre quando há bloqueio total de uma artéria coronária, interrompendo o fluxo sanguíneo para uma parte do músculo cardíaco.

A equipe da unidade disse que a reação entre os sintomas e a entrada na unidade ocorreram “na hora certa”. Ele seguiu para o Eduardo Campos com o cardiologista Messias Mendes. Lá, fará um cateterismo de urgência.

Em 2024, Raimundo Lima foi reeleito pelo PSB com 957 votos. É lider do governo Sandrinho Palmeira na Câmara. Com Informações de Nill JR.

MEC publica portaria que regulamenta educação à distância e define regras para polos EAD compartilhados

EDUCAÇÃO 

MEC define regras para cursos EaD — Foto: getty images

Principal novidade é a possibilidade de compartilhamento des polos EAD entre instituições, desde que cumpridas regras definidas pelo documento.

O Ministério da Educação (MEC) publicou nesta segunda-feira (14) a portaria que regulamenta a Nova Política de Educação à Distância. O documento detalha, entre outras coisas:

  • as normas para formação acadêmica e atribuições do corpo docente e dos mediadores pedagógicos;
  • avaliações de aprendizagem;
  • materiais didáticos e plataformas digitais;
  • criação e funcionamento de Polos de Educação a Distância (polos EAD).

A principal novidade é a possibilidade de compartilhamento dos polos EAD, já que a nova política não previa o compartilhamento de polos entre instituições de ensino superior diferentes.

Agora, pode instituições diferentes poderão utilizar o mesmo polo, desde uma delas seja credenciada exclusivamente para atividades presenciais.

Vale lembrar que polos são espaços devidamente credenciados pelas instituições, fora do campus principal, que oferece apoio para o desenvolvimento de atividades pedagógicas e administrativas relativas aos cursos e programas ofertados a distância.

Para que seja possível a utilização de um único polo por mais de uma instituição, deve haver:

  • a formalização de instrumento de parceria entre as duas instituições, sendo uma dela credenciada exclusivamente para oferta presencial;
  • a parceria da instituição presencial deve ser restrita a apenas uma instituição;
  • não concomitância do uso dos espaços formativos pelos estudantes das instituições parceiras;
  • e identificação pública e inequívoca das instituições parceiras.

Formação e atribuições do documento do corpo docente 

De acordo com a portaria, o corpo docente que atua nos cursos de graduação semipresenciais e à distância deve possuir formação em pós-graduação.

Para os mediadores pedagógicos, a exigência é de formação em nível de graduação, preferencialmente com pós-graduação.

Além disso, a composição do corpo docente e dos mediadores dos cursos deve ser compatível com o número de estudantes matriculados vinculados ao polo EAD.

As instituições tem dois anos para se adaptarem às novas regras. O prazo é contato a partir de 20 de maio de 2025, quando foi publicado o decreto que detalha as regras para os cursos de graduação.

Sobre a nova política do EAD

Em maio, após sucessivos adiamentos, o MEC assinou a Nova Política de Educação à Distância, para regular as modalidades de graduação oferecidas pelas instituições de ensino superior, após um crescimento desenfreado de cursos on-line.

Entre as principais mudanças definidas pelo documento estava a exigência de que as graduações de Medicina, Direito, Odontologia, Enfermagem e Psicologia deverão ser ofertadas exclusivamente no formato presencial.

O decreto também deternimou que os demais cursos das áreas de saúde e de licenciaturas(formação de professores) só poderão ser presenciais ou semipresenciais — uma nova modalidade, também estabelecida pelo documento.

Além disso:

Nenhum curso poderá ser 100% à distância. O formato EAD passa a exigir que, no mínimo, 20% da carga horária seja cumprida:

  • presencialmente — na sede da instituição ou em algum campus externo, com todos os participantes (professores e alunos) fisicamente presentes—;
  • ou por atividades síncronas mediadas(como aulas on-line ao vivo, por exemplo).

As provas devem ser presenciais.

O decreto cria uma nova modalidade: a semipresencial. Entram na categoria os cursos que tiverem obrigatoriamente, além da parte on-line, atividades presenciais físicas, como estágio, extensão ou práticas laboratoriais.

Os polos de EAD, que são espaços oferecidos pelas universidades fora do campus principal, precisarão seguir determinados critérios técnicos, com uma estrutura mínima oferecida aos estudantes (em termos de tecnologia e de disponibilidade de laboratórios, por exemplo).

Por Redação g1

PGR pede ao Supremo condenação de Bolsonaro por tentativa de golpe de estado

POLÍTICA

Bolsonaro durante interrogatório na 1ª Turma do STF sobre trama golpista — Foto: Ton Molina/STF

Procuradoria apresentou as alegações finais contra o ex-presidente e outros 7 réus do “núcleo crucial” da trama golpista em 2022.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. As acusações fazem parte das alegações finais apresentadas na ação penal que apura a tentativa de ruptura institucional planejada pelo núcleo próximo ao ex-presidente.

Segundo a PGR, Bolsonaro liderou uma organização criminosa armada voltada a desacreditar o sistema eleitoral, incitar ataques a instituições democráticas e articular medidas de exceção.

Esta etapa representa a última oportunidade para acusação e defesa apresentarem argumentos baseados nas provas produzidas durante a instrução processual. Os ministros do colegiado analisarão os documentos finais de forma independente.

Segundo o pedido da PGR, Bolsonaro “figura como líder da organização criminosa [..], por ser o principal articulador, maior beneficiário e autor dos mais graves atos executórios voltados à ruptura do Estado Democrático de Direito”.

Ainda de acordo com a denúncia da PGR, o ex-presidente “instrumentalizou o cargo com a finalidade de prejudicar a alternância legítima de poder nas eleições de 2022 e minar o livre exercício dos demais poderes constitucionais, especialmente do Poder Judiciário”.

O processo contra o grupo denunciado pela procuradoria começou em fevereiro de 2025, quando a PGR apresentou a denúncia. A 1ª Turma do STF acatou a acusação em março, permitindo a abertura da ação penal. O caso passou pela fase de instrução de abril a junho, com coleta de provas, depoimentos e acareações.

A Procuradoria afirma que Bolsonaro atuou para que a sua “narrativa falaciosa” fosse replicada em canais de comunicação. O ex-presidente teria exercido liderança sobre o movimento golpista, segundo a PGR, “para fins pessoas e ilegais”.

Compõem o núcleo, além de Bolsonaro:

  • Alexandre Ramagem (PL-RJ), deputado federal e ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência);.
  • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;.
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça;.
  • Augusto Heleno, ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República);.
  • tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;.
  • Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;.
  • Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil.

Eles respondem por:

  • tentativa de golpe de Estado;.
  • tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito;.
  • deterioração de patrimônio tombado;.
  • dano qualificado; e participação em organização criminosa armada.
  • participação em organização criminosa armada.

O prazo para apresentação das alegações finais é de 15 dias para cada parte. A contagem dos prazos se dá de forma sucessiva, e não simultânea. Agora, a defesa de Mauro Cid terá 15 dias para apresentar seus argumentos. Cid se manifestará antes dos demais acusados por ter firmado acordo de colaboração no processo.

As defesas dos outros réus terão prazo conjunto de 15 dias para apresentarem suas alegações. Os prazos processuais continuarão correndo durante o recesso do Judiciário, de 2 a 31 de julho, por causa da presença do general Braga Netto como réu preso no processo.

Depois, o processo estará pronto para julgamento pela 1ª Turma do STF. A data do julgamento será definida para o 2º semestre de 2025. O colegiado analisará a situação de cada acusado individualmente e decidirá por maioria.

(Poder360)

Desembargador Paulo Augusto Oliveira será novo substituto do TRE-PE

PERNAMBUCO 

Ex-chefe do MPPE, Paulo Augusto de Freitas Oliveira toma posse como desembargador do Tribunal de Justiça – Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Jurista foi eleito pelo pleno do TJPE e vai ocupar a função por dois anos

O desembargador Paulo Augusto de Freitas Oliveira foi eleito em sessão extraordinária do pleno do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) desta segunda-feira (14)  para ocupar o cargo de desembargador eleitoral substituto do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE).

O novo membro da corte eleitoral tem mais de 30 anos de trajetória no serviço público, e, após se graduar em direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), passou pela Academia de Polícia Militar de Paudalho, onde participou do Curso de Oficiais.

Após ser escolhido, o desembargador se colocou à disposição dos colegas e agradeceu pela confiança.

“Tenham em mim cada um de vocês ali representados. Estarei à disposição de todos e todas e principalmente do povo pernambucano para corresponder com a prestação da Justiça Eleitoral pelos próximos dois anos”, proclamou.

Paulo Oliveira também é especializado em Segurança Pública e Cidadania pelas ASCES/Unita e em Gestão Pública pela Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco (FCAPE/UPE).

O jurista já ocupou as funções de oficial da Polícia Militar, procurador federal da Advocacia-Geral da União e promotor de Justiça do Ministério Público de Pernambuco. Ele assume como desembargador eleitoral em 25 de agosto pelo período de dois anos.

Por Blog da Folha

São José do Egito: TCE julga irregular gestão 2023 da previdência, responsabiliza secretários e aplica multas

POLÍTICA 

📸 Reprodução

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) julga nesta segunda-feira (14) o relatório da Auditoria Especial de Conformidade realizada no Fundo Previdenciário do Município de São José do Egito (Plano Previdenciário), referente ao exercício de 2023.

De acordo com o documento obtido com exclusividade pelo Blog do Júnior Campos, a gestão anterior deixou de recolher R$ 1.441.194,28 ao fundo previdenciário entre os anos de 2022 e 2023. A omissão comprometeu o equilíbrio atuarial do regime e o fluxo de caixa do fundo, resultando em um prejuízo financeiro de R$ 264.544,94 ao Município, decorrente da perda do potencial de rendimento dos valores não repassados.

O relatório também evidencia o descumprimento de termos de parcelamento firmados com o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). Foram identificadas duas parcelas em aberto do Termo nº 112/2020 e onze parcelas do Termo nº 1057/2022, totalizando R$ 576.534,18 em valores não recolhidos, o que gerou prejuízo adicional de R$ 37.055,75 ao erário.

A conclusão da auditoria é contundente: falta de comprometimento e assunção de risco desproporcional por parte dos gestores municipais em relação às obrigações previdenciárias, comprometendo o equilíbrio financeiro e atuarial do RPPS.

O processo, que será julgado na sessão de hoje, tem como relator o conselheiro Ranilson Ramos e envolve como interessados o ex-prefeito Evandro Perazzo Valadares, os secretários de Saúde Ednaldo de Sousa Gomes e Paulo de Tarso de Lira Jucá, além da ordenadora de despesas Gislaine Gama de Oliveira. As informações são de Jr. Campos

Senador Fernando Dueire participa de inauguração da FAV e dá ordem de serviço para para nova etapa do Anel Viário em Serra Talhada

SERTÃO DE PERNAMBUCO 

📸 Reprodução

O senador Fernando Dueire (MDB) participou, nesta segunda-feira (14), da assinatura da ordem de serviço para mais uma obra de mobilidade urbana em Serra Talhada, no sertão de Pernambuco. A iniciativa representa um investimento de R$ 3 milhões, sendo R$ 2 milhões disponibilizados pelo senador e R$ 1 milhão pelo município, e contempla a implantação do anel viário que ligará o Bairro do Bom Jesus ao Terminal de Passageiros Municipal. Ainda na cidade, o senador também esteve presente na inauguração das novas instalações da Fundação Altino Ventura (FAV), que amplia os atendimentos oftalmológicos na região.

Durante a agenda em Serra Talhada, o senador destacou a relevância da nova intervenção viária, que promete melhorar significativamente o tráfego local, facilitar o acesso ao terminal e beneficiar milhares de pessoas que circulam diariamente pelo município. “A implantação do anel viário é mais um passo para a modernização da infraestrutura urbana e a promoção de mais qualidade de vida para a população de Serra Talhada e região. Seguimos trabalhando de forma muito focada para tirar do papel obras como essa, que fazem diferença na vida das pessoas”, afirmou.

Já na solenidade que marcou a inauguração das novas dependências da FAV na cidade, o senador reforçou a importância da expansão e interiorização dos serviços de excelência prestados pela instituição. “O atendimento da Fundação Altino Ventura prestado especialmente para os usuários do SUS é uma referência. Somar forças com essa equipe é uma prioridade do nosso mandato”,disse Dueire, que na semana passada aprovou no Senado Federal a entrega da Comenda Santa Dulce dos Pobres à Fundação Altino Ventura.

Com 600 metros quadrados, as novas instalações da FAV conta com cinco consultórios, seis salas de exames, área exclusiva para triagens, recepção e estar médico. A previsão é que as consultas mensais passem de 2.200 para 6.000, enquanto os exames subirão de 20 mil para 50 mil por mês. As cirurgias, atualmente em torno de 400 mensais, devem alcançar 600.

Já o deputado federal Fernando Monteiro enfatizou os investimentos que tem garantido para a capital do xaxado. “Tenho muito orgulho de destinar recursos que fazem a diferença para Serra Talhada. Hoje, essa Ordem de Serviço representa mais um milhão de reais em emendas do nosso mandato, somando-se aos dois milhões do senador Fernando Dueire, para uma obra que vai melhorar o trânsito e a qualidade de vida da nossa população”, disse o deputado.

Ex prefeito de Itapetim Adelmo Moura se reúne com deputado Pedro Campos e discute demandas do Pajeú

POLÍTICA 

📸 Reprodução

O ex-prefeito de Itapetim e pré-candidato a deputado estadual, Adelmo Moura, esteve reunido nesta segunda-feira (14), com o deputado federal Pedro Campos (PSB) em Recife. A pauta do encontro girou em torno das demandas políticas e estratégicas do Sertão do Pajeú, região onde Adelmo mantém forte inserção política e atuação histórica.

Em publicação nas redes sociais, Adelmo destacou a importância da parceria e do diálogo permanente para o fortalecimento da região. “Estive nesta segunda-feira, em Recife, com o deputado Pedro Campos, discutindo as demandas políticas do nosso querido Pajeú. Seguimos firmes na construção de caminhos que fortalecem a nossa região”, escreveu.

O encontro faz parte do calendário de articulações que o ex-prefeito tem promovido junto a lideranças estaduais e federais, visando garantir apoio para projetos estruturadores e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento dos municípios do Sertão. (Leticia Lima)

Juíza é demitida após usar mesmo modelo de sentença em 2 mil processos

CORRUPÇÃO

📸 Reprodução

Irregularidade teria sido cometida para inflar resultados de produtividade da juíza auxiliar no Rio Grande do Sul

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) demitiu a juíza substituta Angélica Chamon Layoun, que atuava na comarca de Cachoeira do Sul (RS). A decisão foi publicada no Diário da Justiça na última segunda-feira (7/7) e teve como base irregularidades na condução de processos pela magistrada, que estava no cargo há pouco mais de um ano.

Segundo o processo administrativo disciplinar (PAD), Angélica usou um mesmo modelo de decisão em cerca de 2 mil processos cíveis. A juíza também teria desarquivado ações já julgadas para proferir novas sentenças, que repetiam o conteúdo das decisões anteriores. De acordo com o tribunal, a prática visava aumentar artificialmente os índices de produtividade da magistrada.

Leia a notícia completa no Correio 24 Horas, parceiro do Metrópoles

Governo Trump faz nova ameaça ao Brasil e diz acompanhar ‘de perto’ situação de Bolsonaro

MUNDO 

Presidente dos EUA, Donald Trump. — Foto: AFP/Reuters

Presidente americano anunciou na semana passada tarifa de 50% para o Brasil. Nova declaração ocorre no mesmo dia em que a PGR deve apresentar as alegações finais de ação que tem Bolsonaro como réu 

O governo de Donald Trump, dos EUA, voltou a fazer ameaças ao presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por meio das redes sociais nesta segunda-feira (14).

Em um comunicado publicado em uma conta governamental da rede social X, o subsecretário Darren Beattie disse que o presidente dos EUA “impôs consequências há muito esperadas contra o Supremo Tribunal de (Alexandre de) Moraes e ao governo Lula por seus ataques a Jair Bolsonaro, à liberdade de expressão e ao comércio com os EUA”.

Beattie fez referência ao anúncio de Trump sobre a imposição de tarifas de 50% a produtos brasileiros importados pelos EUA. A medida entra em vigor em 1º de agosto e foi justificada pelo presidente norte-americano por motivos políticos e comerciais. Entenda mais abaixo.

O texto diz ainda que os EUA estarão “acompanhando de perto” os desdobramentos no Brasil.

“Tais ataques são uma vergonha e estão muito abaixo da dignidade das tradições democráticas do Brasil”, diz a nota.

Beattie é subsecretário para Diplomacia Pública da Secretaria de Estado dos EUA, órgão que equivale ao Ministério das Relações Exteriores. É a secretaria responsável pelas relações diplomáticas e pela facilitação de negócios com outros países, incluindo o Brasil.

A declaração se dá no mesmo dia em que a Procuradoria-Geral da República deve apresentar as alegações finais de uma ação que tem Bolsonaro como réu, por tentativa de golpe de estado em 2022.

Também é esperada para esta segunda-feira a assinatura, pelo governo brasileiro, da Lei de Reciprocidade, medida apontada como alternativa para o Brasil reagir ao tarifaçoanunciado por Trump.

Tarifaço

A publicação da nota ocorre na esteira da imposição de tarifas de 50% a produtos brasileiros por Washington, anunciado na última quarta-feira (9), que devem entrar em vigor no próximo dia 1º de agosto.

Na carta que Trump enviou ao governo brasileiro na quarta ao governo Lula, o republicano afirmou, sem provas, que a decisão de aumentar a taxa foi tomada “em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos“.

O documento mistura alegações comerciais e políticas para impor a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, incluindo um suposto déficit que os Estados Unidos teriam com o Brasil. A informação, no entanto, é falsa. Desde 2009, os EUA exportam mais do importam para o Brasil.

Entidades da indústria e da agropecuária brasileira manifestaram preocupação com o anúncio e disseram que as taxas ameaçam empregos. A Confederação Nacional da Indústria, por exemplo, afirmou que não há qualquer fato econômico que justifique uma medida desse tamanho.

Relação com o caso a Bolsonaro

A crise entre os Estados Unidos e o Brasil tem como pano de fundo a situação judicial do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ao justificar a elevação da tarifa sobre o Brasil, Trump citou Bolsonaro e disse ser “uma vergonha internacional” o julgamento do ex-presidente no STF.

Na carta em que anunciou a tarifa de 50% sobre a importação de produtos brasileiros, o presidente Donald Trump também classificou “a forma como o Brasil tem tratado” o ex-presidente como “vergonha internacional”.

“Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma Caça às Bruxas que deve acabar IMEDIATAMENTE!”

Bolsonaro, no entanto, é réu por tentativa de golpe de Estado dentro de um processo que obedeceu todos os ritos da Constituição brasileira.

Bolsonaro responde a uma ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento na tentativa de golpe de Estado em 2022.

O processo, que começou em março deste ano, caminha para a reta final. Além disso, o político do PL também está inelegível por oito anos, por decisões do Tribunal Superior Eleitoral em 2023.

Veja a íntegra do comunicado 

“O presidente Trump enviou uma carta impondo consequências há muito esperadas ao Supremo Tribunal de Moraes e ao governo Lula por seus ataques a Jair Bolsonaro, à liberdade de expressão e ao comércio com os EUA.

Tais ataques são uma vergonha e estão muito abaixo da dignidade das tradições democráticas do Brasil.

As declarações do presidente Trump são claras. Estaremos acompanhando de perto.”

Por Redação g1

Em resposta ao tarifaço de Trump, Lula assina decreto que regulamenta Lei da Reciprocidade

POLÍTICA 

📸 Fabio Pozzebom/ Agência Brasil

Decreto cria um comitê formado por representantes do governo e empresários para discutir o tarifaço imposto por Donald Trump ao Brasil

O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, nesta segunda-feira (14), o decreto que regulamenta a Lei da Reciprocidade, em resposta ao tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

No decreto, ficam estabelecidos os procedimentos que deverão ser adotados para a aplicação da lei, além de criar um comitê, que será formado por representantes do governo e empresários, com o objetivo de discutir o tarifaço.

Nesta segunda-feira, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que o decreto não cita nominalmente os Estados Unidos, mas destacou os efeitos da medida.

“A lei autoriza o executivo a adotar medidas de proteção do país quando medidas extemporâneas e extraordinárias forem adotadas de forma unilateral por outros países do Brasil. E, por isso, a denominação reciprocidade pode responder de um formato também rápido se outro país fizer medidas semelhantes a essa que foi anunciada pelos Estados Unidos. Então, o decreto não fala de país, não”, afirmou.

O governo brasileiro não divulgou o conteúdo do documento. O decreto será divulgado nesta terça-feira (15), no Diário Oficial da União.

A Lei da Reciprocidade foi aprovada em abril deste ano pelo Congresso Nacional. Antes da aprovação, não havia mecanismo que garantisse ao governo uma retaliação a outro país em caso de medidas como o tarifaço, tendo como única saída a possibilidade de recurso pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Duas reuniões estão programadas, sendo divididas em blocos. O início das reuniões está previsto para as 10h. O comitê interministerial reúne o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a Casa Civil, o Ministério da Fazenda e o Ministério das Relações Exteriores.

Alckmin lidera conversas com setor privado para discutir resposta ao tarifaço

Em coletiva realizada nesta segunda-feira (14), o vice-presidente da República Geraldo Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, anunciou que o governo federal iniciará nesta terça-feira reuniões com representantes do setor privado para discutir a resposta brasileira ao aumento de tarifas.

Duas reuniões estão programadas, sendo divididas em blocos. O início das reuniões está previsto para as 10h. O comitê interministerial reúne o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a Casa Civil, o Ministério da Fazenda e o Ministério das Relações Exteriores.

“A primeira tarefa é conversar com o setor privado. Separamos em dois blocos. Um bloco, a reunião será amanhã às 10h, no MDIC, com a indústria. Estamos chamando os setores industriais que possuem mais relação comercial com os Estados Unidos”, explicou o vice-presidente.

Setores que irão participar das reuniões:

Primeira reunião, às 10h, com setores da indústria:

  • Aviões
  • Aço
  • Alumínio
  • Celulose
  • Máquinas
  • Calçados
  • Móveis
  • Autopeças

Segunda reunião, às 14h, com setores do agro:

  • Suco de laranja
  • Carne
  • Frutas
  • Mel
  • Couro
  • Pescado

De acordo com Alckmin, novas reuniões estão previstas para os próximos dias, destacando que o governo brasileiro também terá reuniões com empresas dos Estados Unidos instaladas no Brasil, bem como entidades de comércio bilateral entre os dois países.

“As empresas americanas também serão atingidas. Então vamos conversar com elas e com as entidades do comércio Brasil-EUA”, afirmou.

Por Pedro Beija

 

 

 

Governadora Raquel Lyra volta a subir o tom de cobranças e pede votação de projetos

POLÍTICA

Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD)
Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) – Foto: Matheus Ribeiro/ Folha de Pernambuco

Gestora evitou rebater declarações de Álvaro Porto

A governadora Raquel Lyra (PSD) voltou a subir o tom contra a oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), durante a entrega da pavimentação da rua Lygia Gomes da Silva, em Ouro Preto, Olinda, na última sexta-feira. A gestora, contudo, evitou responder  às declarações críticas do presidente do legislativo, deputado estadual Álvaro Porto (PSDB).

A governadora preferiu não ir para o embate direto e citou a importância das operações de empréstimos para a realização de obras estratégicas, como o Arco Metropolitano e a duplicação da BR 232.

“Tudo isso precisa de dinheiro. As operações de crédito que estão lá para ser autorizadas pela Assembleia Legislativa são muito importantes para isso. Por isso, estamos trabalhando, fazendo um apelo para que seja colocado em pauta, para que os deputados deliberem. Tenho certeza que aprovarão por imensa maioria, mas Pernambuco tem pressa e esse tempo é fundamental para a gente conseguir fazer o contrato e garantir o recurso”, disse a governadora, após ser questionada sobre a fala de Porto.

Mais cedo, no lançamento do festival “Pernambuco Meu País”, a governadora chegou a mandar uma indireta para a oposição, afirmando que não iria se render. Raquel tem subido o tom contra os opositores e criticado o que considera ser a antecipação das eleições de 2026.

“Não venham querer nos retaliar, porque o nosso povo é resistente, porque somos um país e aprendemos a lutar por democracia, fizemos história no Brasil e continuamos fazendo, sabendo que o que vem pela frente é muito melhor do que a gente construiu até agora”, afirmou.

Por Anthony Santana

Regulamentação da lei de reciprocidade sai até terça, diz Alckmin

EXPORTAÇÕES

Brasília (DF), 26-05-2025 Vice Presidente da República Geraldo Alckmin durante Celebração do Dia da Indústria e Anúncios no BNDES no Rio de Janeiro. Foto : Cadu Gomes/VPR
Vice Presidente da República Geraldo Alckmin durante Celebração do Dia da Indústria e Anúncios no BNDES no Rio de Janeiro. Foto : Cadu Gomes/VPR

Reuniões com exportadores são previstas, e Brasil pode recorrer à OMC

Brasil vai tentar reverter a imposição de uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras para os Estados Unidos, a partir do dia 1º de agosto, anunciada na semana passada pelo presidente norte-americano, Donald Trump.

Foi o que afirmou o vice-presidente Geraldo Alckmin, neste domingo (13), durante inauguração de um viaduto na Região Metropolitana de São Paulo. Alckmin comentou sobre a medida de reciprocidade para dar uma resposta à situação nos próximos dias.

“O Congresso aprovou uma lei chamada de reciprocidade, dizendo: o que tarifar lá, tarifa aqui. Ela precisava ser regulamentada. A regulamentação deve estar saindo amanhã ou terça-feira”, disse o vice-presidente.

Geraldo Alckmin ressaltou que o aumento de tarifas não se justifica, porque os Estados Unidos têm superávit comercial com o Brasil. E acrescentou que não há cobrança de qualquer imposto para oito dos dez produtos americanos mais exportados para o território brasileiro. O vice-presidente disse ainda que o aumento nas tarifas vai prejudicar o consumidor norte-americano.

“Se ele cobrar 50, nós vamos cobrar 50”, diz Lula sobre Trump

China e entidades do setor produtivo criticam tarifaço de Trump

Tarifa de Trump é chantagem política, avaliam analistas

Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, defendeu que é preciso estabilidade entre as nações para o crescimento econômico de todos: “temos 200 anos de amizade com os Estados Unidos. Então não se justifica. E o mundo econômico precisa de estabilidade e previsibilidade. Nós vamos trabalhar para reverter”.

vice-presidente disse que nos próximos dias vai se reunir com o setor privado da agricultura, como o do café, da laranja e da carne; e da indústria, como o setor do aço, produtos exportados aos americanos, para discutir a situação.

Alckmin não descartou a possibilidade de o Brasil acionar a Organização Mundial do Comércio (OMC) para reverter a sobretaxação anunciada.

Por Agência Brasil

Inscrições do CNU 2025 podem ser pagas via PagTesouro

GERAL

Brasília (DF), 16/01/2025 - Aplicativo bancário para pagamento financeiro em pix. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
Aplicativo bancário para pagamento financeiro em pix. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Plataforma aceita Pix, cartão de crédito e saldo em carteira digital

Os candidatos à segunda edição do Concurso Nacional Unificado (CNU) podem pagar a inscrição de forma totalmente eletrônica, por meio do PagTesouro, plataforma elaborada pelo Tesouro Nacional que substitui a tradicional Guia de Recolhimento da União.

O PagTesouro aceita Pix, cartão de crédito e saldo em carteira digital. O processamento do pagamento se dá em poucos minutos, porque o dinheiro é creditado diretamente na conta do Tesouro nacional.

A ferramenta também admite transações por GRU, gerando um boleto na tela, mas, nesse caso, o pagamento leva de dois a três dias para ser processado.

O pagamento com saldo em carteira digital não permite parcelamento. No caso dos cartões de crédito, compete ao provedor de serviços de pagamento (PSP) oferecer a opção de parcelamento, com possível cobrança de tarifa. Nesse caso, o valor integral deve ser repassado à Conta Única do Tesouro no dia útil seguinte após o pagamento.

Utilizado nas inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o PagTesouro foi estendido ao CNU. Atualmente, a plataforma é aceita em cerca de 40 órgãos da administração pública federal.

Arrecadação

Ferramenta que permite o pagamento eletrônico de taxas, contribuições, multas e serviços públicos, o PagTesouro começou a funcionar em novembro de 2020, após um ano de testes. O primeiro órgão a aderir ao sistema foi a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A plataforma permite que tanto o contribuinte como o órgão arrecadador visualizem o pagamento poucos minutos após sua finalização. Todas as instituições financeiras que operam o Pix aceitam pagamentos do PagTesouro.

Como usar

Para efetuar pagamentos pelo PagTesouro, é necessário que o serviço esteja disponível no site do órgão público. Assim que o cidadão pedir um serviço, o logotipo da plataforma aparecerá na página. Basta clicar nele e escolher a forma de pagamento desejada: Pix, cartão de crédito ou carteira digital.

Caso queira pagar por meio de Pix, deverá abrir o aplicativo da instituição de pagamento e apontar a câmera do celular para o código QR que aparecerá na tela. Também é possível copiar o código que aparece no site do órgão público e colar no aplicativo do banco. Após seguir as instruções e finalizar o pagamento, a comprovação será apresentada automaticamente na tela.

Quem pagar por cartão de crédito deve escolher a opção correspondente e escolher um dos Prestadores de Serviço de Pagamento (PSP) apresentados. Na cartão de crédito, pode ocorrer uma cobrança adicional de tarifa, que será detalhadamente descrita, para então prosseguir com a confirmação do pagamento.

No pagamento por cartão de crédito, o contribuinte também pode parcelar o débito. O órgão público, no entanto, receberá o valor à vista. O parcelamento segue a lógica do comércio tradicional.

Por Agência Brasil

Pernambuco: SPBC começou neste domingo (13), com debates sobre territórios, ciência e desenvolvimento

EDUCAÇÃO

Brasília - 04/07/2025 - Cartaz da SBPC e mascote da SBPC Jovem. Foto SPBC.
Cartaz da SBPC e mascote da SBPC Jovem. Foto SPBC.

Universidade Federal Rural de Pernambuco sedia o encontro

A 77ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) começou neste domingo (13) na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), em Recife. Com o tema Progresso é ciência em todos os territórios, que pretende abordar a ciência como integrante do desenvolvimento nacional, seu papel na criação de um país mais justo, plural e conectado.  

Os debates e discussões começam nesta segunda-feira (14) e seguem até o próximo sábado (19). Serão cerca de 200 eventos, entre painéis, mesas-redondas, conferências, apresentações culturais, premiações e atrações científicas interativas.

Os organizadores do evento vão lançar a Pesquisa Nacional: Vozes, Territórios e o Futuro da Ciência Brasileira.

“A SBPC está começando um novo ciclo, e queremos ouvir as pessoas. Lançamos uma pesquisa para entender melhor quem faz parte da nossa comunidade, onde estamos, quais os desafios que enfrentamos e o que esperamos para evolução da ciência no Brasil”, explica a vice-presidente da entidade, Francilene Garcia.

A coordenadora-geral do evento, a cientista Cláudia Linhares, disse que a intenção da SBPC este ano é abordar a diversidade brasileira, sob todos aspectos, olhando atentamente para os desafios de cada território, das grandes metrópoles às áreas rurais, periféricas e marginalizadas, observando as desigualdades.

“Trataremos das desigualdade que vão desde o financiamento da ciência e da educação até às desigualdades sérias, tais como a fome, a violência, temas que perpassam as ciências da saúde, as exatas e as humanas”, afirmou a coordenadora, que também é professora de computação da Universidade Federal do Ceará (UFC).

A ExpoT&C, que faz parte da reunião anual da SBPC, abre nesta segunda-feira, no campus Dois Irmãos da UFRPE. Com mais de 40 expositores, vindos de outras universidades e institutos de pesquisas públicos e privados, empresas, órgãos governamentais, sociedades científicas, agências de fomento, a mostra vai trazer as tecnologias mais avançadas, além de produtos e serviços desenvolvidos no país.

Para o presidente da SBPC, Renato Janine Ribeiro, “esse evento é mais uma oportunidade para a SBPC demonstrar como a ciência pode contribuir para fortalecer a produção nacional”.

Ribeiro lembrou que “desde a criação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que incorporou, na década de 2010, o termo inovação, hoje amplamente reconhecido no setor produtivo, buscamos valorizar o ciclo virtuoso entre ciência e a geração de bens e serviços. Nosso propósito é que essa conexão seja cada vez mais reconhecida e promovida em nossa sociedade”.

Governo vai trabalhar para reverter taxação dos EUA, diz Alckmin

POLÍTICA

Brasília (DF) 30/06/2025 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado dos ministros do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, da Fazenda, Fernando Haddad e da Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, participa da cerimônia de lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2025/2026. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado dos ministros do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, da Fazenda, Fernando Haddad e da Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, participa da cerimônia de lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2025/2026. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Nos próximos dias governo federal se reunirá com o setor privado

O governo federal vai trabalhar para reverter a imposição de tarifas comerciais sobre as exportações do Brasil aos Estados Unidos, anunciada na quarta-feira (9) pelo presidente Donald Trump. 

“Nós vamos trabalhar para reverter isso, porque não tem sentido essa tarifa. Ela, inclusive, prejudica também o consumidor norte-americano. Nós entendemos que ela é inadequada, ela não se justifica. Vamos recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC)”, afirmou o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, após a inauguração do Novo Viaduto de Francisco Morato, em São Paulo, neste domingo (13).

Segundo Alckmin, o governo se reunirá nos próximos dias com o setor privado, e também está sendo analisada a aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica, sancionada em abril, que estabelece critérios para a suspensão de concessões comerciais, de investimentos e de obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual, em resposta a medidas unilaterais adotadas por país ou bloco econômico que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira.

“Os Estados Unidos têm conosco superávit na balança comercial, tanto de serviços quanto de bens. O Brasil não é problema para os Estados Unidos. Os Estados Unidos têm déficit na sua balança. E o Brasil e os Estados Unidos têm uma integração produtiva. Nós temos 200 anos de amizade com os Estados Unidos. Então, não se justifica e o mundo econômico precisa de estabilidade e de previsibilidade”, disse Alckmin.

O líder norte-americano anunciou uma taxa de 50% sobre todos os produtos importados dos brasileiros. A informação foi feita por meio de uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As tarifas passam a valer a partir do dia 1º de agosto.

No documento, Trump justifica a medida citando o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. O presidente norte-americano também destacou ordens do STF emitidas contra apoiadores do ex-presidente brasileiro que mantêm residência nos Estados Unidos. Trump cita ainda supostos “ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e a violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos”.

“A forma como o Brasil tem tratado o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma Caça às Bruxas que deve acabar imediatamente!”, escreveu Trump.

IPI zero

Alckmin lembrou ainda do início da aplicação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) zero para o carro sustentável, medida anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última semana, que retira o imposto do valor dos carros de entrada, ou seja, torna-os mais baratos.

“Isso pode reduzir o preço do carro de entrada em R$ 10.000, R$ 12.000. É uma medida importante que ajuda a população a ter acesso àquele carro mais barato e sustentável, um carro que não polui. Privilegia a eficiência energética, a questão da sustentabilidade e também é social”, disse Alckmin.

O decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na quinta-feira (10) abrange veículos compactos produzidos no Brasil e com alta eficiência ambiental e integra o Programa Nacional de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), lançado no ano passado, visando a descarbonização da frota automotiva do país, por meio de incentivos fiscais, especialmente em relação às alíquotas do (IPI).

Para ter direito ao IPI zero, o carro sustentável deve atender a quatro requisitos: emitir menos de 83 gramas de gás carbônico (CO₂) por quilômetro, conter mais de 80% de materiais recicláveis, ser fabricado no Brasil (etapas como soldagem, pintura, fabricação do motor e montagem), se enquadrar em uma das categorias de carro compacto (veículo de entrada das marcas).

Por Agência Brasil

Governo vai trabalhar para reverter taxação dos EUA, diz Alckmin

POLÍTICA

Fábio Rodrigues Pozzebbom/Agência Brasil

Nos próximos dias governo federal se reunirá com o setor privado

O governo federal vai trabalhar para reverter a imposição de tarifas comerciais sobre as exportações do Brasil aos Estados Unidos, anunciada na quarta-feira (9) pelo presidente Donald Trump. 

“Nós vamos trabalhar para reverter isso, porque não tem sentido essa tarifa. Ela, inclusive, prejudica também o consumidor norte-americano. Nós entendemos que ela é inadequada, ela não se justifica. Vamos recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC)”, afirmou o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, após a inauguração do Novo Viaduto de Francisco Morato, em São Paulo, neste domingo (13).

Segundo Alckmin, o governo se reunirá nos próximos dias com o setor privado, e também está sendo analisada a aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica, sancionada em abril, que estabelece critérios para a suspensão de concessões comerciais, de investimentos e de obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual, em resposta a medidas unilaterais adotadas por país ou bloco econômico que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira.

“Os Estados Unidos têm conosco superávit na balança comercial, tanto de serviços quanto de bens. O Brasil não é problema para os Estados Unidos. Os Estados Unidos têm déficit na sua balança. E o Brasil e os Estados Unidos têm uma integração produtiva. Nós temos 200 anos de amizade com os Estados Unidos. Então, não se justifica e o mundo econômico precisa de estabilidade e de previsibilidade”, disse Alckmin.

O líder norte-americano anunciou uma taxa de 50% sobre todos os produtos importados dos brasileiros. A informação foi feita por meio de uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As tarifas passam a valer a partir do dia 1º de agosto.

No documento, Trump justifica a medida citando o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. O presidente norte-americano também destacou ordens do STF emitidas contra apoiadores do ex-presidente brasileiro que mantêm residência nos Estados Unidos. Trump cita ainda supostos “ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e a violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos”.

“A forma como o Brasil tem tratado o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma Caça às Bruxas que deve acabar imediatamente!”, escreveu Trump.

IPI ZERO

Alckmin lembrou ainda do início da aplicação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) zero para o carro sustentável, medida anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última semana, que retira o imposto do valor dos carros de entrada, ou seja, torna-os mais baratos.

“Isso pode reduzir o preço do carro de entrada em R$ 10.000, R$ 12.000. É uma medida importante que ajuda a população a ter acesso àquele carro mais barato e sustentável, um carro que não polui. Privilegia a eficiência energética, a questão da sustentabilidade e também é social”, disse Alckmin.

O decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na quinta-feira (10) abrange veículos compactos produzidos no Brasil e com alta eficiência ambiental e integra o Programa Nacional de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), lançado no ano passado, visando a descarbonização da frota automotiva do país, por meio de incentivos fiscais, especialmente em relação às alíquotas do (IPI).

Para ter direito ao IPI zero, o carro sustentável deve atender a quatro requisitos: emitir menos de 83 gramas de gás carbônico (CO₂) por quilômetro, conter mais de 80% de materiais recicláveis, ser fabricado no Brasil (etapas como soldagem, pintura, fabricação do motor e montagem), se enquadrar em uma das categorias de carro compacto (veículo de entrada das marcas).

Por Agência Brasil

Waldemar e Sebastião Oliveira garantem ações nas áreas de qualificação e empreendedorismo para Serra Talhada

POLÍTICA

📸 Reprodução

Por meio da articulação do deputado federal Waldemar Oliveira e de Sebastião Oliveira, a Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo de Pernambuco (Sedepe), junto com seus órgãos vinculados, a Agência de Empreendedorismo de Pernambuco (AGE) e a Junta Comercial de Pernambuco (Jucepe), desembarcará, em Serra Talhada, nos próximos dias, com diversos atendimentos voltados à população desta importante cidade sertaneja.

Durante a 25ª Exposerra, que acontecerá entre os dias 17 e 19 deste mês, a Sedepe, comandada por Manuca (Avante), apresentará o Programa de Qualificação Profissional do Estado (Qualifica PE) e o Programa ALI Produtividade, além disso, dará atenção especial ao Microempreendedor Individual (MEI), prestando atendimentos especializados, que incluem a verificação sobre parcelamento de débitos e esclarecimentos sobre regularização empresarial. Já a Jucepe vai orientar sobre abertura de empresas de portes variados, emissão de certidões e consultas e serviços digitais.

Por sua vez, na terça e quarta-feira (15 e 16) a AGE levará ao município a sua “Caravana do Crédito”, voltada a alavancar o empreendedorismo no Estado, por meio de linhas de créditos que oferecem tarifas especiais para atender empreendedores formais e informais. Na Exposerra, a Agência realizará uma palestra sobre “Empreendedorismo”.

“Manuca, que já havia se destacado como prefeito de Custódia, tem realizado um excelente trabalho frente à Sedepe. O Governo de Pernambuco tem tido um olhar diferenciado para as áreas da qualificação e empreendedorismo. Conseguimos articular essa iniciativa que vai ofertar oportunidade para nosso povo trabalhador, que, muitas vezes, precisa apenas de oportunidade”, destacou Sebastião Oliveira. “São duas pautas muito importantes para o desenvolvimento de Pernambuco, sobretudo, do Sertão, e prioridades do meu mandato”, ressaltou Waldemar Oliveira. As informações são de Jr. Campos