Afogados: Após rodar 4.200 Km em duas rodas, empresário Fabiano Queiroz saiu do Paraguai rumo a Machu Picchu, no Peru

EXTERIOR

Foto/Divulgação/Fabiano Queiroz

Desde que saiu de Afogados da Ingazeira, na última quarta-feira, o empresário Fabiano Queiroz e mais dois colegas, dormiram na noite dessa segunda-feira (08), na cidade de Marechal José Félix Estigarribia, no vizinho país do Paraguai, de onde saíram na manhã desta terça-feira rumo a Machu Picchu, no Peru.

Fabiano disse ter rodado até a noite de ontem 4.200 Km e a divisa com o Peru está há 250 km. Como o trajeto é subindo, uma vez que Machu Picchu fica a quase 2.500 metros acima do nível do mar, a viagem em duas rodas será um pouco mais demorada.

“Para quem não ouviu falar no Soroche, posso garantir que o Soroche é bastante comum entre muitos viajantes e não oferece risco nenhum. Porém pode causar uma sensação de enjoo, nem sempre muito agradável nos primeiros dias de viagem, até finalmente o corpo se adaptar”, disse Fabiano.

A altitude de Machu Picchu é de exatamente 2.430 metros acima do nível do mar. Os efeitos do Soroche podem ser potencializados por todos vários fatores, somados ao ar rarefeito da montanha.

Para entender melhor quais são os principais sintomas do Soroche, enjoos e mal estar; perda de fôlego com pouco esforço; dor de cabeça leve; possíveis tonturas; sensação de cansaço. Vale reforçar a ideia de que todos esses sintomas costumam ser bem leves e apenas causam um desconforto no início, mas quando se pode evitá-lo, melhor. *Por Pedro Araújo.

Após nova vitória, Trump mira em Biden e problemas à frente

MUNDO

Ex-presidente Donald Trump durante evento de campanha na noite do caucus em Iowa
Ex-presidente Donald Trump durante evento de campanha na noite do caucus em Iowa — Foto: CHIP SOMODEVILLA/AFP

Há, portanto, problemas, que, creem aliados e desafetos, alimentaram a irritação do político desacostumado a ser contrariado, sobretudo por mulheres. Na página de Opinião do conservador Wall Street Journal, o articulista William Galston decretou que, “na prática, a disputa entre e Biden e Trump começou” terça-feira. E apontou as dificuldades de ambos em foto da disputa tirada a pouco menos de 10 meses de sua conclusão.

Biden teria como trunfos a melhora na economia, com o aumento da confiança do consumidor, a queda da inflação e do preço da gasolina, o que deve aumentar sua aprovação, hoje na casa de 40%, “a não ser que o país entre em recessão”. Não por acaso, o presidente ontem recebeu com toda pompa, em Washington, o apoio do maior sindicato de trabalhadores da área automotiva no país. O democrata também deve se beneficiar do debate em torno do direito ao aborto, que, ressalta o editorial, “não desaparecerá tão cedo” e foi o centro de seu discurso de terça-feira na Virgínia.

Pesquisas também indicam que 30% dos republicanos ficarão em casa se Trump for condenado em ao menos um dos 91 processos que enfrenta na Justiça, entre eles o de participar de insurreição contra o Estado na invasão do Capitólio. “E há um fato histórico que não pode ser esquecido: Biden já venceu Trump, há exatos quatro anos”, diz o editorial.

Imigração, idade e guerras

Por outro lado, Trump teria a seu favor os discursos do endurecimento contra a imigração e da importância da segurança nacional. Nas primárias republicanas, os temas surgiram no topo da preocupação do eleitor, incluindo independentes. O ex-presidente também bate nos gastos bilionários dos EUA em guerras “em países que os eleitores nem sabem onde ficam”, como disse em New Hampshire. Aposta na fadiga com Ucrânia e Oriente Médio.

Também teria a vantagem de ser (ainda que só quatro anos) mais jovem que Biden e de apresentá-lo como velho demais e mentalmente incapaz para o cargo. Mas parte significativa dos eleitores parece considerar Trump perigoso demais para voltar à Casa Branca. Impressões que, crava o editorial, martelarão ainda mais a cabeça dos eleitores quando Haley deixar a disputa: “E o resultado final da batalha dependerá de qual dessas duas dúvidas se mostrar mais resistente até novembro.” *Por Agência O Globo.

Papa revela que quer ser enterrado fora do Vaticano

EXTERIOR

Pontífice disse em entrevista a canal mexicano que já preparou os detalhes do rito, que será simplificado. Bento XVI e João Paulo II foram sepultados na Basílica de São Pedro

Papa Francisco no Vaticano
Papa Francisco no Vaticano 12/12/2023 REUTERS/Guglielmo Mangiapane

papa Francisco revelou que deseja ser enterrado na Basílica de Santa Maria Maggiore, em Roma, e não no Vaticano, em entrevista à televisão mexicana N+. Francisco disse também que já preparou os detalhes do seu enterro e que simplificou o rito, que é particularmente longo. O pontífice também anunciou uma viagem à Bélgica em 2024 e disse que tem pendente uma visita à Argentina e outra à Polinésia.

“Como sempre prometi à Virgem, o local já está preparado e quero ser sepultado em Santa Maria Maggiore. Sim, porque é a minha grande devoção. Muito grande. Eu sempre fui lá. Existe uma conexão muito grande”, disse em entrevista exibida nesta quarta-feira, 13, o pontífice que completará 87 anos no domingo, 17.

Jorge Bergoglio, que frequentava este templo aos domingos antes da sua eleição em 2013, afirmou que sente uma “ligação muito grande” com esta basílica situada no centro da capital italiana, onde repousam sete papas, segundo o Vatican News.

O jesuíta argentino tem o costume de rezar neste local antes e depois de cada viagem ao exterior. Ele também compareceu à basílica em junho deste ano, depois de deixar o hospital, após passar por uma cirurgia no abdômen.

Na entrevista à correspondente da emissora mexicana no Vaticano, Valentina Alazraki, o pontífice também prestou homenagem ao seu antecessor, Bento XVI, por ter tido “a coragem” de renunciar ao cargo.

Francisco, que afirma sentir-se bem, sempre afirmou que estaria disposto a renunciar ao cargo caso não pudesse mais exercer as suas funções, ao mesmo tempo que destacou que isso não deveria virar moda.

O chefe da Igreja Católica anunciou ainda que visitará a Bélgica em 2024, sem especificar data, e disse que tem viagens pendentes à Argentina e à Polinésia.

Em 2023, o papa fez cinco viagens, mas teve que cancelar a sua participação na Conferência das Nações Unidas Sobre Mudança Climática (COP-28), em Dubai, devido a uma bronquite.

Em 6 de dezembro, Francisco fez a sua primeira aparição pública ao ar livre desde que sofreu de bronquite há duas semanas. /Agências internacionais

*Do ESTADÂO

Argentina: Em primeiro decreto como presidente, Milei reduz número de ministérios pela metade

EXTERIOR

Ultradireitista acabou com pastas como Educação, Trabalho, Cultura e Meio Ambiente; antes com 18 ministérios, Gabinete agora terá nove

Milei tomou posse como presidente da Argentina em Buenos Aires, neste domingo

Poucas horas depois de tomar posse como presidente da Argentina em Buenos Aires, Javier Milei assinou o seu primeiro decreto na Casa Rosada na tarde deste domingo, reduzindo o número de ministérios de 18 para nove.

De acordo com o texto, “é necessário adaptar as disposições da Lei de Ministérios e os objetivos estabelecidos com o objetivo de racionalizar e tornar mais eficientes as ações do Estado Nacional”.

Veja os novos ministérios de Milei:

  • Ministério de Interior;
  • Ministério de Relações Exteriores;
  • Ministério do Capital Humano;
  • Ministério da Defesa;
  • Ministério da Economia;
  • Ministério de Infraestrutura;
  • Ministério da Justiça;
  • Ministério de Segurança;
  • Ministério da Saúde.

Ministérios que acabaram sob Milei:

  • Educação;
  • Trabalho;
  • Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável;
  • Ciência, Tecnologia e Inovação;
  • Cultura;
  • Mulheres, Gênero e Diversidade;
  • Turismo;
  • Esporte;
  • Desenvolvimento Territorial e Habitacional.

As pastas que funcionarão a partir de agora são Segurança, a cargo da terceira colocada no pleito, Patricia Bullrich; Justiça, chefiado por Mariano Cuneo Libarona; Economia, sob comando de Luis Caputo; Relações Exteriores, com Diana Mondino à frente; Interior, chefiado por Guillermo Francos; Saúde, de Mario Russo; e Defesa, sob domínio de Luis Petri. E os recém-criados: Capital Humano, liderado por Sandra Pettovello, e Infraestrutura, de Guillermo Ferraro.

Houve muitas idas e vindas em relação à Saúde: primeiro considerou-se que deveria estar dentro Capital Humano, depois que deveria ser uma secretaria do Chefe de Gabinete, até que finalmente decidiu-se mantê-la como um ministério.

Com relação ao Capital Humano, ele também detalha os poderes sobre “tudo o que diz respeito à educação, cultura, relações e condições de trabalho individuais e coletivas (…) seguridade social; segurança alimentar, redução da pobreza, desenvolvimento de oportunidades iguais para os setores mais vulneráveis (…) e acesso a moradia e habitat decentes”. Em outras palavras, os antigos Ministérios do Desenvolvimento Social, Educação, Trabalho, Mulheres e Cultura serão incluídos na pasta.

O antigo Ministério da Ciência e Tecnologia, por sua vez, será absorvido pela Chefia de Gabinete, enquanto o Turismo e o Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável serão incorporados ao Ministério do Interior.

Ainda segundo o decreto, das quatro Secretarias de Estado, uma delas, a de Assuntos Estratégicos, passará a reportar da Chefia de Gabinete, comandada por Nicolás Posee, enquanto as outras três – Jurídica e Técnica, Comunicação e Imprensa e a Geral da Presidência – terão a posição e a hierarquia de um Ministério.

Sobre os ministérios que foram rebaixados a secretarias, o decreto afirma que “as dotações orçamentárias, as unidades organizacionais, os ativos, o pessoal com seus cargos e a equipe em vigor até o momento” devem ser transferidos. Em outras palavras, não haveria uma redução significativa de pessoal e itens.

Secretaria de Energia, que no projeto original de Milei estava prevista como parte da Infraestrutura, finalmente permanecerá dentro do Ministério da Economia. Embora essa seja uma área crucial para a elaboração da política econômica, o partido do ultradireitista, A Liberdade Avança, atribuiu a mudança a uma questão burocrática.

“É uma área que regulamenta assuntos que exigem assinatura imediata e uma transferência de gerenciamento complicada”, explicaram fontes, sob anonimato, ao jornal argentino La Nación.

Ainda não foi definido, mas estima-se que a migração de um ministério para outro deverá ocorrer nos próximos meses. (Com La Nación).

*Por Agência O Globo

Bolsonaro é barrado ao tentar se infiltrar na foto oficial de chefes de estado com Milei

EXTERIOR

Ex-presidente brasileiro quis dar uma de penetra na foto oficial

Comitiva de congressistas de extrema direita acompanha Jair Bolsonaro na Argentina
Comitiva de congressistas de extrema direita acompanha Jair Bolsonaro na Argentina (Foto: Reprodução)

Durante a posse de Javier Milei na Argentina, o ex-presidente Jair Bolsonaro enfrentou uma negativa ao tentar unir-se a uma foto oficial. Esta foto era para reunir Javier Milei, recém-empossado, com vários líderes mundiais no Congresso argentino. A iniciativa de Bolsonaro não foi bem recebida por importantes figuras políticas sul-americanas. Entre os que se opuseram à presença de Bolsonaro estavam os presidentes Luis Lacalle Pou, do Uruguai, Santiago Peña, do Paraguai, Gabriel Boric, do Chile, e Daniel Noboa, do Equador, segundo informa a coluna Painel. Eles enfatizaram a inadequação de incluir um ex-líder, especialmente um que representa oposição ao atual presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, em tal ocasião.

O Brasil foi oficialmente representado pelo chanceler Mauro Vieira, que foi um dos primeiros a cumprimentar Milei na Casa Rosada. Durante o encontro, Vieira afirmou que o governo Lula busca trabalhar em cooperação com a Argentina.

Além destes líderes, a cerimônia contou com a presença de Viktor Orban, da Hungria, Volodimir Zelenski, da Ucrânia, e o rei Felipe 6º, da Espanha. O Brasil foi oficialmente representado pelo chanceler Mauro Vieira, que foi um dos primeiros a saudar Milei na Casa Rosada. Durante a conversa, Vieira expressou o desejo de cooperação entre o Brasil e a Argentina, recebendo uma resposta humorística de Milei sobre a rivalidade futebolística entre os dois países.

Fonte: Brasil 247

COP 28: governadora Raquel Lyra reafirma compromisso de Pernambuco na preservação da Caatinga, durante encontro com governadores do Nordeste em Dubai

POLÍTICA

Foto: Divulgação

Encerrando os compromissos na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 28), em Dubai, nos Emirados Árabes, a governadora Raquel Lyra participou, neste domingo (03), de um encontro com governadores do Nordeste e representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No encontro, foi tratada uma proposta da criação do Fundo Caatinga, iniciativa do Consórcio Nordeste e BNDES, que visa a preservação do único bioma exclusivamente brasileiro.

Durante a Cop 28 o Governo de Pernambuco já anunciou o investimento de R$ 60 milhões que serão aplicados na preservação da Caatinga. Do montante, R$ 30 milhões são de recursos próprios e os outros R$ 30 milhões do BNDES. Pernambuco foi o primeiro estado do Brasil a assinar o Floresta Viva na Caatinga, bioma que tem hoje 50% de sua cobertura vegetal em estado de degradação.

“Precisamos trabalhar para permitir que a gente tenha mais resiliência e a capacidade de trazer mais qualidade de vida para o nosso povo. É possível que nosso estado fomente a economia de forma sustentável, preservando o meio ambiente com ações práticas a partir do nosso investimento inicial de R$ 30 milhões. Que possamos conseguir mais aportes para a Caatinga, porque é ela que nos salvará e pode nos ajudar a reposicionar a economia no interior do Estado”, enfatizou Raquel Lyra.

BALANÇO – Desde a última quinta-feira (30), Pernambuco tem assumido um lugar de protagonismo na COP 28, a presença expressiva do Estado sinaliza forte comprometimento com as metas de sustentabilidade. Durante os quatro dias de participação com a presença da governadora Raquel Lyra, também foram feitos outros anúncios importantes, a exemplo do Plano Pernambucano de Mudança Econômico-Ecológica, o PerMeie; o investimento de R$ 20 milhões na planta de produção de H2V que será instalada no Porto de Suape; a Estratégia Estadual de Hidrogênio Verde; a adesão ao Consórcio Brasil Verde, que tem o objetivo de fortalecer projetos regionais e fomentar a troca de experiências entre os estados brasileiros; além da participação de discussão com estados subnacionais sobre ação climática global. “Pela primeira vez, inédito em Pernambuco, o meio ambiente na pauta central do desenvolvimento do nosso Estado”, conclui a governadora.

Estiveram presentes no encontro os secretários estaduais Ana Luiza Ferreira (Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha); e Rodolfo Costa Pinto (Comunicação); os deputados estaduais João Paulo Costa e Diogo Moraes; os governadores Elmano Freitas, do Ceará; e Jerônimo Rodrigues, da Bahia; a diretora do Mercado de Capitais e Finanças Sustentáveis do BNDES, Natália Dias; o secretário de Programas do Consórcio Nordeste, Pedro Lima; e o especialista Climático Principal do FIDA, Pierre Yves Guedez.

*Fonte: Edmar Lyra

Lula encontra presidente da Guiana nesta quinta-feira (30) enquanto Brasil reforça fronteiras

REUNIÃO

Reunião ocorrerá às margens da COP-28, em Dubai

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cerimônia de chegada em Dubai
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cerimônia de chegada em Dubai – Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva marcou para esta quinta-feira (30) uma reunião com presidente da Guiana, Irfaan Ali, para tratar das ameaças de invasão e anexação feitas pelo regime venezuelano de Nicolás Maduro.

A conversa ocorrerá às margens da COP-28, em Dubai, no momento em que o Brasil reforçou tropas em Roraima, nas proximidades da tríplice fronteira, para advertir o governo da Venezuela.

A intenção com o reforço de 60 militares em Pacaraima, segundo o Minsitério da Defesa, é “evitar qualquer trânsito de militares venezuelanos pelo território brasileiro”.

No mesmo dia da reunião de Lula com Irfaan Ali, o Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), sediado em Haia, deve se manifestar sobre o referendo da Venezuela, marcado para o domingo. A consulta popular pode servir de justificativa para anexação da chamada “Guiana Essequibo”, região que responde por quase dois terços do país vizinho. A população irá responder a cinco perguntas para “decidir” se região dever fazer parte do Estado bolivariano.

Pacaraima é um ponto usual de entrada de venezuelanos que deixam seu país em busca de oportunidades ao Brasil. O Ministério da Defesa brasileiro afirmou também que “vem acompanhado a situação” e que “as ações têm sido intensificadas na região da fronteira” com maior presença militar.

Por um lado, a Guiana, da qual a região de Essequibo faz parte, considera a consulta popular uma ameaça à sua integridade territorial e buscou auxílio internacional, algo que Venezuela como interferência em seus assuntos internos.

Com as maiores reservas de petróleo per capita do mundo, a Guiana lançou em dezembro de 2022 a primeira rodada de licitações para explorar 11 campos de petrolíferos em águas rasas e outros três em águas profundas e ultraprofundas. Caracas, por sua vez, rejeitou as licitações, classificando-as como “ilegais” por envolverem “áreas marítimas pendentes de delimitação”.

A tensão aumentou com movimentações militares da Venezuela na fronteira, levando atores internacionais a entrar em cena: os Estados Unidos ameaçaram impor novas sanções ao governo de Nicolás Maduro, e o Brasil, como país vizinho e parceiro, demonstra grande preocupação com uma escalada no conflito.

Na semana passada, o assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Celso Amorim, viajou a Caracas para tratar do tema com o presidente venezuelano, Nicolás Maduro. Apesar de não ter pedido que o referendo não seja realizado, Amorim pediu a Maduro que busque o diálogo e baixe o tom sobre as ameaças de invasão territorial sob o argumento de que um conflito entre os dois países pode criar “uma situação de instabilidade regional”.

A equipe de Amorim recebeu vídeos da campanha que preocuparam o Palácio do Planalto por causa do tom muito incisivo pela anexação da Guiana Essequibo. Lula também conversou, por videoconferência, com o presidente da Guiana, Irfaan Ali. Foi um contato classificado como “urgente” e marcado de última hora para tratar da crise.

*Por Agência O Globo