Animais soltos na estrada: MPPE cobra fiscalização ao DER e à prefeitura no Sertão do Estado

PREVENÇÃO

Animais soltos na pista é uma preocupação do MPPE no Sertão do estado/DIVULGAÇÃO/MPPE
Animais soltos na pista é uma preocupação do MPPE no Sertão do estado/DIVULGAÇÃO/MPPE

MPPE determinou prazo de 15 dias úteis para que o DER-PE e a Prefeitura de Sertânia tomem providências no sentido de prevenir acidentes causados por animais soltos nas estradas

Por Diario de Pernambuco

Na madrugada da última segunda-feira (23), Ageu Lopes do Nascimento, de 59 anos, morreu após colidir sua moto com um cavalo que estava solto na BR-232, em Serra Talhada, Sertão pernambucano.

Os acidentes causados por animais soltos nas estradas do estado estão chamando a atenção do Ministério Público de Pernambuco.

Nesta terça-feira (24), o MPPE publicou no seu Diário Oficial a instauração de procedimento administrativo de acompanhamento de políticas públicas a fim de fiscalizar providências voltadas à prevenção de acidentes causados pela circulação de animais nas estradas.

Os alvos do MPPE são a Prefeitura de Sertânia, também no Sertão, e a 121 km de Serra Talhada, onde aconteceu o mais recente sinistro, e o Departamento de Estradas e Rodagem de Pernambuco (DER/PE).

A portaria estabelece que a Prefeitura de Sertânia encaminhe, em até 15 dias úteis, “resposta concreta e documentada acerca das providências
administrativas adotadas e/ou programadas para enfrentamento contínuo da circulação de animais soltos em vias públicas municipais e no perímetro urbano”.

O MPPE também determinou o prazo de 15 dias úteis para que o DER-PE “apresente resposta concreta e documentada sobre as providências de fiscalização e mitigação de risco nas rodovias estaduais e áreas de faixa de domínio na região.”

Números federais em PE

Somente nas BR’s que cruzam Pernambuco, a Polícia Rodoviária Federal registrou 93 acidentes em 2025, que causaram a morte de 10 pessoas e deixaram 124 feridos.

No ano anterior, 8 pessoas foram vítimas nos 96 sinistros ocorridos nas estradas federais do estado causados por animais soltos na pista. 102 ficaram feridas.

Apesar do aumento de mortes, conforme a PRF, o número de animais retirados das rodovias em 2025 foi bem maior do que em 2024: 7.456 x 6.579.

A Polícia Federal alerta que os responsáveis por animais soltos na rodovia podem ser enquadrados no artigo 132 do Código Penal, que prevê pena de três meses a um ano de detenção.

Eles também podem responder pelo artigo 31 da Lei das Contravenções Penais, que trata do abandono de animais em via pública. No caso de acidente com morte, o proprietário ainda pode responder criminalmente pelo fato.

Aos motoristas, a PRF recomenda reduzir a velocidade do veículo e ficar atento aos demais veículos que transitam pela rodovia quando animais forem vistos nas estradas.

“Buzinas ou faróis altos devem ser evitados para não assustar os bichos e, assim que possível, deve-se entrar em contato com a PRF pelo telefone 191.”

Medidas contra crise: estado recebe 240 unidades de antídoto contra intoxicação por metanol

GOVERNO FEDERAL

As novas ampolas de etanol vão se somar às 4,3 mil unidades entregues aos estoques dos SUS pelos hospitais universitários federais, em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) (Foto: Freepik)

A medida integra as ações do Ministério da Saúde diante dos casos suspeitos e confirmados de intoxicação por metanol, registrados no país nas últimas semanas

O Ministério da Saúde deflagrou, no último fim de semana, a distribuição de etanol farmacêutico, antídoto utilizado no tratamento de intoxicações por metanol, aos estados que formalizaram pedido de reforço de estoque. Pernambuco é uma das primeiras unidades federativas a receber o medicamento, com o envio de 240 ampolas.

A medida integra as ações do Ministério da Saúde diante dos casos suspeitos e confirmados de intoxicação por metanol, registrados no país nas últimas semanas. As entregas estão sendo realizadas de forma articulada com as secretarias estaduais de saúde.

As unidades distribuídas fazem parte das 4,3 mil ampolas entregues aos estoques dos SUS pelos hospitais universitários federais, em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

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No sábado (4), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a compra adicional de 12 mil unidades de etanol farmacêutico, além de 2,5 mil unidades de fomepizol – os dois medicamentos são utilizados no tratamento de intoxicações por metanol.

“O Ministério da Saúde atua em tempo real junto às secretarias estaduais e municipais, garantindo o envio dos antídotos e o suporte técnico necessário ao atendimento dos pacientes”, reforça o ministro.

 Dados

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), Pernambuco investiga 22 casos suspeitos de intoxicação por metanol. Em boletim divulgado neste domingo (5), a pasta informa que das 24 notificações realizadas, duas já foram descartadas do conjunto dos casos suspeitos.

As notificações dizem respeito a pacientes residentes nos municípios de Carpina, Caruaru, Cedro, Gravatá, João Alfredo, Lagoa do Ouro, Lajedo, Olinda, Recife, Paudalho, Mirandiba e Jupi. Também há casos em investigação de pacientes que originalmente moram em São Paulo e Maceió, capital de Alagoas.

Do Diario de Pernambuco

Março Lilás alerta para prevenção do câncer de colo do útero e reforça a importância da vacina contra HPV

VACINAÇÃO E PREVENÇÃO

Evento de lançamento da campanha Março Lilás, mês de prevenção de câncer de colo do útero
Evento de lançamento da campanha Março Lilás, mês de prevenção de câncer de colo do útero – Foto: Junior Rosa

O câncer de colo do útero é o que mais mata mulheres até 36 anos, e o segundo que mais mata mulheres até 60 anos; 99% dos casos são causados por HPV

O lançamento da campanha Março Lilás reuniu, na terça-feira (26), especialistas, influenciadoras e representantes da indústria farmacêutica para um debate crucial sobre a prevenção do câncer de colo do útero. O evento ocorreu na capital paulista.

A iniciativa, que tem a apresentadora Fernanda Lima como embaixadora, busca reforçar a importância da vacina contra o papilomavírus humano (HPV) e incentivar exames regulares para detecção precoce da doença.

Impacto do câncer de colo do útero no Brasil

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de colo do útero é o primeiro em incidência entre mulheres de até 36 anos e o segundo entre aquelas com menos de 60 anos.

A cada dia, 19 mulheres morrem no Brasil vítimas dessa doença, que é causada, em 99% dos casos, pelo HPV.

“Frequentemente nos perguntamos quando haverá uma vacina que previna o câncer, mas a verdade é que ela já existe. Por isso, estamos comprometidos em contribuir para um futuro em que o câncer de colo do útero não seja mais uma realidade para as mulheres”, destacou o diretor de Vacinas Privadas da MSD Brasil, Fernando Cerino.

Carnaval pode aumentar casos de complicações respiratórias, alerta Fiocruz

PREVENÇÃO!

Carnaval pode aumentar casos de complicações respiratórias, alerta Fiocruz
Carnaval pode aumentar casos de complicações respiratórias, alerta Fiocruz – Foto: José Cruz

Por Agência Brasil

Quem estiver com sintomas gripais como coriza, tosse ou febre, deve evitar participar de festas e procurar ajuda médica se estes ficarem mais graves

Às vésperas do carnaval, nenhum estado brasileiro tem incidência alta de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados por covid-19. Locais que registravam aumento da doença entre os idosos nas semanas anteriores, agora apresentam estabilidade ou oscilação. É o caso de Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará, Maranhão, Sergipe e Mato Grosso.

No entanto, o boletim Infogripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que faz esse levantamento, alerta que a aglomeração de pessoas favorece a transmissão de vírus respiratórios.

Por isso, quem estiver com sintomas gripais como coriza, tosse ou febre, deve evitar participar de festas e procurar ajuda médica se estes ficarem mais graves. A recomendação vale também para o período pós-folia.

Quem estiver com a vacinação contra a covid-19 atrasada, deve procurar um posto de saúde o mais rápido possível. Atualmente, a vacinação básica é feita em crianças de 6 meses a menos de 5 anos, mas quem faz parte de grupos de risco, como idosos, gestantes e pessoas com deficiência ou comorbidades precisa de reforços periódicos.

Flores: Juíza cria projeto para acompanhar crianças testemunhas de violência doméstica

INTERIO DE PERNAMBUCO 

Reprodução/Instagram
Foto/Reprodução/Instagram

Por Raphael Guerra/JC

Iniciativa inédita foi desenvolvida pela juíza do município de Flores, no Sertão, como forma de romper o ciclo de violência entre gerações

Uma iniciativa inédita promete contribuir com a quebra do ciclo de violência doméstica vivenciado nos lares de famílias que vivem no município de Flores, no Sertão de Pernambuco. Crianças ou adolescentes que presenciaram agressões físicas ou psicológicas dentro de casa serão acompanhados por uma rede de proteção.

O projeto-piloto “Rompendo o Ciclo da Violência”, que tem início nesta semana, foi desenvolvido pela juíza Ana Carolina Santana, titular da Comarca de Flores há oito anos.

“Verifiquei que crianças ou adolescentes que testemunhavam a violência doméstica anos depois voltavam ao fórum para responder por atos infracionais, ou seja, há uma reiteração da violência passando por gerações. Estudos mostram que crianças que crescem nesse contexto de violência internalizam isso como algo normal. Ela não tem a compreensão de olhar aquilo como algo que não é amor e acaba reproduzindo”, pontuou a magistrada, em entrevista à coluna Segurança do Jornal do Commercio nesta segunda-feira (27).

O município de Flores, a cerca de 394 quilômetros do Recife, tem uma população estimada em 22.612 habitantes, conforme dados mais recentes do IBGE. De acordo com a Secretaria de Defesa Social (SDS), 117 queixas de violência doméstica/familiar contra mulheres foram registradas na cidade no ano passado.

Inicialmente, o projeto-piloto vai acompanhar dez crianças ou adolescentes testemunhas de violência. O trabalho será conduzido pelo Conselho Tutelar, pelo Centro de Referência de Assistência Social (Creas) e pela assistência social.

“A partir das audiências que ocorrerem no fórum, vamos identificar se a violência doméstica ocorreu na presença dos filhos, e essas crianças e adolescentes serão acompanhados. O Conselho Tutelar, por exemplo, fará relatórios nas escolas, porque observamos que elas mudam o comportamento nas instituições de ensino. Também já recebemos denúncias a partir de relatos de crianças que contam aos professores que o pai bate na mãe”, disse a magistrada.

“Nosso objetivo maior é romper o ciclo de violência. A gente vai estar ajudando as famílias como um todo. A Justiça não tem um papel apenas punitivo, como muitos pensam. Também precisamos trabalhar a perspectiva da prevenção. Vamos fazer esse movimento, e espero que atinja toda a população de Flores”, afirmou.

Curso para autores de violência doméstica

Outra ação anunciada é a implementação, no prazo de 45 dias, de um curso de reeducação para agressores no município, com a meta de contribuir para a redução de reincidências.

“Muitas vezes o homem não se vê como agressor porque está praticando o que aprendeu na infância ou adolescência. Na lei Maria da Penha, está previsto como uma medida protetiva de urgência a obrigação dos agressores de frequentarem esse tipo de curso, por isso estamos implementando na cidade”, contou Ana Carolina Santana.

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) foi o primeiro do País a implementar uma vara exclusiva para a análise de medidas protetivas.

Número de crianças vítimas de maus-tratos cresceu no País

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública indicou que, a cada 100 mil pessoas de 0 a 17 anos, 60,5 sofreram maus-tratos no País em 2023. O aumento foi de 30,3% em relação a 2022, quando a taxa média foi de 46,4 vítimas.

O resultado mostrou que 93,8% dos agressores são familiares, ou seja, aqueles que mais deveriam proteger as crianças e os adolescentes.

O Anuário destacou ainda que a faixa etária de 5 a 9 anos, que constitui 35,7% das vítimas, foi a mais vulnerável aos maus-tratos.

Como denunciar violência contra a mulher?

Em caso de violência, a mulher pode acionar imediatamente a Polícia Militar pelo número 190. Vizinhos e parentes da vítima, que presenciarem algum tipo de agressão ou ameaça, também devem denunciar os episódios.

Para orientações sobre a rede de proteção, as mulheres podem entrar em contato com a Ouvidoria da Secretaria Estadual da Mulher: 0800.281.8187.

Protocolo Feminicídio Zero é assinado para combater violência contra a mulher em Pernambuco

PREVENÇÃO

Protocolo Feminicídio Zero é assinado para combater violência contra a mulher em Pernambuco
Protocolo Feminicídio Zero é assinado para combater violência contra a mulher em Pernambuco – Foto: Rafael Melo/Folha de Pernambuco

Por Genivaldo Henrique/Folha-PE

O Protocolo Feminicídio Zero, ação que chega para promover segurança e combater a violência contra a mulher no Estado, foi assinado nesta segunda-feira (09), pelo Governo de Pernambuco.

A iniciativa chega em uma parceria entre o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), a Secretaria Estadual da Mulher e o Instituto Banco Vermelho, Organização Não-Governamental (ONG) que atua na luta contra o feminicídio.

O Protocolo Feminicídio Zero visa a distribuir material de divulgação com todas as informações necessárias em possíveis situações de violência doméstica em locais diversos, como empresas, escolas, organizações sociais e públicas, escolas, entre outros. A aderência à ação não é obrigatória, mas é gratuita, e todo estabelecimento que desejar poderá participar.

“A assinatura desse protocolo é um marco histórico para Pernambuco. Estamos fortalecendo cada vez mais a integração desse combate à violência contra a mulher no Estado, em parceria com o TJPE para dar maior celeridade às ações do tipo”, explicou a secretária estadual da Mulher, Juliana Gouveia.

Importância do Protocolo

A ação chega, também, em meio a dados alarmantes em todo o mundo. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), em 2023, 85 mil mulheres e meninas foram mortas intencionalmente em todo o mundo. Isso dá 140 mortes por dia.

Em Pernambuco, a história não é diferente, já que o Estado é líder em feminicídios no Nordeste. Já o Brasil é o quinto país que mais mata mulheres no mundo.

Em meio a uma realidade tão difícil, o objetivo do projeto é impactar diretamente mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

“Estamos nos propondo a envolver não apenas o Poder Público, como também as instituições privadas. Entendemos que somente assim vamos poder chegar de fato ao feminicídio zero. Não podemos admitir que mulher alguma seja morta pelo fato dela ser mulher. Estamos aqui lutando por isso”,  comentou a presidente do IBV, Andrea Rodrigues.

“São por atitudes como essa que firmamos nosso compromisso com a segurança da mulher. Esse protocolo vai ser sempre voltado à defesa dos direitos da mulher e no combate contra a violência. O que pudermos fazer de institucional, vamos fazer para que a mulher não tenha que passar por esse sofrimento”, completou o presidente do TJPE, Ricardo Paes Barreto.

Como funciona

Quem aderir ao Protocolo deverá divulgar informações em redes sociais e site, com manutenção mensal de, pelo menos, uma publicação sobre a luta do Feminicídio Zero.

Além disso, os participantes se comprometem coma divulgação do canal de denúncia: Ligue 180. Também está prevista a produção de cartazes seguindo a temática do Feminicídio Zero, desenvolvidos e cedidos pelo Instituto Banco Vermelho.

Esses folhetos serão afixados em locais visíveis e públicos, com o objetivo de garantir informações sobre prevenção à violência contra a mulher sejam acessíveis.

“Trazemos também a sociedade civil para auxiliar na divulgação e o Governo do Estado para trabalhar mais fortemente para chegar a vários espaços sociais, levando sempre as informações para todo e qualquer lugar que necessite dessa informação para essa amulher. A ideia é que estejamos juntos, trabalhando de forma transversal, para divulgar a prevenção à violência contra a mulher”, explicou a secretária.

Os folhetos, lâminas ou flyers, tanto offline quanto online, também irão explicar os cinco tipos de violência doméstica de acordo com a Lei Maria da Penha, entre outras atividades.

Por enquanto, o Protocolo Feminicídio Zero segue em trâmites jurídicos, para, então, ser implementado pelo governo em todos os programas sociais do Estado. Agora, o momento é de divulgar a ação para alcançar mais pessoas e parceiros na prevenção à violência contra a mulher.

Setembro Amarelo: número de suicídio entre jovens aumentou 6% ao ano, de 2011 a 2022, no Brasil

PREVENÇÃO

Arte/Reprodução

Setembro é o mês de conscientização sobre o suicídio, e precisamos falar desse assunto delicado. Precisamos entendê-lo, principalmente entre os jovens, que muitas vezes enfrentam batalhas internas silenciosas, como a depressão. A campanha Setembro Amarelo visa alertar e apoiar aqueles que sofrem.

De acordo com informações do estudo realizado pelo The Lancet Regional Health – Americas, o número de suicídio entre jovens cresceu  6% ao ano, de 2011 a 2022, no Brasil. O aumento nesta população foi ainda maior que a da população em geral que foi, em média, de 3,7%. Diversas razões podem ocasionar isso, como fatores ambientais, socioculturais e existenciais, assim, desencadear transtornos mentais, como a depressão, sendo este importante causador de risco para o suicídio. Por isso, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da saúde mental e a buscar ajuda profissional e, portanto, evitar casos desses tipos, foi criado no Brasil o Setembro Amarelo, mês dedicado a esta temática.

Apesar do mês de setembro abordar o tema e alertar toda a população, é importante que familiares e amigos prestem atenção para todos os sinais das pessoas que estão ao seu redor, isso porque, em muitas situações, os transtornos mentais acontecem de forma silenciosa. A psicóloga e professora do Centro Universitário dos Guararapes (UNIFG), Cynthia Andressa, destaca que nem sempre os sintomas de depressão são só tristeza e desânimo. “Eles podem incluir perda de peso, sentimento de culpa, irritabilidade e falta de esperança. Os sintomas mais prevalentes são: irritabilidade, ansiedade e angústia. Existem situações, sobretudo no início, ou até mesmo de acordo com a intensidade dos sintomas, que podem ser mais difíceis no processo de identificação, daí a importância de se ter o máximo de atenção sempre que suspeitar que possa estar vivenciando esse processo do adoecimento”.

Aos primeiros sinais, é importante procurar a ajuda de um psicólogo, psiquiatra ou alguém que tenha a formação para cuidar de pessoas nessa condição, as Instituições de acolhimento especializadas, como o Centro de Valorização da Vida (CVV), Organizações Não Governamentais (ONGs), Clínicas escolas ou, até mesmo, uma emergência. Por essa razão, para servir de fortalecimento, apoio e a busca por ajuda, que a UNIFG tem ofertado atendimentos psicológicos gratuitos, por meio do Centro Integrado de Saúde (CIS), que promove uma escuta humanizada e acolhimento para pessoas que enfrentam casos de depressão em Recife. Por Alvinho Patriota.