Padre Airton Freire nega as acusações e pedido de licença foi feito nesta quarta-feira (7) – Foto: Divulgação/Fundação Terra
Em nota, ele justificou a medida dizendo “estar psicologicamente abalado”.
O padre Airton Freire, de 67 anos, protocolou um pedido de licença da presidência da Fundação Terra nesta quarta-feira (7), por conta da acusação que recebeu de ter supostamente orquestrado e participado de um estupro contra a personal stylist Sílvia Tavares de Souza.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) e pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Até o momento, mais de 20 pessoas foram ouvidas.
No comunicado, ele disse estar “psicologicamente abalado” com a acusação, que já havia dito não ser verdadeira. O afastamento será válido “até que se chegue a um esclarecimento dessa atual situação”.
O cargo na presidência da Fundação Terra passará a ser ocupado pela então vice, Jéssica Mickaelly Pereira.
“Em razão dos últimos acontecimentos noticiados pela imprensa, envolvendo minha pessoa em atos não apropriados e, portanto, reprováveis. Em razão de estar psicologicamente abalado por tais notícias. Eu, padre Airton Freire de Lima, licencio-me da presidência da Fundação Terra dos Servos de Deus, passando sua governança para a vice-presidente, Jéssica Mickaelly Pereira, até que se chegue a um esclarecimento dessa atual situação”, disse o comunicado. * (Folha/PE).
A Secretaria Municipal de Saúde promoveu essa semana uma importante ação de prevenção contra infecções sexualmente transmissíveis, além de algumas outras doenças.
A ação, realizada em parceria com o Governo do Estado, aconteceu na praça Arruda Câmara, e contou com distribuição gratuita de preservativos, lubrificantes e panfletos com orientações de prevenções às IST’s, além de outros serviços, como aferição de pressão, teste rápido para HIV, SÍFILIS, HEPATITE B E HEPATITE C, atendimento médico e vacinas para Hepatite B, Covid, influenza, dentre outras.
Mais de duzentos atendimentos foram realizados. A ação será ampliada para atender, pelo menos duas vezes por mês, os bairros de Afogados.
Lula, Janja e o Aerolula: nova viagem – Foto/Ricardo Stuckert
Lula bateu o martelo: mesmo ainda em meio às articulações para tentar dar um pouco de consistência à sua gelatinosa base parlamentar no Congresso, aceitou oficialmente o convite de Emmanuel Macron para participar, dentro de duas semanas, de um evento para discutir um novo pacto financeiro global.
A França será o nono país visitado por Lula nestes seis meses de governo. O presidente já foi aos EUA, China, Argentina, Uruguai, Emirados Árabes Unidos, Japão, Espanha e Reino Unido.
Organizado pelo presidente francês, nos dias 22 e 23, o encontro se pretende ambicioso: quer reformar o sistema financeiro para que os países mais pobres sejam capazes de enfrentar os desafios ligados às mudanças climáticas. Vários outros chefes de estado deverão estar presentes.
Na véspera, antes de pousar em Paris, o Aerolula deve aterrissar em Roma, onde Lula está prevista uma audiência com o Papa Francisco, com quem falou pelo telefone na semana passada. Inf. (O GLOBO).
Mauro Cid tira celular do bolso de Jair Bolsonaro no Aeroporto de Guarulhos, em 2022Caio Rocha/iShoot/Agência O Globo
A Polícia Federal encontrou no celular do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, o coronel Mauro Cid, a minuta de um decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e alguns “estudos” que, segundo os investigadores, eram destinados a dar suporte a um eventual golpe de estado.
A GLO é uma operação militar que permite ao presidente da República convocar as Forças Armadas em situações de perturbação da ordem pública.
Segundo o que apurei, Cid esteve na sede da PF em Brasília nesta terça-feira para depor sobre esse novo conjunto de evidências, que ainda não se tornou público.
No despacho que autorizou a oitiva de Cid, o ministro Alexandre de Moraes diz que o ex-ajudante de ordens “reuniu documentos com o objetivo de obter suporte jurídico e legal para a execução de um golpe de estado”.
De acordo com o texto, o material trata “da possibilidade de emprego das Forças Armadas em caráter excepcional destinados a garantir o funcionamento independente e harmônico dos poderes da União”.
A PF queria saber quem preparou os tais estudos e para quem eles estavam sendo compilados, entre outras coisas. Não há, por enquanto, sinal de que o material tenha sido enviado a Bolsonaro pelo celular.
A subprocuradora da República Lindora Araújo acompanhou o depoimento de forma virtual, mas Cid se recusou a falar. Preferiu se manter em silêncio.
Os documentos recolhidos por Cid estavam em mensagens trocadas com o sargento Luis Marcos dos Reis, preso junto com ele no início de maio na operação que apura fraudes nos cartões de vacinação de diversas pessoas, entre elas o ex-presidente e sua filha Laura. Reis deve ser ouvido nesta quarta-feira pela PF.
O material apreendido durante a operação dos cartões de vacinação deu origem a um novo inquérito, este sobre a participação do mesmo grupo em preparativos para um golpe de estado. Foi no âmbito dessa investigação que Cid foi ouvido nesta terça-feira (06).
Em áudios que já tinham vindo a público e que foram revelados pela CNN, Cid e o ex-major Ailton Barros, também preso, conversam com o coronel e ex-secretário executivo do ministério da Saúde Elcio Franco sobre como mobilizar o comandante do Exército para uma intentona golpista. Por Malu Gaspar/O Globo.
Renault Kwid passa a custar R$ 58.990 depois da Medida Provisória que promove a volta do carro “popular”
Horas depois do governo publicar a Medida Provisória que dará descontos aos carros populares, o carro mais barato do Brasil, o Renault Kwid, ficou R$ 10 mil mais barato e agora parte de R$ 58.990 na versão Zen. Além da redução de R$ 8 mil anunciada pelo governo, a fabricante deu um bônus para aumentar o abatimento.
Vale lembrar que o Kwid custava R$ 68.990, mesmo preço do Fiat Mobi, que também terá desconto, mas ainda não foi anunciado. A fabricante de Betim (MG) afirma que está estudando o pacote do governo para anunciar os abatimentos em sua gama de veículos.
Conheça o Kwid
Sob o capô, o subcompacto da Renault é equipado com motor de três cilindros 1.0 que produz 71 cv e 10 kgfm. O câmbio é manual de cinco marchas. De acordo com o Inmetro, esse conjunto faz médias de 10,8 km/l na cidade e 11 km/l na estrada com etanol e 15,3 km/l na cidade e 15,7 km/l na estrada com gasolina.
O pequenino francês é o segundo menor carro do Brasil, com 3,68 m de comprimento. São 1,57 m de largura, 1,47 de altura e entre-eixos de 2,42 m. Já o porta-malas tem 290 litros de capacidade.
Equipamentos de série
O Kwid Zen oferece bons equipamentos de série: ar-condicionado, quadro de instrumentos de LED, vidros dianteiros elétricos, rádio, Bluetooth, entrada USB, sistema start-stop, DRLs de LED, quatro airbags, controle de estabilidade e tração, monitoramento de pressão dos pneus, controle de estabilidade e assistente de partida em rampa.
A central multimídia de 8″, função econômetro e entrada USB passam a equipar o Renault a partir da versão intermediária Intense.
Plano do governo
O governo federal anunciou na última segunda-feira (5) como funcionará o programa de incentivo à indústria automotiva. A expectativa, segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin, é que os carros mais em conta tenham descontos de até R$ 8 mil sem baixar os impostos dos veículos.
Para pagar essa conta, o governo decidiu antecipar a reoneração do imposto sobre o diesel. Assim, em vez de aumentar os tributos em R$ 0,35 por litro apenas em 1º de janeiro de 2024, haverá um reajuste de R$ 0,11 por litro daqui a 90 dias para subsidiar a concessão de créditos tributários aos fabricantes de carros.
Segundo o governo, o crédito total é de R$ 1,5 bilhão, sendo R$ 500 milhões para carros populares, R$ 700 milhões para caminhões e R$ 300 milhões para vans e ônibus. Quando o crédito esgotar, o programa será encerrado.
Segundo Alckmin, os critérios para a contemplação dos créditos que variam entre R$ 2 mil e R$ 8 mil no preço final do veículo são os mesmos da antiga proposta:
preço (quanto menor, maior o desconto);
Eficiência energética (quanto mais sustentável, maior o desconto);
Densidade industrial (quanto maior o volume de peças nacionais, maior o desconto). Inf. (Auto Esporte).
Questão é urgente e prazo tem que ser curto, diz ONG.
Um tema que gera divergências e polêmicas vai ganhar mais tempo para debate no país. O Ministério da Educação (MEC) informou, nesta terça-feira (6), que vai ampliar, por mais 30 dias, a consulta pública para avaliação e reestruturação da política nacional de ensino médio. A prorrogação começou a valer na segunda-feira (5).
Segundo o MEC, o prazo foi ampliado levando em conta solicitação de instituições como o Conselho Nacional de Educação (CNE), o Fórum Nacional de Educação (FNE), o Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais e Distrital de Educação (Foncede) e o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed).
Em carta conjunta, as entidades solicitaram ao ministro da Educação, Camilo Santana, a prorrogação da consulta, para que sejam garantidas “as condições necessárias para aplicação de todos os instrumentos de escuta e a mais ampla participação social”.
Em nota, o ministério diz que o pedido de prorrogação atende ao interesse público e é “condizente com o propósito de ampliar o alcance da consulta pública em curso, atendendo uma legítima aspiração de dar oportunidade de participação a todos os que ainda queiram contribuir com o debate público suscitado”.
urgências
O diretor executivo da organização não governamental (ONG) Todos pela Educação, Olavo Nogueira, disse que a justificativa é adequada, desde que sejam mesmo poucos dias de prorrogação. “É importante que este movimento não enfraqueça o senso de urgência em relação à necessidade de avanço da matéria”, afirmou Nogueira.
Para ele, a espera por decisões sobre o ensino médio gera incertezas na vida dos estudantes brasileiros. “Algumas questões geram repercussões no curtíssimo prazo, como é o caso do Exame Nacional do Ensino Médio [Enem] de 2024. Um atraso pode gerar fragilização da importância de se avançar rápido.”
Segundo Nogueira, esta é uma decisão que precisa ser apresentada o mais depressa possível para garantir tranquilidade e segurança para os profissionais de educação e estudantes. Inclusive, porque o ano letivo de 2024, conforme explica, envolve planejamentos e muita organização. “São movimentos que não são feitos da noite para o dia.”
Princípios
O diretor da ONG Todos pela Educação avalia que alguns princípios da reforma são positivos. Ele cita, entre eles, o aumento da carga horária, a mudança na arquitetura curricular com um currículo mais diversificado e a busca por maior integração da educação profissional com o ensino médio regular.
“Esses seriam movimentos que nos aproximam daquilo que os países com sistemas educacionais mais sólidos já fazem”, enfatizou. Inf. (Agência Brasil).
Indígenas de várias etnias fazem caminhada para acompanhar em frente ao STF a votação do chamado Marco temporal indígena. – Foto/Divulgação
Análise começou no plenário da Corte em 2021 e foi logo interrompida; em caráter de urgência, a Câmara aprovou projeto a favor da tese no último dia 30.
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira, após dois anos paralisado, o julgamento que discute a constitucionalidade do marco temporal das terras indígenas. Esta será a sétima sessão em que o plenário se reúne para debater o tema que, além de interessar ao governo e a entidades indígenas, opõe ambientalistas e produtores rurais.
Na plateia do plenário do Supremo, indígenas que vieram a Brasília para acompanhar o julgamento poderão assistir à sessão, conforme determinação da ministra Rosa Weber, presidente da Corte. Um acampamento armado no centro da capital reúne centenas de integrantes de comunidades tradicionais. Na tarde desta terça-feira, lideranças indígenas, como o cacique Raoni, entregaram um abaixo-assinado contra o marco temporal ao chefe de gabinete de Rosa.
O que se discute na ação é se, para o reconhecimento de uma área como território indígena, é necessária a comprovação de que os indígenas ocupavam a terra no momento da promulgação da Constituição de 1988. Ao todo, 84 processos que tratam do mesmo tema estão suspensos e aguardam um desfecho do Supremo.
O marco temporal chegou ao STF por meio de uma ação de reintegração de posse movida pelo governo de Santa Catarina contra o povo Xokleng, referente à Terra Indígena (TI) Ibirama-Laklãnõ, onde também vivem indígenas Guarani e Kaingang.
A retomada do julgamento ocorre com o voto vista do ministro Alexandre de Moraes, que será o primeiro a se manifestar nesta quarta. Antes dele, já votaram o relator do recurso, ministro Edson Fachin, e Nunes Marques. Cada um teve um posicionamento diferente. Inf. (CNN).
O governo previa uma baixa no preço dos automóveis por quatro meses.
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) realizou simulações que indicam que o programa do governo federal para reduzir o preço dos carros de até R$ 120 mil só deve durar cerca de um mês. Isso é significativamente muito menor do que os quatro meses projetados pela gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A previsão do governo petista é que os descontos durem até 120 dias. No entanto, se o crédito de R$ 500 milhões destinado aos carros de passeio e cerca de R$ 1 bilhão para a compra de caminhões e ônibus acabar antes disso, o programa será encerrado mais cedo.
O presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite, afirmou também que concessionárias vão tentar fazer vendas no menor tempo possível.
“Tem uma disputa natural para ver quem consegue vender mais neste momento. A questão comercial vai ter impacto significativo, a partir de hoje as concessionárias começam a brigar pelos seus clientes e para efetivar as vendas no menor tempo possível para que os R$ 500 milhões sejam distribuídos da forma melhor para as montadoras”, afirmou.
O governo reservou esse valor no Orçamento para reduzir o preço dos veículos entre 1,6% e 11,6% por meio de créditos tributários. Isso equivale a uma redução de preço entre R$ 2 mil e R$ 8 mil, dependendo do modelo e da versão do carro. Além disso, as montadoras têm a opção de conceder descontos. Inf. (Diário do Poder).
Nesta quinta-feira (08), é celebrado o Dia de Corpus Christi. Embora não seja feriado oficial, a data é considerada ponto facultativo, e, por isso, algumas instituições têm funcionamento modificado.
Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as agências bancárias não estarão abertas para atendimento presencial ao público na quinta-feira.
As agências bancárias não estarão abertas para atendimento presencial ao público no dia 08 de junho, quinta-feira, feriado de Corpus Christi. A decisão segue a Resolução n.º 4.880, de 23 de dezembro de 2020, do Conselho Monetário Nacional, que não considera dias úteis para fins de operações bancárias feriados de âmbito nacional.
Já na sexta-feira (09), as agências abrem normalmente para atendimento ao público.
As áreas de autoatendimento dos bancos estarão disponíveis aos clientes, assim como os canais digitais e remotos dos bancos, como sites e aplicativo, para a realização de transferências e pagamento de contas.
No estado, o governo transferiu o ponto facultativo para a véspera de São João, no dia 23 de junho.
O governo federal também determinou ponto facultativo para servidores na quinta (08) e na sexta-feira (09).
Confira abaixo o funcionamento do comércio, shoppings, bancos e repartições públicas.
Shoppings
Confira o horário de funcionamento dos shoppings nesta quinta-feira (8), feriado de Corpus Christi:
Shopping Recife: das 9h às 22h;
Shopping RioMar: das 9h às 22h;
Shopping Plaza: das 9h às 22h;
Shopping Guararapes: das 9h às 22h;
Shopping Boa Vista: das 10h às 22h;
ETC: das 9h às 21h;
Shopping Camará: das 10h às 22h;
Shopping Costa Dourada: das 10h às 22h;
Recife Outlet: das 9h às 21h
Correios
Os Correios informaram que, na quinta-feira (08), não haverá atendimento nas agências.
No feriado de Corpus Christi, o atendimento de pós-vendas da Central de Atendimento dos Correios (CAC) vai funcionar por meio da internet e pelo atendimento automatizado nos telefones:
0800.725.7282
0800.725.0100
3003.0100
O funcionamento desses canais é 24 horas, sete dias por semana.
Já na sexta-feira (09), o funcionamento volta ao normal, a partir das 8h.
Como também no sábado (10), no caso das unidades que normalmente abrem nesse dia. Inf. (JC/NE10).
O contrato do hospital com o Governo de Pernambuco tem previsão para ser encerrado no próximo dia 30 de junho
Pacientes, acompanhantes e funcionários do Hospital de Retaguarda em Neurologia, no bairro do Prado, na Zona Oeste do Recife, estão aflitos com a possibilidade de fechamento da unidade de saúde. Isso porque o contrato de gestão do local, que é administrado por uma Organização Social de Saúde (OSS), a Fundação Gestão Hospitalar Martiniano Fernandes (FGH), tem previsão de encerramento no próximo dia 30 de junho. Funcionários estão sob aviso prévio.
O Hospital de Retaguarda em Neurologia foi ativado em março de 2022, com recursos do Governo de Pernambuco, com o objetivo de ser um hospital de campanha em funcionamento até o fim da situação emergencial. O estado de emergência provocado pela pandemia de Covid-19 em Pernambuco é válido até o dia 30 de junho. Após o período, os contratos serão encerrados, e os pacientes serão transferidos para outras unidades.
O Hospital de Retaguarda em Neurologia conta com 85 leitos, sendo 10 de terapia intensiva e 75 leitos de enfermaria. De março de 2022 ao mesmo mês deste ano, o hospital atendeu mais de 2.400 pacientes. De acordo com funcionários, o local recebe pacientes do Hospital da Restauração e do Hospital Pelópidas Silveira, com o objetivo de diminuir o fluxo nas emergências estaduais.
Na manhã desta terça-feira (06), acompanhantes de pacientes internados no Hospital de Retaguarda em Neurologia se reuniram em frente à unidade de saúde para pedir o não fechamento do local. Além da unidade de saúde, o Hospital Brites de Albuquerque, na Cidade Tabajara, em Olinda, Região Metropolitana do Recife, também se encontra na mesma situação. O local possui contrato de gestão com uma OSS, a Hospital do Tricentenário, cujo contrato vai até o fim o estado de emergência.
Na segunda-feira (05), funcionários do Hospital Brites de Albuquerque fizeram um protesto após receberem aviso prévio.
O Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco (Coren-PE) emitiu, nesta terça-feira (06), uma nota em que repudia a atuação da Secretaria de Saúde Pernambuco e do Governo do Estado quanto à gestão do Hospital Brites de Albuquerque. Na nota, o Coren-PE também defende a permanência do funcionamento do Hospital de Retaguarda em Neurologia e diz que o fechamento da unidade de saúde “vai resultar em consequências severas para os pacientes que dependem de atendimento no local” e na demissão dos funcionários que atuam no hospital.
Confira nota do Coren-PE na íntegra:
“O Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco (Coren-PE) repudia a atuação da Secretaria de Saúde Pernambuco e do Governo do Estado quanto à gestão do Hospital Brites de Albuquerque, unidade de saúde localizada em Olinda. A falta de agilidade na renovação do contrato com a Organização Social de Saúde, que faz o gerenciamento do Hospital, tem causado angústia e aflição entre os pacientes e os 642 profissionais que atuam no local, em sua maioria integrantes do corpo de enfermagem, que já foram informados sobre a suspensão dos contratos de trabalho e encontram-se em aviso prévio. Atualmente, o Hospital Brites de Albuquerque possui uma estrutura relevante dentro do organograma da rede pública de saúde do estado, contando com laboratórios de análises clínicas, radiologia e eletrocardiograma, além de oferecer serviços como nutrição e psicologia. São 60 leitos para tratamento intensivo (UTIs) para adultos e 30 pediátricos, além de 40 leitos clínicos para adultos e 20 de enfermaria pediátrica. O Coren-PE entende que o encerramento das atividades da unidade acarretaria em um prejuízo incalculável para a população e profissionais que lá atuam.
O Conselho ressalta que um cenário semelhante se desenha com a possibilidade de desmobilização do Hospital de Retaguarda em Neurologia de Pernambuco, localizado no bairro do Prado, no Recife. A unidade começou a funcionar em março do ano passado, na tentativa de desafogar o Hospital da Restauração, ampliando assim a oferta de assistência aos pacientes que possuem problemas neurológicos que exigem atendimento imediato. O Hospital integra o conjunto de unidades abertas pelo Governo do Estado para atender aos fluxos relativos à Covid-19. Apesar do fim do estado de emergência de saúde pública internacional, declarado pela organização mundial da saúde (OMS), no início do mês passado, o Coren-PE ressalta que o fechamento da unidade de saúde vai resultar em consequências severas para os pacientes que dependem de atendimento no local, sem falar na demissão dos funcionários que atuam no hospital”. Inf. (Folha de Pernambuco).
A pentatleta brasileira Yane Marques, natural de Afogados da Ingazeira, foi remanejada de cargo na Prefeitura do Recife. Yane Marques era secretária-executiva na Secretaria de Esportes do Recife.
Agora, será secretária-executiva de Esportes Educacionais na Secretaria de Educação do Recife.
Segundo os atos assinados pelo prefeito João Campos, a pentatleta manterá a mesma remuneração.
Yane ocupa cargo de gestão na Prefeitura desde o início do mandato de João Campos.
Yane Márcia Campos da Fonseca Marques é uma pentatleta brasileira, bicampeã em Jogos Pan-Americanos e única detentora de medalha olímpica do pentatlo moderno na América Latina. Inf. (Pedro Araújo).
O concurso público da Prefeitura de Triunfo, no Sertão do Pajeú, teve o cronograma alterado e a data de inscrição foi prorrogada até a quinta-feira (15) da próxima semana.
O certame visa o preenchimento de 95 cargos efetivos mais cadastro de reserva para diversas secretarias do município, inclusive da Saúde e Educação.
As oportunidades são para Guarda Civil Municipal, Agente Administrativo, Apoio Escolar, Técnico em Enfermagem, Enfermeiro, Professor de Geografia, Professor I, Professor de Matemática, Professor de Letras, Professor de Ciências, Psicólogo e Engenheiro Civil.
Os salários do concurso público de Triunfo são de até R$ 7.065,87.
As inscrições podem ser realizadas até o dia 15 de junho, através do site: www.igeduc.org.br
DÍVIDA – A audiência debateu medidas para gerir R$ 111 milhões de passivo do Sassepe, entre outros problemas. Foto: Roberta Guimarães
A crise do Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado, o Sassepe, foi tema de uma Audiência Pública na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), nesta segunda-feira (5). Usuários, prestadores de serviço e representantes do Governo do Estado, além de parlamentares, discutiram medidas para evitar a interrupção dos atendimentos.
A dívida acumulada do Sassepe com hospitais e clínicas é de mais de R$ 240 milhões. A cada mês, os custos ainda superam as receitas em 20 milhões de reais. Cinco hospitais particulares do interior do Estado anunciaram para julho a suspensão do credenciamento.
O presidente do Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde e Laboratórios (Sindhospe), George Meira Trigueiro, disse que os prestadores estão impossibilitados de operar porque não há dinheiro sequer para pagar os insumos. Ele apontou que a tabela do Sassepe está defasada há mais de 10 anos, e os pagamentos têm atraso, em alguns casos, de até 12 meses.
“Não compensa dar um desconto de 40% e ainda pagar em seis meses, sem juros e sem correção”, comentou Trigueiro. O representante do Sindhospe pediu melhorias no sistema de auditoria para evitar fraudes, e para resguardar o pagamento de quem de fato prestou o atendimento.
A auditoria também foi reivindicação dos representantes dos servidores. Presidente da CUT Pernambuco, Paulo Rocha defendeu mudanças nas regras de gestão do Sassepe para garantir a participação de técnicos e evitar interferências políticas. Ele também lembrou que uma das razões para a criação do Sassepe foi desafogar as unidades do SUS, e caso o sistema quebre, mais de 170 mil usuários vão ficar desassistidos.
A composição paritária de receitas foi a proposta de Florentina Cabral, presidente da Associação de Saúde dos Servidores Estaduais (Assepe). Ela não considera justo que as contribuições descontadas direto na folha representem 70% do caixa, e ainda assim, os atendimentos sejam negados.
“Nossa contribuição hoje compõe mais de 70% do caixa: R$ 38 milhões/mês. Mas a contribuição do Governo é de R$ 13 milhões por mês. Haja diferença, mas na hora que o Sassepe deixa de pagar, quem sofre as consequências somos nós”, apontou Florentina.
Propostas do Governo
Presentes à audiência, representantes do Governo apontaram avanços na busca por soluções para o Sassepe, como o esforço para abater R$ 111 milhões do passivo de gestões anteriores. A secretária de Administração, Ana Maraíza de Souza Silva, informou que a equipe está realizando levantamento de outros sistemas de saúde de servidores existentes no Brasil para propor um modelo sustentável.
O presidente do Instituto de Recursos Humanos, João Victor Falcão, garantiu que todas as faturas auditadas dos meses de janeiro e fevereiro deste ano foram pagas em dia, e um esforço da gestão garantiu zerar a fila da oncologia. Um edital de seleção simplificada de auditores foi anunciado para breve, assim como a implantação do sistema de agendamento online.
Outro anúncio feito por João Victor Falcão foi uma reunião com representantes do Sindhospe e do Simepe (Sindicato dos Médicos de Pernambuco) para apresentar um novo plano de pagamento das dívidas. A proposta anterior, com desconto de 40%, foi recusada pelos credenciados. Mas os termos do acordo que o Governo vai sugerir não foram revelados.
Como encaminhamento do debate, uma comissão de deputados foi criada para acompanhar o assunto. O grupo será composto pelos dois parlamentares que solicitaram a audiência, João Paulo (PT) e William Brigido (Republicanos), junto com Débora Almeida (PSDB), José Patriota (PSB) e Joaquim Lira (PV).
Joaquim Lira também é presidente da Comissão de Administração Pública, colegiado que realizou o evento. Segundo ele, a ideia é garantir participação de pelo menos dois parlamentares a cada reunião destinada a discutir soluções para o Sassepe junto com o Governo.
“Existem pontos que o Governo aceita, que são convergentes: ter auditoria que funcione verdadeiramente e também um sistema de regulação. A gente precisa intensificar esses dois pontos, porque assim vamos começar a diminuir os problemas de hoje e tentar sanar problemas do passado”, avaliou o presidente do colegiado. Inf. (ALEPE).
Gugu e Thiago Salvático em momentos de intimidade – (./Arquivo pessoal)
Thiago Salvático comenta ser chamado de ‘aquele gay’ por filha de apresentador
Conforme a coluna antecipou na semana passada, é tensa a relação entre os filhos de Gugu Liberato, que brigam sobre o entendimento de união estável do apresentador com Rose Miriam di Matteo.
Em paralelo a isso, Thiago Salvático tenta provar na Justiça que manteve relacionamento conjugal com Gugu por quatro anos, até sua morte, em 2019.
Gugu e Thiago Salvático (./Arquivo pessoal)
Após repercussão das reuniões acaloradas entre os herdeiros, a coluna procurou Thiago, chef de cozinha na cidade de Paderborn, Alemanha, para comentar o andamento do processo. Em um dos trechos da reunião que VEJA teve acesso, Marina se refere a Thiago como “o gay lá” – algo que magoou o rapaz, de 35 anos.
Como tem acompanhado a briga entre os herdeiros de Gugu? Te propuseram acordo? Tenho lido o que tem saído na mídia. Há um lado bem triste na fala deles, por serem mal instruídos ou por questão de idade. Não dá para entender. Eles sabem muito bem quem eu sou, sabem da minha existência, do relacionamento de nove anos. Mas não chegaram a propor nada até o momento.
Os filhos reconhecem sua relação com ele? Eles deixam bem claro nas mensagens que vieram a público, que eu era o companheiro dele. Rose é a mãe dos filhos dele. Na época ele queria muito ter filhos, teve filhos. Deve ter um percentual como mãe, mas como companheira, não.
Gugu nunca pensou que poderia haver briga pela herança? A questão era clara. Gugu e Rose moravam em casas separadas. Rose é mãe dos filhos, cuidava das crianças. Todos esses nove anos em que ficamos juntos, ela sempre esteve presente na vida das crianças. Até agradeço a ela por ter esse tempo, porque se não nós nem teríamos tido tempo para fazer tantas coisas juntos, né? As coisas estavam bem resolvidas entre eles, tudo esclarecido desde o início. Ela está querendo mudar uma coisa que nunca existiu.
Acredita que as filhas estão sendo manipuladas para ficarem a favor dela? Ficou bizarro isso, porque se era o temor delas não quererem ser chamadas de “filhas de barriga de aluguel”, agora está escancarado. E todas as pessoas mais importantes da vida do Gugu sabiam de nós.
Mas que pessoas? Eram poucas na nossa convivência. O mundo inteiro conhecia o Gugu, agora o Antônio Augusto Morais Liberato, poucas iam na casa dele.
Silvio Santos, por exemplo, sabia que ele era gay? A questão do Silvio era de profissionalismo. Silvio nunca soube da relação, eu nunca o vi pessoalmente. E nem o Gugu ultimamente encontrava o Silvio, há anos que o não encontrava pessoalmente, desde que foi para a Record. Chegamos da nossa viagem da China, dias antes do Gugu falecer, e ele trouxe de presente para o Silvio um bonequinho dele em 3D, que mandamos fazer lá. E mandou o motorista entregar na casa dele. Silvio ligou para ele, ficaram uma hora e meia no telefone, foi a maior felicidade da vida dele. Ele saltava, dava pulos. Eles tinham uma ligação forte, de admiração, mas profissional. Tinha alguém da TV que sabia de vocês? Fui várias vezes na GGP (estúdio de gravações do Gugu). Tem muita gente que sabe, não vou citar nomes para não expor.
Como era a relação de vocês no dia a dia? Era uma relação normal, íamos no shopping, a restaurantes, assistíamos a filmes. Fazia tudo normal. Só que ele era muito discreto. Recebi uma mensagem hoje, de uma pessoa da companhia Azul: ‘Conheci teu companheiro e realmente quem via ele chegando no aeroporto nem desconfiava quem era’. Ele andava tão simples, com o bonezinho dele, óculos, camiseta básica, ninguém o reconhecia nos lugares.
Uma das filhas do Gugu se refere a você como “aquele gay lá”, sem citar seu nome. Como você viu isso? Acho triste, realmente triste. Porque vem de pessoas que não receberam essa educação. Triste mais pelo pai. Tenho certeza de que, se ele estivesse aqui e ela fizesse qualquer coisa assim, ele restringiria. Elas estão sem alguém do lado para dar apoio. São meninas que estão crescendo sozinhas. Fiquei chateado não por “um gay lá”, me magoa pela falta de respeito. No fundo, é a questão financeira que a move a agir assim. Querendo ou não, está desrespeitando a memória do pai também.
Como pretende provar a relação com o Gugu na Justiça? Estamos recorrendo no processo, porque o juiz não aceitou prosseguirmos. Só que lá atrás o mesmo nos deu espaço. Quando em 2020 desisti por motivos próprios, porque a mídia estava muito em cima, eu disse: ‘vamos esperar, vou me retirar até tudo acalmar’. Agora vou provar com documentos necessários, fotos, tudo. Vou mostrar quem realmente era o companheiro de Gugu, eu.
Qual é a memória mais recente que ficou do Gugu? Nós jantamos na noite anterior à morte, na cada dele. Pela manhã, quando o avião decolou, ele ia para Orlando, conversamos por telefone e ele embarcou. Falamos pela última vez antes do avião decolar, ainda no Brasil, aí depois… (ele faz um silêncio) eu só soube da notícia.
Ele dava muito presente para você? Ele me deu o maior presente da vida dele, aliás, da minha vida. Foram nove anos do tempo dele. Foi o maior presente que eu podia ganhar.
Era uma relação de namoro, moravam juntos? Eu era companheiro dele.
Havia sexo? Com certeza (risos). Ainda bem que não coloquei vídeos desse nível no processo. Porque vaza tudo, estaria rolando vídeo nosso de sexo, mas pensei: ‘É melhor não’ (risos). Ia dar 3 bilhões de visualização! E quando a gente não estava junto, conversava umas duas horas pelo Skype.
O que gostaria de falar para os filhos dele, que ainda não conseguiu? Deveriam colocar a mão na consciência e entender que Gugu viveu aquela vida para dar o melhor para cada um que ao redor dele estava. Todos: seja filho, sobrinho, tia, tio… Seja a mulher que varria a casa dele, o motorista que levava ele…
Em algum momento pesou a diferença de quase 30 anos entre vocês? Não. Por exemplo, não íamos a baladas, porque eu não gosto de festa, nem ele. A gente se deu bem 100% sempre. Íamos para Ibiza todo ano e nunca fomos a uma festa. Tem uma outra Ibiza que é a dos restaurantes, do passeio de barco, da tranquilidade. A mesma coisa na Disney. Nunca fui a um brinquedo, acredita? Gosto de ir e ver a magia, não tenho paciência de ficar em fila.
Você se relacionou com mais alguém depois do Gugu? Não. O nível é tão alto que é difícil. E com essa exposição na mídia, né? Daí penso que falam: ‘Vou ficar com ele para depois mandar fotos ou ficar famoso’. Então faz quatro anos… Faltam pessoas interessantes.
Ainda pensa muito nele? Todo dia. É complicado… (ele faz uma pausa). Há quarenta dias perdi meu pai. É foda, desculpa a palavra. Primeiro perco meu companheiro, depois o pai. Fazer o quê? É muito difícil. Fonte (VEJA).
O ex-presidente Jair Bolsonaro, na saída do Senado — Foto: Reprodução
Corte Eleitoral vai analisar processo que discute se houve abuso de poder político do ex-presidente em reunião com embaixadores estrangeiros.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para o dia 22 de junho o julgamento da ação que pode tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível.
A ação foi apresentada pelo PDT, que questionou a conduta de Bolsonaro em uma reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada, em julho de 2022. Então presidente e pré-candidato, Bolsonaro fez declarações sem prova que colocavam em dúvida a segurança das urnas e do processo eleitoral.
O Ministério Público Eleitoral defendeu a inelegibilidade do ex-presidente. Para o vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet, houve abuso de poder porque Bolsonaro não poderia ter usado recursos do Estado para propagar informações falsas sobre as eleições.
“A busca do benefício pessoal também foi tornada clara. O uso de recursos estatais para a atividade da mesma forma está estampado nos autos. Todo o evento foi montado para que o pronunciamento se revelasse como manifestação do Presidente da República, chefe de Estado, daí a chamada de embaixadores estrangeiros e o ambiente oficial em que a reunião ocorreu. O abuso do poder político está positivado”, escreveu o procurador. Inf. (G1).
Juros do ‘Desenrola Brasil’ serão a partir de 1,99% ao mês — Foto/Reprodução
Segundo o Ministério da Fazenda, cerca de 70 milhões de pessoas devem ser beneficiadas pelo programa. Público atendido pela medida será dividido em duas faixas.
O Ministério da Fazenda lançou o programa “Desenrola Brasil”, voltado para a renegociação de dívidas. A medida provisória que criou a ação foi assinada nesta segunda-feira (05). Cerca de 70 milhões de pessoas devem ser beneficiadas.
Segundo o governo federal, o público atendido pelo programa será dividido em duas faixas. Para pessoas que devem até R$ 5 mil, a dívida poderá ser renegociada e parcelada em até 60 vezes, de acordo com a pasta.
A expectativa é que as renegociações comecem a partir de julho, isso porque o governo ainda fará um leilão para que haja a adesão de credores ao programa. Segundo o Ministério da Fazenda, as instituições que oferecerem mais descontos serão contempladas no leilão.
Confira os detalhes para a renegociação das dívidas a seguir:
Faixas e renegociação
Faixa I
A Faixa I é reservada para pessoas que recebem até dois salários mínimos ou que estejam inscritas no Cadastro Único (CadÚnico).
O Ministério da Fazenda informou que o programa vai oferecer uma garantia para a renegociação de dívidas de até R$ 5 mil.
Veja as regras abaixo:
Serão renegociadas dívidas cadastradas até 31 de dezembro de 2022.
O pagamento poderá ser feito à vista ou por financiamento bancário de até 60 parcelas. O devedor precisa escolher um banco inscrito no programa para fazer a renegociação.
Para quem optar pelo parcelamento, não haverá entrada.
A primeira parcela terá vencimento após 30 dias.
Os juros do financiamento serão de 1,99% ao mês.
O pagamento das parcelas poderá ser feito por débito em conta, PIX ou boleto bancário.
Caso o devedor não pague a parcela, o banco poderá fazer a cobrança e deixar o nome da pessoa novamente “sujo” na praça.
Os beneficiários do programa também poderão fazer um curso de Educação Financeira.
Nesta faixa, não poderão ser financiadas as seguintes dívidas:
crédito rural;
financiamento imobiliário;
créditos com garantia real;
operações com funding ou risco de terceiro.
O governo explicou que, ao deixar livre para o devedor escolher um banco para renegociar a dívida, as instituições financeiras serão estimuladas a competirem e oferecerem melhores condições para o pagamento.
Faixa II
No caso da Faixa II, serão atendidas exclusivamente pessoas com dívidas no banco. Os devedores poderão fazer a renegociação diretamente com a instituição financeira.
Ao contrário da Faixa I, para este grupo o governo não oferecerá uma garantia. Por outro lado, em troca dos descontos na dívida, os bancos vão receber um incentivo para que aumente a oferta de crédito.
Tanto a Faixa I quanto a Faixa II estarão isentas de pagamento de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Dívidas perdoadas
Bancos que participarem do programa terão de perdoar e limpar imediatamente o nome de consumidores que devem até R$ 100. Segundo o Ministério da Fazenda, 1,5 milhão de brasileiros têm dívidas com esse valor.
“A ideia é que ele [banco] imediatamente já tire o nome do SPC, Serasa para se habilitar a participar do programa”, disse o ministro Fernando Haddad.
Como a medida vale somente para bancos, o governo não vai exigir o perdão das dívidas para empresas como varejistas e companhias de água e luz. (G1).
Lula e Marina lançaram medidas para o meio ambiente – Foto/Reprodução
Presidente divulgou medidas para combate ao crime na Amazônia e vetou trecho de MP que enfraquece a proteção da Mata Atlântica.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta segunda-feira, Dia Mundial do Meio Ambiente, um pacote de medidas para a redução do desmatamento, o combate ao crime na Amazônia e o fortalecimento da fiscalização ambiental. O anúncio serviu como um aceno ao trabalho da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, depois da derrota que ela sofreu no Congresso ao ver parte das atribuições de sua pasta ser transferida para outros órgãos do governo.
Ao lado da ministra, Lula lançou a quinta fase do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDam), que prevê o embargo imediato de metade da área desmatada ilegalmente no Brasil e a criação, até 2027, de novas unidades de conservação em três milhões de hectares. O presidente também vetou trechos da medida provisória que enfraquecia a proteção à Mata Atlântica, aprovada pelo Congresso na semana passada.
O presidente anunciou a criação do “Plano Amazônia: Segurança e Soberania”, em parceria com os governos dos estados que compõem a Amazônia Legal. “O objetivo é o combate sem trégua a crimes como grilagem de terras públicas, garimpo, extração de madeira, mineração, caça e pesca ilegais em territórios indígenas, áreas de proteção ambiental e na Amazônia como um todo”, declarou. O plano inclui a implantação da Companhia de Operações Ambientais da Força Nacional de Segurança Pública, de bases fluviais e terrestres para fortalecer a segurança pública na região, a construção e reforma de quartéis e delegacias e a criação do Centro de Cooperação Policial Internacional para a proteção da Amazônia.
Também foram divulgadas medidas para fortalecer as forças de segurança, como a ampliação dos meios navais que patrulham os rios da Amazônia, a modernização das instalações e equipamentos de suporte dos Pelotões da Fronteira e Brigadas de Infantaria de Selva e aumento do número de operações militares na faixa da fronteira da Amazônia Legal. O governo também informou que vai retomar o programa Bolsa Verde, para apoiar famílias em situação de extrema pobreza com incentivos às atividades econômicas sustentáveis.
Durante a cerimônia, ainda houve a assinatura de sete decretos para:
Restabelecer o Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima
Alterar o comitê gestor do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima para aumentar a participação da sociedade
Instituir a comissão nacional para redução das emissões de gases de efeito estufa
Atualizar o comitê técnico da indústria de baixo carbono para promover transição para economia de baixo carbono no setor industrial
Criar o Conselho Nacional para a COP30, em Belém
Ampliar a reserva extrativista Chocoaré-Mato Grosso em 1.800 hectares
Criar o Parque Nacional da Serra do Teixeira, na Paraíba
Ao final do evento, Lula homenageou o jornalista britânico Dom Phillips e o indigenista brasileiro Bruno Pereira, cujos assassinatos na Amazônia completam um ano hoje. “Bruno e Dom mereciam e deveriam estar aqui, neste momento em que eles teriam o governo brasileiro como aliado e não como inimigo, ao contrário do que aconteceu nos últimos quatro anos. A melhor maneira de honrá-los é garantir que sua luta não tenha sido em vão”, disse. Inf. (VEJA).