Mais de mil prefeituras encerrarão o ano no vermelho

FPM

Segundo pesquisa, maioria dos prefeitos irão pagar 13º com repasse do FPM. No Pará, 64% destinarão o recurso para o funcionalismo

Imagem ilustrativa da notícia Mais de mil prefeituras encerrarão o ano no vermelho
CNM mostra que 92% dos gestores de todo o Brasil usarão o FPM para o salário dos servidores. | Divulgação/CNM

Desde dezembro de 2008, as prefeituras de todas as regiões do país passaram a receber de forma integral o valor de 1% adicional do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), creditado pelo governo federal nas contas das prefeituras todo mês de dezembro. A parcela de 2023 – a 16ª da história – será paga em 7 de dezembro e, para 92% dos gestores municipais, o acréscimo será utilizado para ajudar a pagar o 13º salário do funcionalismo.

Pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), que ouviu 4.456 prefeituras, ou seja, 80% do total de 5.568 Municípios do país, mostrou que os prefeitos vão ser obrigados a usar o abono adicional para pagar o salário extra. No Pará, 84 do total de 144 prefeituras – ou 64,4% – informaram que usarão o recurso extra do FPM para pagar o funcionalismo.

Realizado entre os dias 25 de outubro e 27 de novembro, o levantamento mostrou que mais de 28,6% dos municípios afirmaram que atrasariam o pagamento da primeira parcela do 13º salário aos funcionários, na parcela paga em 30 de novembro. Isso representa 1.246 cidades que enfrentam problemas financeiros para cumprir as obrigações administrativas.

Além do pagamento do benefício, a entidade identificou que 27,2% das prefeituras acreditam que encerrarão o ano no vermelho, ou seja, 1.214 dos entrevistados. Ao serem questionados sobre as expectativas para 2024, 47,6%, ou 2.121 prefeituras afirmaram acreditar na melhora da situação financeira a partir de 2024. Outras 2.083 prefeituras, ou 46,7% do total, informaram que não acreditam em um cenário positivo.

A pesquisa identificou que 4.278 municípios, ou 96% do total entrevistado, afirmaram estar com os salários do funcionalismo em dia. Outras 119 prefeituras (2,7% do total) disseram que a folha de pagamento está atrasada. Sobre o pagamento dos fornecedores, 53,3% dos gestores municipais afirmaram que o pagamento dos prestadores de serviço está em dia. Por outro lado, 44,2% responderam que estão em atraso

A CNM também questionou os gestores sobre a forma de pagamento do 13º salário, se seria parcela única ou parcelado e 54,6% – ou 2.382 municípios – afirmaram já ter efetuado o pagamento da primeira parcela. Já 28,6%, ou 1.246 prefeituras, afirma que irá atrasar o pagamento. Quanto à segunda parcela, somente 9,4%, ou 229 municípios informaram que devem atrasar o pagamento. Para outros 87,7%, ou 2.135 respostas, a 2ª parcela será paga até o dia 20 de dezembro.

A pesquisa realizada pela CNM anualmente faz o diagnóstico da situação fiscal dos municípios em relação ao pagamento do 13º salário. De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2021, são mais de 6,2 milhões de servidores municipais. O impacto financeiro apenas desse benefício salarial ao funcionalismo é de R$ 25,667 bilhões, montante que deverá aquecer a economia nas cidades brasileiras no final do ano.

ICMS

Na semana passada, o presidente da Federação dos Municípios do Estado do Pará (Famep), Nélio Aguiar, participou de reunião com o presidente da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), deputado Chicão (MDB), para falar sobre o projeto de lei que tramita na casa que prevê a redistribuição da Cota Parte do ICMS. Segundo Nélio, 142 dos 144 municípios paraenses serão beneficiados com a medida.

“É muito importante para os municípios paraenses que haja a distribuição dos recursos de forma justa. A aprovação vai garantir o fortalecimento dos municípios e contribuir para ampliar o atendimento às necessidades da população, garantindo melhor qualidade de vida aos moradores”, afirmou o prefeito de Santarém.

*Informações/DOL

Maceió : Prefeito apresenta levantamento de danos ao governo federal

COLAPSO

Cidade requer mais serviços de educação, saúde e transporte

Prefeito de Maceió apresenta levantamento de danos ao governo federal - Folha PE
Afundamento de uma mina da Braskem próximo à lagoa Mundaú, no Mutange, em Maceió, pode abrir uma enorme cratera na superfície – Foto: Reprodução/TV Gazeta

O prefeito de MaceióJoão Henrique Caldas (JHC), esteve nesta segunda-feira (4) em Brasília para apresentar um levantamento da situação da capital alagoana por causa do iminente colapso da mina nº 18 da Braskem, no bairro do Mutange.

Segundo o prefeito, os danos causados pela mineração estão pressionando a cidade por serviços de logística, educação, saúde e mobilidade urbana.

“Estamos trazendo o levantamento de todas as áreas afetadas para que o governo federal possa conhecer um pouco mais desses projetos que Maceió tem realizado para que, conjuntamente, possamos pensar em soluções. Claro que uma das principais necessidades sempre é a fonte de financiamento e, por mais que a prefeitura busque a reparação desses danos, ela jamais será suficiente, tamanha a demanda que teremos daqui por diante”, disse JHC.

O prefeito esteve em reunião com os ministérios do Desenvolvimento Social, Família e Combate à Fome, no Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, do Turismo e da Aquicultura e Pesca, além da Agência Nacional de Mineração (ANM).

Após a reunião com o JHC, o ministro Wellington Dias informou que, diante da amplitude da emergência, o MDS vai priorizar o atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade, integrando as ações de acolhimento, abrigo e alimentação, além de atenção para as questões que envolvam a saúde física e mental das pessoas que precisaram deixar seus lares.

O prefeito também esteve com o presidente da Caixa, Carlos Vieira, para debater o financiamento de ações para reduzir o déficit habitacional da cidade.

“A ideia é que se crie um grupo de trabalho para acompanhar as demandas e desenvolver as melhores estratégias para ajudar Maceió nessa reconstrução”, explicou o prefeito.

Na semana passada, o governo federal autorizou o reconhecimento do estado de situação de emergência em Maceió pelos danos causados em razão do afundamento do solo na cidade. Com o reconhecimento federal, a prefeitura está apta a solicitar recursos para ações de assistência humanitária.

CPI
O prefeito de Maceió também esteve hoje com o presidente em exercício do Senado, Rodrigo Cunha (Podemos-AL). Em entrevista após o encontro, o senador disse ser favorável a tirar do papel a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) voltada a investigar a responsabilidade da empresa petroquímica Braskem sobre os danos da extração de sal-gema do subsolo de Maceió.

No entanto, Cunha disse que a proposta da CPI nasceu de forma viciada, citando ligações do senador Renan Calheiros (MDB-AL), autor do requerimento de criação da comissão, com a Braskem. “A CPI pode e deve ir para a frente, mas sem a figura que vicia e contamina todo o processo investigatório”, ponderou o presidente em exercício.

Procurado pela Agência Brasil, por meio de sua assessoria de imprensa, Calheiros não quis comentar as declarações de Cunha. Nas redes sociais, o senador pede uma CPI “técnica e objetiva, para averiguar com base nos documentos a responsabilidade jurídica nas reparações”.

Alerta máximo
Nesta sexta-feira, a Defesa Civil de Maceió informou que o deslocamento vertical acumulado da mina da Braskem é de 1,80 metro e a velocidade vertical é de 0,26 centímetros por hora, apresentando um movimento de 6,3 centímetros nas últimas 24 horas. O órgão permanece em alerta máximo devido ao risco iminente de colapso da mina 18, que está na região do antigo campo do CSA, no Mutange.

“Por precaução, a recomendação é clara: a população não deve transitar na área desocupada até uma nova atualização da Defesa Civil, enquanto medidas de controle e monitoramento são aplicadas para reduzir o perigo”, diz a nota do órgão.

*Por Agência Brasil

Comissão de Finanças da Alepe aprova orçamento de R$ 49,5 bilhões para 2024: veja vídeo

ORÇAMENTO

LOA 2024 inclui montante apresentado pelo Governo de Pernambuco, mais R$ 1,1 bilhão proposto e aprovado pela Alepe

Reunião da Comissão de Finanças
Reunião da Comissão de Finanças – Foto/Divulgação

A comissão de Finanças, Orçamento e Tributação da Alepe aprovou por unanimidade o parecer geral e a redação final da Lei Orçamentária Anual 2024 de Pernambuco, fixando o orçamento do estado em R$ 49,5 bilhões para o ano que vem.

A votação ocorreu em sessão realizada nesta segunda-feira (4), liderada pela deputada estadual Débora Almeida (PSDB), relatora do parecer final e presidente da comissão de finanças.

O valor total aprovado inclui:

  • R$ 48,4 bilhões do orçamento original, apresentado pelo governo Raquel Lyra, relativos a orçamento fiscal e investimento de empresas estaduais;
  • R$ 1,1 bilhão proposto e aprovado pela comissão de finanças da Alepe, oriundos do Fundo de Participação dos Estados (FPE), com base nas projeções da Secretaria do Tesouro Nacional.

O orçamento de 2024 terá aumento de 9,68% em relação ao valor deste ano, que foi de R$ 45 bilhões.

O LOA 2024 agora segue para votação em plenário na Alepe.

Veja como foi a sessão:

Relatórios parciais foram aprovados em sessão conturbada

A inclusão de R$ 1,1 bilhão no orçamento de 2024 gerou um imbróglio na comissão de finanças. A presidente do colegiado, Débora Almeida, encerrou a sessão em que seriam votados os pareceres de inclusão do valor no orçamento, há duas semanas, contra a vontade dos demais membros.

Eles, por sua vez, seguiram com a sessão sem a presença de Débora e aprovaram a adição bilionária.

Na sessão seguinte, porém, Débora Almeida, que é governista, manteve os pareceres.

“O que estamos vivendo neste momento registra o protagonismo e a importância desta Casa Legislativa que mais do que nunca se mostra uma Casa dos Pernambucanos”, comemorou o deputado Coronel Feitosa (PL), autor da emenda que acrescentou a verba ao orçamento.

“O Governo não considerou a previsão de arrecadação do Fundo de Participação dos Estados (FPE), feita pela Secretaria do Tesouro Nacional, reduzindo as receitas do estado em R$ 1,1 bilhão e por isso incluímos”, justificou.

*Por Jamildo /JC

Teto de juros do consignado do INSS cairá para 1,8% ao mês

ECONOMIA

Medida foi aprovada pelo Conselho Nacional de Previdência Social

29.04.2022 Real Moeda brasileira, dinheiro Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pagarão menos nas futuras operações de crédito consignado. Por 14 votos a 1, o Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) aprovou nesta segunda-feira (04) o novo limite de juros de 1,8% ao mês para essas operações.

O novo teto é 0,04 ponto percentual menor que o antigo limite, de 1,84% ao mês, nível que vigorava desde outubro. O teto dos juros para o cartão de crédito consignado caiu de 2,73% para 2,67% ao mês. Propostas pelo próprio governo, as medidas entram em vigor cinco dias após a instrução normativa ser publicada no Diário Oficial da União, o que ocorrerá nos próximos dias.

A justificativa para a redução foi o corte de 0,5 ponto percentual na Taxa Selic (juros básicos da economia). No fim de setembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu os juros básicos de 12,75% para 12,25% ao ano. Desde agosto, quando começaram os cortes na Selic, o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, disse que a pasta deve acompanhar o movimento e propor reduções no teto do consignado à medida que os juros baixarem. As mudanças têm de ser aprovadas pelo CNPS.

Os novos tetos são um pouco mais altos do que queria o Ministério da Previdência Social. Na semana passada, a pasta havia proposto que o teto caísse para 1,77%, com desconto em folha, e para 2,62% no cartão de crédito consignado. Os representantes das instituições financeiras defenderam a manutenção das taxas atuais.

Sem definição no debate, o ministro Carlos Lupi, propôs que a reunião fosse suspensa e retornasse para votação nesta segunda-feira. O único voto contrário na reunião de hoje foi o do representante dos bancos.

Com o novo teto, alguns bancos oficiais terão de reduzir as taxas para o consignado do INSS. Segundo os dados mais recentes do Banco Central (BC), o Banco do Nordeste cobra 1,88% ao mês, e o Banco da Amazônia cobra 1,86%.

Como as taxas estão acima do teto atual nestes, na prática, as duas instituições suspenderam a oferta desse tipo de crédito. Entre os bancos federais, o Banco do Brasil cobra 1,8%, exatamente o valor do futuro teto, e apenas a Caixa cobra menos, com taxa de 1,73% ao mês.

Impasse

O limite dos juros do crédito consignado do INSS foi objeto de embates no início do ano. Em março, o CNPS reduziu o teto para 1,7% ao ano. A decisão opôs os Ministérios da Previdência Social e da Fazenda.

Os bancos suspenderam a oferta, alegando que a medida provocava desequilíbrios nas instituições financeiras. Sob protesto das centrais sindicais, o Banco do Brasil e a Caixa também deixaram de conceder os empréstimos porque o teto de 1,7% ao mês era inferior ao cobrado pelas instituições.

A decisão coube ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que arbitrou o impasse e, no fim de março, decidiu pelo teto de 1,97% ao mês. O Ministério da Previdência defendia teto de 1,87% ao mês, equivalente ao cobrado pela Caixa Econômica Federal antes da suspensão do crédito consignado para os aposentados e pensionistas. A Fazenda defendia um limite de 1,99% ao mês, que permitia ao Banco do Brasil, que cobrava taxa de 1,95% ao mês, retomar a concessão de empréstimos.

*Da Agência Brasil

Serasa anuncia Fase 2 do Feirão Limpa Nome para quitar dívidas em Pernambuco

DÍVIDA

Nova fase traz a possibilidade a 117 milhões de brasileiros quitarem dívidas por até R$ 100. No Estado de Pernambuco

Feirão Limpa Nome do Serasa possibilita pagar dívidas com desconto
Feirão Limpa Nome do Serasa possibilita pagar dívidas com desconto – WELINGTON LIMA / JC IMAGEM

Devido à adesão recorde ao maior mutirão de negociação de dívidas do país, a Serasa iniciou a Fase 2 do Feirão Limpa Nome, mutirão que oferece descontos e ofertas junto a empresas parceiras para quitação de dívidas.

A nova fase traz a possibilidade a 117 milhões de brasileiros quitarem dívidas por até R$ 100. No Estado de Pernambuco, 4,3 milhões de consumidores porem ser beneficiados. A Fase 2, diferentemente do Feirão realizado ao longo de novembro, terá atendimento online e nas agências dos Correios.

Feirão Limpa Nome é verdade? Veja critérios

Estão disponíveis para negociação na Fase 2 do Feirão Serasa Limpa Nome:

  • Dívidas negativadas, que são aquelas contas inscritas nos cadastros de inadimplência de birôs de crédito;
  • Dívidas atrasadas, que são os débitos que não negativam mais o consumidor porém continuam existindo com a empresa credora.

Durante o Feirão Limpa Nome, que ocorreu ao longo do mês de novembro, mais de 4 milhões de brasileiros negociaram dívidas pelas plataformas online, nas agências dos Correios e nas tendas de atendimento presencial espalhadas em diversas cidades do país.

Os 4,5 milhões de acordos fechados contabilizaram R$ 13 bilhões de descontos concedidos pelas empresas parceiras, entre bancos, financeiras, comércio varejista, operadoras de telefonia, securitizadoras e, pela primeira vez, as empresas de energia Enel, Neoenergia, Light e Voltz.

Em Pernambuco os descontos dos mais de 41 mil consumidores que negociaram no período, chegaram a R$ 483.605.194,58.

“Diante dos recordes históricos de negociações em nossa plataforma, percebemos que precisávamos lançar uma Fase 2 para conseguir atender quem não tinha dinheiro ou não teve condições de negociar em novembro. Esse é um momento importante para quem deseja começar 2024 com a saúde financeira em dia e, por isso, ampliamos o número de empresas parceiras e de ofertas de dívidas, conseguimos novos descontos e condições especiais”, explica Alice Maciel, gerente de Limpa Nome da Serasa.

Feirão Limpa Nome Serasa

Para conferir se possuem ofertas disponíveis na Fase 2, os consumidores podem acessar o site www.serasa.com.br e o app da Serasa, disponível para download na App Store e Google Play.

Confira o passo a passo:

  • 1º Passo – Baixe o app;
  • 2º Passo – Escolha a oferta;
  • 3 º Passo – Revise e finalize o acordo;
  • 4º Passo – Faça o pagamento do acordo.

*Por Jamildo Melo/JC

Mundo poderá superar limite de 1,5 ºC de aquecimento em sete anos, diz estudo

AQUECIMENTO GLOBAL

A poluição por combustíveis fósseis aumentou 1,1% no ano passado

Calor no Recife
Calor no Recife – Foto: Alfeu Tavares/Folha de Pernambuco

O mundo pode ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 ºC em apenas sete anos se as emissões de CO2 continuarem a aumentar, alertou um grupo de cientistas nesta terça-feira, instando os países participantes da COP28 a “agir agora”.

O estudo do Global Carbon Project, apresentado na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28) em Dubai, adverte que as emissões de CO2 provenientes do carvão, gás ou petróleo atingirão um novo recorde em 2023.

A poluição por combustíveis fósseis aumentou 1,1% no ano passado, de acordo com a pesquisa deste consórcio internacional de cientistas. O estudo destaca que a China e a Índia se tornaram, respectivamente, o primeiro e o terceiro maiores emissores globais de gases de efeito estufa.

A cúpula da ONU busca traçar o futuro dos combustíveis fósseis, responsáveis pela maior parte dos gases de efeito estufa de origem humana.

Um dos pontos mais controversos da reunião é como mencioná-los na declaração final. Os grandes poluidores tentam desencorajar apelos para um acordo que elimine gradualmente o uso intensivo de carvão.

Os cientistas acreditam que há 50% de risco de que o aquecimento ultrapasse até 2030 o limite de 1,5 ºC em relação à era pré-industrial, estabelecido como limite no Acordo de Paris.

“Está se tornando cada vez mais urgente”, alertou Pierre Friedlingstein, autor principal do estudo e membro do Instituto de Sistemas Globais da Universidade de Exeter“Para manter uma chance de ficar abaixo de 1,5 ºC, ou muito perto de 1,5 ºC, precisamos agir agora”, acrescentou.

“Direção errada” 

No histórico Acordo de Paris de 2015, os países se comprometeram a limitar o aumento da temperatura a menos de 2 ºC em relação à era pré-industrial, e se possível a 1,5 ºC.

O objetivo mais ambicioso de 1,5 ºC tornou-se desde então uma prioridade, à medida que surgiam evidências de que um aquecimento maior poderia desencadear pontos de inflexão perigosos e irreversíveis.

Para respeitar esse limite, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês) da ONU afirma que as emissões de CO2 precisam ser reduzidas pela metade nesta década.

Mas alcançar esse objetivo está se tornando cada vez mais difícil à medida que as emissões continuam aumentando, segundo o Global Carbon Project.

Glen Peters, pesquisador principal do Centro CICERO para Pesquisa Climática Internacional, afirma que as emissões de dióxido de carbono agora estão 6% mais altas do que quando os países assinaram o Acordo de Paris.

“As coisas estão indo na direção errada”, alertou.

E isso apesar do aumento promissor das energias renováveis. Mais de 100 países expressaram no sábado na COP28 sua vontade de triplicar suas capacidades de energias renováveis até 2030.

“Energia solar, veículos elétricos, baterias, tudo está crescendo rápido, o que é bom. Mas é apenas metade da história”, afirmou. “A outra metade é reduzir as emissões dos combustíveis fósseis. E simplesmente não estamos fazendo o suficiente”.

Índia e China 

Segundo a pesquisa, os combustíveis fósseis representaram 36,8 bilhões de toneladas de um total de 40,9 bilhões de toneladas de CO2 que devem ser emitidas este ano.

Vários dos principais poluidores registraram este ano uma redução nas emissões de CO2, com uma diminuição de 3% nos Estados Unidos e 7,4% na União Europeia.

Mas a China, responsável por quase um terço das emissões globais, registrará um aumento de 4% nas emissões de CO2 provenientes de combustíveis fósseis neste ano, segundo o estudo.

A pesquisa aponta especialmente para os setores de carvão, petróleo e gás, à medida que o país se recupera dos confinamentos e bloqueios impostos pela pandemia de covid-19.

Por outro lado, o aumento das emissões de CO2 na Índia em mais de 8% este ano significa que o país ultrapassou a UE como o terceiro maior emissor de combustíveis fósseis, segundo os cientistas.

De acordo com Peters, do Centro CICERO, a crescente demanda por energia está superando a implantação de energias renováveis tanto na Índia quanto na China.

As emissões do setor de aviação aumentaram 28% este ano, após a recuperação do período da pandemia de covid-19, destaca o estudo, publicado na revista Earth System Science Data.

Devido aos gases de efeito estufa gerados pela atividade humana, a superfície do planeta já se aqueceu em média 1,2 °C em relação à era pré-industrial, desencadeando ondas de calor, incêndios florestais, inundações e tempestades em todo o mundo.

O ano de 2023 bateu recordes de temperatura, e a Organização Meteorológica Mundial (OMM) afirmou que as temperaturas superaram em outubro os 1,4 ºC em relação à era pré-industrial.

*Por AFP

Secretaria de Saúde alerta para tendência de aumento de casos de Covid-19 em Pernambuco

COVID-19

Alta na taxa de positividade e nas confirmações semanais vem sendo registrada desde outubro

Teste de Covid-19
Teste de Covid-19 – Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Responsável pelo monitoramento do número de casos de Covid-19 no Estado, a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco alertou, nesta segunda-feira (04), para um aumento no total de confirmações e no índice de positividade da doença.

De acordo com a pasta, a tendência de aumento foi iniciada no final de outubro. Em cinco semanas, a média de casos confirmados no Estado saiu de 89 para 776 casos. Já a taxa de positividade dos testes realizados saiu de 3,8% para 16,6%.

Apesar do aumento nos números, 97% dos casos registrados se configuram como leves. Ou seja, não demandaram por internação.

Segundo a secretaria, os meses de outubro a dezembro não são considerados de alto risco para transmissão de vírus respiratórios em Pernambuco.

No entanto, o aumento de confirmações no período pode ser resultado da maior intensidade de aglomeração e circulação de pessoas, bem como do relaxamento da adoção de medidas de prevenção como higienização das mãos, uso de máscaras diante da presença de sintomas respiratórios, entre outras.

Outra possível motivação está na circulação de subvariantes inéditas no Brasil (JN.1 e BA.2.86.1), que já foram confirmadas em estados vizinhos.

Reforçando o cuidado com a saúde da população, a SES-PE informou que a vacinação contra a Covid-19 segue normalmente no Estado. A medida de prevenção é estimulada pelo Programa Estadual de Imunização (PEI-PE) que oferece a vacinação nos municípios, seja por meio da ampliação da oferta de pontos de vacinação ou pela extensão de horários, incluindo fins de semana.

Em todo o Estado, o estoque da vacina está normalizado. Para receber a dose bivalente, é preciso ter acima de 18 anos e já ter recebido no mínimo duas doses da vacina monovalente. A dose também está disponível para pessoas acima de 12 anos que possuem alguma comorbidade.

*Por Portal Folha de Pernambuco

Rapadura de 11 mil Kg será apresentada em Santa Cruz da Baixa Verde

SERTÃO DE PERNAMBUCO 

foto/Divulgação/Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde

O município de Santa Cruz da Baixa Verde, localizado no Sertão do Pajeú, realiza de 07 a 10 de dezembro, sua XXVI Feira da Rapadura, um evento que mexe com a economia local, regional e nacional, gerando emprego e renda, através de negócios gerados nos 04 dias da feira. Sem falar que a feira conta com Palestras, Apresentações Culturais, Concurso de Rainha do Evento, Cozinha Show e Shows no Pátio de Eventos entre outras ações.

Livro dos Recordes 

O Livro dos Recordes estará presente mais uma vez, na XXVI Feira da Rapadura, eles veem conferir a Rapadura de 11 mil kg, produzida pelo município, estando tudo certo, Santa Cruz da Baixa Verde, levará mais uma vez, o título por produzir a Maior Rapadura do país.

“Nossa rapadura está pronta e o título virá com certeza, será mais um momento de alegria e emoção dentro da nossa feira. Essa rapadura representa o esforço de toda uma população que vive da cultura da agricultura, tirando assim o seu sustendo. Mais uma vez, Santa Cruz entrará para a história, como a cidade que produz a Maior Rapadura do Brasil”, afirmou o prefeito Irlando Parabólicas.

Sobre o evento

A Feira da Rapadura é um tradicional evento do município de Santa Cruz da Baixa Verde que tem como principal objetivo, fomentar o cultivo e venda da Rapadura, principal meio de emprego e renda do município. A feira com diversas ações dentre elas a exposição de produtos, palestras, feira da agricultura familiar, networking, apresentações culturais, shows e muito mais. A cidade é conhecida como a Capital da Rapadura.

*Da Assessoria

Atenção! Busque por ‘PLURALIDADE’ e ‘DIFERENÇA’ neste caça-palavras em apenas 22 segundos

PASSATEMPO 

Foto/Montagem

O passatempo em questão também pode promover certo nível de lazer compartilhado. Basta desafiar a todos os que estão ao seu redor. Por meio de caça-palavras, é interessante explorar um lado habilidoso e ágil com o olhar. Lembre-se que ele deverá ser realizado dentro de 22 segundos. Se você acredita ser fera em desafios como este, continue praticando conosco.

Último adeus: o município de Tabira se despede do poeta Sebastião Dias

TABIRA

Foto/divulgação

O município de Tabira, no sertão pernambucano, está de luto pela partida do poeta e ex-prefeito Sebastião Dias. O velório do ilustre tabirense ocorrerá no Centro Lítero Cultural Poeta José de Mariano, localizado na Rua Amâncio Siqueira, nº 08, no centro da cidade.

A população está convidada a prestar suas últimas homenagens ao ex-prefeito durante o velório, que será um momento de recordação e reconhecimento pelos serviços prestados à comunidade.

O sepultamento está agendado para as 16 horas desta segunda-feira, 4 de dezembro, no cemitério Parque da Saudade. Antes do adeus final, haverá homenagens póstumas na Sede do Poder Executivo e na Câmara Municipal de Vereadores.

O município decretou oficialmente um período de luto de três dias, iniciando neste domingo, como forma de expressar o profundo pesar pelo falecimento do ex-prefeito Sebastião Dias. O Decreto estabelece que, durante esse período, a bandeira municipal permanecerá hasteada a meio mastro em todos os órgãos públicos de Tabira, como símbolo de respeito e luto pela perda do líder comunitário.

Além disso, como medida de respeito e reconhecimento ao legado deixado por Sebastião Dias, o Decreto determina a suspensão do atendimento ao público em todos os órgãos da administração pública municipal nesta segunda-feira. Essa iniciativa visa proporcionar à comunidade e aos servidores públicos o momento necessário para se despedirem e refletirem sobre a relevância do ex-prefeito na história de Tabira.

A despedida de Sebastião Dias é marcada por sentimentos de tristeza, gratidão e saudade, unindo a comunidade em um gesto coletivo de respeito e reconhecimento pela trajetória de um homem que dedicou sua vida ao serviço público e à promoção do bem-estar em Tabira.

*Por André Luis

COP 28: governadora Raquel Lyra reafirma compromisso de Pernambuco na preservação da Caatinga, durante encontro com governadores do Nordeste em Dubai

POLÍTICA

Foto: Divulgação

Encerrando os compromissos na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 28), em Dubai, nos Emirados Árabes, a governadora Raquel Lyra participou, neste domingo (03), de um encontro com governadores do Nordeste e representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No encontro, foi tratada uma proposta da criação do Fundo Caatinga, iniciativa do Consórcio Nordeste e BNDES, que visa a preservação do único bioma exclusivamente brasileiro.

Durante a Cop 28 o Governo de Pernambuco já anunciou o investimento de R$ 60 milhões que serão aplicados na preservação da Caatinga. Do montante, R$ 30 milhões são de recursos próprios e os outros R$ 30 milhões do BNDES. Pernambuco foi o primeiro estado do Brasil a assinar o Floresta Viva na Caatinga, bioma que tem hoje 50% de sua cobertura vegetal em estado de degradação.

“Precisamos trabalhar para permitir que a gente tenha mais resiliência e a capacidade de trazer mais qualidade de vida para o nosso povo. É possível que nosso estado fomente a economia de forma sustentável, preservando o meio ambiente com ações práticas a partir do nosso investimento inicial de R$ 30 milhões. Que possamos conseguir mais aportes para a Caatinga, porque é ela que nos salvará e pode nos ajudar a reposicionar a economia no interior do Estado”, enfatizou Raquel Lyra.

BALANÇO – Desde a última quinta-feira (30), Pernambuco tem assumido um lugar de protagonismo na COP 28, a presença expressiva do Estado sinaliza forte comprometimento com as metas de sustentabilidade. Durante os quatro dias de participação com a presença da governadora Raquel Lyra, também foram feitos outros anúncios importantes, a exemplo do Plano Pernambucano de Mudança Econômico-Ecológica, o PerMeie; o investimento de R$ 20 milhões na planta de produção de H2V que será instalada no Porto de Suape; a Estratégia Estadual de Hidrogênio Verde; a adesão ao Consórcio Brasil Verde, que tem o objetivo de fortalecer projetos regionais e fomentar a troca de experiências entre os estados brasileiros; além da participação de discussão com estados subnacionais sobre ação climática global. “Pela primeira vez, inédito em Pernambuco, o meio ambiente na pauta central do desenvolvimento do nosso Estado”, conclui a governadora.

Estiveram presentes no encontro os secretários estaduais Ana Luiza Ferreira (Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha); e Rodolfo Costa Pinto (Comunicação); os deputados estaduais João Paulo Costa e Diogo Moraes; os governadores Elmano Freitas, do Ceará; e Jerônimo Rodrigues, da Bahia; a diretora do Mercado de Capitais e Finanças Sustentáveis do BNDES, Natália Dias; o secretário de Programas do Consórcio Nordeste, Pedro Lima; e o especialista Climático Principal do FIDA, Pierre Yves Guedez.

*Fonte: Edmar Lyra

Lula faz balanço da participação na COP 28 e analisa o acordo entre Mercosul e União Europeia

RELAÇÕES EXTERIORES

Presidente conversou com jornalistas brasileiros neste domingo (3/12) em Dubai, antes do embarque para a Alemanha

Lula faz balanço da participação na COP 28 e analisa o acordo entre Mercosul e União Europeia
Foto: Ricardo Stuckert / PR

Em conversa com jornalistas brasileiros em Dubai (Emirados Árabes Unidos) antes de embarcar para a Alemanha, neste domingo, 3 de dezembro, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, fez um balanço de sua participação nas reuniões de chefes de Estado na 28ª Conferência dos Estados-Partes do Acordo Quadro de mudança Climática da ONU (COP 28).

Na sequência, foi indagado pelos jornalistas presentes sobre as declarações do presidente francês, Emmanuel Macron, a respeito do acordo entre o Mercosul e a União Europeia; sobre a entrada do Brasil na OPEP+; e ainda sobre a crise envolvendo a Venezuela e a Guiana, que se encontram atualmente em uma disputa territorial.

Acompanhe os principais pontos da entrevista:

COP 28

“Eu volto agora para Alemanha, e depois para o Rio de Janeiro, para reunir o Mercosul, e eu volto muito feliz. Muito feliz porque nós estamos saindo de um encontro internacional que a cada ano que passa ganha mais envergadura, ganha mais responsabilidade, e ganha mais representatividade.

O Brasil é um país que ninguém hoje no planeta pode discutir a questão do clima sem levar em conta a existência do nosso país, sem levar em conta a nossa experiência, e sem levar em conta o que vai acontecer no Brasil nessa questão da transição energética.

Eu tenho dito que não existirá nenhum país do mundo em condições de oferecer ao planeta a quantidade e as variáveis de opção de energia limpa que o Brasil pode oferecer. É uma coisa impressionante. Nós achamos que é uma oportunidade que o Brasil está tendo no século 21 de fazer uma revolução econômica a partir da chamada bioeconomia, chamada da economia verde, a chamada de renovação energética que o mundo está passando.

E foi isso que nós vimos mostrar aqui. Eu saio daqui muito satisfeito, muito realizado, com muito mais responsabilidade, porque a partir de agora até 2025 é um passo. Parece que está longe, mas quando a gente tem mais responsabilidade o tempo passa muito mais rápido e aí nós vamos ter que trabalhar muito”.

OPEP+

“A nossa participação na OPEP Plus é para a gente discutir com a OPEP a necessidade dos países que têm petróleo e que são ricos começar a investir um pouco do seu dinheiro para ajudar os países pobres do continente africano, da América Latina, da Ásia a investir. Eles podem financiar. Eles podem financiar o etanol, podem financiar o biodiesel, podem financiar a eólica, podem financiar solar, podem financiar hidrogênio verde. Esse é o nosso papel.

Eu acho que é participando desse fórum que a gente vai convencer as pessoas que uma parte dos recursos ganho com o petróleo deve ser investido para a gente ir anulando o petróleo e criando alternativas. É isso que nós vamos fazer. É isso. É muito importante. Não tem nenhuma contradição. O Brasil não será membro efetivo da OPEP nunca, porque nós não queremos. O que nós queremos é influir”.

MERCOSUL E UNIÃO EUROPEIA

“Primeiro, a posição do nosso companheiro presidente da França é conhecida historicamente. A França sempre foi o país que criou o obstáculo no acordo do Mercosul com a União Europeia, porque a França tem milhares de pequenos produtores e eles querem produzir os seus produtos. É isso. Agora, o que eles não sabem é que nós também temos 4 milhões e 600 mil pequenas propriedades, até 100 hectares, que produzem quase 90% do alimento que nós comemos e que são alimento de qualidade e que nós também queremos vender.

Eles têm que saber que nós também temos indústrias, que nós queremos crescer, e que nós não vamos facilitar as compras governamentais porque nós queremos que a nossa indústria cresça. Então a posição do Macron já era conhecida por mim. Ontem, eu fiz uma reunião com o Macron para tentar mexer com o coração dele. Eu falei: ‘Macron, quando você voltar para a França, abre o seu coração, cara. Pensa um pouco na América do Sul, pensa no Mercosul. Nós somos países pobres, temos países pequenos. Bom, me parece que ele não pensou. Ele não deu nem tempo pro coração dele, porque ele já foi comunicar vocês.

Se não tiver acordo, paciência. Não foi por falta de vontade. A única coisa que tem que ficar claro é que não digam mais que é por conta do Brasil. E que não digam mais que é por conta da América do Sul. Assumam a responsabilidade de que os países ricos não querem fazer um acordo na perspectiva de fazer qualquer concessão. É sempre ganhar mais. E nós não somos mais colonizados. Nós somos independentes. E nós queremos ser tratados apenas com respeito de países independentes, que temos coisas para vender e as coisas que nós temos para vender tem preço. O que nós queremos é um certo equilíbrio.

Então, eu acho que nós vamos ter uma conversa. Eu tive uma grande conversa com a Ursula von der Leyen, que é a presidenta da Comissão Europeia, e vamos ver como é que vai acontecer na sexta-feira. Se não der acordo, pelo menos vai ficar patenteado de quem é a culpa de não ter acordo. Agora, o que a gente não vai fazer é um acordo para tomar prejuízo”.

VENEZUELA E GUIANA

“Se tem uma coisa que a América do Sul não está precisando agora é de confusão. Se tem uma coisa que nós precisamos para crescer e para melhorar a vida do nosso povo é a gente baixar o facho, trabalhar com muita disposição de melhorar a vida do povo, e não ficar pensando em briga. Não ficar inventando história. Então, eu espero que o bom senso prevaleça. Do lado da Venezuela e do lado da Guiana.

*Por: Planalto

luto: velório e sepultamento do poeta Sebastião Dias

TABIRA

O velório do poeta Sebastião Dias acontecerá no Centro Lítero Cultural  Poeta José de Mariano, situado na Rua Amâncio Siqueira, nº 08, centro de Tabira. O sepultamento está previsto para às 16 horas desta segunda-feira, 4 de dezembro, no cemitério Parque da Saudade, logo após as homenagens póstumas na Sede do Poder Executivo e na Câmara Municipal de Vereadores.

NOTA DE PESAR

Em nome de todos os que fazem a gestão municipal de Afogados da Ingazeira vimos externar o nosso profundo pesar pelo falecimento do poeta Sebastião Dias, um dos grandes nomes da cantoria e um dos melhores em sua expressividade poética.

Sebastião teve sua trajetória intimamente ligada a Afogados da Ingazeira, tendo, durante muito tempo, apresentado o “Encontro com a poesia”, na querida Rádio Pajeú, ao lado do também inesquecível poeta João Paraibano.

Que Deus conforte os familiares e amigos nesse momento de dor pela perda irreparável. Hoje a cultura nordestina perde um dos seus grandes baluartes. Mas Sebastião Dias será eterno, imortalizado através do seu talento e de sua arte. Partiu o homem, ficará o legado.

Prefeito Sandrinho Palmeira

Carnaíba: Empresária Ilma Valério incentiva participação feminina na política

POLÍTICA

Foto/Divulgação

Pré-candidata à Prefeitura de Carnaíba, no Sertão do Pajeú, pela oposição, a professora e empresária Ilma Valério (sem partido), está dedicando esforços significativos para incentivar a participação das mulheres na política local. Reconhecendo a importância do gênero na construção de uma representação mais diversificada, Ilma destaca a necessidade de ampliar a voz feminina nos espaços de decisão.

Em Carnaíba, onde apenas uma mulher foi eleita vereadora em 2020, Ilma Valério busca se posicionar como a candidata do grupo de oposição, visando fortalecer a presença feminina na política municipal. De acordo com o Blog de Itamar, o compromisso da empresária é criar oportunidades e abrir caminhos para que mais mulheres se envolvam ativamente na vida política da cidade.

Ilma através de sua candidatura e engajamento, não apenas aspira ao cargo de prefeita, mas também trabalha para ser uma representante e defensora das mulheres, promovendo a igualdade de gênero e inspirando outras a seguirem o mesmo caminho. Sua iniciativa destaca a importância de construir uma política mais inclusiva e representativa em Carnaíba.

*Por Pedro Araújo

Saúde mental: Estados e prefeituras ignoram política de tratamento do governo e seguem modelo antigo

SAÚDE

Hospitais psiquiátricos e comunidades terapêuticas não contam com aval de especialistas e entidades de psiquiatria

Brasil conta com 2.872 CAPs, modelo que prevê tratamento sem retirar paciente do seu cotidiano
Brasil conta com 2.872 CAPs, modelo que prevê tratamento sem retirar paciente do seu cotidiano — Foto: Pablo Jacob

O Ministério da Saúde tem enfrentado resistência de estados e municípios para colocar em prática o compromisso de fechar as portas de hospitais psiquiátricos e comunidades terapêuticas, estruturas que recebem pessoas com distúrbios mentais e dependentes químicos. Enquanto a pasta comandada por Nísia Trindade investe em alternativas, o modelo, considerado retrógrado por especialistas e entidades de psiquiatria, segue recebendo financiamento público das administrações locais. Hoje, a abordagem recebe recursos de todos os estados e do Distrito Federal.

O modelo também tem apoio de prefeituras. No fim de novembro, por exemplo, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou em uma rede social ter determinado à Secretaria Municipal de Saúde que preparasse uma proposta para “implantar no Rio a internação compulsória de usuários de drogas”. A decisão do prefeito vai na contramão da legislação atual, que prevê a internação compulsória para tratamento de saúde apenas em caso de decisão médica, não podendo ser imposta por agentes estatais. Outra possibilidade é se a pessoa estiver cometendo algum delito. Nesses casos, o abrigamento é uma medida socioassistencial, excepcional, temporária e voluntária.

Inconstitucional

A postagem de Paes foi respondida pelo Ministério Público Federal, que enviou uma nota técnica ao prefeito destacando que a proposta é inconstitucional e traduz uma medida higienista, além de ser contra a dignidade do ser humano. Questionada, a Prefeitura não respondeu se a medida será mesmo implementada.

Entre os locais onde as internações ocorrem estão as comunidades terapêuticas, geralmente localizadas em sítios ou fazendas na zona rural. O tratamento costuma ser baseado na abstinência e trabalho forçado, com a internação podendo durar até seis meses. Segundo estimativas da Federação Brasileira de Comunidades Terapêuticas (Febract), cerca de 5 mil unidades funcionam no país, que contam com financiamento público para se manter.

Como estão fora da alçada da Saúde, esses centros não precisam passar pelo controle, fiscalização e análise do SUS. Também não é obrigatória a atuação de profissionais de saúde nesses locais.

O compromisso de reduzir a quantidade dessas instituições e ampliar políticas de saúde mental alinhadas aos princípios da reforma psiquiátrica foi firmado pela ministra assim que assumiu o cargo, ao criar o Departamento de Saúde Mental. Neste ano, o órgão ampliou em 27% os investimentos na Rede de Atenção Psicossocial (Raps) em 2023 e construiu novos CAPs, modelo que prevê tratamento sem retirada do cotidiano.

Desde que foi aprovada em 2001, a Lei da Reforma Psiquiátrica estruturou a política de saúde mental no Brasil com base no fechamento de leitos em hospitais psiquiátricos e no desenvolvimento da Raps, que oferece cuidados interdisciplinares, em liberdade e próximo da residência de quem recebe esses cuidados.

— Com tantas opções que temos atualmente, não cabe mais recorrer a um modelo que promove a exclusão do paciente. É importante ressaltar que hoje em dia já existem leitos na Raps e em hospitais gerais, afirma o psiquiatra e ex-gestor de Saúde Mental do SUS-DF, Augusto Cesar Costa.

Alternativa

De acordo com a pasta, apesar da coexistência dos dois modelos, gestores municipais têm se mostrado empenhados em ampliar o número de CAPs. “Só no ano em curso, já foram habilitados 42 novos CAPS, 55 Serviços Residenciais Terapêuticos, quatro Unidades de Acolhimento e 159 leitos em hospital geral. Esses serviços foram solicitados por gestores municipais que, a partir de um diagnóstico de situação em saúde, constataram a necessidade de implantar novas modalidades assistenciais”, diz, em nota.

Hoje, o Brasil conta com 2.872 centros desse tipo, com unidades específicas voltadas apenas para crianças e adolescentes, dependentes químicos ou pessoas adultas com distúrbios psiquiátricos. A avaliação de pessoas do alto escalão do ministério é que o atual tamanho da Raps ainda não dá conta de todas as pessoas que precisam do atendimento em grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro. Por isso, a coexistência das comunidades terapêuticas seria necessária para não sobrecarregar a rede. Para o próximo ano está prevista a abertura de 200 novos CAPs.

O próprio governo federal mantém uma política dúbia sobre o assunto e, enquanto o Ministério da Saúde se propõe a acabar com tratamentos baseados na internação e no isolamento, o Ministério do Desenvolvimento Social segue investindo em comunidades terapêuticas. Das estimadas 5 mil unidades no Brasil, 602 são financiadas pela pasta.

São 14.982 vagas pagas ao redor do país, e esse número deve aumentar: em agosto, uma portaria assinada pelo ministro Wellington Dias autoriza a ampliação do número nos próximos três anos.

*Fonte: O GLOBO

Conta de luz deve subir até 10,4% no próximo ano com peso dos subsídios

ECONOMIA

Mesmo com reservatórios cheios, brasileiro deve pagar mais pela energia em 2024

Conta de luz subirá puxada pelo crescimento dos subsídios que são embutidos nas tarifas. São programas como geração energia em áreas isoladas
Conta de luz subirá puxada pelo crescimento dos subsídios que são embutidos nas tarifas. São programas como geração energia em áreas isoladas — Foto/Reprodução/O GLOBO

Mesmo com os reservatórios das hidrelétricas cheios, os consumidores pagarão mais nas contas de luz no próximo ano. A expectativa é de um aumento médio em todo o país de 6,58%, mas que pode chegar a 10,41%, a depender de discussões jurídicas sobre créditos de impostos que têm sido usados para atenuar os reajustes. É valor acima da inflação prevista para este ano, de 4,53%, e para 2024, de 3,91%. As previsões foram feitas pela Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia (Abrace).

Os reajustes variam conforme a distribuidora que atende cada região e depende, entre outros fatores, do uso dos créditos. Em alguns estados, como Minas Gerais, eles já foram integralmente utilizados. Por isso, a projeção é que os mineiros tenham aumento de 15% pela Cemig em qualquer cenário.

‘Jabutis’ e penduricalhos

Na Enel, em São Paulo, a conta pode subir de 9% a 12%, a depender dessa decisão judicial. No Rio, os reajustes da Light podem oscilar de 1,34% a 7,61%. Os valores são decididos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). No caso da Light, o reajuste é em março.

— O sistema elétrico está disfuncional, com altas e quedas acentuadas, avalia o presidente da Abrace, Paulo Pedrosa.

Os números chamam atenção porque os reservatórios das hidrelétricas atingiram o maior volume dos últimos 14 anos, desde 2009, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). No subsistema do Sudeste/Centro-Oeste, o principal do país, o percentual chegou a 64% no dia 30 de novembro. No subsistema Sul, está em 94%, enquanto no Nordeste, está em 53,89%, e no Norte, 48,88%.

Os reservatórios mais cheios deveriam resultar em energia mais barata em razão da menor necessidade de acionamento das termelétricas, que são fontes mais caras. O problema, dizem especialistas, é o crescimento dos chamados “encargos do sistema”, como a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), com subsídios que precisam ser rateados por todos os consumidores.

— O preço não vai cair, mesmo com a melhora do nível das hidrelétricas, porque continuam inserindo penduricalhos na conta de luz. O planejamento do setor está sendo feito pelo Congresso, e não mais pelo Executivo. E tudo é feito à mercê dos grupos de interesse, afirmou Luiz Eduardo Barata, ex-diretor do ONS e presidente da Frente Nacional dos Consumidores de Energia.

Um exemplo de como o Congresso tem interferido aconteceu na semana passada. A Câmara dos Deputados aprovou em regime de urgência um projeto de lei que regulamenta a geração de energia eólica em alto-mar (offshore). O problema é que o texto veio recheado de “jabutis”, ou seja, artigos de lei que pegaram carona no projeto e nada têm a ver com o tema principal da medida. O texto foi ao Senado Federal.

O texto aprovado em plenário foi apresentado pelo deputado Zé Vitor (PL-MG), relator do projeto, a poucos minutos da votação, depois de duas versões terem sido apresentadas em um único dia. Como havia a “urgência” aprovada, nada foi debatido pelas comissões e o texto acabou aprovado por 406 votos a 16.

Pelas contas da Abrace, somente esse PL vai aumentar os custos do sistema em R$ 39 bilhões, com incentivos de todo tipo: renovação de contratos para termelétricas a carvão no Sul do país, fim do preço-teto (limite) para geração de energia a gás em estados onde não há fornecimento do combustível, e reservas de mercado para usinas eólicas e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Esse aumento não começará a incidir em 2024, mas expõe como o setor elétrico continua contratando aumento de custos que impedem o seu melhor funcionamento.

A maior parte desses encargos fica dentro da CDE. Há subsídios para o carvão mineral, para a compra de óleo diesel em locais que não têm acesso ao Sistema Interligado Nacional (SIN), até incentivos para fontes renováveis e famílias de baixa renda. A conta tem aumentado. Segundo dados da Aneel, em 2017, foram R$ 15,99 bilhões direcionados a esse fundo. Este ano, o número já havia saltado para R$ 34,99 bilhões, e nos dois próximos anos pode saltar para R$ 37,16 bilhões e R$ 42,27 bilhões, segundo a Abrace. Tudo vai para a conta de luz.

A diferença nas projeções para os reajustes do ano que vem — de 6,58% a 10,41% — ocorre porque o Congresso aprovou, em 2022, uma lei complementar direcionando aos consumidores um crédito de R$ 60 bilhões, em função de cobrança que foi considerada indevida de ICMS na base de cálculo de PIS/Cofins, na chamada “tese do século”.

A Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia (Abradee) alega que esses recursos são das distribuidoras porque foram elas que pagaram os tributos e entraram com a ação, em 2002. Cerca de R$ 40 bilhões já foram utilizados por várias distribuidoras, o que ajudou na queda média de 8,3% nas contas de luz em 2023. Outros R$ 20 bilhões ainda podem ser direcionados aos consumidores nos próximos anos. A decisão, contudo, está pendente no Supremo Tribunal Federal (STF).

— A tese do século envolveu vários setores da economia, e apenas o setor elétrico teve tratamento diferente, com os recursos sendo direcionados aos consumidores de forma oportunística pelo Congresso, em 2022. A lei que foi aprovada retroagiu a 2019, e é isso que estamos questionando no STF, afirmou Wagner Ferreira, diretor Jurídico e Institucional da Abradee.

‘Bagunça tarifária’

Na consultoria PSR, as estimativas são de aumento das tarifas acima da inflação entre 3% a 4% no ano que vem. O problema, diz Luiz Augusto Barroso, diretor-presidente da consultoria, é que as contas já estão altas, e os jabutis aprovados pelo Congresso na última semana pioram o ambiente tarifário para os próximos anos.

— A tarifa já está alta e cheia de custos indevidos. Manobras e jabutis aprovados pelo Congresso não só pioram o ambiente de investimentos, porque tiram a previsibilidade institucional, como o planejamento foi transferido para o Congresso. E acaba sendo feito de forma pouco criteriosa. Traz uma bagunça tarifária com mais sinais de aumentos mais para frente, diz.

Barata destaca que a migração acelerada de consumidores para o “mercado livre” (no qual se escolhe de quem comprar a energia), na prática, vem diminuindo o número de pessoas aptas a custear os encargos do sistema:

— É como um condomínio. Com a migração para o mercado livre pelas grandes empresas, a autoprodução de energia e a geração distribuída, o chamado “mercado cativo”, o das distribuidoras (atendendo determinada região), vem diminuindo. Isso faz com que o reajuste médio seja mais alto.

Ele estima que o setor elétrico tem custos anuais em torno de R$ 343 bilhões por ano. Desse total, R$ 210 bilhões são de fato custo energético, enquanto R$ 58 bilhões são tributos, e R$ 55 bilhões, encargos. Já as perdas técnicas custam R$ 12 bilhões e os furtos de energia, R$ 7 bilhões.

*Fonte O GLOBO

Maceió: Ministério diz que afundamento de solo está estabilizado

DESABAMENTO 

Região de mina em Maceió registra abalo sísmico mais intenso. Tremor se deu no bairro Mutange. – (crédito: UFAL/Divulgação)

Segundo o Ministério de Minas e Energia, técnicos do Serviço Geológico do Brasil (SGB) indicam que, caso haja desmoronamento, “ocorrerá de forma localizada e não generalizada”

O Ministério de Minas e Energia disse, neste domingo (3/12), que o afundamento no bairro de Mutange, em Maceió (AL), causado pela mina 18 da Braskem, está estabilizado.

O relatório da pasta aponta que a expectativa do Serviço Geológico do Brasil (SGB) é de que, caso haja desmoronamento, ele deve “ocorrer de forma localizada e não generalizada”. “Não se observa alteração expressiva do nível da lagoa [Mundaú]. Entende-se haver baixo risco de contaminação da lagoa”.

“Observa-se estabilização da situação, com redução do ritmo de subsidência do terreno e redução da probabilidade de deslocamentos de terra de larga escala”, afirma ainda o documento.

O Ministério pontuou que, nas últimas 24 horas, a velocidade do afundamento do solo caiu, indo de 50cm na quarta-feira (29) e outros 50cm na quinta-feira (30), para 15 centímetros no sábado (2). “Uma avaliação para a área demonstra que o sistema geológico está entrando em equilíbrio”.

Ainda que a previsão seja positiva, a pasta ressalta que ainda é “uma velocidade elevada, ao se comparar com o parâmetro anterior da ordem de 20 centímetros por ano” e que é necessário “continuar o ostensivo monitoramento da área como um todo”.

A Defesa Civil informou que o deslocamento vertical acumulado na mina 18 é de 1,69m e a velocidade permanece de 0,7cm por hora, com um movimento de 10,8cm nas últimas 24 horas.

*Fonte: Correio Brasiliense 

 

Prefeitura de Afogados inaugurou meio quilômetro de pavimentação no São Francisco

AFOGADOS DA INGAZEIRA 

A Prefeitura de Afogados inaugurou neste último final de semana mais uma obra de pavimentação, dessa vez no bairro São Francisco.

A inauguração fez parte da 42ª semana da maratona de inaugurações e obras, e contemplou a pavimentação de 554 m2 em piso intertravado do primeiro trecho da Rua Cristiane Moraes da Silva. “Essa é uma obra que traz dignidade para os moradores, valoriza os imóveis e liberta a todos da poeira e da lama, facilitando o ir e vir das pessoas que aqui residem,” destacou o Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira.

A inauguração contou com as presenças do Deputado Estadual José Patriota, gestores municipais, moradores da rua e dos vereadores Erickson Torres, Cícero Miguel, Gal Mariano, Reinaldo Lima, César Tenório, Raimundo Lima e Toinho da Ponte.

*Ascom 

LUTO NA POESIA

NOTA DE PESAR


Em nome de todos os que fazem a gestão municipal de Afogados da Ingazeira vimos externar o nosso profundo pesar pelo falecimento do poeta Sebastião Dias, um dos grandes nomes da cantoria e um dos melhores em sua expressividade poética.

Sebastião teve sua trajetória intimamente ligada a Afogados da Ingazeira, tendo, durante muito tempo, apresentado o “Encontro com a poesia”, na querida Rádio Pajeú, ao lado do também inesquecível poeta João Paraibano.

Que Deus conforte os familiares e amigos nesse momento de dor pela perda irreparável. Hoje a cultura nordestina perde um dos seus grandes baluartes. Mas Sebastião Dias será eterno, imortalizado através do seu talento e de sua arte. Partiu o homem, ficará o legado.

Prefeitura de Afogados da Ingazeira

Prefeitura de Afogados iniciou mutirão de recolhimento de entulhos

AFOGADOS DA INGAZEIRA 

A Prefeitura de Afogados iniciou nesta quinta (30) um grande mutirão para o recolhimento de entulhos em áreas críticas da cidade.

A ação começou pela comunidade do Alto da Bela Vista e vai contemplar todos os bairros e pontos críticos identificados na cidade.

O início da ação, coordenada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura, contou com a operação de duas máquinas retroescavadeiras e três caminhões caçamba.

“Esse já é um trabalho rotineiro que fazemos, mas diante do aumento da demanda, sentimos necessidade de montarmos uma operação mutirão para o recolhimento não apenas dos entulhos, mas também do lixo depositado irregularmente em áreas críticas da cidade que temos mapeadas,” destacou o coordenador de limpeza urbana da secretaria de infraestrutura, Rubens Pires.

*Ascom